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segunda-feira, 5 de junho de 2017
" FAMILIA RICHTHOFEN- VISÃO ESPIRITA"
“RELIGIÃO E INTOLERÂNCIA”
Por
definição, está coberto de razão o grande escritor peruano, quando coloca o
problema da intolerância religiosa como reflexo da enorme diversidade cultural
que caracterizam os povos e espelho das mentalidades que também se diferenciam
dentro dos próprios grupos sociais. Em artigo publicado no jornal O Estado de
São Paulo (11/07/2004), sobre o caráter laico do Estado e da União Europeia,
ele fala com conhecimento de causa e faz a afirmação acima citada baseando-se
na experiência histórica de religiões e filosofias e que foram desviadas de
suas bases originais para satisfazer interesses bem distanciados daqueles
delineados por seus criadores.
Não importa
a relatividade desses conceitos – se religião ou religiosidade, fé ou crença
devoção ou adoração – a repercussão desse elemento cultural na mente humana
dificilmente poderá ser dissociado do fanatismo, dos impulsos passionais e do
radicalismo emocional. Não é à toa que a sabedoria popular ensina que não se
deve discutir religião e futebol, se quisermos preservar relações amistosas.
Durante séculos fomos educados para a intolerância e para o radicalismo.
Preconceitos religiosos foram pacientemente enraizados em nosso psiquismo e no
comportamento, como peças estratégicas para preservação de grupos e sistemas ideológicos.
Mesmo as grandes lições de fraternidade e tolerância caíram no esquecimento e
no universo lendário. O próprio Mahatma Gandhi, figura contemporânea da Era
Atômica, parecia em sua época e ainda hoje ser algo inacreditável, saído das
páginas de algum livro de mitologia.
Mas somos,
como categoria social humana, um complexo multicolorido de ideologias e
crenças, seja em forma de partidos políticos, de cultos religiosos, agremiações
filosóficas ou estilos de vida que consideramos atraentes e afins com a nossa
maneira de ver o mundo, de agir, de pensar e de sentir as coisas. Nesses
agrupamentos procuramos respostas, conforto espiritual, aceitação, respeito,
reconhecimento, todas as soluções possíveis para resolver os nossos conflitos
interiores, nossas carências internas e externas, reparos de danos e traumas,
enfim, a busca da felicidade, de um Norte, de uma plenitude, da auto
realização. É por esse motivo, inclusive, que constituímos famílias - não
importando qual o modelo - e mantemos viva a imagem do “ninho” ou da “tribo”
como símbolos da nossa identidade pessoal e social. Nossos ninhos e tribos
continuam sendo o nosso principal endereço existencial, a referência na qual
mantemos o pé de apoio para dar todos os passos importantes e decisivos nas experiências
vivenciais. Até mesmo as organizações criminosas ou os agrupamentos de hábitos
considerados fúteis, quando ameaçados em seus interesses, reagem com suas
ideologias, doutrinas, dogmas, tradições, raízes, ídolos, eventos históricos,
como armas para justificar e legitimar suas necessidades e suas próprias
existências. Vejamos, por exemplo, os recentes acontecimentos de 11 de setembro
, onde o terror teve a religião como principal fonte de motivação ideológica.
“Mas é uma religião primitiva e atrasada!”, diriam os ateus ou então aqueles
outros que julgam que sua religião é superior às demais. Como se o problema
fosse a religião em si, quando na verdade é o comportamento sectário embutido
historicamente nas religiões e confrarias que alimentam esses flagelos de
mentalidade. A intenção dos atentados terrorista foi de ordem política, mas os
agentes executores o fizeram por uma causa religiosa, ou seja , a crença de que
seriam recompensados num outro mundo por terem agido com renúncia e coragem.
Isso é histórico: é só lembrar as monarquias teocráticas de todos os tempos, os
tribunais da Inquisição, as cruzadas, o calvinismo europeu, os regimes
totalitários nos anos 30 e durante a Guerra Fria.
O grau de
intolerância demonstrado por aqueles que hoje se suicidam pela sua crença
certamente não é o mesmo daqueles que discriminam, perseguem e expulsam seus
companheiros de ideologia, quando estes começam a destoar dos seus pontos de
vista, mas as causas são idênticas: a incapacidade de compreender e conviver
com a diversidade e de aceitar o princípio igualdade humana como lei universal.
Nas situações de conflito, quando o egoísmo e o orgulho predominam como fonte
de poder, a igualdade e a humildade passam a ser vistos como valores banais, de
pessoas fracas e poucos inteligentes. Quando se trata de conflitos de crença e
ideologia, esse fator humano de arrogância e prepotência assume proporções mais
violentas, mesmo quando disfarçadas pela polidez institucional, pelas
aparências jurídicas, pela hipocrisia das relações artificiais. Temos visto
isso acontecer em todas o setores sociais, mas nas agremiações religiosas elas
acontecem com mais frequência e são mais camufladas com um forte teor de
hipocrisia. Nesses ambientes de orações, meditações, vibrações, peregrinações,
curas, oferendas, cantorias e celebrações, a camuflagem torna-se mais sutil e
mais eficiente no jogo de aparências. Aí a mente é capaz de realizar
verdadeiros prodígios de dissimulação: sorrir e odiar; orar com a voz mansa e
emotiva e, ao mesmo tempo, conspirar criminosamente para eliminar o adversário.
