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sexta-feira, 26 de maio de 2017
"PORQUE REENCARNEI NESTA FAMÍLIA? PORQUE FUI CAIR NESTA...?"
“A SEXUALIDADE DA ALMA”
Desde a sua
criação, o Espírito eterno atravessou vários períodos em seu processo
evolutivo, reencarnado em espécies inferiores no reino vegetal e animal, até
atingir o grau evolutivo para reencarnar como o homem, a raça humana que conhecemos
como o Homo sapiens. Durante as etapas iniciais deste processo evolutivo, nós
vivemos as experiências reencarnatórias em espécies de animais irracionais dos
sexos macho e fêmea e mesmo hermafroditas, adquirindo as experiências inerentes
a cada um dos sexos. Na etapa mais avançada, reencarnando desde a idade das
cavernas em corpos físicos masculinos ou femininos, até a atual, conseguimos
então aprimorar os nossos sentimentos e a inteligência, entre outros atributos,
todos necessários ao nosso processo evolutivo. Portanto, para todos os
indivíduos existentes, trazemos em nossa alma os frutos das experiências em
corpos masculinos e femininos, com as qualidades que cada uma delas pode
apresentar. Por isto, na visão Espírita, a verdadeira sede de nossa sexualidade
está em nossa alma, que nos acompanha em todas estas etapas evolutivas, e não
no corpo físico, perecível, que nos serve apenas como uma vestimenta provisória
durante uma existência aqui na Terra.
Na
erraticidade, geralmente mantemos a forma perispiritual de nossa última
encarnação, assim também como a nossa personalidade, predominantemente
masculina se a experiência foi em corpo de homem ou predominantemente feminina,
se o corpo escolhido foi de mulher. A desencarnação não nos torna assexuados. A
nossa personalidade se mantém com todos os seus atributos.
Neste
processo reencarnatório, o mais comum é o Espírito, por muitos séculos,
reencarnar apenas como homem ou apenas como mulher até decidir que seja
necessário para o seu processo evolutivo passar a reencarnar em outro tipo de
corpo físico (inversão sexual), a fim de adquirir as qualidades específicas que
o homem ou a mulher possibilitam para o nosso aprendizado. Para aqueles que
possam ficar preocupados com a questão da inversão sexual, ou seja, reencarnar
como homem e depois como mulher e vice versa, existe um consenso entre todos os
estudiosos do assunto de que isto nenhum mal nos ocasiona. Ninguém se torna
homossexual devido a esta inversão sexual, mas sim, quando ela ocorre, não foi
devido à inversão sexual em si, mas ao processo de reeducação sexual para
conter e disciplinar aqueles que fracassaram em sua sexualidade em existência
anterior à presente, como o abuso de suas funções genésicas. Ou seja, o homem
que nunca respeitou as mulheres e as explorou sexualmente, poderá em uma nova
etapa reencarnatória, nascer em um corpo feminino como forma de aprender neste
novo corpo a respeitar a mulher. De forma similar também a mulher, se
destruidora de lares que explorou de forma irresponsável a sua sexualidade,
poderá em uma nova existência, reencarnar em uma forma masculina para também
aprender a respeitar o homem. Em ambos os casos, são experiências difíceis e
devemos todos respeitar os irmãos e irmãs que vivenciam esta experiência tão
dolorosa. Ser fraterno e solidário sempre, mas fazer entender que não existe um
terceiro sexo. Só existem dois, de polaridades opostas. Recalcitrar no mal, nas
práticas homossexuais, é retardar a ascensão espiritual.
Importante
ressaltar que certos missionários preferem renascer em corpos físicos de
polaridade opostas a sua característica sexual predominante, ou seja, uma alma
feminina reencarnado em um corpo masculino ou vice-versa, como forma de
suprimir a sua sexualidade e concentrar-se em tarefas que irão beneficiar toda
uma sociedade. Mas estes são casos raros. Esclarecemos que em qualquer corpo
físico recebemos uma dádiva de Deus, uma oportunidade de desenvolvermos a nossa
espiritualidade e inteligência, o respeito ao próximo e as Leis que regem todo
o universo. Aproveitemos, portanto, da melhor forma possível, esta existência!
Álvaro
Augusto Vargas- União Espírita de Piracicaba.
“ESTAMOS PREPARADOS PARA DESENCARNAR? ”

No Livro
Atitude de Amor (Ermance Dufaux), vemos essa preocupação de líderes espíritas
na entrevista com Eurípedes Barsanulfo. O Espírito mostra aos interessados e
preocupados companheiros que o problema está na melhora íntima. Muitos
reencarnam com um defeito e desencarnam novamente com ele. Não mudaram
intimamente.
