Vinhas de Luz

Vinhas de Luz

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

"APRENDA A CHORAR PARA QUE ALGUÉM POSSA SORRIR"

A Pessoas imaginam  que são capazes de agir segundo suas vontades, sem considerar a lei de Amor e de Justiça que regula as relações do Universo.
A falta de Deus nos corações empurra as criaturas para os abismos da dor e do sofrimento. Quantas vezes queremos realizar as coisas segundo nossos interesses escusos, relegando a plano secundário os conceitos elevados e os imperativos da fraternidade humana?
Quantos de nós, estribados na ambição, nos permitimos tomar dos outros o que não nos pertence, com a justificativa do lucro?
Quantos se permitem levar o sofrimento aos demais, com a desculpa de que tal se dá em face as lutas da vida?
Quantos se acumpliciam com o mal porque deles vão obter algum proveito financeiro, com a justificativa de que todos fazem isso e que se eu não fizer alguém o fará?
Quantos se justificam em suas aventuras com o argumento da emoção da adrenalina?
Entender as Leis espirituais que dirigem todas as criaturas, nos coloca na rota segura da construção de elevados objetivos, atenuando as arbitrariedades e diminuindo os erros que cometemos.
Nunca estaremos de posse de todos os termos do processo a fim de lançarmos uma sentença  isenta de erros e que represente o mais elevado conceito de justiça.
Para nossa leviandade, o sofrimento tem sido a cela onde temos que quitar os arroubos de nosso voluntarismo capenga. Se aprendermos, no entanto, a respeitar a vontade de Deus que pede que tudo façamos para que nossos semelhantes não sofram, que nos esforcemos para que as lágrimas sejam secadas, e que ajudemos no limite de nossas forças físicas e morais, entenderemos que a vida é mais bela do que o lucro que se consegue, do que o sorriso de nossos lábios sobre o coro dos que soluçam, do que os prazeres fugidios da vida conquistados ao preço da miséria de muitos.
A vida é a esteira luminosa que podemos deixar atrás de nós pelos passos de bondade que efetivemos. Nenhuma vantagem no mundo nos concederá a alegria da consciência tranqüila, se essa não for obtida pelo bem que se realize.
Seremos atingidos pelos nossos atos. Inflexivelmente!
A retidão do bem pode nos causar algum sofrimento. No entanto,  é uma dor com fundamento na bondade, uma dor transitória e nobre.
Buscar a ventura pessoal por nos associarmos com o mal, poderá nos dar alguma satisfação. Mas é um bem-estar com fundamento no egoísmo, na maldade,  que haverá de se tornar uma dor perene e mesquinha, a persistir até o dia em que tenhamos coragem de devolver o que furtamos, de refazer o que destruímos, de reparar o mal que fizemos com o bem que venhamos colocar em seu lugar.
Não sorria hoje à custa da lágrima de alguém.
Aprenda a chorar para que alguém possa sorrir.
Isso é mais duradouro em uma existência porque demonstra que você assimilou a bondade que Deus colocou em seu interior, autorizando-o a ganhar asas e elevar-se acima de um simples ser humano, colocando-se a caminho da angelitude.
Nenhum de nós conseguirá fugir do processo moral que nos espera.
“ANDRÉ LUIZ RUIZ” Pelo Espírito “LÚCIUS”
Da obra:” A FORÇA DA BONDADE”.

        

"APRENDA A CHORAR PARA QUE ALGUÉM POSSA SORRIR"

A Pessoas imaginam  que são capazes de agir segundo suas vontades, sem considerar a lei de Amor e de Justiça que regula as relações do Universo.
A falta de Deus nos corações empurra as criaturas para os abismos da dor e do sofrimento. Quantas vezes queremos realizar as coisas segundo nossos interesses escusos, relegando a plano secundário os conceitos elevados e os imperativos da fraternidade humana?
Quantos de nós, estribados na ambição, nos permitimos tomar dos outros o que não nos pertence, com a justificativa do lucro?
Quantos se permitem levar o sofrimento aos demais, com a desculpa de que tal se dá em face as lutas da vida?
Quantos se acumpliciam com o mal porque deles vão obter algum proveito financeiro, com a justificativa de que todos fazem isso e que se eu não fizer alguém o fará?
Quantos se justificam em suas aventuras com o argumento da emoção da adrenalina?
Entender as Leis espirituais que dirigem todas as criaturas, nos coloca na rota segura da construção de elevados objetivos, atenuando as arbitrariedades e diminuindo os erros que cometemos.
Nunca estaremos de posse de todos os termos do processo a fim de lançarmos uma sentença  isenta de erros e que represente o mais elevado conceito de justiça.
Para nossa leviandade, o sofrimento tem sido a cela onde temos que quitar os arroubos de nosso voluntarismo capenga. Se aprendermos, no entanto, a respeitar a vontade de Deus que pede que tudo façamos para que nossos semelhantes não sofram, que nos esforcemos para que as lágrimas sejam secadas, e que ajudemos no limite de nossas forças físicas e morais, entenderemos que a vida é mais bela do que o lucro que se consegue, do que o sorriso de nossos lábios sobre o coro dos que soluçam, do que os prazeres fugidios da vida conquistados ao preço da miséria de muitos.
A vida é a esteira luminosa que podemos deixar atrás de nós pelos passos de bondade que efetivemos. Nenhuma vantagem no mundo nos concederá a alegria da consciência tranqüila, se essa não for obtida pelo bem que se realize.
Seremos atingidos pelos nossos atos. Inflexivelmente!
A retidão do bem pode nos causar algum sofrimento. No entanto,  é uma dor com fundamento na bondade, uma dor transitória e nobre.
Buscar a ventura pessoal por nos associarmos com o mal, poderá nos dar alguma satisfação. Mas é um bem-estar com fundamento no egoísmo, na maldade,  que haverá de se tornar uma dor perene e mesquinha, a persistir até o dia em que tenhamos coragem de devolver o que furtamos, de refazer o que destruímos, de reparar o mal que fizemos com o bem que venhamos colocar em seu lugar.
Não sorria hoje à custa da lágrima de alguém.
Aprenda a chorar para que alguém possa sorrir.
Isso é mais duradouro em uma existência porque demonstra que você assimilou a bondade que Deus colocou em seu interior, autorizando-o a ganhar asas e elevar-se acima de um simples ser humano, colocando-se a caminho da angelitude.
Nenhum de nós conseguirá fugir do processo moral que nos espera.
“ANDRÉ LUIZ RUIZ” Pelo Espírito “LÚCIUS”
Da obra:” A FORÇA DA BONDADE”.