Pode parecer chocante, mas é a mesma ginástica ideológica que faz o matador de
aluguel rezar de joelhos para pedir perdão antes de cometer o ato insano.
Essa
perversão da fé e da religiosidade só tem uma explicação: orgulho e egoísmo.
Ninguém consegue abrir mão de posições e posturas, de pontos de vista ou de
opiniões quando estão sob o efeito das aparências, da imagem artificial que
possuem das coisas e de si mesmos. É uma doença existencial com fortes elementos
de ordem emocional, como uma ferida infectada, cuja característica marcante é o
hábito sistemático de fugir da realidade e de mentir para si próprio. Quando
fingimos ou dissimulamos ideias e sentimentos, com a intenção de ocupar espaço
ideológico ingressamos imediatamente num jogo perigoso, de difícil sustentação.
Daí ser muito comum e constante o uso de expedientes ardilosos, geralmente
incompatíveis com a ética religiosa ou filosófica dos grupos que frequentamos.
Não é
coincidência também que a desilusão pessoal e a decepção com as contradições
humanas são a maior causa da deserção dos adeptos desses grupos. Desertamos na
medida que caem os mitos, as aparências, as imagens distorcidas: mitos que nós
mesmos criamos, aparências que deixamos nos iludir, imagens que construímos com
distorções, segundo os nossos próprios interesses inconscientes e limites
psicológicos. Quando isso acontece, quase sempre colocamos a culpa nos outros,
nos líderes, nas doutrinas, nos acontecimentos, sem jamais avaliar que o nosso
ponto de vista é que sempre foi o verdadeiro responsável pela condução dos
nossos sentimentos e atitudes. Recentemente tivemos a oportunidade de ouvir as
queixas de um militante bem desiludido com os espíritas, com os centros
espíritas e com o Espiritismo. Bastante abatido com a derrota em uma disputa na
qual, segundo ele, entrou de corpo e alma, em nenhum momento reconheceu o fato
de ter se deixado iludir, mas atacou com muita propriedade todas as
imperfeições das pessoas e das instituições envolvidas na sua triste história.
Nos lembramos dos textos de “Obras Póstumas” e da “Revista Espírita”, mas não
tivemos coragem de recomendá-los naquele momento de mágoas e decepções. Um
pouco desolados com essa história de poder e glória em uma instituição espírita,
fomos nós mesmos nos consolar nas memórias de Kardec, repletas de experiências
sobre os problemas da convivência humana. Ali podemos observar como é possível
empreender esforços para superar tendências históricas, hábitos culturais e
inclinações pessoais que perpetuam o fanatismo e a intolerância. A experiência
de Kardec prova que é possível ir além das definições, romper preconceitos
seculares e avançar cada vez mais no terreno da liberdade de consciência.
Definições não são apenas artifícios de linguagem, mas ferramentas precisas
para identificar coisas, circunstâncias e paradigmas predominantes.
Mas é
preciso ir além, quebrar paradigmas, ousar, como fizeram os demolidores de
preconceitos em todas as épocas. Eram, é claro, pessoas de moral acima do
normal e de comportamento diferenciado da média, mas todos tinham algo em
comum: eram seres humanos e jamais se deixaram escravizar por ideias e crenças.
Muito pelo contrário, atacaram suas próprias culturas nos pontos que
consideravam frágeis e ilusórios. Budha atacou o desejo e a sensualidade que
contaminava a espiritualidade em seu tempo; Jesus posicionou-se estratégica e
heroicamente contra a intolerância, o fanatismo e o comércio das coisas
sagradas; Lao-tsé e Confúcio empreenderam suas inteligências contra a corrupção
e o comodismo; Comênius e Pestalozzi viram na infância um terreno fértil para
plantar as sementes da transformação do tempo futuro e não somente no cultivo
das tradições do passado. Allan Kardec demoliu o materialismo e o sobrenatural,
reconstruiu a fé e resgatou a religiosidade sem se deixar contaminar pela
ingenuidade mística ou se impressionar com os “mistérios” ditos “ocultos”.
Martim Luther King, seguindo os passos de Gandhi, desmontou a farsa que
encobria em seu país o mito da liberdade e os direitos civis.
Seria de uma
grande utilidade se nós, os espíritas, pudéssemos refletir sobre esse assunto e
transpormos suas conclusões para os ambientes que frequentamos e a ideologia
que cultivamos como fonte de realização. Podemos avançar as definições e romper
paradigmas. Como o Espiritismo não é religião - nesse sentido histórico
sectário –, muito menos futebol, podemos discutir tranquilamente essas
delicadas questões ideológicas:
Como temos
cultivado o conceito de verdade no Espiritismo?
Como temos
lidado com o pensamento divergente?
Temos agido
dentro da ética espírita quando atuamos politicamente em suas instituições?
Afinal,
nossa fé tem conseguido encarar a razão face a face?
Dalmo Duque
dos Santos
Mestre em
Comunicação, bacharel em História e Pedagogia.
“QUEM HERDARÁ A TERRA?