No livro
Mereça ser Feliz (Ermance Dufaux), Eurípedes nos alerta de que Trabalhar e
Estudar não é tudo. Eles são caminhos de descoberta e fortalecimento, todavia,
diz, se o tarefeiro não se aplica ao serviço essencial da transformação de si
próprio, buscando o autoconhecimento com pleno domínio do mundo interior,
deixará de semear, no seu terreno pessoal, as sementes que vão conferir no
futuro sua verdadeira liberdade.
E é isso que
fez com que sentissem falta de melhora ao voltarem para o mundo espiritual.
Trabalharam, estudaram muito, mas a melhora íntima ainda ficou a desejar. Isto
nos faz lembrar um engenheiro no leito de morte que confidenciou a um amigo: -
construí muito, mas esqueci de construir a minha vida. Veja-se aqui a vida
íntima. A melhor forma de saber se estamos cumprindo esse dever de nos
melhoramos é sempre nos avaliando.
E o modo de
nos capacitarmos para isso é o estudo. O Espírito Verdade ao preparar a
Codificação da Doutrina Espírita com Kardec deixou como base dois importantes
ensinamentos: - Espíritas, Amai-vos e Espíritas, Instrui-vos.
O
ensinamento da necessidade da melhora íntima já vem dos tempos mais remotos. E
na época de Jesus temos dois grandes exemplos de transformações, o de Madalena
e o de Paulo de Tarso. Kardec trata da melhora íntima na pergunta 919 do Livro
dos Espíritos que deve ser lida muitas vezes por todos nós, até compreendermos
o seu verdadeiro significado e o praticarmos. Cada um de nós tem
responsabilidades a cumprir. Classificamos estas responsabilidades de dois
tipos, a responsabilidade pessoal e a responsabilidade coletiva. A pessoal é a
nossa melhora íntima, como espíritos imortais, para podermos prosseguir na
evolução. A responsabilidade coletiva é a de que cada filho tem sua tarefa na
obra do Pai. Jesus diz que o nosso maior testemunho diante de Deus, são as
nossas obras.
Então,
estudar, trabalhar, mas melhorar sempre. Este é o caminho. E como diz Eurípedes
Barsanulfo, a receita de Jesus para isso, é o amor incondicional.
Toda a
orientação de Eurípedes Barnanulfo, cujo resumo está no livro Atitude de Amor,
foi trabalhada na frase de João, Cap. 3:30, - mostra-nos bem o sentir e o
proceder de verdadeiros Cristãos:” – É NECESSÁRIO QUE EU DIMINUA, PARA QUE O
CRISTO CRESÇA.”
Escrito por
Jairo Capasso-União Espirita de Piracicaba
“VOCÊ SABIA QUE É NÓS QUE ATRAÍMOS OS ESPÍRITOS OBSESSORES?
Não pensemos
que só existem obsessores que nos procuram por vingança. Por outros motivos
também. Um motivo que tem nos chamado à atenção, e dito pelos próprios
obsessores, é que eles são chamados às nossas presenças por nós mesmos. Mas,
como?
Vejamos os exemplos
que nos esclarecem. Há alguns anos atrás dirigíamos uma reunião prática na
cidade de Araçatuba, quando um médium ficou envolvido por um espírito muito
agitado. E, entre outras coisas, dizia com muita convicção, que ele ia a muitos
lares, incontáveis, pois “eles me chamam”. Querendo saber como, ele disse,
pelos palavrões, pelos gritos, pelas brigas. Alimento-me destas vibrações, é
como se uma força irresistível me puxasse para lá.
No final de
outubro de 2006, orientávamos um espírito que fora trazido de um lar onde
permanecia sem nenhuma razão, a não ser a de querer ficar no ambiente, por
gostar simplesmente.
Perguntamos
por que insistia em ficar lá e ele disse “porque ela me prende ali por seus
pensamentos, seus sentimentos, suas ações e me sinto bem lá”.
É importante
lembrar que os nossos pensamentos, sentimentos e atitudes geram energias. Se
forem bons, energias boas; se forem ruins, energias negativas que compõem a
nossa aura e impregnam o ambiente à nossa volta. No caso das vibrações
negativas, elas formam um ambiente propício para os espíritos desequilibrados,
doentes, perturbadores, desocupados, pois os semelhantes se atraem. Esta é a
lei da afinidade e da sintonia.
No livro
História do Espiritismo em Piracicaba e Região, de Eduardo Carvalho Monteiro,
existe um relato que comprova tal fato (o fato de atrairmos os obsessores):
Numa das
viagens de trem que fazia como palestrante espírita e representante do Jornal O
Clarim e Revista RIE, de Matão, João Leão Pitta, alguém o interrompe em sua
leitura e respeitosamente indaga se ele era o Sr. Pitta. Confirmado, o
desconhecido pede-lhe que o ajude a conversar com um parente ali presente,
“tomado“ por um espírito. Pitta, então inicia um diálogo com o espírito que
envolvia o jovem. Perguntado por que estava assediando o moço, a Entidade dizia
que “não queria aquilo, mas que o fulano era quem o atraia com seus vícios”.
