Vinhas de Luz

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

O CÓDIGO SECRETO DE CHICO XAVIER E REENCARNAÇÃO DE EMMANUEL - Fantástico 12/09/2010"


“EM QUE AS PESSOAS PENSAM QUANDO SABEM QUE VÃO MORRER. ?”

Embora quase tudo que faz a gente perder o sono gire em torno de problemas concretos, nas fronteiras da vida, cuidando de pessoas que estão corajosamente enfrentando a realidade de seu fim de vida, ainda não ouvi ninguém dizer que a vida valeu a pena porque nunca foi demitido, nunca levou um fora ou nunca perdeu a paciência.
Ainda não ouvi ninguém se despedir da vida dizendo: “Morro feliz porque sempre tive bom-senso”. Nem dizer que está morrendo em paz porque tem casa própria ou porque teve um carro zero todo ano. As viagens mais importantes que fizeram foram aquelas em que puderam encontrar a si mesmos e à sua própria força e coragem, seja escalando altas montanhas ou numa volta no corredor do hospital onde puderam experimentar a vitória de caminhar sobre os próprios pés.
Por enquanto, ninguém me confidenciou que estava pronto para morrer porque sempre teve dinheiro guardado para uma eventualidade ou porque soube como esconder seus sentimentos. Aqueles que adoram repetir as palavras “nunca vou passar por isso” ou “sempre serei assim” devem se preparar para uma boa lição lá na frente da vida, quase na última curva da existência. As conversas sobre desejos finais giram em torno de três prioridades:
Ter feito diferença no mundo, ter deixado um legado
Ter tido a possibilidade de expressar sentimentos: amar, ser amado, perdoar e ser perdoado
Não ser esquecido.
No final, o que conta é o que não se conta. Recomendaria aos mais atentos que não deixem essas prioridades para o último ano, o último mês ou a última hora. Sempre acreditamos que pode dar tempo lá na frente, mas se der tempo de ler essas linhas, faça acontecer essas maravilhas verdadeiras da vida hoje mesmo.

Autor: Ana Claudia Arantes, Geriatra do Hospital Israelita Albert Einstein de São Paulo

"VISÃO ESPÍRITA SOBRE O USO DA MACONHA"


“LIVRE ARBÍTRIO E RESPONSABILIDADE”

O livre-arbítrio, é a condição básica para que a pessoa programe a sua vida e construa o seu futuro entendendo, porém, que os direitos, limitações e capacidades individuais devem ser respeitados pelas regras da vida em sociedade.
Deus nos deu a liberdade e o livre-arbítrio como instrumentos de felicidade. A liberdade nos é concedida para que possamos ter uma visão mais lúcida de nós mesmos e das demais pessoas, de forma a discernir que papel devemos exercer na sociedade, quais são os nossos limites e possibilidades, assim como os dos semelhantes.
À medida que aprendemos a associar as noções de liberdade e responsabilidade, a pessoa melhor exercita seu livre-arbítrio, sendo impulsionada por um sentimento superior, que lhe permite desenvolver ações de amor ao próximo.
Conforme a questão 843 do O Livro dos Espíritos, o homem tem livre-arbítrio nos seus atos? O homem tem a liberdade de pensar e de agir. Sem o livre-arbítrio o homem seria uma máquina.
Sem o livre-arbítrio não seria responsável pelo mal que praticasse e nem teria mérito pelo bem que fizesse.
O processo de amadurecimento espiritual é gradual, estando diretamente subordinado à Lei do esforço próprio.
O espírito desligado da matéria (corpo físico), no estado errante (no mundo dos espíritos, espiritualidade), faz a escolha de suas futuras existências corpóreas segundo o grau de perfeição que tenha atingido. É nisso, que consiste sobretudo o seu livre arbítrio.
Essa liberdade não é anulada pela encarnação. Se ele cede a influência da matéria, é então que sucumbe nas provas por ele mesmo escolhidas. E é para o ajudar a superá-las que pode invocar a assistência de Deus e dos bons Espíritos.
As faltas que cometemos têm, portanto, sua origem primeira nas imperfeições do nosso próprio Espírito, que ainda não atingiu a superioridade moral a que se destina, mas nem por isso tem menos livre arbítrio. 
Não há, porém, arrastamento irresistível, uma vez que se tenha vontade de resistir.
À medida que aprendemos a associar as noções de liberdade e responsabilidade, melhor exercitamos nosso livre-arbítrio. Somos, então, impulsionados por um sentimento superior, que nos permite desenvolver ações de amor ao próximo.
Para sermos livres é necessário querer sê-lo e fazer o esforço para vir a sê-lo, libertando-nos da escravidão da ignorância e das paixões baixas, substituindo o império das sensações e dos instintos pelo da razão.

Fonte: O Livro dos Espíritos.

"VOCÊ NÃO BEBE SOZINHO. VÍDEO ESPÍRITA SOBRE O ALCOOLISMO"