“Bem-aventurados
os mansos e pacíficos, porque eles herdarão a Terra ...” - Jesus
A Terra está
deixando de ser um planeta de provas e expiações para se tornar um planeta de
regeneração.
Nosso
planeta está evoluindo, embora não pareça.
Os futuros
moradores do Planeta Terra terão que ser mansos e pacíficos, porque a Terra não
terá lugar para os coléricos, os odiosos, os violentos, os vingativos, etc.
Esses terão que reencarnar em planetas que condizem com seu grau de evolução.
Estamos
naquela "peneira" simbólica que Jesus mencionou, onde está havendo a
separação do joio e do trigo. E esta separação ocorre no plano espiritual ao
desencarnarmos. Quando estivermos nos preparando para reencarnar, será levado
em conta nosso comportamento na última encarnação.
Por
enquanto, nosso planeta recebe espíritos com vários graus evolutivos. Os bons
continuarão reencarnando na Terra para dar exemplo e continuidade a um planeta
regenerado. E os maus estão tendo a oportunidade de regenerar-se, para que
possam continuar reencarnando na Terra. Se não regenerar terão que mudar-se
para outro planeta. Um planeta que condiz com sua conduta.
Mas, como
está no livro “Transição Planetária”: “Antes, porém, de chegar esse momento (de
transição), a violência, a sensualidade, a abjeção, os escândalos, a corrupção
atingirão níveis dantes jamais pensados, alcançando o fundo do poço, enquanto
as enfermidades degenerativas, os transtornos
bipolares de conduta, as cardiopatias, os cânceres, os vícios e os
desvarios sexuais clamarão por paz, pelo retorno à ética, à moral, ao
equilíbrio(...)
“Como em
toda batalha, momentos difíceis surgirão exigindo equilíbrio e oração
fortalecedores, os lutadores estarão expostos no mundo, incompreendidos,
desafiados por serem originais na conduta, por incomodarem os insensatos que,
ante a impossibilidade de os igualarem, irão combatê-los, e padecendo diversas
ocasiões de profunda e aparente solidão... Nunca, porém, estarão solitários,
porque a solidariedade espiritual do Amor estará com eles, vitalizando-os e
encorajando-os ao prosseguimento (...)”
Então,
façamos nossa parte colaborando com essa transição para que sejamos dignos de
sermos herdeiros de um mundo melhor.
Pois só os
mansos e humildes de coração herdarão a terra!
Grupo de
Estudos Allan Kardec- Rudymara
“DOENÇAS DA ALMA”
Em um mundo
cada vez mais acelerado, a preocupação com a saúde física tem se tornado maior,
no entanto, o mesmo não ocorre com a saúde espiritual. Muitas pessoas a
ignoram, sem saber que ela pode ser a causa de diversas doenças que afligem o
corpo humano. De acordo com o médico nefrologista Dezir Vêncio, 72, é
importante zelar pelo físico, isso auxilia na melhora da qualidade de vida,
porém a saúde do corpo depende da saúde do espírito. “Eu posso zelar de mim,
que sou corpo, mas eu tenho que cuidar de mim, que também sou espírito”,
explica.
As doenças
da alma, como são popularmente conhecidas, são desequilíbrios do espírito que
acabam por refletir no corpo físico. Os casos mais comuns são os de câncer. Mas
o que pode causar esses desequilíbrios? Os erros e pecados cometidos aos quais
o homem não busca reparar, cultivar o rancor e o ódio. As causas vêm, então, de
falhas no espírito.
“Quando se
erra em vida, é preciso se reparar. É preciso perdoar, cultivar boas energias
dentro de si, ajudar ao próximo”, afirma o médico.
Nem todas as
enfermidades causadas pela desarmonia do espírito são físicas. A depressão, por
exemplo, é uma doença psicológica e bastante comum nos dias atuais. “Ela pode
ter causas em vidas anteriores e causas nessa vida atual, depende do meu
comportamento”, diz Dezir.
O médico explica
ainda que existem casos em que a doença se manifesta por um desequilíbrio
externo que acaba sendo absorvido pela pessoa. “Se um garoto vê os pais
brigando muito, está em um ambiente instável, seu espírito pode se desarmonizar
e ele desenvolverá a doença”, conta.
Para se
prevenir, o conselho de Vêncio é conciliar o cuidado do corpo com o da alma,
cultivar boas energias, perdoar, orar e meditar. Nos casos em que a pessoa já
sofre com alguma doença, é possível encontrar diversos tratamentos para complementar
aos cuidados médicos, como o magnetismo praticado pelas populares Benzedeiras,
acupuntura, apometria, cromoterapia, entre outros. “Esses tratamentos
complementares, o amor próprio, as preces, as orações, são o melhor tratamento.
Nesses momentos você joga para dentro de você toda a energia positiva e você
vai se auto-curar”, esclarece ele.
CAUSAS
ORGÂNICAS
É importante
explicar que nem todas as doenças são causadas por um desequilíbrio espiritual.
Muitas delas têm causas orgânicas, “vamos supor que o seu apêndice inflamou,
isso não acontece por causa espiritual, apenas não quis funcionar direito” ou
por falta de vigilância, “se eu me vigiar, eu não vou pegar aids”, explica
Dezir.