Pitta argumentou com o Espírito: mas se você corresponde ao chamado, é porque
você está na mesma faixa mental que ele, porque semelhante atrai semelhante.
Não o atenda quando ele o chamar, que você passará bem e ele também.
Bem, podemos
ver, pelo exemplo, que nós encarnados também atraímos os espíritos infelizes,
quando nosso comportamento se assemelha ao deles, e não somente eles nos
procuram. Então a nossa responsabilidade é grande nas obsessões. Nunca algo
ocorrerá nesse sentido se não estivermos com a nossa parte de responsabilidade.
Em O
Evangelho Segundo O Espiritismo, Cap.XXVIII, diz: Os maus espíritos pululam ao
redor da Terra, em conseqüência da inferioridade moral dos seus habitantes. Sua
ação malfazeja faz parte dos flagelos dos quais a humanidade é alvo neste
mundo...
Para se
preservar das doenças, fortifica-se o corpo; para se garantir da obsessão, é
preciso fortalecer a alma; daí, para o obsidiado, a necessidade de trabalhar
pela sua própria melhoria, o que basta, o mais frequentemente, para livrá-lo do
obsessor...
Escrito por
Jairo Capasso-UNIÃO ESPIRITA DE PIRACICABA
“O CRIMINOSO SEMPRE VOLTA AO LOCAL DO CRIME “Se não mudamos por amor, mudaremos pela dor.
Este adágio
popular, embora simples, reflete a mais pura verdade. Analisado apenas por uma
visão materialista, não faria nenhum sentido. A própria história revela
inúmeros casos de figuras que cometeram crimes terríveis, nunca foram punidos e
nem regressaram a estes locais. Entretanto, na visão Espírita, as leis que regem
o universo seguem a justiça Divina, que sempre coloca frente a frente o
criminoso com o seu passado cruel.
Ao
compreendermos um dos principais postulados espíritas, a reencarnação,
passaremos a entender que voltamos ao teatro dos acontecimentos aqui na Terra,
apenas revestidos de nova roupagem, o corpo humano perecível, mas revivendo
situações onde muitas vezes apenas trocamos de papel. Por exemplo, o rico frio
e cruel, pode reencarnar como um pobre operário, trabalhando de sol a sol para
o seu sustento. Ele terá de aprender nas amargas lutas da vida, a respeitar
melhor o ser humano, por saber-se muitas vezes, explorado e desrespeitado.
Poderá, entretanto amenizar a sua experiência difícil, se souber sofrer com
resignação, e procurar de forma digna e honesta mudar a própria situação em que
se encontra. Ou então, optar pela revolta ou criminalidade, mantendo-se por
muito tempo em um ciclo de reencarnações compulsórias (sem direito de escolha),
repetindo as mesmas experiências amargas e dolorosas até que mude de
comportamento. Temos o livre arbítrio, as escolhas são nossas. Embora o
Espírito nunca retrograde, pode estacionar ou mesmo se endividar, contraindo
débitos pesados perante a justiça Divina, que saberá encaminha-lo para as
experiências dolorosas, mas educativas e reparadoras.
Nesta
compreensão da justiça Divina, passamos a entender que na verdade toda a
humanidade, em um grau variável conforme o nível evolutivo é criminoso no
aspecto moral. Ao desrespeitarmos as Leis de Deus, passamos a fazer jus reencarnar
em um planeta como a Terra, situado na escala de aferição moral como de “provas
e expiação”. Qualquer dor ou sofrimento que possamos estar vivenciando nada
mais é que um reencontro com o nosso passado culposo, onde o criminoso sempre
regressa ao local onde cometeu o crime. Mesmo que hoje possamos ter uma vida
pautada pela moral e pela ética, nas experiências pregressas, nem sempre
soubemos nos comportar de forma digna. Uma reencarnação apenas na maioria das
vezes não é suficiente para quitar todos os nossos débitos, conforme a natureza
e grau de agressão que proporcionamos a sociedade. Em uma guerra, o criminoso
não é apenas o soldado cruel que desrespeitou os códigos morais da vida e se
excedeu nas suas ações. O jornalista e aqueles que apoiaram a ação bélica são
igualmente culpados. Um político corrupto, não causa apenas prejuízo ao erário
público, mas é igualmente culpado por ter lesado a educação de crianças, sem
escolas, privando-as de um futuro promissor, e também de ter provocado à morte
de inúmeras pessoas que não tiveram um tratamento médico adequado, pois os
hospitais não tiveram os recursos financeiros disponíveis, já que estes foram
desviados para fins escusos.
