Vinhas de Luz

Vinhas de Luz

quarta-feira, 17 de maio de 2017

"SER DOENTE OU ESTAR DOENTE? EIS A QUESTÃO"

A busca pelo equilíbrio, pela saúde, domina o pensamento da humanidade desde a sua criação. A medicina avança a passos largos para cada vez saber muito de pouco, se especializando nos detalhes, mas uma boa parte dos profissionais da saúde já não aceita esse conceito reducionista e tenta lançar um olhar holístico sobre o dilema saúde-doença. Porém esbarramos aí em um atavismo, um padrão inadequado de comportamento que nos provoca o desequilíbrio, uma vez que fugimos da causa verdadeira das mazelas que nos afligem.
A definição de doença varia conforme a crença, a cultura, o entendimento e a época. Podemos defini-la como uma perda do equilíbrio das nossas estruturas físicas. Essa desarmonia pode ser fruto de uma inflamação, de uma infecção, de lesões degenerativas, etc. Baseado nisso o tratamento será feito com medicações alopáticas específicas, atuando nos sintomas.
Ao contrário, uma visão mais ampla pode nos sugerir que a doença física tenha causas variadas. Em algumas doenças temos o que Ramatís chama de "verter para a carne". Ao longo das nossas vidas sucessivas vamos acumulando energia negativa que acompanham nossos atos e pensamentos. Em alguns casos a doença é fruto da "drenagem" dessa energia dos corpos sutis para o físico.
Podemos ter na doença uma missão. Alguns espíritos já são suficientemente evoluídos para exemplificarem a outros um sofrimento produtivo, que se baseia no maduro vivenciar da dor, com a resignação ativa, ou seja, fazendo de tudo para melhorar, mas sem revolta, sem vitimização e sem deixar que isso atrapalhe o crescimento espiritual.
A expiação também é uma opção de causa de doença. Compulsoriamente somos chamados a resgatar atos pretéritos dessa forma, não como castigo, mas para nos mostrar onde erramos, e como devemos priorizar necessidades.
Independente da causa, da origem, do motivo, a forma correta de enxergar a doença é como uma oportunidade.
O sofrimento de uma forma geral não tem sentido nas nossas vidas se não nos leva a reflexões profundas. Não adianta passar pela vida nos enganando. Todos vamos desencarnar, vamos ter sofrimentos, adoecer, etc, isso faz parte da vida. A forma como enxergamos isso é que faz a diferença. Podemos ter um sofrimento que nos acompanha por toda a existência e desencarnarmos sem que ele tenha nos ensinado nada. A questão importante é porque as pessoas se recusam a encarar isso de frente?
A causa principal é o medo. Temos medo de sair da zona de conforto que criamos para nossas vidas, e nos acomodamos em situações absurdas de convivência que nos impedem de crescer, mas não aumentam o sofrimento temporário que provavelmente nos libertaria para voos mais altos e sadios. Outra causa é o orgulho. Como admitirmos que estamos errados? É mais fácil culpar outros e seguir em frente como se fossemos vítimas de tudo. E acima de tudo não mudamos porque dói. É doloroso crescer.
O problema de tudo isso é que mantemos um padrão de comportamento que mostra aos outros o que temos de pior. E na maioria das vezes os mais atingidos são justamente aqueles que mais gostamos.
Se mudássemos nossa forma de enxergar a doença e as dificuldades, com certeza a cura estaria mais perto. Não somos doentes. Estamos doentes! Somos filhos da perfeição, da luz. Somos luz! Mas porque nos prendemos a conceitos arcaicos de culpa e pecado nos vemos como devedores eternos e não entendemos que não é pelo sofrimento que cresceremos, mas pelo amor, pela transformação interior. Todo esse processo começa pela autoanálise e pelo auto perdão. Precisamos nos sentir merecedores.
O maior exemplo disso é a parábola do filho pródigo. O pai ao ver o filho retornando a casa, não o enxotou, não o reprimiu, mas saiu correndo e se lançou em seu pescoço, oferecendo a ele o que de melhor tinha. Assim é nosso Pai conosco. O seu amor nos constrange. É certo que alguns de nós preferem ser surrados, sofrer, chorar, ser tratados como empregado, mas a vida nos reitera a todo momento que do Pai só receberemos amor e oportunidades.
Não somos doentes. Vamos aproveitar nosso estado de saúde eterna, e concentrar nossas energias no necessário para nosso crescimento.