O médico
afirma ainda que cada doença nos transmite uma mensagem de que algo está em
desalinho com o nosso corpo; sendo assim, precisamos ouvir essas mensagens e
mudar as nossas atitudes no intuito de alterar o nosso destino para melhor.
DOENÇAS
ESPIRITUAIS MAIS COMUNS
Câncer:
Quando o corpo sofre com um crescimento desordenado de células que invadem os
limites normais do corpo e destroem tecidos adjacentes, podendo se espalhar
para outras partes do corpo, em um processo conhecido como metástase.
Depressão: É
uma doença crônica e recorrente, produz alteração do humor que tem como
características a tristeza, apatia, baixa autoestima, culpa, podendo refletir
no sono e apetite.
Anorexia:
Distúrbio alimentar que gera perda de peso excessiva, acima do que é
considerado saudável para o peso e idade.
Bulimia: São
episódios de ingestão exagerada de grandes quantidades de alimentos com alto
teor calórico, seguida por um sentimento de culpa. A pessoa que sofre de
bulimia geralmente utiliza meios indevidos para evitar o ganho de peso, como
indução do vômito, uso de laxantes e jejum prolongado.
Enxaqueca:
Fortes dores de cabeça geralmente acompanhadas por náusea, vômito,
sensibilidade a luz e ao som.
TIPOS DE
TRATAMENTOS
Magnetismo
(Benzedor): É um curador destinado a curar pessoas através de rezas combinadas
com gestos, usando ainda de ervas ou qualquer outro objeto que considere ter
poderes de cura.
Acupuntura:
Tradicional da medicina chinesa, consiste em aplicar agulhas em pontos
definidos do corpo buscando resultados específicos para cada caso que está
sendo tratado.
Apometria:
Trabalha a projeção da consciência mediante comandos energéticos mentais.
Cromoterapia:
Tratamento de cores para harmonização do corpo, utiliza lâmpadas de 25 watts
colocadas próximas ao corpo por um curto período de tempo.
Meditação:
Ato de intensa concentração, que busca esvaziar a mente para depois
preenchê-las com pensamentos positivos e boas energias.
Passe: O
médium transmite fluidos espirituais benéficos ao passar as mãos diante da
pessoa que deseja ser curada, pode ser realizado também através do olhar e
sopro.
Fonte-
Medicina e Espiritualidade. Sérgio Vencio
domingo, 4 de junho de 2017
“SEMPRE É HORA DE RELEMBRAR O COMPROMISSO ASSUMIDO ANTES DE REENCARNARMOS
A terapia de
regressão a vivências passadas tem mostrado que quando nos preparamos para
reencarnar, a complexidade desse momento é um pouco maior do que podemos supor
com uma analise superficial.
Mentores
amorosos, envolvidos conosco a um longo tempo, e preocupados com o nosso
despertar e evoluir rumo ao Pai maior, fazem programações extensas que envolvem
a genética, a escolha dos pais, as condições da gestação, predisposição a
determinadas doenças, enfim, todo uma série de situações que irão interferir na
nossa romagem física.
A grande
questão levantada por Emmanuel, no livro Vinha de Luz, psicografado por Chico
Xavier é que a nossa ótica de enxergar a vida está completamente invertida.
Somos
cristãos de templos. Enquanto estamos no nosso templo religioso, seja o centro
ou a Igreja, ali, naquele momento somos cristãos, mas com raríssimas exceções
levamos essa postura para o nosso trabalho, para quando o assunto é dinheiro.
Emmanuel
cita que o comerciante está em negócios de suprimento e fraternidade, mas em
qual empresa, em qual revista especializada em negócios vamos encontrar isso?
Claro, a mentalidade está mudando, as pessoas estão cada vez mais sendo o
centro das atenções, mas no mundo atual o que é mais valorizado ainda é o
sucesso financeiro, a produtividade, encher os bolsos da empresa continua sendo
a meta principal.
Nada contra
dinheiro, mas qual é o nosso foco? Como nos colocamos em nossos trabalhos?
Os que lidam
com a área da saúde são ainda felizardos nessa seara, pois são a cada novo
atendimento procurados por pessoas necessitadas de ajuda, ou seja a cada 30
minutos tem uma nova chance de ajuda, mas será que nos nossos consultórios
adotamos essa postura espiritualista, ou ainda temos medo de "perder"
pacientes que possam discordar da nossa visão?
Vivemos em
meio a grande obra do Pai e somos usufrutuários de tudo o que pensamos ser
nosso. É como se pegássemos emprestado tudo dos nossos filhos, e eles de nossos
netos, numa cadeia que não tem fim. Essa visão, se colocada na prática nos
pouparia e muito as coronárias, pois sem dúvida nenhuma o stress, oriundo da
preocupação com grana e posses é um fator importante na gênese das doenças
cardiovasculares.
A
programação individual e intransferível que foi cuidadosamente planejada para
cada um de nós, na maioria das vezes não é respeitada. Por mais que alguns
sofram da Síndrome de super-homem ou mulher maravilha e achem que tem de salvar
o mundo três vez ao dia, a verdade é que a nossa missão terrena diz respeito a
coisas pontuais, a pequenos problemas de relacionamento, de caráter, de
convivência harmoniosa com nossas famílias.