Assim, esta
bagagem de iniquidades ainda nos acompanha como uma sombra maligna, que temos
de compreender, e saber elimina-la. O apostolo Paulo nos fala em deixar morrer
o homem o velho (Efésios, 4:20), ou seja, eliminar de nossa alma todas as
tendências para o mal (ciúme, inveja, egoísmo, violência, etc.) e deixar nascer
em nós o homem novo, repleto de virtudes cristãs. Não é uma tarefa fácil, pois
ainda trazemos em nosso subconsciente profundo todo este lixo moral, mas é
possível de eliminá-lo, desde que tenhamos perseverança, estudo e disciplina. A
fórmula sugerida pelo apóstolo Pedro, é de termos a sabedoria suficiente para
procurar sofrer menos na Terra. O pescador de Cafarnaum nos ensina que o amor
lava uma multidão de pecados (1 Pedro 4:8). Em outras palavras, ao modificarmos
o nosso comportamento, eliminamos da nossa alma os estigmas dos erros que
provocam lições dolorosas ocasionadas pela Lei de Ação e Reação que rege o
universo. Nosso carma então se torna mais brando, devido às ações cristãs agora
praticadas, não havendo então a necessidade de um processo de reeducação doloroso.
Neste adágio
simples então, devemos refletir de forma a despertar em nos a humildade, a
compreensão de que temos muito a fazer em termos de reforma íntima. Se
quisermos viver uma sociedade mais justa e cristã, importante que nós mesmos
mudemos o nosso comportamento, passando a nos conduzir na vida dentro da mais
perfeita moral conforme ensinada por Jesus.
Álvaro
Augusto Vargas- União Espírita de Piracicaba.
quinta-feira, 25 de maio de 2017
"QUEM SÃO OS ESPÍRITOS?"
Os Espíritos
são os seres inteligentes da criação. Todos nós somos espíritos. Os espíritos
como nós, que atualmente habitam a crosta da Terra, são chamados de espíritos
encarnados (pois estão envolvidos pela carne, matéria grosseira, que constitui
nosso corpo). Os espíritos que já abandonaram o seu envoltório corporal
(material), são chamados de espíritos desencarnados.
Além do
mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados, existe o mundo espiritual,
habitação dos Espíritos desencarnados.
Os Espíritos
são criados simples e ignorantes, ou seja, sem conhecimentos. Evoluem,
intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais
elevada, até a perfeição. A felicidade eterna e pura é para os que alcançam essa
perfeição. Através da reencarnação os espíritos se aperfeiçoam. O objetivo da
reencarnação é a evolução, pois só através dela pode-se viver certas
experiências, como os resgates de dívidas. Para uns é uma expiação; para outros
é uma missão. A encarnação tem também um outro objetivo: dar ao espírito
condições de cumprir sua parte na obra da criação. Os Espíritos reencarnam
tantas vezes quantas forem necessárias ao seu aprimoramento. Os Espíritos
preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.
Onde vivem e
o que fazem os Espíritos desencarnados?
Os espíritos
desencarnados povoam o universo fora do mundo material, ou seja, o mundo
espiritual (ou das inteligências incorpóreas), que preexiste e sobrevive a
tudo, e que constitui o mundo invisível para nós, que estamos momentaneamente
encarnados.
Os espíritos
desencarnados estudam, trabalham e desenvolvem diversas atividades no mundo
espiritual (Ver Colônias Espirituais)
Estão sempre
ao nosso lado, nos observam e agem entre nós de diversas maneiras, pois os
Espíritos são uma das forças da natureza e os instrumentos dos quais Deus se
serve para a realização de Seus desígnios.
Os Espíritos
sabem de tudo?
Os Espíritos
são as almas dos homens que já perderam o corpo físico. A exemplo do que observamos
na Humanidade encarnada, o conhecimento que eles têm é correspondente ao seu
grau de adiantamento moral e intelectual.
A “morte” é
apenas uma passagem para a vida espiritual (na verdade é uma “volta”, pois a
vida espiritual é a nossa verdadeira vida) e não dá valores morais ou de
inteligência a quem não os tem.
Todos os
Espíritos são iguais?
Não. Os
Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que
tenham alcançado:
Espíritos
Puros – Espíritos que atingiram a perfeição máxima. Passaram por todos os graus
da escala e se libertaram de todas as impurezas da matéria. Tendo atingido o
mais elevado grau de perfeição de que é capaz a criatura, não têm mais que
sofrer provas nem expiações, não estando mais, desta forma, sujeitos à reencarnação
em corpos perecíveis. Gozam de uma felicidade inalterável por não estarem mais
sujeitos nem às necessidades, nem às variações e transformações da vida
material. São os mensageiros e ministros de Deus, cujas ordens executam para a
manutenção da harmonia universal. Comandam todos os Espíritos que lhes são
inferiores, designando-lhes missões e ajudando-os a se aperfeiçoarem. São
chamados, às vezes, de anjos, arcanjos ou serafins.
