Espírito
do Mal não existe. Deus com sua infinita bondade jamais criaria
seres maldosos.O
que existe são espíritos que não tem conhecimento da grandeza em
praticar o bem, com isso vivem a ilusão de felicidade por prejudicar
as pessoas e si mesmo.Pois
no Livro dos Espíritos diz: “Os
espíritos foram criados simples e ignorantes.
Deus deixa que o homem escolha o caminho. Portanto pior para
ele, se toma o caminho mau pois mais longa será sua jornada.Porque
se não existissem montanhas, não compreenderia o homem que se pode
subir e descer, se não existissem rochas, não compreenderia que há
corpos duros.Então
é preciso que o espírito ganhe experiência, é preciso, portanto,
que conheça o o que irá lhe prejudicar e o que irá lhe
acrescentar. Por isso algumas vezes ele comete injustiças, maldades
e erros, para que aprenda com eles e evolua.Mas
de forma alguma somos inocentes ou totalmente ignorante do mal que
praticamos. Porque existe em nosso ser algo chamado, consciência lá
nós temos todas as leis divinas, fazendo assim que tenhamos noção
do que é bom e ruim.Além
é claro das nossas experiências em outras encarnações que fica
gravada na nossa consciência também.Podemos notar então que um
espírito do mal é nada mais que uma pessoa em seu processo
evolutivo. Chegará o dia em que a lei divina irá fazer com que ela
mude e procure praticar coisas que vão acrescentar tanto ela quanto
o que estão a sua volta.Por isso, procure constantemente praticar o
bem, emanar amor e evoluir sempre, com isso você estará cercado de
espíritos com a mesma sintonia e não haverá necessidade de se
preocupar se existe ou não “espíritos do mal”.
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terça-feira, 5 de junho de 2018
segunda-feira, 4 de junho de 2018
"ALÉM DA TERRA... NAS ESTRELAS"
Não
podemos continuar caminhando iludidos, no que se refere às nossas
conquistas espirituais.
"Alça-te
às regiões espirituais da Paz e do Bem perdoando sempre, seja
qualfor o gravame que te foi imposto." Joanna de Angelis —
Liberta-te do Mal)
Em nossa
escala evolutiva, como almas imortais, é impossível galgarmos
condições espirituais mais significativas se não lutarmos para
conquistar o mais sublime de todos os sentimentos aliados ao amor
imortal: o perdão.
Os bons
Espíritos, em seu auxílio fraterno a nós, já vêm nos mostrando
através das mensagens de luz que cem anos não significam muito,
diante da gigantesca necessidade nossa de aprimoramento como seres
imortais, diante da grandiosidade de nossa trajetória pelas viagens
na carne. Por esse motivo, eles mesmos, os bons irmãos que já se
encontram na erraticidade, nos orientam quanto ao fato de
aproveitarmos o máximo e o melhor possível esse "sopro"
que é a nossa estadia no caminho do aprendizado, aqui no solo do
Planeta Terra.
Não
podemos continuar caminhando iludidos, no que se refere às nossas
conquistas espirituais, adiando ainda mais o processo pela
auto identificação, impedindo assim que busquemos a coragem
verdadeira para iniciarmos agora uma trilha por um caminho mais
sólido de crescimento em nossa luta rumo às Luzes que o Universo
tem preparado para cada um de nós.
Quando
insistimos em permanecer mergulhados em sentimentos de mágoas e
tristezas, por esperar dos irmãos de jornada aquilo que nem mesmo
nós conquistamos, estamos nos recolhendo a um estado da alma em que a
injustiça e a intolerância reinam, quando, ao contrário,
deveríamos admirar os irmãos que nos colocam nessas provas onde
somos "vítimas", como se fossem verdadeiramente os nossos
mestres a nos ensinar, nas vivências do dia a dia, conquistas
importantíssimas que nos fortalecem ainda mais em nossa busca pela
essência Divina inserida em cada um de nós, por nosso Pai do céu,
quando da nossa criação.
Não
podemos continuar caminhando iludidos, no que se refere às nossas
conquistas espirituais, adiando ainda mais o processo pela
auto identificação.
"Jamais
poderás mudar o mundo, impondo-lhe regras de conduta, no entanto,
quando ti modificares para melhor, o mundo também estará menos
agressivo e menos infeliz." (Joanna de Angelis)
Assim como
os alunos dos institutos científicos que se esforçaram e ainda se
dedicam incansavelmente nas conquistas da genética, informática e
nas demais ciências, que auxiliam a humanidade no percurso dos
tempos, dando forças à asa do progresso intelectual, nós, seres
humanos, mesmo que "destituídos" da responsabilidade de
grandes descobertas, mas intensamente inseridos nesse programa
evolutivo, como parte essencial do processo, trazemos a
responsabilidade de movimentar a nós mesmos e dar a nossa
contribuição, mesmo que mínima, nesse momento clímax que a nossa
Escola Planetária passa, o de transição para uma maioridade que
nos facultará ainda maiores experiências e que nos projetarão num
futuro mais seguro, elevando-nos aos poucos, mas sempre, além da
Terra, em estrelas ainda mais cintilantes espalhadas pelo Universo,
fazendo o seu papel das "muitas moradas de nosso Pai, Bom, Justo
e Misericordioso".
"Não
te deixes enfermar em razão das lutas que enfrentas e dos dardos
venenosos que te atiram." (Joanna de Angelis)
Já
aprendemos nas páginas abençoadas do Evangelho de Jesus, que devido
à nossa "ingenuidade espiritual", no caminho do verdadeiro
cristão pode-se perceber pegadas de sangue e nelas ficam impressas o
esforço sincero e verdadeiro do calar-se na hora certa, do olhar
para si mesmo e perceber o enfermo que somos, assim como aqueles que
seguem junto de nós; nessas pegadas podemos perceber o sacrifício
de não revidar a provocações vazias, de negar a si mesmo e às
paixões degradantes da alma, diante de oportunidades gigantescas de
aprendizado e trabalho em prol de nós e daqueles que nos oferecem as
experiências de que necessitamos para crescer; nelas estão
impressas a nossa CORAGEM para seguir a Jesus, hoje longe das
fogueiras e dos leões, mas sempre em uma forma de muito sacrifício,
assim como nos exemplificaram aqueles que hoje comungam com entidades
espirituais nas esferas superiores, mas sempre lutando e vibrando de
lá, para a instauração do Reino de Deus nos corações dos irmãos
"caçulas" de nosso Mestre Amigo e Incomparável de todas a
horas.
Em nossa
escala evolutiva, como almas imortais, é impossível galgarmos
condições espirituais mais significativas se não lutarmos para
conquistar o mais sublime de todos os sentimentos aliados ao amor
imortal: o perdão.
Nosso
momento é agora, essa é a nossa bendita oportunidade dos acertos
necessários para a nossa harmonização com o Universo Divino,
podemos contar com o apoio necessário daqueles que estão na pátria
espiritual, vibrando e torcendo para que cada um de nós possa galgar
verdadeiramente passos em direção que vai além da Terra, nas
estrelas, mas a escolha é sempre de cada um de nós.
Não
esqueçamos jamais que Jesus esteve e sempre estará pronto a nos
ajudar com Suas mãos augustas estendidas a nós e que a Sua Luz
misericordiosa estará sempre irradiando sobre cada um de Seus
irmãos, sempre.
"Ele
viajou de retorno ao Grande Lar, onde te aguarda com ternura e
gratidão." (Joanna de Angelis)
Sergio A.
Alvim - RIE, fev, 2014 Fonte: A casa do Espiritismo
"PORQUE CERTAS PESSOAS ACHAM QUE PIORAM QUANDO COMEÇAM A FREQUENTAR UM CENTRO ESPIRITA"
Nos temos que vigiar para esses acontecimentos fortuitos que são sincronicidades com o mal, não perturbem a nossa boa decisão.
Pessoas já me disseram, — Divaldo quando comecei a frequentar o centro espírita piorei, como é que pode? — eu digo, natural, você está em uma batalha contra o espírito da treva, quando você vai a casa espírita que é o santuário de libertação, o inimigo ataca, ataca mais para você desistir.
