Vinhas de Luz

Vinhas de Luz

sexta-feira, 29 de julho de 2011

" TRABALHADOR DA PRIMEIRA HORA''

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A trajetória iniciada por Jesus necessita de mãos dispostas a dar-lhe ampliação, já que a seara é muito vasta e há muito solo a ser arado e preparado para a semeadura. Nenhum dos elementos que já aceitou o convite amoroso do cordeiro pode ser dispensado da quota que lhe compete, no esforço pessoal, na luta árdua que prepara o terreno a fim de que se amplie o campo fértil.
Batizados no fogo da tragédia, saíram das chamas do incêndio sem se intimidarem com seu calor e com as queimaduras que ele poderia produzir. Esta coragem é o material principal daquele que aceita o serviço do amor:”O trabalhador da primeira hora”.
O egoísta faz planos para agir e retirar as vantagens para si mesmo de cada gesto.
O fraco procura reunir elementos e armas que lhe facilitem a defesa, agredindo se necessário for.
O orgulhoso perguntará  as glórias e poderes que serão lançadas sobre seu nome e sua tradição.
O vaidoso indagará dos louros que ornamentarão sua cabeça como recompensa.
O preguiçoso pedirá repouso prévio para reunir maiores forças a fim de que, um dia passa a iniciar a obra.
O falso devoto esperará que algum outro comece para seguir-lhe os passos e dizer-se trabalhador da primeira hora, desejando os benefícios de um pioneirismo que não teve.
Todos estes podem realizar alguma coisa, mas são trabalhadores imperfeitos, ainda que estejam sempre proferindo o nome do Mestre com aparência de unção e respeito.
Seu devotamento é apenas fantasia bem costurada que oculta o corpo deformado onde se escondem defeitos.
No entanto, aquele que entendeu o que Jesus pretende para o mundo,  com sinceridade e clareza, é um trabalhador de outra têmpera.
Não ingressa na jornada pensando em si e, por isso, sabe renunciar às suas aspirações e aos seus sonhos pessoais. Não pede vantagens nem favores maiores  do que aqueles que já sabe possuir, pois para ele, nada é mais valioso do que o muito Amor que Jesus lhe devota, em nome de Deus.
Não se preocupa em defender-se com armas de pouca eficácia. Leva a prece como escudo e o amor como a espada que rompe todos os pesados grilhões nas almas despreparadas para a mansuetude. Tem em Deus o soberano protetor e ele se submete sem temor de ser injustiçado.
Sentirá ventura em ser esquecido, em não ser lembrado com respeito, já que não procura as glórias humanas nem deseja  ser enaltecido pela ignorância, o que representaria sempre uma ligação espúria com o mal. Todos os que se regozijam com os aplausos da ignorância dão prova dos elos que carregam com a retaguarda.
Por isso, esse que entendeu os ideais  de Jesus com verdadeira lucidez, não se deixa deter pela cerimônia e homenagens, no gozo constante de uma vaidade balofa e oca.
Se  os recebe, atribui-os aos verdadeiros donos, aquele generoso patrão que o paga e os sustenta e, feito isso, segue adiante no cumprimento das obrigações espirituais que lhe competem. Quando cansado, só se permite repousar depois que não houver mais nada a fazer, impondo-se o regime do esforço redobrado, diante do exemplo recebido daquele que o assalaria, a quem não é dado um minuto sequer de repouso, ante a obra que o Pai lhe atribuiu.
Assim, se o amo trabalha sem descanso, como pode o servo pedir repouso, enquanto o patrão segue trabalhando?
Enfim, o verdadeiro servo da bondade, o trabalhador da primeira hora, ainda que não seja bom como deseje ser, não fica esperando que os outros dêem o primeiro passo Age com humildade e se oferece para a obra, sem desejar enaltecimento, sem pleitear os lugares de realce, sem se deixar levar pelos brilhos sedutores e falsos das lisonjas humanas, sempre armadilhas edificadas para tirar o trabalhador do caminho certo.
JOSÉ LUIZ RUIZ. Pelo Espírito:”Lucius”.
Da obra:” A FORÇA DA BONDADE”.  





