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terça-feira, 22 de agosto de 2017
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
“HOJE ENCONTREI DEUS NO SORRISO DE UMA CRIANÇA”
Hoje
encontrei Deus no sorriso de minha filha.
Porém, o
gesto espontâneo e luminoso não foi para mim, foi para um estranho, alguém que
ela nunca havia visto antes, sentado à mesa ao lado, com o olhar distante e
triste.
Pude ver o
Criador nos olhos dela.
Ela acenou,
como se quisesse perguntar: - “Está tudo bem com você?” Em seguida, lhe jogou
um beijo, deliberadamente.
Certamente
não estava tudo bem... Deus sabia.
Tanto sabia
que, no mesmo instante – instante mágico – a Divindade amorosa encontrou na mesa
mais próxima um sorriso amigo, uma pequena lamparina para acender na vida
daquele filho desanimado.
A pessoa não
resistiu e também sorriu, e até acenou de volta, com um certo encantamento pela
atitude tão pura e doce de criança.
Hoje
encontrei Deus no sorriso de minha filha...
Mas, o
sorriso não foi para mim, foi para a dor do mundo que ainda lateja incômoda por
aí.
E, sem
perceber, aquele sorrir também me fez um pouco mais feliz.
Pensando
bem, acho que ele também sorriu para mim.
E agora
sorri para você.
Deus irradia
sorrisos.
O Criador
atua no mundo através de leis perfeitas, e uma delas é a lei do amor.
A lei do
amor tem nuances infinitas, mas uma certamente se manifesta através do senso de
atenção que desenvolvemos uns pelos outros.
Eu percebo
você, eu me interesso por sua vida e tudo que diz respeito a você também me
importa.
Saímos de
dentro da casca do egoísmo avassalador e começamos a viver como comunidade.
Não é apenas
a minha dor que enxergo, mas a sua também. Não são apenas ou meus problemas que
existem, mas os seus igualmente. Não sou apenas eu que tenho direito de ser
feliz, mas você também.
E o mais
curioso e impressionante desta lei é que, cuidando da dor do outro, tratamos
também a nossa, no silêncio de nossa intimidade.
É a lei do
amor que faz com que sejamos gratificados interiormente pela felicidade, toda
vez que praticamos a caridade, que nos doamos, que nos importamos com nosso
próximo.
É a lei do
amor que nos aproxima uns dos outros, que faz com que juntemos forças, que
percebamos que não estamos sozinhos nos embates do dia a dia.
É a lei do
amor que nos faz abraçar a maternidade e a paternidade com tanta dedicação,
promovendo ao infinito aquelas almas antigas de roupas novas.
É a lei do
amor, praticada por todos nós, que virá a ser responsável pela extinção das
misérias sociais que ainda nos incomodam tanto.
Ela
eliminará preconceitos, reconciliará adversários e será responsável pela
espiritualização da Humanidade toda.
Feliz aquele
que ama, porque não conhece as angústias da alma, nem as do corpo! Seus pés são
leves, e ele vive como transportado fora de si mesmo.
Quando Jesus
pronunciou essa palavra divina, — amor — fez estremecerem os povos, e os
mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo.
Redação do
Momento Espírita
“CRIANÇAS NO ALÉM. ONDE FICAM AS CRIANÇAS NO MUNDO ESPIRITUAL? ”
O que
acontece com as crianças quando “morrem”? Como vivem no Mundo Espiritual?
Voltam a ter um corpo adulto ou permanecem como crianças no Mundo Espiritual?
As crianças que desencarnam são Espíritos mais adiantados?
É o que
veremos a seguir, segundo ensinamentos dos Espíritos.
De acordo
com as instruções de “O Livro dos Espíritos”, questões 197, 198, 199, 346 e
347, e também consoante o ensino dos mentores espirituais, o Espírito da
criança não é infantil, e, sim, reencarnação de Espírito que teve outras
existências na Terra ou em outros mundos equivalentes.
Então, muita
cautela ao repetir uma crença bastante comum: “um anjinho morreu e foi para o
Céu!” – como muito frequentemente ouvimos por ocasião da morte física de uma
criança.
Vejamos o
que diz “O Livro dos Espíritos”:
q.199- Por
que tão frequentemente a vida se interrompe na infância?