Assista ao vídeo para ver a explicação completa Divaldo Franco
domingo, 3 de junho de 2018
A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE E A EVOLUÇÃO DO PLANETA TERRA”
Ainda
hoje os historiadores perguntam-se como um império de tão grande
magnitude, como foi o da era romana que durou mais de 1000 anos,
possa ter deixado de existir. Poder absoluto da época, o planeta
vivenciou então a sua primeira globalização, já que as fronteiras
eram as do próprio império. O idioma Latim era amplamente difundido
assim como o grego popular, tornando-se mais fácil as viagens e a
comunicação entre os povos. Após a queda do império romano, foi
necessário um largo período de reencarnações dolorosas para o
homem despertar um pouco mais a sua espiritualidade, permitindo a
expansão das artes e ciências já no período compreendido como
Renascimento. Posteriormente, o surgimento do Espiritismo codificado
por Kardec, o Consolador prometido por Jesus, trouxe novo alento para
todos aqueles já eletivos a este conhecimento.
Segundo
Emmanuel (A Caminho da Luz, médium Chico Xavier), a queda do império
romano foi uma determinação do alto. Ao atingir os excessos em
vícios de todas as naturezas com a consequente desagregação das
famílias, abusando ainda do poder que possuía na subjugação de
outros povos, tornaram-se necessárias ações corretivas mais
contundentes. Assim, por fugir totalmente da programação que havia
sido estabelecida mesmo com a insistente ação do alto para que
despertassem e por tornar-se um peso demasiado oneroso para a
evolução do planeta, foi determinada a fragmentação deste
império. Não existe uma improvisação por parte das esferas
siderais que coordenam a evolução do planeta. O livre arbítrio que
temos é limitado, tanto a nível individual como coletivo, sendo
corrigido conforme as circunstâncias com interferências do plano
maior sempre em beneficio da evolução intelecto-moral de toda a
humanidade.
Vivenciamos
hoje situação bastante similar à época romana. O egoísmo
atingindo o seu ápice na sociedade atual, com contrastes gritantes
com a fome e a miséria de um lado e a opulência e o descaso de
outro, entre os governos das nações ricas e pobres e mesmo entre os
indivíduos na população presente em todo o orbe terrestre. O
modelo econômico, baseado no consumismo desenfreado, gradativamente
tem demonstrado a sua exaustão. A insatisfação popular não se
restringe mais apenas a países do terceiro mundo. Temos como
exemplos o grande movimento chamado de “primavera árabe”, que
removeu ditadores na Tunísia, no Egito e na Líbia e deu início à
guerra na Síria. Esta frustração tem também surgido de forma
nítida nos habitantes de grandes cidades da Europa, como já
aconteceu em cidades européias, particularmente na Bélgica e
França, de onde saíram radicais islâmicos que atacaram Paris há
algumas semanas atrás.
Este
contraste entre a riqueza abusiva e a pobreza dos que não tem acesso
aos bens de consumo, associado à corrupção e impunidade e junto à
incompetência dos governos em encontrar alternativas viáveis para a
melhora social, vem criando uma insatisfação popular cada vez mais
intensa, principalmente pela falta de religiosidade de nossa
humanidade. E os prognósticos para os próximos anos revelam-se de
dificuldades ainda maiores para as famílias em geral, em face da
crise econômica mundial que vem afetando todos os países. No
Brasil, as informações que chegam neste aspecto, são realmente
estarrecedoras, com o aumento do desemprego, inflação e a
precarização do serviço público necessário para atender a
coletividade.
Mas a
humanidade tem recebido inúmeras oportunidades de evitar situações
estressantes como a atual. O próprio império romano foi criado por
Jesus, de modo a facilitar a transformação moral da humanidade. A
facilidade de comunicação tinha por objetivo difundir a mensagem
redentora do Mestre. Mas, assim como negligenciamos no passado, agora
nos vemos em situação similar. Passaram-se dois mil anos desde o
recebimento da mensagem renovadora da Boa Nova trazida por Jesus. Mas
isto não impediu as duas grandes guerras de caráter mundial, e
mesmo depois delas o mundo ainda não conseguiu encontrar a
necessária paz e uma vida dentro dos padrões éticos e morais. A
violência, os vícios e a corrupção alastram-se como um câncer
social, trazendo sérias consequências para a sociedade. Como um
catalisador negativo, os valores morais são colocados em dúvida
através da televisão com sua programação muitas vezes imoral,
onde a desonestidade e permissividade sexual assumem ares de
normalidade, arrastando. para condutas infelizes, as mentes
invigilantes.
Mas a
Humanidade caminha em passos largos para o seu aprimoramento moral,
mesmo entre o caos social aparente. Vivenciamos os tempos chegados,
na separação do joio do trigo ou dos bodes das ovelhas conforme as
sagradas escrituras. As pessoas de bem devem fortalecer-se na Fé.
Esta transição planetária segue as etapas da evolução do planeta
conforme a programão evolutiva deste orbe há milênios. Passará de
planeta de provas e expiação para planeta de regeneração. Os
Espíritos recalcitrantes no mal serão transferidos para um mundo
inferior, melhorando o panorama moral da Terra.
A
humanidade continuará a evoluir como tem sido desde os primeiros
passos do Homo sapiens, seguindo a sua trajetória redentora conforme
programado por Jesus. Mas, devido à fase difícil deste período que
estamos vivendo, nunca foi tão necessário seguir a recomendação
do Mestre Galileu: “orai e vigiai”. Como sempre têm ocorrido ao
longo dos séculos, os governantes siderais, sem improvisar, manterão
o equilíbrio do planeta, saneando a sociedade sempre que necessário.
Que possamos contribuir neste processo renovador, dando os primeiros
passos na transformação moral de nós mesmos.
Álvaro
Augusto Vargas-União Espírita de Piracicaba
sábado, 2 de junho de 2018
"A CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA NA VISÃO ESPÍRITA"
Sobre a
civilização egípcia, insta iniciar o presente artigo com uma
mensagem deixada por Emmanuel: “Dentre os Espíritos degredados na
Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que
mais se destacavam na prática do bem e no culto da verdade. Aliás,
importa considerar que eram eles os que menos débitos possuíam
perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados
patrimônios morais, guardaram no íntimo uma lembrança mais viva
das experiências de sua pátria distante. Um único desejo os
animava, que era trabalhar devotadamente pata regressar, um dia, aos
seus penates resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a
base de todas as suas organizações religiosas. Em nenhuma
civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente
desenvolvido. Em todos os corações morava a ansiedade de voltar ao
orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos.
Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e
adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do
antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta.
Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados
conhecimentos, todos os espíritos daquela região africana
regressaram à pátria sideral”.
A
ciência trazida pelos egípcios em nada se comparava a existente
naquela época. Sendo assim, pode-se dizer que o antigo Egito possuía
uma ciência secreta, trabalhada no secreto dos templos com
compromissos sérios por parte de seus iniciados. Esses conhecimentos
eram restritos aos mais graduados sacerdotes. Aquela civilização
sabia que a revelação de grandes verdades espirituais eram
inoportunas para o momento em que viviam naquela fase de progresso da
Terra.
Nesses
círculos restritos, os grandes sacerdotes sabiam da existência de
um Deus único e absoluto, mas também sabiam da importância dos
espíritos prepostos de Jesus. Foi então que deram início ao culto
politeísta, com numerosos deuses, que eram tidos como senhores da
Terra e do céu, do homem e da natureza. Era um politeísmo
simbólico, que se encaixava perfeitamente à evolução da população
do planeta naqueles tempos.
O povo
egípcio tinha uma preocupação enorme com a morte, e viviam a vida
como um mero esforço para bem morrer. Eles tinham consciência do
seu doloroso degredo no planeta Terra, e sentindo-se humilhados,
criaram para si a teoria da metempsicose, hipótese em que
acreditavam que a alma de um homem poderia regressar no corpo de um
ser irracional como uma punição dos deuses.
Os
grandes sacerdotes tinham pleno conhecimento das ciências psíquicas,
do destino e da comunicação dos mortos, bem como da pluralidade de
existências e de mundos. Prova disso é que vários afrescos da
época apresentam o homem acompanhado do seu duplo espiritual. Além
disso, os papiros falam de suas avançadas ciências nesse sentido,
possibilitando que os egiptólogos da atualidade conhecessem que os
iniciados tinha consciência da existência de um corpo espiritual
que precedia o corpo físico.