" TRABALHADOR DA PRIMEIRA HORA''

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A trajetória iniciada por Jesus necessita de mãos dispostas a dar-lhe ampliação, já que a seara é muito vasta e há muito solo a ser arado e preparado para a semeadura. Nenhum dos elementos que já aceitou o convite amoroso do cordeiro pode ser dispensado da quota que lhe compete, no esforço pessoal, na luta árdua que prepara o terreno a fim de que se amplie o campo fértil.
Batizados no fogo da tragédia, saíram das chamas do incêndio sem se intimidarem com seu calor e com as queimaduras que ele poderia produzir. Esta coragem é o material principal daquele que aceita o serviço do amor:”O trabalhador da primeira hora”.
O egoísta faz planos para agir e retirar as vantagens para si mesmo de cada gesto.
O fraco procura reunir elementos e armas que lhe facilitem a defesa, agredindo se necessário for.
O orgulhoso perguntará  as glórias e poderes que serão lançadas sobre seu nome e sua tradição.
O vaidoso indagará dos louros que ornamentarão sua cabeça como recompensa.
O preguiçoso pedirá repouso prévio para reunir maiores forças a fim de que, um dia passa a iniciar a obra.
O falso devoto esperará que algum outro comece para seguir-lhe os passos e dizer-se trabalhador da primeira hora, desejando os benefícios de um pioneirismo que não teve.
Todos estes podem realizar alguma coisa, mas são trabalhadores imperfeitos, ainda que estejam sempre proferindo o nome do Mestre com aparência de unção e respeito.
Seu devotamento é apenas fantasia bem costurada que oculta o corpo deformado onde se escondem defeitos.
No entanto, aquele que entendeu o que Jesus pretende para o mundo,  com sinceridade e clareza, é um trabalhador de outra têmpera.
Não ingressa na jornada pensando em si e, por isso, sabe renunciar às suas aspirações e aos seus sonhos pessoais. Não pede vantagens nem favores maiores  do que aqueles que já sabe possuir, pois para ele, nada é mais valioso do que o muito Amor que Jesus lhe devota, em nome de Deus.
Não se preocupa em defender-se com armas de pouca eficácia. Leva a prece como escudo e o amor como a espada que rompe todos os pesados grilhões nas almas despreparadas para a mansuetude. Tem em Deus o soberano protetor e ele se submete sem temor de ser injustiçado.
Sentirá ventura em ser esquecido, em não ser lembrado com respeito, já que não procura as glórias humanas nem deseja  ser enaltecido pela ignorância, o que representaria sempre uma ligação espúria com o mal. Todos os que se regozijam com os aplausos da ignorância dão prova dos elos que carregam com a retaguarda.
Por isso, esse que entendeu os ideais  de Jesus com verdadeira lucidez, não se deixa deter pela cerimônia e homenagens, no gozo constante de uma vaidade balofa e oca.
Se  os recebe, atribui-os aos verdadeiros donos, aquele generoso patrão que o paga e os sustenta e, feito isso, segue adiante no cumprimento das obrigações espirituais que lhe competem. Quando cansado, só se permite repousar depois que não houver mais nada a fazer, impondo-se o regime do esforço redobrado, diante do exemplo recebido daquele que o assalaria, a quem não é dado um minuto sequer de repouso, ante a obra que o Pai lhe atribuiu.
Assim, se o amo trabalha sem descanso, como pode o servo pedir repouso, enquanto o patrão segue trabalhando?
Enfim, o verdadeiro servo da bondade, o trabalhador da primeira hora, ainda que não seja bom como deseje ser, não fica esperando que os outros dêem o primeiro passo Age com humildade e se oferece para a obra, sem desejar enaltecimento, sem pleitear os lugares de realce, sem se deixar levar pelos brilhos sedutores e falsos das lisonjas humanas, sempre armadilhas edificadas para tirar o trabalhador do caminho certo.
JOSÉ LUIZ RUIZ. Pelo Espírito:”Lucius”.
Da obra:” A FORÇA DA BONDADE”.