Porém, nos
desviamos desse caminho, voltando a sustentar antigos padrões de comportamentos
que tínhamos no passado, gerando a doença e a dor, que vem ao nosso alcance
tentando nos mostrar o caminho de volta, o trieiro que nos leva a estrada
principal. Mas nos revoltamos contra a dor, criando um ciclo vicioso que nos
prende em bolsões de energia pesada, criando ressonância com o passado, com
nossos erros e dúvidas, mágoas e decepções, nos fazendo assumir características
dos personagens de vidas transatas, reagindo de forma inadequada a qualquer
mínimo problema com as pessoas que convivemos, pois enxergamos neles os
inimigos do passado e não os companheiros de hoje.
Tudo isso
vai acumulando e trazendo para a ponta física, toda essa problemática mal
resolvida de ontem, e se torna sem dúvida nenhuma uma das fontes geradoras das
depressões, pânico, transtornos de ansiedade, que por mais pesquisados pelos
cientistas modernos, não tem as causas identificadas, pois essas se encontram
lá atrás.
Sempre é
hora de relembrar o compromisso assumido antes de nascermos! Qual são nossas
maiores dificuldades? Porque nos enrolamos em determinadas situações, que às
vezes nos acompanham a vida inteira? É hora de mudar. Nossa saúde física,
mental e espiritual depende dessa auto superação, que começa com a aceitação de
quem somos de verdade, passa pelo perdão e continua na tentativa diária de
mudança verdadeira e profunda.
Fonte:
Medicina e Espiritualidade
Sérgio
Vencio
“TRATAMENTO MÉDICO E TRATAMENTO ESPIRITUAL”
Os espíritas
esclarecidos reconhecem o valor do tratamento médico, assim como sabem que os
Espíritos superiores dispõem de recursos muito mais refinados para o tratamento
das doenças do ser humano. Por isso mesmo, não cultivam qualquer preconceito
contra os tratamentos médicos conduzidos com critério, muito menos contra
tratamento espirituais sérios. Sabem que um tipo de tratamento complementa o
outro, não havendo, portanto, incompatibilidade entre eles.
Muitos
espíritas pouco esclarecidos doutrinariamente e pessoas outras que recorrem aos
tratamentos espirituais e outros tratamentos alternativos, com frequência, agem
de forma diferente. Imaginam haver incompatibilidade entre os tratamentos e
interrompem o tratamento médico. Em muitos casos, a interrupção é recomendada
por Espíritos ou pelos próprios médiuns, que garantem a eficácia do tratamento
espiritual ou alternativo.
Em recente
edição, a revista Veja publicou reportagem sobre uma pesquisa feita pelo médico
oncologista Riad Younes no Brasil, na qual ele estuda os resultados obtidos em
tratamento de câncer em pacientes que interromperam o tratamento convencional
para seguir exclusivamente os tratamentos alternativos feitos com babosa,
ervas, cogumelos, vitaminas, cartilagem de tubarão, cirurgias espirituais. É
importante ressaltar que a amostra pesquisada é significativa, porquanto foram
estudados 3.420 pacientes. O pesquisador chegou à seguinte conclusão:
"Nenhum desses métodos reduziu o tamanho do tumor." Apesar disso, 10%
dos pacientes disseram que obtiveram melhora.
Como
explicar esses resultados? O tratamento espiritual não funciona? Não é possível
obter-se cura por meio das cirurgias espirituais?
A questão
não é simples. Em primeiro lugar, é preciso compreender que o câncer e outras
doenças de maior gravidade são expiatórios, até mesmo os casos em que ocorre
cura. É o próprio Espírito que escolhe a sua expiação antes de reencarnar, com
o objetivo de resgatar débitos do passado. Como Espírito, ele compreende a
necessidade de pagar os seus débitos. Por isso não basta o desejo de curar-se
para alterar o programa reencarnatório cuidadosamente planejado.
Outro
aspecto importante a ser considerado é o que entendem os Espíritos que
alimentam a esperança de cura. Na maioria das vezes, eles se referem à cura do
espírito, e não do corpo. Quando o Espírito cumpre uma expiação até o fim fica
livre de graves erros de outras existências, que eram causa de sofrimento moral
ou desequilíbrios. Esse é o verdadeiro sentido da cura. Por fim, não podemos
deixar de levar em consideração o alívio que a prece e os demais recursos
espirituais proporcionam a todos os que recorrem à Providência Divina,
dando-lhes forças para suportar suas expiações e provas.
Os pacientes
que seguem apenas os tratamentos médicos também são socorridos pelos Espíritos,
sobretudo se tiverem méritos. Os pacientes que só melhoram quando procuram os
recursos espirituais em Centros ou outras instituições espíritas são os que
necessitam muito mais do despertar para as questões espirituais.
Umberto Ferreira
(Reformador novembro/2000)
FRATERLUZ- Fraternidade
Espírita Luz do Cristianismo
“NOSSOS INIMIGOS DESENCARNADOS”
Não sendo a
morte física o aniquilar da vida, é natural que todos aqueles Espíritos que se
transferem de retorno para o mundo espiritual mantenham as características
morais que lhes assinalavam a individualidade.