O
conhecimento egípcio acerca das energias solares e o magnetismo
humano eram maiores do que hoje sabemos, e assim nasceram os
processos de mumificação, que infelizmente tiveram suas técnicas
perdidas no tempo pela indiferença de outros povos. Sendo assim,
entende-se que a desencarnação, para eles, era uma concentração
mágica de vontades, e por isso, eles cercam os túmulos de toda a
veneração e respeito possíveis, e isso não se traduzia apenas na
mumificação. Sabe-se que os túmulos eram santificados por um
estranho magnetismo que ainda nos desafia o entendimento. Nesse
sentido, curioso mencionar que aviadores ingleses já relataram que
aparelhos radiofônicos não funcionam quando os aviões adentram na
atmosfera do vale sagrado.
Cristo
auxiliou esse povo enviando-lhes auxiliares e mensageiros que os
inspiravam para suas realizações, estas que atravessaram os tempos
e provocam, ainda, admiração e respeito. Assim, impulsionados pelas
forças do Alto, sugere-se a construção das grandes pirâmides, que
teriam duas finalidades: representar os mais sagrados templos de
estudo e iniciação e servir como um livro do passado, com as mais
singulares profecias das obscuridades do futuro. As pirâmides causam
admiração da engenharia até hoje, não só pelas toneladas de
pedras e nem pelo esforço para empilha-las, mas também porque elas
revelam extraordinários conhecimentos daqueles espíritos sobre as
verdades da vida. Nas pirâmides, encontram-se roteiros do futuro,
cada medida tem uma simbologia relativa ao sistema cosmogônico do
planeta e sua posição no sistema solar. Nelas encontra-se o
meridiano ideal que através mais continentes e menos oceanos, por
meio do qual se pode calcular a extensão de terras habitáveis pelo
homem, a distancia da Terra até o Sol, a longitude percorrida pelo
globo terrestre sobre a sua órbita em um dia, a precessão dos
equinócios e outras diversas conquistas cientificas que hoje estão
sendo consolidadas pela astronomia.
Após
tais conquistas, os grandes iniciados egípcios retornaram ao plano
espiritual e, com seu regresso ao mundo de Capela, seus conhecimentos
foram desaparecendo. Entretanto, ainda hoje alguns reencarnam na
Terra para o cumprimento de abençoadas missões. Exemplo disso nos
traz o autor Carlos Alberto Brava em sua obra "Chico, Diálogos
e Recordações". Ao longo de quase 50 anos de convívio com o
médium, o autor recebeu várias revelações sobre vidas passadas no
planeta por meio de seu trabalho num grupo de desobsessão que Chico
participava, chamado Grupo Coração Aberto, conforme leremos a
seguir.
Dentre
essas revelações, soube-se que Chico foi Hapshepsut, no Egito,
aproximadamente de 1490 a 1450 a.C., sendo uma farani, feminino de
faraó, que herdou o trono com a morte de seu irmão. Ela suspendeu
os processos bélicos e de expansão territorial do Egito, viveu
quando surgiram as escritas em papiros, sendo muito respeitada e
admirada pelo povo. Era obesa e diabética, desencarnando com
aproximadamente 40 anos, tendo governado o Egito por 22 anos sozinha.
Chico também foi Chams, também no Egito, por volta do ano 800 a.C.,
uma rainha do Egito durante a vigência do império babilônico de
Cemirames. Outros amigos de Chico também viveram naquela época,
como Camilo Chaves, Arnaldo Rocha e Emmanuel, que era sacerdote e
professor de Chams.
Fonte:
Letra Espírita
sexta-feira, 1 de junho de 2018
"MORTE E VIDA ALÉM TUMULO"
Todas
as religiões e todas as filosofias têm tentado explicar a morte;
bem poucas lhe têm conservado o verdadeiro caráter.
O
Cristianismo divinizou-a; seus santos encararam-na nobremente, seus
poetas cantaram-na por uma libertação. Entretanto, os santos do
Catolicismo só viram nela as exonerações da servidão da carne, o
resgate do pecado, e, por isso mesmo, os ritos funerários da
liturgia católica espalham uma espécie de terror sobre essa
peroração, aliás, tão natural, da existência terrestre.
A
morte é simplesmente um segundo nascimento; deixamos o mundo pela
mesma razão por que nele entramos, segundo a ordem da mesma lei.
Algum
tempo antes da morte, um trabalho silencioso se executa. A
desmaterialização já está começada. Poderiam verificá-la por
certos sinais, quantos rodeiam o moribundo, se não estivessem
distraídos pelos fatos externos. A moléstia goza aqui de papel
considerável. Ela acaba em alguns meses, em algumas semanas, em
alguns dias, apenas, o que o lento trabalho da idade havia preparado:
é a obra de “dissolução” de que fala o Apóstolo Paulo. Essa
palavra dissolução é muito significativa: indica nitidamente que o
organismo se desagrega e que o perispírito se “desliga” do resto
da carne em que estava envolvido.
Ninguém
morre só, pela mesma forma que ninguém nasce só. Os invisíveis
que o conheceram, que o amaram, que o assistiram aqui, em nosso orbe,
vêm ajudar o moribundo a desembaraçar-se das últimas cadeias
do cativeiro terrestre.
A
desmaterialização está completa; o perispírito se desprende do
invólucro carnal, que vive ainda algumas horas, talvez, de uma vida
puramente vegetativa. Assim, os estados sucessivos da
personalidade humana desenrolam-se em ordem inversa àquela que
preside ao nascimento.
As
Almas, por instinto infalível, vão para a esfera proporcionada a
seu grau de evolução, à sua faculdade de iluminação, à sua
aptidão atual de perfectibilidade.
As
afinidades fluídicas conduzem-na, qual doce mas imperiosa brisa que
impele um batel, para outras Almas similares, com as quais vai
unir-se em uma espécie de amizade, de parentesco magnético; e
assim, a vida, uma vida verdadeiramente social, mas de grau
superior, reconstitui-se, tal qual outrora na Terra, porque a
Alma humana não poderia renunciar à sua natureza. A estrutura
íntima, sua faculdade de irradiação, lhe impõe a sociedade que
merece.
As
altas missões da Alma jamais cessam. Os Espíritos sublimes, que têm
instituído e melhorado seus semelhantes na Terra, continuam em mundo
superior, em quadro mais vasto, seu apostolado de luz e sua redenção
de amor.
Conforme
dissemos no início destas páginas, é assim que a História
eternamente recomeça e se torna cada vez mais universal. A lei
circulatória que preside ao eterno progresso dos Estados e dos
mundos desenrola-se sem cessar em esferas e mundos cada vez mais
engrandecidos; tudo recomeça no Alto, em virtude da mesma lei que
faz tudo evolver no plano inferior. Todo o segredo do Universo aí
está.
Autor:
Léon Denis
Livro:
O Grande Enigma
quinta-feira, 31 de maio de 2018
“O SIGNIFICADO DO CORPUS CHRISTI PARA O ESPIRITISMO” DIVALDO FRANCO EXPLICA"
Para
o espiritismo que não crê na ressurreição, mas sim na
reencarnação em um novo corpo para um novo aprendizado do espírito,
a representação desta data, pode ser associada além de seu sentido
apenas religioso.De
acordo com os princípios da Doutrina Espírita como pode ser
interpretada a aparição de Jesus em após sua morte? Este fenômeno
representa a confirmação da sobrevivência além da matéria,
transcendendo as barreiras físicas.Este
episódio marcante, da materialização de Jesus aos discípulos
revela ainda a possibilidade de comunicação entre encarnados e
desencarnados, que segundo os ensinamentos da Doutrina Espírita é
perfeitamente possível, uma prova de que a vida continua além do
túmulo.Além
da crença na verdadeira realidade da vida, que é a espiritual,
podemos ressaltar nesta data a importância da mensagem de Jesus, que
com seus exemplos de amor deixou ensinamentos eternos, capazes de
transformar moralmente o ser humano. Portanto essa pode ser uma
excelente ocasião para deixarmos renascer dentro de nós a paz do
Cristo!
BLOG
MUNDO MAIOR Fonte: Chico de
Minas Xaxier
quarta-feira, 30 de maio de 2018
“QUAIS OS SINTOMAS DA MEDIUNIDADE?”
A
mediunidade é faculdade inerente a todos os seres humanos, que um
dia se apresentará ostensiva mais do que ocorre no presente momento
histórico.
À medida que se aprimoram os sentidos sensoriais,
favorecendo com mais amplo cabedal de apreensão do mundo objetivo,
amplia-se a embrionária percepção extrafísica, ensejando o
surgimento natural da mediunidade.