Fonte-Rede Amigo Espírita

“TER OU NÃO TER FILHOS E REENCARNAÇÃO”

O controle da natalidade vem sendo praticado desde os primórdios dos tempos. A civilização humana sempre encontrou raízes ou ervas com as quais feiticeiros ou médicos procuraram interferir no processo da concepção ou mesmo da gestação em curso.
Mesmo aqueles casais avessos aos processos artificiais frequentemente optam por “métodos naturais”, evitando relacionamento sexual nos dias férteis e objetivando o mesmo resultado: a limitação da natalidade.
Teoricamente, em todos os casais haveria uma possibilidade de número maior de filhos, caso não houvesse alguma forma de controle ou planejamento familiar. Esta constatação nos leva a crer que há, na quase totalidade dos casais, alguma interferência, por livre iniciativa, sobre a natalidade de seus filhos.
Em face do exposto, o bom senso nos leva a posicionar realisticamente, sem no entanto perdermos a visão idealística. Nós, seres humanos já conquistamos o direito da liberdade de decidir, evidentemente com a responsabilidade assumida pelo livre arbítrio. O Homo Sapiens já possui a possibilidade de escolher a rota de seu progresso, acelerando ou reduzindo a velocidade de seu desenvolvimento espiritual. Somos os artífices da escultura de nosso próprio destino.
Nas informações que são colhidas, psicográfica ou psicofonicamente, os espíritos nos expõem a respeito da planificação básica de nossa vida aqui na Terra, projeto desenvolvido antes de reencarnarmos. Se é verdade que os detalhes serão aqui por nós construídos, certamente o plano geral foi anteriormente elaborado no mundo espiritual, frequentemente com nossa aquiescência. Dessa planificação básica, consta o número de filhos.
Se um determinado casal deveria receber 4 filhos na sua romagem reencarnatória e não o fez, pelo uso das pílulas anticoncepcionais ou outro método bloqueador da concepção, ficará com a carga de responsabilidade a ser cumprida. Não se permitiu a complementação da tarefa a que se propôs antes de renascer.
A grande questão que surge é com relação às consequências advindas da decisão de limitar a natalidade dos filhos. Sabemos que há, frequentemente, uma transferência do compromisso estabelecido para outra encarnação.
Sucede muitas vezes que essa decisão de postergar compromissos determina a necessidade de um replanejamento espiritual com relação àqueles designados à reencarnação em um determinado lar. Podem os mesmos obter “novos passaportes” surgindo como netos, filhos adotivos ou outras vias de acesso elaboradas pela espiritualidade maior. Ocorrerá, nestes casos, a necessidade de um preenchimento da lacuna de trabalho que se criou ao se impedir a chegada de mais um filho.
O trabalho construtivo, consciente ou inconscientemente desenvolvido para a substituição do compromisso previamente assumido, poderá compensar pelo menos parcialmente a dívida adiada. Qualquer débito cármico poderá ser sanado ou apagado por potenciais positivos, às vezes bem diversos dos setores daqueles que originaram as reações. No entanto, o labor amoroso na área mais específica da maternidade e da infância carentes são naturalmente mais indicados para a harmonização das energias tornadas deficientes nessa área.
Se o ideal é que cumpramos o plano de vida preestabelecido, é também quase geral o fato de que neste planeta a maioria não logra êxito na execução total de suas tarefas. Resta-nos a necessidade de consultar honestamente a consciência, pois pela intuição ou sintonia com nosso eu interno encontraremos as respostas e dúvidas (ou dívidas) particulares nesse mister.
É constatação evidente o fato de, normalmente, não nos recordarmos dos planos previamente traçados, mas é verdadeiro também que frequentemente fazemos “ouvido de mercador” aos avisos que nosso inconsciente nos transmite. Não esperemos respostas prontas ou transferência de decisão para quem quer que seja, afinal estamos ou não lutando para fugir das mensagens dogmáticas, do “isto é permitido” e “isto não é”?. Cada casal deverá valorizar o mergulho em seu inconsciente, sentir, meditar, e das águas profundas de seu espírito, trazer à superfície a sua resposta...