Recuperando
a lucidez após o decesso celular, volvem à consciência as mensagens que foram
armazenadas durante a trajetória orgânica, auxiliando-os na evocação de
acontecimentos e feitos nos quais participaram.
Em algumas
ocasiões não ocorre esse fenômeno em razão do estado de perturbação em que se
encontram após o túmulo, mantendo fixações enfermiças e condutas infelizes.
Compreensivelmente,
no primeiro caso, ressumam com mais facilidade as impressões vigorosas, aquelas
que fortemente feriram ou dignificaram as emoções.
Nesse
capítulo, os sentimentos de animosidade que tipificam os Espíritos inferiores
ressurgem, levando-os aos processos de angústia e ressentimento, que procuram
contornar mediante o desforço a que se propõem contra aqueles que os afligiram
e que permanecem na viagem carnal.
É
compreensível que não possuindo os tesouros morais de nobreza nem de elevação,
deixam-se consumir pelo ódio, sendo levados às fontes geradoras do sofrimento
que experimentam, no caso, as pessoas que se fizeram responsáveis pela sua
desdita.
Surgem,
nessa fase, as vinculações psíquicas com os antigos desafetos, aqueles que se
tornaram motivo da sua aflição.
Reconhecendo
a razão do sofrimento, sem, no entanto, entender as causas profundas, aquelas
que dizem respeito à Justiça Divina, em face do desconhecimento da reencarnação
e sua lei de Causa e Efeito, convertem-se em inclementes cobradores do que
supõem ser dívidas para com eles contraídas.
Dispondo de
mobilidade e fixando-se mentalmente ao adversário mediante a afinidade moral,
inicia-se o doloroso processo de obsessão, que tanto se apresenta em forma de
surto patológico, na área dos distúrbios psicológicos de conduta e de emoção,
bem como em lenta e perversa inspiração doentia que termina por transformar-se
em transtorno mais grave.
Quando não
se encontram lúcidos, são igualmente atraídos, em razão da lei de sintonia
existente entre devedor e cobrador, decorrente da convivência espiritual nas
mesmas faixas de inferioridade em que se movimentam os encarnados e os
desencarnados.
Não padece
qualquer dúvida quanto à influência exercida pelos Espíritos na convivência com
as criaturas humanas, especialmente com aquelas de natureza permissiva e
vulgar, cruel e indiferente, em razão do estágio moral em que ainda se
encontram.
Pululam em
volta do planeta bilhões de seres espirituais em estágio primário de evolução,
aguardando ensejo de renascimento carnal, tanto quanto de desencarnados em
estado de penúria e de sofrimento que se transformam em parasitas dependentes
de energias específicas, que exploram e usurpam dos seres humanos que se lhes
assemelham.
Desse modo,
aqueles que se sentem prejudicados de alguma forma, têm maior facilidade em
imiscuir-se na economia mental e emocional daqueles que consideram seus
adversários pelos prejuízos que lhes teriam causado, perseguindo-os de maneira
consciente ou não.
Os inimigos
desencarnados constituem fator de desequilíbrio na sociedade terrestre que deve
ser levado em conta pelos estudiosos do comportamento e das diretrizes
sociológicas.
O mundo
espiritual é preexistente ao físico, real e fundamental de onde vêm as
populações humanas e para onde retornam mediante o veículo da desencarnação.
O objetivo
essencial da desencarnação é propiciar o desenvolvimento intelecto-moral do
Espírito na sua trajetória evolutiva.
Possuindo o
psiquismo divino embrionário, em cada etapa do processo de crescimento
desdobram-se-lhes faculdades e funções adormecidas que se agigantarão através
dos evos, até que seja alcançada a plenitude.
Não
obstante, os atavismos que remanescem como tendências para repetir os gravames
e os equívocos a que se acostumaram, exercem maior predominância em a natureza
de todos, embora o Deotropismo que o atrai na direção fecunda e original da sua
causalidade.
A escolha de
conduta define-lhe o rumo de ascensão ou de queda, a fim de permanecer no
obscurantismo em relação à verdade ou no esforço dignificante da auto
iluminação.
Quando se
esforça pelo bem proceder, prosseguindo na vivência das regras da moral e do
bem, libertando-se dos grilhões dos vícios, mais facilmente alcança os níveis
elevados de harmonia interior e os planos espirituais de felicidade, onde passa
a habitar. Todavia, quando se compromete na ação do mal, é induzido a
reescrever as páginas aflitivas que ficaram na retaguarda, resgatando os
delitos praticados através do sofrimento ou mediante as ações de benemerência
que o dignificam.
Em razão da
comodidade moral e da preguiça mental, situa-se, não raro, na incerteza, na
indiferença em relação ao engrandecimento ou comprazendo-se nas sensações
nefastas, quando poderia eleger as emoções superiores para auxiliar-se e para
socorrer aqueles a quem haja prejudicado, reparando os males que foram gerados
mediante os contributos de amor educativo oferecidos.
Os inimigos
desencarnados, desse modo, vinculam-se aos seres humanos atraídos pelas
afinidades morais, pelos sentimentos do mesmo teor, pelas condutas
extravagantes que se permitem.