Não poucas vezes, é detectada por características especiais que podem ser confundidas com síndromes de algumas psicopatologias que, no passado, eram utilizadas para combater a sua existência.
Não obstante, graças aos notáveis esforços e estudos de Allan Kardec, bem como de uma plêiade de investigadores dos fenômenos paranormais, a mediunidade vem podendo ser observada e perfeitamente aceita com respeito, face aos abençoados contributos que faculta ao pensamento e ao comportamento moral, social e espiritual das criaturas.
Sutis ou vigorosos, alguns desses sintomas permanecem em determinadas ocasiões gerando mal-estar e dissabor, inquietação e transtorno depressivo, enquanto que, em outros momentos, surgem em forma de exaltação da personalidade, sensações desagradáveis no organismo, ou antipatias injustificáveis, animosidades mal disfarçadas, decorrência da assistência espiritual de que se é objeto.
Muitas enfermidades de diagnose difícil, pela variedade da sintomatologia, têm suas raízes em distúrbios da mediunidade de prova, isto é, aquela que se manifesta com a finalidade de convidar o Espírito a resgates aflitivos de comportamentos perversos ou doentios mantidos em existências passadas.
Por exemplo, na área física: dores no corpo, sem causa orgânica; cefalalgia periódica, sem razão biológica; problemas do sono - insônia, pesadelos, pavores noturnos com sudorese -; taquicardias, sem motivo justo; colapso periférico sem nenhuma disfunção circulatória, constituindo todos eles ou apenas alguns, perturbações defluentes de mediunidade em surgimento e com sintonia desequilibrada.
No comportamento psicológico, ainda apresentam-se: ansiedade, fobias variadas, perturbações emocionais, inquietação íntima, pessimismo, desconfianças generalizadas, sensações de presenças imateriais - sombras e vultos, vozes e toques - que surgem inesperadamente, tanto quanto desaparecem sem qualquer medicação, representando distúrbios mediúnicos inconscientes, que decorrem da captação de ondas mentais e vibrações que sincronizam com o perispírito do enfermo, procedentes de Entidades sofredoras ou vingadoras, atraídas pela necessidade de refazimento dos conflitos em que ambos - encarnado e desencarnado - se viram envolvidos.
Esses sintomas, geralmente pertencentes ao capítulo das obsessões simples, revelam presença de faculdade mediúnica em desdobramento, requerendo os cuidados pertinentes à sua educação e prática.
Nem todos os indivíduos, no entanto, que se apresentam com sintomas de tal porte, necessitam de exercer a faculdade de que são portadores. Após a conveniente terapia que é ensejada pelo estudo do Espiritismo e pela transformação moral do paciente, que se fazem indispensáveis ao equilíbrio pessoal, recuperam a harmonia física, emocional e psíquica, prosseguindo, no entanto, com outra visão da vida e diferente comportamento, para que não lhe aconteça nada pior, conforme elucidava Jesus após o atendimento e a recuperação daqueles que O buscavam e tinham o quadro de sofrimentos revertido.
Grande número, porém, de portadores de mediunidade, tem compromisso com a tarefa específica, que lhe exige conhecimento, exercício, abnegação, sentimento de amor e caridade, a fim de atrair os Espíritos Nobres, que se encarregarão de auxiliar a cada um na desincumbência do mister iluminativo.
Trabalhadores da última hora, novos profetas, transformando-se nos modernos obreiros do Senhor, estão comprometidos com o programa espiritual da modificação pessoal, assim como da sociedade, com vistas à Era do Espírito imortal que já se encontra com os seus alicerces fincados na consciência terrestre.
Quando, porém, os distúrbios permanecerem durante o tratamento espiritual, convém que seja levada em conta a psicoterapia consciente, através de especialistas próprios, com o fim de auxiliar o paciente-médium a realizar o autodescobrimento, liberando-se de conflitos e complexos perturbadores, que são decorrentes das experiências infelizes de ontem como de hoje.
O esforço pelo aprimoramento interior aliado à prática do bem, abre os espaços mentais à renovação psíquica, que se enriquece de valores otimistas e positivos que se encontram no bojo do Espiritismo, favorecendo a criatura humana com alegria de viver e de servir, ao tempo que a mesma adquire segurança pessoal e confiança irrestrita em Deus, avançando sem qualquer impedimento no rumo da própria harmonia.
Naturalmente, enquanto se está encarnado, o processo de crescimento espiritual ocorre por meio dos fatores que constituem a argamassa celular, sempre passível de enfermidades, de desconsertos, de problemas que fazem parte da psicosfera terrestre, face à condição evolutiva de cada qual.
A mediunidade, porém, exercida nobremente se torna uma bandeira cristã e humanitária, conduzindo mentes e corações ao porto de segurança e de paz.
A mediunidade, portanto, não é um transtorno do organismo. O seu desconhecimento, a falta de atendimento aos seus impositivos, geram distúrbios que podem ser evitados ou, quando se apresentam, receberem a conveniente orientação para que sejam corrigidos.
Tratando-se de uma faculdade que permite o intercâmbio entre os dois mundos - o físico e o ritual'>espiritual - proporciona a captação de energias cujo teor vibratório corresponde à qualidade moral daqueles que as emitem, assim como daqueloutros que as captam e as transformam em mensagens significativas.
Nesse capítulo, não poucas enfermidades se originam desse intercâmbio, quando procedem as vibrações de Entidades doentias ou perversas, que perturbam o sistema nervoso dos médiuns incipientes, produzindo distúrbios no sistema glandular e até mesmo afetando o imunológico, facultando campo para a instalação de bactérias e vírus destrutivos.
A correta educação das forças mediúnicas proporciona equilíbrio emocional e fisiológico, ensejando saúde integral ao seu portador.
É óbvio que não impedirá a manifestação dos fenômenos decorrentes da Lei de Causa e Efeito, de que necessita o Espírito no seu processo evolutivo, mas facultará a tranqüila condução dos mesmos sem danos para a existência, que prosseguirá em clima de harmonia e saudável, embora os acontecimentos impostos pela necessidade da evolução pessoal.
Cuidadosamente atendida, a mediunidade proporciona bem-estar físico e emocional, contribuindo para maior captação de energias revigorantes, que alçam a mente a regiões felizes e nobres, de onde se podem haurir conhecimentos e sentimentos inabituais, que aformoseiam o Espírito e o enriquecem de beleza e de paz.
Superados, portanto, os sintomas de apresentação da mediunidade, surgem as responsabilidades diante dos novos deveres que irão constituir o clima psíquico ditoso do indivíduo que, compreendendo a magnitude da ocorrência, crescerá interiormente no rumo do Bem e de Deus.
(Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco, no dia 10 de julho de 2000, em Paramirim, Bahia).
(Jornal Mundo Espírita de Março de 2001)
Não poucas vezes, é detectada por características especiais que podem ser confundidas com síndromes de algumas psicopatologias que, no passado, eram utilizadas para combater a sua existência.
Não obstante, graças aos notáveis esforços e estudos de Allan Kardec, bem como de uma plêiade de investigadores dos fenômenos paranormais, a mediunidade vem podendo ser observada e perfeitamente aceita com respeito, face aos abençoados contributos que faculta ao pensamento e ao comportamento moral, social e espiritual das criaturas.
Sutis ou vigorosos, alguns desses sintomas permanecem em determinadas ocasiões gerando mal-estar e dissabor, inquietação e transtorno depressivo, enquanto que, em outros momentos, surgem em forma de exaltação da personalidade, sensações desagradáveis no organismo, ou antipatias injustificáveis, animosidades mal disfarçadas, decorrência da assistência espiritual de que se é objeto.
Muitas enfermidades de diagnose difícil, pela variedade da sintomatologia, têm suas raízes em distúrbios da mediunidade de prova, isto é, aquela que se manifesta com a finalidade de convidar o Espírito a resgates aflitivos de comportamentos perversos ou doentios mantidos em existências passadas.
Por exemplo, na área física: dores no corpo, sem causa orgânica; cefalalgia periódica, sem razão biológica; problemas do sono - insônia, pesadelos, pavores noturnos com sudorese -; taquicardias, sem motivo justo; colapso periférico sem nenhuma disfunção circulatória, constituindo todos eles ou apenas alguns, perturbações defluentes de mediunidade em surgimento e com sintonia desequilibrada.