Dr. Ricardo Di Bernardi-Medicina e Espiritualidade

"ABORTO E ESPIRITISMO" QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS ESPIRITUAIS PARA A MULHER QUE PRATICA ABORTO?"!


terça-feira, 16 de maio de 2017

"DIVALDO FRANCO E SUA IRMÃ SUICIDA"

Divaldo, conta que viu sua irmã suicida em desespero, após vinte anos do suicídio, dizendo estar impregnada pelo veneno que havia ingerido.
Divaldo começou a pensar no que poderia fazer para atenuar o sofrimento da irmã, tão querida ao seu coração. Ele orava muito pela irmã, mas desejava fazer mais por ela.
Osvaldo, irmão de Divaldo, exercia na cidade de Feira de Santana, no Estado da Bahia, o cargo de Delegado de Polícia.
Divaldo, certa vez, perguntou ao irmão qual o fato que mais o impressionara em sua árdua carreira.
Osvaldo contou-lhe que o quadro mais triste que havia presenciado era a situação das mulheres nos lupanares ou zona de meretrício como eram chamados naquela época. Aquelas mulheres entregavam-se ao comércio carnal, despreparadas para a vida e completamente sem proteção.
Contou-lhe que sua equipe policial, numa das “batidas” naquelas casas, verificou que as pobres mulheres colocavam os filhinhos sob a cama, cobrindo-os com lençóis e os obrigavam a ficar quietos para poderem atender os clientes sobre a cama.
Divaldo foi com o irmão até a zona de meretrício daquela cidade e reunindo as mulheres mais decadentes, já com o organismo corroído pela sífilis e outras doenças, indagou-lhes o que ele poderia fazer-lhes para atenuar a dor e a miséria em que viviam.
A grande maioria disse que gostaria de encontrar alguém que salvasse seus filhos, principalmente as filhas de seguir tal “profissão”.
Uma outra moça implorou chorando:
- Seria tão bom se eu pudesse encontrar uma pessoa com misericórdia que nos salvasse desta desgraça.
Divaldo, enternecido, prometeu que iria cuidar dessas pobres crianças e de suas mães em homenagem à sua tão querida irmã Nair.
Pediu forças a Deus para poder levar à Mansão do Caminho todas aquelas crianças. Eram catorze. Chegaram a ter trinta e seis crianças através do tempo, filhas dessas pobres mulheres equivocadas. Algumas delas conseguiram mudar de vida, ter uma profissão digna, graças à orientação de Divaldo.
E os anos foram passando plenos de trabalho no ideal da caridade e fraternidade.
Quando dona Ana Franco, mãe de Divaldo, desencarnou em 1972, a irmã de Divaldo estava ao lado dela. E naquele momento, Nair agradeceu à Divaldo por tudo que ele havia feito pelas mães e filhos desamparados em seu nome.
Essa homenagem fez muito bem ao Espírito de Nair que passou a se preparar para uma futura reencarnação.
Hoje ela já está reencarnada. Nasceu com lábios leporinos, resultado do veneno que havia ingerido.
Nasceu debaixo de uma árvore, de uma mulher que não tinha marido.
Joanna disse para Divaldo:
- Veja Divaldo, através do mesmo mecanismo que você à homenageou, ela veio (reencarnou) para agradecer.
Mas . . . o mais importante é que lhe foi concedida, pela misericórdia de Deus uma nova oportunidade na Escola da vida. Vale a pena viver e amar como nos ensina o Espírito Joanna de Ângelis. Vale a pena preencher com a fraternidade, a solidariedade, que são frutos amadurecidos de amor, todos os momentos da vida.
Então, se perdemos nossos entes queridos, vamos seguir este exemplo de nosso Divaldo e amar com infinita ternura todos os tristes e desamparados do caminho, tratando-os como pais, mães e irmãos queridos.