Bons
Espíritos – Espíritos nos quais o desejo do bem é o que predomina. Suas
qualidades e poder para fazer o bem estão em conformidade com o grau que
alcançaram. Uns têm a ciência; outros, a sabedoria e a bondade. Os mais
adiantados reúnem o saber às qualidades morais. Não estando ainda completamente
desmaterializados, conservam mais ou menos, de acordo com sua categoria, os
traços da existência corporal, tanto na forma da linguagem quanto nos costumes,
entre os quais se identificam algumas de suas manias. Não fosse por isso,
seriam Espíritos perfeitos. São felizes pelo bem que fazem e pelo mal que
impedem.
A esta ordem
pertencem os Espíritos designados nas crenças populares pelos nomes de gênios
bons, gênios protetores ou espíritos do bem.
Pode-se
dividi-los em quatro grupos principais:
· Espíritos
Superiores – Reúnem a ciência, a sabedoria e a bondade.
· Espíritos
de Sabedoria – As qualidades morais do mais elevado grau formam seu caráter.
· Espíritos
Prudentes ou Sábios – Preocupam-se menos com as questões morais do que com as
científicas, para as quais têm mais aptidão.
· Espíritos
Benevolentes – Sua qualidade dominante é a bondade; satisfazem-se em prestar
serviços aos homens e em protegê-los, mas seu saber é limitado. Seu progresso é
maior no sentido moral do que no intelectual.
Espíritos
Imperfeitos – Espíritos caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e
pelas paixões inferiores. Aqui há uma predominância da matéria sobre o
Espírito, caracterizada pelos sentimentos como inveja, ciúme, orgulho, egoísmo
e todas as más paixões que são as conseqüências dos maus pensamentos.
Nem todos
são essencialmente maus. Entre alguns há mais ignorância, leviandade,
inconsequência e malícia do que verdadeira maldade. Alguns não fazem o bem nem
o mal; mas, apenas pelo fato de não fazerem o bem, já demonstram sua
inferioridade. Outros, ao contrário, se comprazem no mal e ficam satisfeitos
quando encontram a ocasião de o fazer.
Pode-se
dividi-los em cinco classes principais:
· Espíritos
Batedores e Perturbadores – Parecem estar ainda, mais do que outros, ligados à
matéria e ser os agentes principais das variações e transformações das forças e
elementos da natureza no globo, seja ao atuarem sobre o ar, a água, o fogo, os
corpos duros ou nas entranhas da terra. Manifestam, frequentemente, sua
presença por efeitos sensíveis e físicos, como pancadas, o movimento e o
deslocamento anormal dos corpos sólidos, a agitação do ar, etc.
· Espíritos
Neutros – Não são bastante bons para fazer o bem, nem suficientemente maus para
fazer o mal. Inclinam-se tanto para um quanto para o outro e não se elevam
acima da condição comum da humanidade, tanto pela moral quanto pela
inteligência. Eles se prendem às coisas deste mundo e lamentam a perda das
alegrias grosseiras que nele deixaram.
· Espíritos
Pseudo-Sábios – Seus conhecimentos são bastante amplos, mas acreditam saber
mais do que sabem na realidade. Sua linguagem tem uma característica séria que
pode induzir ao erro e ocasionar enganos sobre suas capacidades e seus
conhecimentos. É uma mistura de algumas verdades ao lado dos erros mais
absurdos, no meio dos quais sobressai a presunção, o orgulho, a inveja e a
obstinação das quais não puderam se libertar.
· Espíritos
Levianos – São ignorantes, maliciosos, inconsequentes e zombeteiros.
Comprazem-se em causar pequenos desgostos e pequenas alegrias, atormentar e
induzir maliciosamente ao erro por meio de mistificações e espertezas. Nas suas
comunicações com os homens, a linguagem é algumas vezes espirituosa e
engraçada, mas quase sempre sem profundidade. Compreendem os defeitos e o
ridículo humanos, exprimindo-os em tiradas mordazes e satíricas.
· Espíritos
Impuros – São inclinados ao mal e fazem dele o objeto de suas preocupações. Dão
conselhos falsos, provocam a discórdia e a desconfiança e se mascaram de todas
as formas para melhor enganar. Ligam-se às pessoas de caráter mais fraco, que
cedem às suas sugestões, a fim de prejudicá-los, satisfeitos em poder retardar
o seu adiantamento e fazê-las fracassar nas provas por que passam. Quando estão
encarnados, são inclinados a todos os vícios que geram as paixões vergonhosas e
degradantes: a sensualidade, a crueldade, a mentira, a hipocrisia, a cobiça e a
avareza sórdida. Fazem o mal pelo prazer de fazê-lo e, muitas vezes, sem
motivos e por ódio ao bem, escolhem quase sempre suas vítimas entre as pessoas
honestas. São flagelos para a humanidade, seja qual for a posição da sociedade
a que pertençam, e o verniz da civilização não os livra da baixeza e da
desonra.
Fonte: O livro dos Espíritos.
Fonte: O livro dos Espíritos.