No comportamento psicológico, ainda apresentam-se: ansiedade, fobias variadas, perturbações emocionais, inquietação íntima, pessimismo, desconfianças generalizadas, sensações de presenças imateriais - sombras e vultos, vozes e toques - que surgem inesperadamente, tanto quanto desaparecem sem qualquer medicação, representando distúrbios mediúnicos inconscientes, que decorrem da captação de ondas mentais e vibrações que sincronizam com o perispírito do enfermo, procedentes de Entidades sofredoras ou vingadoras, atraídas pela necessidade de refazimento dos conflitos em que ambos - encarnado e desencarnado - se viram envolvidos.
Esses sintomas, geralmente pertencentes ao capítulo das obsessões simples, revelam presença de faculdade mediúnica em desdobramento, requerendo os cuidados pertinentes à sua educação e prática.
Nem todos os indivíduos, no entanto, que se apresentam com sintomas de tal porte, necessitam de exercer a faculdade de que são portadores. Após a conveniente terapia que é ensejada pelo estudo do Espiritismo e pela transformação moral do paciente, que se fazem indispensáveis ao equilíbrio pessoal, recuperam a harmonia física, emocional e psíquica, prosseguindo, no entanto, com outra visão da vida e diferente comportamento, para que não lhe aconteça nada pior, conforme elucidava Jesus após o atendimento e a recuperação daqueles que O buscavam e tinham o quadro de sofrimentos revertido.
Grande número, porém, de portadores de mediunidade, tem compromisso com a tarefa específica, que lhe exige conhecimento, exercício, abnegação, sentimento de amor e caridade, a fim de atrair os Espíritos Nobres, que se encarregarão de auxiliar a cada um na desincumbência do mister iluminativo.
Trabalhadores da última hora, novos profetas, transformando-se nos modernos obreiros do Senhor, estão comprometidos com o programa espiritual da modificação pessoal, assim como da sociedade, com vistas à Era do Espírito imortal que já se encontra com os seus alicerces fincados na consciência terrestre.
Quando, porém, os distúrbios permanecerem durante o tratamento espiritual, convém que seja levada em conta a psicoterapia consciente, através de especialistas próprios, com o fim de auxiliar o paciente-médium a realizar o autodescobrimento, liberando-se de conflitos e complexos perturbadores, que são decorrentes das experiências infelizes de ontem como de hoje.
O esforço pelo aprimoramento interior aliado à prática do bem, abre os espaços mentais à renovação psíquica, que se enriquece de valores otimistas e positivos que se encontram no bojo do Espiritismo, favorecendo a criatura humana com alegria de viver e de servir, ao tempo que a mesma adquire segurança pessoal e confiança irrestrita em Deus, avançando sem qualquer impedimento no rumo da própria harmonia.
Naturalmente, enquanto se está encarnado, o processo de crescimento espiritual ocorre por meio dos fatores que constituem a argamassa celular, sempre passível de enfermidades, de desconsertos, de problemas que fazem parte da psicosfera terrestre, face à condição evolutiva de cada qual.
A mediunidade, porém, exercida nobremente se torna uma bandeira cristã e humanitária, conduzindo mentes e corações ao porto de segurança e de paz.
A mediunidade, portanto, não é um transtorno do organismo. O seu desconhecimento, a falta de atendimento aos seus impositivos, geram distúrbios que podem ser evitados ou, quando se apresentam, receberem a conveniente orientação para que sejam corrigidos.
Tratando-se de uma faculdade que permite o intercâmbio entre os dois mundos - o físico e o ritual'>espiritual - proporciona a captação de energias cujo teor vibratório corresponde à qualidade moral daqueles que as emitem, assim como daqueloutros que as captam e as transformam em mensagens significativas.
Nesse capítulo, não poucas enfermidades se originam desse intercâmbio, quando procedem as vibrações de Entidades doentias ou perversas, que perturbam o sistema nervoso dos médiuns incipientes, produzindo distúrbios no sistema glandular e até mesmo afetando o imunológico, facultando campo para a instalação de bactérias e vírus destrutivos.
A correta educação das forças mediúnicas proporciona equilíbrio emocional e fisiológico, ensejando saúde integral ao seu portador.
É óbvio que não impedirá a manifestação dos fenômenos decorrentes da Lei de Causa e Efeito, de que necessita o Espírito no seu processo evolutivo, mas facultará a tranqüila condução dos mesmos sem danos para a existência, que prosseguirá em clima de harmonia e saudável, embora os acontecimentos impostos pela necessidade da evolução pessoal.
Cuidadosamente atendida, a mediunidade proporciona bem-estar físico e emocional, contribuindo para maior captação de energias revigorantes, que alçam a mente a regiões felizes e nobres, de onde se podem haurir conhecimentos e sentimentos inabituais, que aformoseiam o Espírito e o enriquecem de beleza e de paz.
Superados, portanto, os sintomas de apresentação da mediunidade, surgem as responsabilidades diante dos novos deveres que irão constituir o clima psíquico ditoso do indivíduo que, compreendendo a magnitude da ocorrência, crescerá interiormente no rumo do Bem e de Deus.
(Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco, no dia 10 de julho de 2000, em Paramirim, Bahia).
(Jornal Mundo Espírita de Março de 2001)
"OS MECANISMOS DA CURA ESPIRITUAL ! ENTENDA COMO FUNCIONA..."
A
mediunidade de cura oferece ao médium a possibilidade de curar um
ser doente, buscando fluidos em fontes energéticas da natureza. Mas
será que doenças cármicas também podem ser curadas
espiritualmente? A mediunidade de cura é a capacidade possuída por
certos médiuns de curarem moléstias por si mesmos, provocando
reações reparadoras de tecidos e órgãos do corpohumano,
inclusive as oriundas de influenciação espiritual. Assim como
existem médiuns que emitem fluidos próprios para a produção de
efeitos físicos concretos (ectoplasmia), temos igualmente os médiuns
que emitem fluidos que operam todas as reparações acima
referidas.
Na essência, o fluido é sempre o mesmo, uma substância cósmica fundamental. Mas suas propriedades e efeitos variam imensamente, conforme a natureza da fonte geradora imediata, da vibração específica e, em muitos casos (como este de cura, por exemplo), do sentimento que precedeu o ato da emissão.
A diferença entre os dois fenômenos é que no primeiro caso (ectoplasmia), o fluido é pesado, denso, próprio para elaboração de formas ou produção de efeitos objetivos por condensação, ao passo q~e no segundo (curas), ele é sutilizado, radiante, próprio para alterar condições vibratórias já existentes.
MÉDIUM CURADOR
Além do magnetismo próprio, o médium curador goza da aptidão de captar esses fluidos leves e benignos nas fontes energéticas da natureza, irradiando-os em seguida sobre o doente, revigorando órgãos, normalizando funções, destruindo placas e quistos fluídicos produzidos tanto por auto-obsessão como por influenciação direta.
O médium se coloca em contato com essas fontes ao orar é Se concentrar, animado pelo desejo de fazer uma caridade evangélica. Como a lei do amor é a que preside todos os atos da vida espiritual superior, ele se coloca em condições de vibrar em consonância com todas as atividades universais da criação, encadeando forças de alto poder construtivo que vertem sobre ele e se transferem a.o doente. Por sua vez, este se colocou na mesma sintonia vibratória por meio da fé ou da esperança.
Os fluidos radiantes interpenetram o corpo físico, atingem o campo da vida celular, bombardeiam os átomos, elevam-lhes a vibração íntima e injetam nas células uma vitalidade mais intensa. Em conseqüência, acelera as trocas (assimilação, eliminação), resultando em uma alteração benéfica que repara lesões ou equilibra funções no corpo físico.
Nas operações cirúrgicas feitas diretamente no corpo físico, os espíritos operadores incorporam no próprio médium que dispõe desta faculdade. Este, como autômato, opera o paciente com os mesmos instrumentos da cirurgia terrena, porém sem anestesia e dispensando qualquer precaução de assepsia. Em certos casos, embora raros, o espírito incorporado logra o mesmo resultado cirúrgico utilizando objetos de uso doméstico (facas, tesouras, garfos ou estiletes comuns) como instrumentos operatórios, igualmente sem quaisquer cuidados anti-sépticos.