Nunca
desperdices a oportunidade de ser aquele que cede em contendas inúteis quão
perniciosas; de perder, no campeonato da insensatez, a fim de ganhar em paz
interior;
de servir
com devotamento, embora outros sirvam-se, explorando a bondade do seu próximo; de oferecer compreensão e compaixão em todas
e quaisquer circunstâncias que se te deparem; de edificar o bem onde te
encontres, na alegria ou na tristeza, na abundância ou na escassez; de oferecer
esperança, mesmo quando reinem o pessimismo e a crueldade levando ao desânimo e
à indiferença; de ser aquele que ama, apesar das circunstâncias perversas; de
silenciar o mal, a fim de referir-te àquilo que contribua em favor da
fraternidade; de perdoar, mesmo aquilo e aquele que, aparentemente não mereçam
perdão; de ensinar corretamente embora predominem a prepotência, e por essa
razão mesmo...
Nunca te
canses de confiar em Deus, seja qual for a situação em que te encontres.
Vestindo a
couraça da fé e esgrimindo os equipamentos do amor, os teus inimigos
desencarnados não encontrarão campo emocional nem vibratório em ti para
instalar as suas matrizes obsessivas, permitindo-te seguir em paz, cantando a
alegria de viver e iniciando a Era Nova de felicidade na Terra.
Joanna de
Ângelis-Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco,
na sessão
mediúnica da noite de 28 de fevereiro de 2005, no
Centro
Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.
“AFETIVIDADE CONFLITIVA”
A busca da
afetividade constitui-se em uma necessidade de intercâmbio e de relacionamento
entre as criaturas humanas ainda imaturas. Acreditam, aqueles que assim
procedem, que somente através de outrem é possível experimentar a afeição,
recebendo-a e doando-a. Como decorrência, as pessoas que se sentem solitárias,
atormentam-se na incessante inquietação de que somente sentirão segurança e
paz, quando encontrem outrem que se lhe constitua suporte afetivo. Nesse
conceito, encontra-se um grande equívoco, qual seja esperar de outra pessoa a
emoção que lhe constitua completude, significando autor realização.
Um
solitário, quando se apoia em outro indivíduo, que também tem necessidade
afetiva, forma uma dupla de buscadores a sós, esperando aquilo que não sabem ou
não desejam oferecer. É claro que esse relacionamento está fadado ao desastre,
à separação, em face de se encontrarem ambos distantes um do outro
emocionalmente, cada qual pensando em si mesmo, apesar da proximidade física.
Faz-se
imprescindível desenvolver a capacidade de amar, porque o amor também é
aprendido. Ele se encontra ínsito no ser como decorrência da afeição divina, no
entanto, não poucas vezes adormecido ou não identificado, que deve ser
trabalhado mediante experiências de fraternidade, de respeito e de amizade.
Partindo-se
de pequenas conquistas emocionais e de júbilos de significado singelo,
desenvolve-se mediante a arte de servir e de ajudar, criando liames que se
estreitam e se ampliam no sentimento. Estreitam-se, pelo fato de se aprender
união com outrem e ampliam-se mediante a capacidade de entendimento dos limites
do outro, sem exigências descabidas nem largas ao instinto perturbador de
posse, nas suas tentativas de submissão alheia...
Resultante
de muitos conflitos que aturdem o equilíbrio emocional, esses indivíduos
insatisfeitos, que se acostumaram às bengalas e às fugas psicológicas, pensam
que através da afetividade que recebam lograrão o preenchimento do vazio
existencial, como se fosse uma fórmula miraculosa para lhe solucionar as
inquietações.
Os conflitos
devem ser enfrentados nos seus respectivos campos de expressão e nunca mediante
o mascaramento das suas exigências, transferindo-se de apresentação. Os fatores
psicológicos geradores dessas embaraçosas situações são muito complexos e
necessitam de terapêuticas cuidadosas, de modo que possam ser diluídos com
equilíbrio, cedendo lugar a emoções harmônicas propiciadoras de bem-estar.
A
afetividade desempenha importante labor, qual seja o desenvolver da faculdade
de amar com lucidez, ampliando o entendimento em torno dos significados
existenciais que se convertem em motivações para o crescimento intelecto-moral.
Quando se
busca o amor, possivelmente não será encontrando em pessoas, lugares ou
situações que pareçam propiciatórias. É indispensável descobri-lo em si mesmo,
de modo a ampliá-lo no rumo das demais pessoas.
Qual uma
chama débil que se agiganta estimulada por combustível próprio, o amor é
vitalizado pelo sentimento de generosidade e nunca de egoísmo que espera sempre
o benefício antes de proporcionar alegria a outrem.
A
predominância do egoísmo tolda-lhe a visão saudável do sentimento de
afetividade e impõe-lhe exigências descabidas que, invariavelmente, o tornam
vítima das circunstâncias. Em tal condição, sentindo a impossibilidade de amar
ou de ser amado, procura, aflito, despertar o sentimento de compaixão,
apoiando-se na piedade injustificada.
Se
experimentas solidão no teu dia-a-dia, faze uma análise cuidadosa da tua
conduta em relação ao teu próximo, procurando entender o porquê da situação. Sê
sincero contigo mesmo, realizando um exame de consciência a respeito da maneira
como te comportas com os amigos, com aqueles que se te acercam e tentam
convivência fraternal contigo.