“PARA ONDE VAMOS DURANTE O SONO? ” SUA ALMA ACORDA QUANDO SEU CORPO DORME! ”
Quando
dormimos, nossa alma acorda. Não somos o nosso corpo, em essência, somos a
consciência que habita nosso corpo.
Quando
adormecemos o corpo, diminuímos o metabolismo físico, relaxamos a mente e com
isso permitimos que nossa consciência – que está sediada na alma – se desligue
temporariamente e viage pelos mais diferentes locais nas dimensões
extrafísicas.
DIFERENTES
ASSÉDIOS
Podemos
viajar na presença de nossos amigos espirituais e seres de Luz, se estivermos
sintonizados em vibrações positivas. Nessa condição, normalmente quando
acordamos nos sentimos bem, realizados e felizes com a vida.
Podemos
também ser obsedados por espíritos sombrios, por bagunceiros do plano
espiritual, por desafetos de outras vidas e até por outros seres encarnados
também em projeção astral. Isso tudo depende da condição na qual vamos dormir.
E, no caso desses tipos de assédios – infelizmente muito comum – costumamos
acordar com diversas sensações ruins, como dores de cabeça, mal-estar, desânimo
pela vida, entre outros.
Podemos
ficar presos aos nossos corpos por conta da aceleração do metabolismo provocada
por erros na alimentação e dessa forma, nem sairmos em projeção. Isso também
acontece quando estamos hiperativos mentalmente.
Nestes
casos, o que ocorre é que o corpo físico relaxa parcialmente e com isso a nossa
consciência não se liberta por completo. Normalmente nessas situações, após o
período do sono, a pessoa relata que não conseguiu descansar direito e mesmo
depois de ter dormido por várias horas, não encontra uma sensação de plenitude
física e mental.
Durante o
sono o Espírito desprende-se do corpo; devido aos laços fluídicos estarem mais
tênues. A noite é um longo período em que está livre para agir noutro plano de
existência. Porém, variam os graus de desprendimento e lucidez. Nem todos se
afastam do seu corpo, mas permanecem no ambiente doméstico; temem fazê-lo,
sentir-se-iam constrangidos num meio estranho (aparentemente).
Outros
movimentam-se no plano espiritual, mas suas atividades e compressões dependem
do nível de elevação. O princípio que rege a permanência fora do corpo é o da
afinidade moral, expressa, conforme a explanação anterior, por meio da
afinidade vibratória ou sintonia.
O espírito
será atraído para regiões e companhias que estejam harmonizadas e sintonizadas
com ele através das ações, pensamentos, instruções, desejos e intenções, ou
seja, impulsos predominantes. Podendo assim, subir mais ou se degradar mais.
O lúbrico
terá entrevistas eróticas de todos os tipos, o avarento tratará de negócios
grandiosos (materiais) e rendosos usando a astúcia. A esposa queixosa
encontrará conselhos contra o seu marido, e assim por diante. Amigos se
encontram para conversas edificantes, inimigos entram em luta, aprendizes farão
cursos, cooperadores trabalharão nos campos prediletos, e, assim, caminhamos.
Para esta
maravilhosa doutrina, conforme tais considerações, o sonho é a recordação de
uma parte da atividade que o espírito desempenhou durante a libertação
permitida pelo sono. Segundo Carlos Toledo Rizzini, interpretação freudiana
encara o sonho como apontando para o passado, revelando um aspecto da
personalidade.
Para o
Espiritismo, o sonho também satisfaz impulsos e é uma expressão do estilo de
vida, com uma grande diferença: a de não se processar só no plano mental, mas
ser uma experiência genuína do espírito que se passa num mundo real e com
situações concretas. Como vimos, o espírito, livre temporariamente dos laços
orgânicos, empreende atividades noturnas que poderão se caracterizar apenas por
satisfação de baixos impulsos, como também, trabalhar e aprender muito. Nesta
experiência fora do corpo, na oportunidade do desprendimento através do sono, o
ser, poderá ver com clareza a finalidade de sua existência atual, lembrar-se do
passado, entrevê o futuro, todavia a amplitude ou não dessas possibilidades é
relativa ao grau de evolução do espírito.
Verifiquemos
três questões do Livro dos Espíritos, no capítulo VIII, perguntas: 400, 401 e
403.
P-400 “O
Espírito encarnado permanece de bom prazer no seu corpo material? – É como se
perguntasse a um presidiário, se gostaria de sair do presídio. O espírito
aspira sempre à sua libertação e tanto mais deseja ver-se livre do seu
invólucro, quanto mais grosseiro é este.
P-401
“Durante o sono a alma repousa como o corpo? – Não, o espírito jamais está
inativo. Durante o sono, afrouxam-se os laços entre corpo e espírito e, ele se
lança pelo espaço e entra em relação com os outros espíritos sintonizados por
ele.
P-403 “Como
podemos julgar a liberdade do espírito, durante o sono? – Pelos sonhos.