O cirurgião invisível incorporado no médium corta as carnes do paciente, extirpa excrescências mórbidas, drena tumores, desata atrofias, desimpede a circulação obstruída, reduz estenoses ou elimina órgãos irrecuperáveis. Semelhantes intervenções, além de seu absoluto êxito, são realizadas em um espaço de tempo exíguo, muito acima da capacidade do mais abalizado cirurgião do mundo físico. Em tais casos, os médicos desencarnados fazem seus diagnósticos rapidamente, com absoluta exatidão e sem necessidade de chapas radiográficas, eletrocardiogramas, hemogramas, encefalogramas ou quaisquer outras pesquisas de laboratório.
Nessas operações mediúnicas processadas diretamente na carne, os pacientes operados tanto podem apresentar cicatrizes ou estigmas operatórios como ficarem livres de instrumentos da cirurgia terrena. Normalmente são espíritos experimentados, que ajudam no diagnóstico e na intervenção cirúrgica quaisquer sinais cirúrgicos. Em seguida à operação, eles se erguem lépidos e sem qualquer embaraço ou dor, manifestando-se surpreendidos por seu alívio inesperado e a eliminação súbita de seus males.
Quando opera incorporado no médium, o espírito sempre é auxiliado por companheiros experimentados na mesma tarefa, que cooperam e ajudam no controle da intervenção cirúrgica, no diagnóstico seguro e rápido e no exame antecipado das anomalias dos enfermos a serem operados. Entidades experimentadas na ciência química transcendental preparam os fluidos anestesiantes e cicatrizantes, transferindo-os depois do mundo oculto para o cenário físico através da materialização na forma líquida ou gasosa, conforme seja necessário.
CIRURGIAS À DISTÂNCIA
Embora o êxito das operações mediúnicas dependa especialmente do ectoplasma a ser fornecido por um médium de efeitos físicos e controlado pelos espíritos de médicos desencarnados, há circunstâncias em que, devido ao teor sadio dos próprios fluidos do enfermo, as operações produzem resultados miraculosos no corpo físico, apesar de processadas somente no perispírito.
O processo de "refluidificação", com o aproveitamento dos fluidos do próprio doente, lembra algo do recurso de cura adotado na hemoterapia praticada pela medicina terrena, na qual o médico incentiva o energismo da pessoa debilitada extraindo-lhe algum sangue e, em seguida, injetando-o novamente nela, em um processo que acelera a dinâmica do sistema circulatório.
No entanto, mesmo que se tratem de operações mediúnicas feitas diretamente na carne do paciente ou mediante fluidos irradiados à distância pelas pessoas de magnetismo terapêutica, o sucesso operatório exige sempre a interferência de espíritos desencarnados, técnicos e operadores, que submetem os fluidos irradiados pelos "vivos" a um avançado processo de química transcendental nos laboratórios do lado espiritual.
E quais são as diferenças entre as cirurgias realizadas com a presença do paciente e as realizadas à distância? No primeiro caso, os técnicos desencarnados utilizam o ectoplasma do médium de efeitos físicos e também os fluidos nervosos emitidos pelas pessoas presentes. Esta aglutinação polarizada sobre o enfermo presente possibilita resultados mais eficientes e imediatos. No segundo caso, os espíritos operadores procuram reunir e projetar sobre o doente os fluidos magnéticos obtidos pelas pessoas que se encontram reunidas à distância, no centro espírita.
Porém como se tratam de fluidos bem mais fracos do que os fornecidos pelo médium de fenômenos físicos, eles são submetidos a um tratamento químico especial pelos operadores invisíveis, a fim de se obterem resultados positivos. Mesmo assim, os fluidos transmitidos à distância servem apenas para as intervenções de pouco vulto, pois, sendo fluidos heterogêneos, exigem a "purificação" à qual nos referimos.
Existem alguns fatores que impedem as cirurgias à distância de serem tão eficazes e seguras como as intervenções diretas. Para muitos desses voluntários doadores de fluidos, faltam a vontade disciplinada e a vibração emotiva fervorosa, que potencializam as energias espirituais. Além disso, alguns deles não gozam de boa saúde, fumam em demasia, ingerem bebidas alcoólicas em excesso ou abusam de alimentação carnívora. Aliás, nos dias destinados a esses trabalhos espirituais, os médiuns deveriam se submeter a uma alimentação sóbria, já que, depois de uma refeição por vezes indigesta, o indivíduo não tem disposição para tomar parte em uma tarefa que exige concentração mental segura.
DIFICULDADES PARA OS ESPÍRITOS CURADORES
Durante o tratamento fluídico operado à distância, a cura depende muito das condições psíquicas em que os doentes forem encontrados durante a recepção dos fluidos. Os espíritos terapeutas enfrentam sérias dificuldades no serviço de socorro aos pacientes cujos nomes estão inscritos nas listas dos centros espíritas, pois além das dificuldades técnicas resultantes de certo desequilíbrio mental do ambiente onde eles atuam/ outros empecilhos os aguardam, em virtude do estado psíquico dos próprios doentes.
Às vezes, o enfermo tem a mente saturada de fluidos sombrios, em face de conversas maledicentes, intrigas, calúnias e fofocas. Em outros casos, lá está ele em excitação nervosa por causa de alguma violenta discussão política ou desportiva, bem como é encontrado envolto na fumarada intoxicante do cigarro ou na bebericagem de um alcoólatra. Outras vezes, os fluidos irradiados das sessões espíritas penetram nos lares enfermos, mas encontram o ambiente carregado de fluidos agressivos, provenientes de discussões ocorridas entre seus familiares. É evidente que os desencarnados têm pouco êxito em sua tarefa abnegada de socorrerem os enfermos quando estes vibram recalques de ódio, vingança, luxúria, cobiça ou quaisquer outros sentimentos negativos.
CIRURGIAS DURANTE O SONO
As operações cirúrgicas realizadas no perispírito durante o sono só atingem a causa mórbida no tecido etérico deste, porém, depois de algum tempo, começam a desaparecer seus efeitos mórbidos na carne, pelo mesmo fenômeno de repercussão vibratória. Neste caso, como os enfermos operados ignoram o que lhes aconteceu durante o sono ou mesmo em momento de vigília e repouso, opõem dúvidas quanto a essa possibilidade.
Uma vez que esses doentes, tendo sido operados no perispírito, não comprovam de imediato qualquer alteração benéfica em seu corpo físico, geralmente supõem terem sido vítimas de uma fraude ou um completo fracasso quanto à intervenção feita. Acontece que a transferência reflexa das reações produzidas por essas operações se processa muito lentamente, levando semanas ou até meses para manifestarem seus efeitos benéficos no organismo. Além disso, há casos em que o enfermo recebe assistência de seus guias espirituais devido à circunstância de emergência, que não altera o determinismo de seu resgate cármico.
Toda cura se dá pela ação fluídica, já que o espírito age através dos fluidos. Tanto o perispírito como o corpo físico são de natureza fluídica, embora em diferentes estados, havendo relação entre eles. O agente da cura pode ser encarnado ou desencarnado e nela podem ser utilizados ou não processos como passes, água fluidificada e outros, além da intervenção no perispírito ou no corpo. Na cura por efeitos físicos, a alteração orgânica no corpo físico é imediatamente visível ou passível de constatação pelos sentidos ou aparelhamentos materiais.
Na ação fluídica sobre o perispírito, a cura será avaliada depois, pelos efeitos posteriores no corpo físico. Agindo através dos centros anímicos, órgãos de ligação com o perispírito, atinge-se este, que também se beneficia ao se purificar pela aceleração vibratória, tornando-se, assim, incompatível com as de mais baixo padrão.
É desta forma que se operam as curas de perturbações espirituais, na parte que se refere ao perturbado propriamente dito. Sabemos que a maior parte das moléstias de fundo grave e permanente não podem ser curadas porque representam resgates cármicos em desenvolvimento, salvo quando há permissão do Alto para curá-las. Entretanto, há benefícios para o doente em todos os casos, porque se conseguirá, no mínimo, uma atenuação do sofrimento.
A CURA NA MÃO DE TODOS
A faculdade de curar pela influência fluídica é muito comum e pode se desenvolver por exercício. Todos nós, estando saudáveis e equilibrados, podemos beneficiar os doentes com passes, irradiações, água fluidificada etc. Aprendendo e exercitando, desenvolvemos nosso potencial de ação sobre os fluídos.