Postado por GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC

“QUEM SÃO OS ESPÍRITOS QUE INCORPORAM NAS IGREJAS EVANGÉLICAS?

Quem são os espíritos que incorporam nas igrejas evangélicas? Geralmente eles são chamados de demônios. Mas o que é demônio? Será um ser à parte da criação?
Nas manifestações que ocorrem nas igrejas evangélicas (como em qualquer outro lugar) há que se considerar, sempre, a possibilidade de mistificação, às vezes inquestionável. Mas há também o fator anímico, que é quase sempre negligenciado.
A Ana Paula, que assiste o meu canal no Youtube, fez uma pergunta a respeito dos demônios – dos demônios que incorporam em pessoas e se apresentam com os mais diversos nomes.
Ela escreve assim:
– Olá, eu preciso de um esclarecimento. Sempre acreditei em demônios porque fui criada em uma igreja evangélica, então vivenciei isso. Já conversei com esses supostos demônios incorporados em uma pessoa, que se diziam ser Exu Caveira, Tranca rua, Pomba-gira, Lúcifer, Cosme e Damião, entre outros… poderia me dar um explicação clara do que seriam esses seres?
Antes de mais nada vamos entender a origem da palavra demônio: Demônio é uma palavra grega, daimon, que quer dizer “espírito”. Para os gregos, o demônio é um espírito que acompanha uma pessoa. Platão narra que Sócrates tinha o seu daimon – provavelmente o mentor espiritual de Sócrates.
A palavra demônio se popularizou no Evangelho. O Evangelho – assim como todo o Novo Testamento – foi escrito em grego. E no Evangelho há muitas menções a demônios. Jesus expelia demônios, afastava demônios. Às vezes o Evangelho fala em demônio – no grego daimon – e às vezes fala em espírito impuro, que também traduzem como espírito imundo – no grego pneuma akatartos – que são a mesma coisa. O historiador judeu Flavio Josefo, que viveu na época de Jesus, nos informa que demônio é como os judeus chamavam os “espíritos dos homens perversos”.
Demônio é um espírito, um espírito como qualquer outro, apenas muito atrasado. Mas demônio não é um ser à parte da criação, -não existe, por exemplo, os animais, os homens e os demônios. Não é assim. Demônio é como chamavam, no tempo de Jesus, os espíritos atrasados, só isso.
A Ana Paula diz que foi criada em igreja evangélica. Eu frequentei algumas igrejas evangélicas, sei como são essas manifestações, aliás nós vemos isso todos os dias na televisão (pra quem assiste televisão, que não é o meu caso). E nós vemos, realmente, que esses espíritos se apresentam, se identificam como demônio, exu, pomba-gira.
Temos que considerar o animismo presente nessas manifestações. Existe a manifestação mediúnica e existe a manifestação anímica. A manifestação anímica é a manifestação do próprio espírito da pessoa. A pessoa que está ali não está necessariamente incorporada por um espírito. Ela pode estar incorporada, mas pode também estar manifestando aspectos de uma personalidade que ela animou numa outra existência. Isso não é consciente – ela pensa que está incorporada, mas não está; ela pensa que é um espírito se manifestando através dela, mas é ela mesma (e ela é um espírito, todos nós somos espíritos), é ela mesma que está manifestando aspectos do seu próprio ser que estão vivos no seu subconsciente. Isso não é fingimento (não que não exista o fingimento, a mistificação, mas nós não vamos considerar isso), mas a pessoa não está fingindo. Ela pensa que está incorporada. E quando perguntada sobre o seu nome ela se apresenta com um nome que inconscientemente ela associa a esse tipo de manifestação.