O sono
liberta parcialmente a alma do corpo, quando adormecido o espírito se acha no
estado em que fica logo a morte do seu corpo.
O sonho é a
lembrança do que o espírito viu durante o sono. Podemos notar, que nem sempre
sonhamos. Mas, o que isso quer dizer? Que nem sempre nos lembramos do que
vimos, ou de tudo o que havemos visto, enquanto dormimos. É que não temos ainda
a alma no pleno desenvolvimento de suas faculdades. Muitas vezes somente nos
fica a lembrança da perturbação que o nosso Espírito experimentou.
Graças ao
sono os Espíritos encarnados estão sempre em relação com o mundo dos Espíritos.
As manifestações, que se traduzem muitas vezes por visões e até mesmo,
“assombrações” mais comuns se dão durante o sono, por meio dos sonhos. Elas
podem ser: uma visão atual das coisas, futuras, presentes ou ausentes; uma
visão do passado e, em alguns casos excepcionais, um pressentimento do futuro.
Também muitas vezes são quadros alegóricos que os Espíritos nos põem sob as
vistas, para dar-nos úteis avisos e salutares conselhos, se se trata de
Espíritos bons, e para induzir-nos ao erro, à maledicência, às paixões, se são
Espíritos imperfeitos.
O sonho é
uma expressão da vida real da personalidade. O espírito procura atender a
desejos e intenções inconscientes e conscientes durante esse tempo de liberdade
temporária. Conforme o grau, tipo de sintonia e harmonia gerada pela afinidade
moral com outros Espíritos, direciona-se automaticamente para a parte do mundo
espiritual que melhor satisfaça essa sintonia e suas metas e objetivos, ainda
que não lícitos; e aí conta com amigos, sócios, inimigos, desafetos, parentes,
“mestres” etc.
Contamos
ainda com mais dois tipos de sonhos. O primeiro é o premonitório, quando se
toma algumas informações ou conselhos sobre algum acontecimento futuro. O
segundo é o pesadelo, ou seja, o sonho ansioso, em que entra o terror. É também
uma experiência real, porém, penosa; o sonhador vê-se pressionado por inimigos
ou por animais monstruosos, tem de atravessar zonas tenebrosas, sofrer
castigos, que de fato são vivências provocadas por agentes do mal ou por
desafetos desta ou de outras vidas.
Aluney
Elferr Albuquerque Silva
quarta-feira, 24 de maio de 2017
“FATALIDADE? NINGUÉM MORRE NA VÉSPERA. ”
Haverá
fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme o sentido que se dá a essa
palavra, ou seja, todos os acontecimentos são predeterminados? Nesse caso, como
fica o livre-arbítrio?
– A
fatalidade existe apenas na escolha que o Espírito fez ao encarnar e suportar
esta ou aquela prova.
E da escolha
resulta uma espécie de destino, que é a própria consequência da posição que ele
próprio escolheu e em que se acha.
Falo das
provas de natureza física, porque, quanto às de natureza moral e às tentações,
o Espírito, ao conservar seu livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre
senhor para ceder ou resistir.
Um bom
Espírito, ao vê-lo fraquejar, pode vir em sua ajuda, mas não pode influir de
modo a dominar sua vontade.
Um Espírito
mau, ao lhe mostrar de forma exagerada um perigo físico, pode abalá-lo e
assustá-lo.
Porém, a
vontade do Espírito encarnado está constantemente livre para decidir.
Há pessoas
que parecem ser perseguidas por uma fatalidade, independentemente de seu modo
de agir; a infelicidade não é um destino?
– São,
talvez, provas que devem suportar e que escolheram. Mas definitivamente não
deveis acusar o destino pelo que, frequentemente, é apenas a consequência de
vossas próprias faltas.
Nos males
que vos afligem, esforçais-vos para que vossa consciência esteja pura, e já vos
sentireis bastante consolados.
☼ As ideias justas ou falsas que
fazemos das coisas nos fazem vencer ou fracassar de acordo com nosso caráter e
posição social.
Achamos mais
simples e menos humilhante para o nosso amor-próprio atribuir nossos fracassos
à sorte ou ao destino, e não à nossa própria falta.
Se a
influência dos Espíritos contribui para isso algumas vezes, podemos sempre nos
defender dessa influência afastando as ideias que nos sugerem, quando são más.
Algumas
pessoas mal escapam de um perigo mortal para logo cair em outro; parece que não
teriam como escapar à morte. Não há fatalidade nisso?
– A
fatalidade só existe, no verdadeiro sentido da palavra, apenas no instante da
morte.
Quando esse
momento chega, seja por um meio ou por outro, não o podeis evitar.
Assim,
qualquer que seja o perigo que nos ameace, não morreremos se a hora não é
chegada?
– Não, não
morrereis, e sobre isso há milhares de exemplos; mas quando a hora chegar, nada
poderá impedir.