O poder curativo está na razão direta da pureza dos fluidos produzidos, como qualidades morais ou pureza de intenções, da energia da vontade, quando o desejo ardente de ajudar provoca maior força de penetração, e da ação do pensamento, dirigindo os fluidos em sua aplicação.
A mediunidade de cura, porém, é bem mais rara, espontânea e se caracteriza pela energia e instantaneidade da ação. O médium de cura age pelo simples contato, pela imposição das mãos, pelo olhar, por um gesto, mesmo sem o uso de qualquer medicamento. No evangelho, existem numerosos relatos onde Jesus ou seus seguidores curam por ação fluídica, alguns deles examinados por Allan Kardec no livro A Gênese, capítulo XV.
CONDIÇÕES FUNDAMENTAIS PARA A CURA
É lícito buscar a cura, mas não se pode exigi-Ia, pois ela dependerá da atração e fixação dos fluidos curadores por parte daqueles que devem recebê-los. A cura se processa conforme nossa fé, merecimento ou necessidade. Quando uma pessoa tem merecimento, sua existência precisa continuar ou as tarefas a seu cargo exigem boa saúde, a cura poderá ocorrer em qualquer tempo e lugar, até mesmo sem intermediários (aparentemente, porque ajuda espiritual sempre haverá). No entanto, às vezes, o bem do doente está em continuar sofrendo aquela dor ou limitação, que o reajusta e equilibra espiritualmente, o que nos faz pensar que nossa prece não foi ouvida.
Para tanto, vejamos o que diz Emmanuel no livro Seara dos Médiuns, no capítulo "Oração e Cura": "Lembremo-nos de que lesões e chagas, frustrações e defeitos em nossa forma externa são remédios da alma que nós mesmos pedimos à farmácia de Deus. A cura só se dará em caráter duradouro se corrigirmos nossas atuais condições materiais e espirituais. A verdadeira saúde e equilíbrio vêm da paz que em espírito soubermos manter onde, quando, como e com quem estivermos. Empenhemo-nos em curar males físicos, se possível, mas lembremos que o Espiritismo cura sobretudo as moléstias morais".
De uma maneira primorosa, Allan Kardec nos situa sobre o assunto: "A cura se opera mediante a substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã. O poder curativo está, pois, na razão direta da pureza da substância inoculada, mas depende também da energia da vontade, que, quanto maior for, mais abundante emissão fluídica provocará e tanto maior força de penetração dará ao fluido. Depende ainda das intenções daquele que deseje realizar a cura, seja homem ou espírito".
Daí então se depreende que são quatro as condições fundamentais das quais depende o êxito da cura: o poder curativo do fluido magnético animalizado do próprio médium, a vontade do médium na doação de sua força, a influenciação dos espíritos para dirigir e aumentar a força do homem e as intenções, méritos e fé daquele que deseja se curar.
Na essência, o fluido é sempre o mesmo, uma substância cósmica fundamental. Mas suas propriedades e efeitos variam imensamente, conforme a natureza da fonte geradora imediata, da vibração específica e, em muitos casos (como este de cura, por exemplo), do sentimento que precedeu o ato da emissão.
A diferença entre os dois fenômenos é que no primeiro caso (ectoplasmia), o fluido é pesado, denso, próprio para elaboração de formas ou produção de efeitos objetivos por condensação, ao passo q~e no segundo (curas), ele é sutilizado, radiante, próprio para alterar condições vibratórias já existentes.
MÉDIUM CURADOR
Além do magnetismo próprio, o médium curador goza da aptidão de captar esses fluidos leves e benignos nas fontes energéticas da natureza, irradiando-os em seguida sobre o doente, revigorando órgãos, normalizando funções, destruindo placas e quistos fluídicos produzidos tanto por auto-obsessão como por influenciação direta.
O médium se coloca em contato com essas fontes ao orar é Se concentrar, animado pelo desejo de fazer uma caridade evangélica. Como a lei do amor é a que preside todos os atos da vida espiritual superior, ele se coloca em condições de vibrar em consonância com todas as atividades universais da criação, encadeando forças de alto poder construtivo que vertem sobre ele e se transferem a.o doente. Por sua vez, este se colocou na mesma sintonia vibratória por meio da fé ou da esperança.
Os fluidos radiantes interpenetram o corpo físico, atingem o campo da vida celular, bombardeiam os átomos, elevam-lhes a vibração íntima e injetam nas células uma vitalidade mais intensa. Em conseqüência, acelera as trocas (assimilação, eliminação), resultando em uma alteração benéfica que repara lesões ou equilibra funções no corpo físico.
Nas operações cirúrgicas feitas diretamente no corpo físico, os espíritos operadores incorporam no próprio médium que dispõe desta faculdade. Este, como autômato, opera o paciente com os mesmos instrumentos da cirurgia terrena, porém sem anestesia e dispensando qualquer precaução de assepsia. Em certos casos, embora raros, o espírito incorporado logra o mesmo resultado cirúrgico utilizando objetos de uso doméstico (facas, tesouras, garfos ou estiletes comuns) como instrumentos operatórios, igualmente sem quaisquer cuidados anti-sépticos.
O cirurgião invisível incorporado no médium corta as carnes do paciente, extirpa excrescências mórbidas, drena tumores, desata atrofias, desimpede a circulação obstruída, reduz estenoses ou elimina órgãos irrecuperáveis. Semelhantes intervenções, além de seu absoluto êxito, são realizadas em um espaço de tempo exíguo, muito acima da capacidade do mais abalizado cirurgião do mundo físico. Em tais casos, os médicos desencarnados fazem seus diagnósticos rapidamente, com absoluta exatidão e sem necessidade de chapas radiográficas, eletrocardiogramas, hemogramas, encefalogramas ou quaisquer outras pesquisas de laboratório.
Nessas operações mediúnicas processadas diretamente na carne, os pacientes operados tanto podem apresentar cicatrizes ou estigmas operatórios como ficarem livres de instrumentos da cirurgia terrena. Normalmente são espíritos experimentados, que ajudam no diagnóstico e na intervenção cirúrgica quaisquer sinais cirúrgicos. Em seguida à operação, eles se erguem lépidos e sem qualquer embaraço ou dor, manifestando-se surpreendidos por seu alívio inesperado e a eliminação súbita de seus males.
Quando opera incorporado no médium, o espírito sempre é auxiliado por companheiros experimentados na mesma tarefa, que cooperam e ajudam no controle da intervenção cirúrgica, no diagnóstico seguro e rápido e no exame antecipado das anomalias dos enfermos a serem operados. Entidades experimentadas na ciência química transcendental preparam os fluidos anestesiantes e cicatrizantes, transferindo-os depois do mundo oculto para o cenário físico através da materialização na forma líquida ou gasosa, conforme seja necessário.
CIRURGIAS À DISTÂNCIA
Embora o êxito das operações mediúnicas dependa especialmente do ectoplasma a ser fornecido por um médium de efeitos físicos e controlado pelos espíritos de médicos desencarnados, há circunstâncias em que, devido ao teor sadio dos próprios fluidos do enfermo, as operações produzem resultados miraculosos no corpo físico, apesar de processadas somente no perispírito.
O processo de "refluidificação", com o aproveitamento dos fluidos do próprio doente, lembra algo do recurso de cura adotado na hemoterapia praticada pela medicina terrena, na qual o médico incentiva o energismo da pessoa debilitada extraindo-lhe algum sangue e, em seguida, injetando-o novamente nela, em um processo que acelera a dinâmica do sistema circulatório.
No entanto, mesmo que se tratem de operações mediúnicas feitas diretamente na carne do paciente ou mediante fluidos irradiados à distância pelas pessoas de magnetismo terapêutica, o sucesso operatório exige sempre a interferência de espíritos desencarnados, técnicos e operadores, que submetem os fluidos irradiados pelos "vivos" a um avançado processo de química transcendental nos laboratórios do lado espiritual.
E quais são as diferenças entre as cirurgias realizadas com a presença do paciente e as realizadas à distância? No primeiro caso, os técnicos desencarnados utilizam o ectoplasma do médium de efeitos físicos e também os fluidos nervosos emitidos pelas pessoas presentes. Esta aglutinação polarizada sobre o enfermo presente possibilita resultados mais eficientes e imediatos. No segundo caso, os espíritos operadores procuram reunir e projetar sobre o doente os fluidos magnéticos obtidos pelas pessoas que se encontram reunidas à distância, no centro espírita.