Se és do
tipo que espera perfeição nos outros, é natural que estejas sempre
decepcionado, ao constatares as dificuldades alheias, olvidando porém que também
és assim. Se esperas que os outros sejam generosos e fiéis no relacionamento
para contigo, estuda as tuas reações e comportamentos diante deles.
A bênção da
vida é o ensejo edificante de refazimento de experiências e de conquistas de
patamares mais elevados, algumas vezes com sacrifício... Não te atormentes,
portanto, se escasseiam nas paisagens dos teus sentimentos as compensações do
afeto e da amizade.
Observa em
derredor e verás outros corações em carência, à tua semelhança, que necessitam
de oportunidade afetiva, de bondade fraternal. Exercita com eles o intercâmbio
fraterno, sem exigências, não lhes transferindo as inseguranças e fragilidades
que te sejam habituais.
É muito
fácil desenvolver o sentimento de solidariedade, de companheirismo, bastando
que ofereças com naturalidade aquilo que gostarias de receber. A princípio,
apresenta-se um tanto embaraçoso ou desconcertante, mas o poder da bondade é
tão grande, que logo se fazem superados os aparentes obstáculos e, à semelhança
de débil planta que rompe o solo grosseiro atraída pela luz, desenvolve-se e
torna-se produtiva conforme a sua espécie...
Observa com
cuidado e verás a multidão aturdida, agressiva, estremunhada, que te parece
antipática e infeliz. Em realidade, é constituída de pessoas como tu mesmo,
fugindo para lugar nenhum, sem coragem para o auto enfrentamento.
Contribui,
jovialmente, quanto e como possas, para atenuar algum infortúnio ou diminuir
qualquer tipo de sofrimento que registres. Esse comportamento te facultará
muito bem e, quanto menos esperes, estarás enriquecido pela afetividade que
doas e pela alegria em fazê-lo.
Ninguém pode
viver com alegria sem experienciar a afetividade. A afetividade é mensagem de
amor de Deus, estimulando as vidas ao crescimento e à sublimação. A afetividade
deve ser distendida a todos os seres, aos vegetais, animais, seres humanos,
ampliando-a por toda a Natureza.
Quando se
ama, instalam-se a beleza e a alegria de viver. A saúde integral, sem dúvida, é
defluente da harmonia do sentimento pelo amor com as conquistas culturais que
levam à realização pessoal, trabalhando pelo equilíbrio e funcionamento
existencial.
Joanna de
Ângelis.
Psicografia
de Divaldo Pereira Franco, no dia 17 de novembro de 2008, na cidade do Porto em
Portugal.
sábado, 3 de junho de 2017
“OS CEMITÉRIOS SÃO LUGARES ENERGETICAMENTE PERIGOSOS? ”
Os
cemitérios são, nada mais/nada menos que o lugar onde se guardam as vestimentas
carnais, porém isso não quer dizer que não devemos ter o devido respeito pelo o
lugar e pelos túmulos que foram, ao longo do tempo, preenchendo o local.
Somos
aconselhados a não frequentar e evitarmos a entrada no local. Foi-nos ensinado
que lá, além dos restos mortais, obviamente estão os espíritos dos nossos
irmãos desencarnados ainda em estado de perturbação (pois alguns deles sentem a
ligação ainda muito forte pelos trajes carnais), revolta (pois alguns não
aceitam o fato do desencarne) e ainda por cima teriam os zombeteiros. Portanto,
os cemitérios seriam lugares muito movimentados no plano astral.
Mas daí eu
mesmo me pergunto:
– Mas
qualquer lugar é passível de ser um local agitado no plano astral, pois estas
mesmas classes de espíritos estariam por toda parte, ou estou errado?
Está
certíssimo! Porém os cemitérios detém aquela atmosfera mais densa, que junta
tristeza, melancolia e outros sentimentos deletérios que prefiro nem citar.
De fato,
onde eu quero chegar é…
Existem
aquelas pessoas que entram e saem dos cemitérios sem sentir nada. Outros,
sentem um desconforto considerável. Tal desconforto pode estar relacionado com
a mediunidade ainda em desenvolvimento, que por sua vez torna uma pessoa desse
tipo um alvo fácil de vampirizar. É justamente por isso, que no estudo lá no
centro onde eu frequento somos aconselhados a evitar passear por estes locais.
Até porque ainda falta-nos um controle mais apurado das vibrações.
– Imagine um
médium em desenvolvimento adentrando nesse lugar e, ainda por cima, invigilante
com sua vibração. É tenso!
Para outras
pessoas (que não são médiuns ostensivas em desenvolvimento), o que acaba
pesando mesmo é o fator psicológico/sentimental. Sendo o cemitério, na cultura
mundial, considerado um lugar de dor e sofrimento, as pessoas desse tipo acabam
sofrendo um bocado ao adentrarem.
Por fim,
respondendo a pergunta no geral: “cemitérios são lugares energeticamente
perigosos?”. A minha conclusão é: “Em certos casos, sim. Em outros nem tanto.”
Fonte:
http://estudantespirita.com.br/-Autor: Estudante Espírita
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