Deus sabe
por antecipação qual o gênero de morte que terás na Terra e, muitas vezes,
vosso Espírito também sabe, porque isso foi revelado quando fez a escolha desta
ou daquela existência.
Por causa da
inevitável hora da morte, as precauções que se tomam para evitá-la são inúteis?
– Não. As
precauções que tomais são sugeridas para evitar a morte que vos ameaça, são
meios para que ela não ocorra.
Qual é o
objetivo da Providência ao nos fazer correr dos perigos que não têm
consequências?
– Quando
vossa vida é colocada em perigo, é uma advertência que vós mesmo desejastes, a
fim de vos desviardes do mal e vos tornardes melhor.
Quando
escapais desse perigo, ainda sob a influência do risco que passastes, refletis
seriamente, conforme a ação mais ou menos forte dos bons Espíritos sobre vós
para vos melhorardes.
O mau
Espírito, voltando a tentação (digo mau subentendendo o mal que ainda existe
nele), pensa que escapará do mesmo modo a outros perigos e novamente deixa se
dominar pelas paixões.
Pelos
perigos que correis, Deus vos lembra de vossa fraqueza e a fragilidade de vossa
existência.
Se
examinardes a causa e a natureza do perigo, vereis que, muitas vezes, as
consequências são a punição de uma falta cometida ou de um dever não cumprido.
Deus vos
adverte assim para vos recolherdes em vós mesmos e vos corrigirdes.
O LIVRO DOS
ESPÍRITOS –ALLAN KARDEC – QUESTÕES DE 851 a 855
“DEZ COISAS QUE OS ESPÍRITOS OBSESSORES MAIS GOSTAM EM VOCÊ.”
1. Que você
minta, que não viva a verdade em cada ato, que não faça da vida aquilo que
gosta, que procure preponderar os interesses materiais em relação aos
conscienciais e que jamais cumpra com sua palavra.
2. Que você
tenha dúvida, que se sinta inseguro o tempo todo e que não tenha fé na vida,
nas pessoas e nas possibilidades que o universo nos oferece.
3. Que você
não estabeleça uma conexão com Deus. Que você acredite que só se vive uma vida.
Em especial, que você se concentre em aproveitar a vida no sentido de apenas se
divertir o tempo todo. Principalmente, que você não dê atenção a evolução do
amor e da consciência. Quanto menos você pensar e agir no sentido de realizar a
missão da sua alma, que é o propósito da sua existência, mais você agrada e
facilita o trabalho dos obsessores.
4. Que você
não se preocupe jamais com os outros. Que não pense em caridade, em bem-estar
alheio, em colaborar para a formação de uma sociedade mais digna, justa e
elevada. Quanto mais você pensa unicamente nos seus interesses mundanos, mais
você agrada e facilita o trabalho deles.
5. Que você
jamais perdoe, que sinta muita raiva e desejo de vingar-se das pessoas as quais
lhe fizeram mal. Além disso, que você faça valer a sua palavra a qualquer
preço, sem compaixão, sem paciência e sem respeito. O tipo de campo de energia
produzido por esses sentimentos alimenta muito a força dos obsessores,
oferecendo a eles alimento, energia e campo de ação para suas investidas
nefastas.
6. Que você
jamais estude e que nunca busque o desenvolvimento de seus potenciais. Em
especial que você seja acomodado, preguiçoso e sem iniciativa. Quanto menos
você cuidar do seu corpo, da sua mente, das suas emoções e do seu espírito,
mais você ajudará a facilitar o trabalho. Quanto mais alienado e cético você
for, melhor!
7. Que você
seja fanático, determinista, inflexível, convicto e fascinado. Quanto menos
tolerância, equilíbrio, leveza e sensatez você tiver nos seus atos, mais você
contribuirá as estratégias dos obsessores.
8. Que você
elimine da sua vida a prece, a meditação e qualquer tipo de prática espiritual.
De preferência, que você substitua essas práticas por vícios como drogas,
álcool, fumo, alimentação desequilibrada, jogos e sexo promíscuo. Quanto mais
você abandonar práticas saudáveis, mais você contribuirá para abrir a porta de
acesso que liga os obsessores a você.
9. Que a sua
disciplina seja muito ruim e que você nunca tenha persistência para seguir seus
objetivos, para realizar suas práticas diárias de conexão com Deus e que nunca
tenha perseverança em seguir os seus sonhos.
10. Que
jamais acredite na sua intuição e que siga apenas a voz da razão e que não
confie em nada, absolutamente nada que não seja comprovado cientificamente ou
que não tenha relevância acadêmica. Em especial, que você abandone a sua
sensibilidade de perceber as coisas e situações, acreditando apenas no que você
vê com os próprios olhos. De preferência, quando situações ruins acontecerem em
sua vida, vitimize-se e rapidamente encontre um culpado, que certamente não
deve ser você.
Fonte:
Revista Cristã do Espiritismo.
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