Então existe essa possibilidade de animismo, isso é muito mais comum do que se pensa e não pode ser desconsiderado.
No caso de ser realmente um espírito se manifestando, uma manifestação mediúnica: nós não podemos ignorar que o plano físico reflete o plano astral. Assim como há organizações religiosas, filantrópicas, beneficentes, aqui, lá também há essas organizações, aliás, elas nascem lá, e depois são implantadas aqui. Do mesmo modo, assim como há organizações criminosas aqui, em todos os níveis, há organizações criminosas lá.
Grandes organizações criminosas do plano astral arrebanham muitos milhares de espíritos – falanges de espíritos – para trabalharem para essas organizações. Quando nós vemos na televisão um jovem criminoso, que está no crime desde que nasceu, nós vemos que ele mal sabe falar, ele é analfabeto, só fala em gíria, se perguntar o nome completo da mãe e do pai ele provavelmente não sabe.
Do lado de lá é a mesma coisa. Com o agravante que muitos desses espíritos estão há muito tempo sem reencarnar, não têm plena consciência de si mesmos, praticamente não pensam, não refletem, vivem como autômatos. Essas falanges de espíritos formam ordens de trabalho que atendem por um nome. Isso tanto para o bem como para o mal. Uma falange de pretos-velhos que trabalham para o Bem, que fazem a caridade, eles formam uma ordem de trabalho. São milhares de espíritos que atendem, por exemplo, pelo nome de “Pai José”.
Do lado do crime também. Milhares de espíritos atendem pelo nome de Pomba-gira, de Lúcifer, de Tranca-rua. Existem entidades mais elevadas que atendem por esses nomes – mas nomes são apenas nomes. Um espírito pode se manifestar dizendo que é um santo qualquer. Nós é que temos que saber distinguir se ele é bom ou se ele não é bom. Como Jesus disse, pelos frutos se reconhece a árvore. Aliás, o apóstolo João já alertava para isso na sua epístola: “Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo”.  João 4:1
Então o que precisa ficar claro é que não existe demônio como um ser à parte da criação, o que existe são espíritos, todos nós somos espíritos nos mais diversos níveis de evolução. Essas entidades que se apresentam com os mais diversos nomes, são espíritos assim como eu e você. A diferença entre eles e nós é que eles estão mais atrasados, só isso. São espíritos quase sempre ainda primitivos, com muito pouco esclarecimento, que se esquecem muitas vezes da sua natureza humana. Eles são submetidos por espíritos mais poderosos, mais experientes, muito inteligentes, e que escolheram o caminho do mal. Isso não é difícil de entender, basta observarmos, por exemplo, a política; acontece exatamente a mesma coisa.
Morel Felipe Wilkon


"TENDÊNCIAS AO SUICÍDIO"

“Meu filho nasceu surdo, mudo, cego e sem os dois braços. Agora está com uma doença nas pernas e os médicos querem amputar as duas para salvar a vida dele.
Chico pensava numa resposta quando ouviu o vozeirão de Emmanuel:
“Explique à nossa irmã que esse nosso irmão em seus braços suicidou-se nas dez últimas encarnações, e pediu antes de nascer, que lhe fossem retiradas todas as possibilidades de se matar novamente.
Agora que esta aproximadamente com cinco anos de idade procurava um rio ou um precipício para se atirar.
Avise a ela que os médicos estão com a razão.

As duas pernas dele serão amputadas em seu próprio benefício.”
Chico Xavier