Porém como se tratam de fluidos bem mais fracos do que os fornecidos pelo médium de fenômenos físicos, eles são submetidos a um tratamento químico especial pelos operadores invisíveis, a fim de se obterem resultados positivos. Mesmo assim, os fluidos transmitidos à distância servem apenas para as intervenções de pouco vulto, pois, sendo fluidos heterogêneos, exigem a "purificação" à qual nos referimos.
Existem alguns fatores que impedem as cirurgias à distância de serem tão eficazes e seguras como as intervenções diretas. Para muitos desses voluntários doadores de fluidos, faltam a vontade disciplinada e a vibração emotiva fervorosa, que potencializam as energias espirituais. Além disso, alguns deles não gozam de boa saúde, fumam em demasia, ingerem bebidas alcoólicas em excesso ou abusam de alimentação carnívora. Aliás, nos dias destinados a esses trabalhos espirituais, os médiuns deveriam se submeter a uma alimentação sóbria, já que, depois de uma refeição por vezes indigesta, o indivíduo não tem disposição para tomar parte em uma tarefa que exige concentração mental segura.
DIFICULDADES PARA OS ESPÍRITOS CURADORES
Durante o tratamento fluídico operado à distância, a cura depende muito das condições psíquicas em que os doentes forem encontrados durante a recepção dos fluidos. Os espíritos terapeutas enfrentam sérias dificuldades no serviço de socorro aos pacientes cujos nomes estão inscritos nas listas dos centros espíritas, pois além das dificuldades técnicas resultantes de certo desequilíbrio mental do ambiente onde eles atuam/ outros empecilhos os aguardam, em virtude do estado psíquico dos próprios doentes.
Às vezes, o enfermo tem a mente saturada de fluidos sombrios, em face de conversas maledicentes, intrigas, calúnias e fofocas. Em outros casos, lá está ele em excitação nervosa por causa de alguma violenta discussão política ou desportiva, bem como é encontrado envolto na fumarada intoxicante do cigarro ou na bebericagem de um alcoólatra. Outras vezes, os fluidos irradiados das sessões espíritas penetram nos lares enfermos, mas encontram o ambiente carregado de fluidos agressivos, provenientes de discussões ocorridas entre seus familiares. É evidente que os desencarnados têm pouco êxito em sua tarefa abnegada de socorrerem os enfermos quando estes vibram recalques de ódio, vingança, luxúria, cobiça ou quaisquer outros sentimentos negativos.
CIRURGIAS DURANTE O SONO
As operações cirúrgicas realizadas no perispírito durante o sono só atingem a causa mórbida no tecido etérico deste, porém, depois de algum tempo, começam a desaparecer seus efeitos mórbidos na carne, pelo mesmo fenômeno de repercussão vibratória. Neste caso, como os enfermos operados ignoram o que lhes aconteceu durante o sono ou mesmo em momento de vigília e repouso, opõem dúvidas quanto a essa possibilidade.
Uma vez que esses doentes, tendo sido operados no perispírito, não comprovam de imediato qualquer alteração benéfica em seu corpo físico, geralmente supõem terem sido vítimas de uma fraude ou um completo fracasso quanto à intervenção feita. Acontece que a transferência reflexa das reações produzidas por essas operações se processa muito lentamente, levando semanas ou até meses para manifestarem seus efeitos benéficos no organismo. Além disso, há casos em que o enfermo recebe assistência de seus guias espirituais devido à circunstância de emergência, que não altera o determinismo de seu resgate cármico.
Toda cura se dá pela ação fluídica, já que o espírito age através dos fluidos. Tanto o perispírito como o corpo físico são de natureza fluídica, embora em diferentes estados, havendo relação entre eles. O agente da cura pode ser encarnado ou desencarnado e nela podem ser utilizados ou não processos como passes, água fluidificada e outros, além da intervenção no perispírito ou no corpo. Na cura por efeitos físicos, a alteração orgânica no corpo físico é imediatamente visível ou passível de constatação pelos sentidos ou aparelhamentos materiais.
Na ação fluídica sobre o perispírito, a cura será avaliada depois, pelos efeitos posteriores no corpo físico. Agindo através dos centros anímicos, órgãos de ligação com o perispírito, atinge-se este, que também se beneficia ao se purificar pela aceleração vibratória, tornando-se, assim, incompatível com as de mais baixo padrão.
É desta forma que se operam as curas de perturbações espirituais, na parte que se refere ao perturbado propriamente dito. Sabemos que a maior parte das moléstias de fundo grave e permanente não podem ser curadas porque representam resgates cármicos em desenvolvimento, salvo quando há permissão do Alto para curá-las. Entretanto, há benefícios para o doente em todos os casos, porque se conseguirá, no mínimo, uma atenuação do sofrimento.
A CURA NA MÃO DE TODOS
A faculdade de curar pela influência fluídica é muito comum e pode se desenvolver por exercício. Todos nós, estando saudáveis e equilibrados, podemos beneficiar os doentes com passes, irradiações, água fluidificada etc. Aprendendo e exercitando, desenvolvemos nosso potencial de ação sobre os fluídos.
O poder curativo está na razão direta da pureza dos fluidos produzidos, como qualidades morais ou pureza de intenções, da energia da vontade, quando o desejo ardente de ajudar provoca maior força de penetração, e da ação do pensamento, dirigindo os fluidos em sua aplicação.
A mediunidade de cura, porém, é bem mais rara, espontânea e se caracteriza pela energia e instantaneidade da ação. O médium de cura age pelo simples contato, pela imposição das mãos, pelo olhar, por um gesto, mesmo sem o uso de qualquer medicamento. No evangelho, existem numerosos relatos onde Jesus ou seus seguidores curam por ação fluídica, alguns deles examinados por Allan Kardec no livro A Gênese, capítulo XV.
CONDIÇÕES FUNDAMENTAIS PARA A CURA
É lícito buscar a cura, mas não se pode exigi-Ia, pois ela dependerá da atração e fixação dos fluidos curadores por parte daqueles que devem recebê-los. A cura se processa conforme nossa fé, merecimento ou necessidade. Quando uma pessoa tem merecimento, sua existência precisa continuar ou as tarefas a seu cargo exigem boa saúde, a cura poderá ocorrer em qualquer tempo e lugar, até mesmo sem intermediários (aparentemente, porque ajuda espiritual sempre haverá). No entanto, às vezes, o bem do doente está em continuar sofrendo aquela dor ou limitação, que o reajusta e equilibra espiritualmente, o que nos faz pensar que nossa prece não foi ouvida.
Para tanto, vejamos o que diz Emmanuel no livro Seara dos Médiuns, no capítulo "Oração e Cura": "Lembremo-nos de que lesões e chagas, frustrações e defeitos em nossa forma externa são remédios da alma que nós mesmos pedimos à farmácia de Deus. A cura só se dará em caráter duradouro se corrigirmos nossas atuais condições materiais e espirituais. A verdadeira saúde e equilíbrio vêm da paz que em espírito soubermos manter onde, quando, como e com quem estivermos. Empenhemo-nos em curar males físicos, se possível, mas lembremos que o Espiritismo cura sobretudo as moléstias morais".
De uma maneira primorosa, Allan Kardec nos situa sobre o assunto: "A cura se opera mediante a substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã. O poder curativo está, pois, na razão direta da pureza da substância inoculada, mas depende também da energia da vontade, que, quanto maior for, mais abundante emissão fluídica provocará e tanto maior força de penetração dará ao fluido. Depende ainda das intenções daquele que deseje realizar a cura, seja homem ou espírito".
Daí então se depreende que são quatro as condições fundamentais das quais depende o êxito da cura: o poder curativo do fluido magnético animalizado do próprio médium, a vontade do médium na doação de sua força, a influenciação dos espíritos para dirigir e aumentar a força do homem e as intenções, méritos e fé daquele que deseja se curar.
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𝗖𝗢𝗠𝗢 𝗢𝗦 𝗥𝗘𝗟𝗔𝗖𝗜𝗢𝗡𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢𝗦 𝗙𝗜𝗖𝗔𝗠 𝗔𝗧𝗥𝗘𝗟𝗔𝗗𝗢𝗦 𝗡𝗔𝗦 𝗥𝗘𝗘𝗡𝗖𝗔𝗥𝗡𝗔𝗖̧𝗢̃𝗘𝗦.
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