R: a curta
duração da vida da criança pode representar, para o Espírito que a animava, o
complemento de existência anteriormente interrompida antes do momento em que
devera terminar, e sua morte, não raro, constitui provação ou expiação para os
pais.
a) que
sucede ao Espírito de uma criança que morre pequenina?
R: recomeça
outra existência.
Ensinam os
mentores:
Quando um
espírito é preparado para a reencarnação, seu perispírito sofre certo
restringimento (diminuição) em suas dimensões ideais. Sabemos que o perispírito
é maleável, podendo adquirir formas variadas, dependendo da vontade do
espírito. É contrátil e expansível, isto é, pode aumentar ou diminuir de
volume.
A)
Desencarnações na infância NÃO previstas:
A
desencarnação na infância verifica-se, na maioria dos casos, por fatores NÃO
previstos. Isto quer dizer que a desencarnação prematura muitas vezes NÃO foi
objeto de programação espiritual.
Isso acontece:
1-por qualquer acidente material muito próprio
da organização humana e das condições precárias da vida planetária, onde o
ambiente é hostil e sujeito as mais diversas provações;
2-descuido
dos pais com sua saúde;
3-assistência
médica inadequada (tratamento médico negligente ou deficiente);
4-insuficiência
orgânica;
5-fatores
ambientais, decorrentes das condições socioeconômicas.
B)
Desencarnações na infância Previstas:
Ocorrem
quando a desencarnação na infância verifica-se por fatores previstos no
histórico espiritual do Espírito, isto é, a desencarnação prematura, neste
caso, foi objeto de programação no Plano Espiritual.
São os casos
previstos na questão 199 de O Livro dos Espíritos. Estas crianças vieram
completar o tempo de existência prematuramente interrompida na encarnação
anterior por um suicídio ou acidente, muito comuns em planetas como a Terra.
Obs: a morte
da criança, também, pode demarcar o final de um ciclo de encarnações terrenas
punitivas ou expiatórias. A partir daí, reencarnarão sim, mas com lúcidos
desejos e predispostos ao bem, a fim de continuarem progredindo não mais
através de provações, mas de realizações beneméritas no vasto campo da moral,
da justiça, da ciência, do amor etc.
C) Por que,
quase sempre, continuam crianças no Mundo Espiritual?
Como a
diminuição do perispírito foi realizada antes dessa encarnação malograda, não
convirá que o mesmo se desfaça durante o período de espera no Além, pois a
volta desse espírito em outro corpo se fará com brevidade na mesma família, se
possível, através dos mesmos pais, razão por que não conviria desambientá-los
das condições humanas que ainda ontem experimentavam (“Escola no Além”,
psicografado por Chico Xavier e “Cânticos do Coração” de Yvonne Pereira).
Escolas,
creches e ambientes apropriados no Plano Espiritual:
Os Espíritos
nos esclarecem que existem departamentos e escolas no Mundo Espiritual
adredemente preparados para o acolhimento das crianças desencarnadas até a
chegada da nova reencarnação, que poderá ocorrer na mesma família, caso
possível. Nas escolas continuam aprendendo, estudando e recebendo
esclarecimentos espirituais adaptados à idade e compreensão das crianças – por
isso são separadas por faixas de idade e entendimento (como ocorre aqui na
Terra). Importância muito grande é dada à disciplina: estudo, dedicação e
aceitação do desencarne são temas preferenciais.
No livro
“Escola no Além”, de Chico Xavier, “Verinha”, a garotinha desencarnada,
protagonista da obra, é levada para nova reencarnação por meio da sua própria
mãe, no entanto, por questões fisiológicas aquela mulher (que seria sua mãe por
duas vezes seguidas numa mesma existência) , não poderia mais recebê-la. Foi
assim que a Espiritualidade decidiu ligá-la à sua tia que podia e desejava uma
gravidez. De qualquer forma, Verinha acabou por permanecer na mesma família,
agora como sobrinha da sua primeira mãe.
D)
Informações Complementares:
1- se o
Espírito não for reencarnar brevemente poderá adquirir sua forma adulta. Muitas
vezes o corpo espiritual “cresce” no mesmo ritmo que cresceria se estivesse
encarnado no corpo material que perdeu. Outras vezes, rapidamente, de acordo
com a evolução e vontade do Espírito. Isso justifica porque muitas mães que
perderam seus filhos na infância sonham com eles já adultos;
2- outras
vezes, mesmo tendo condições de tomar uma forma adulta, o Espírito prefere
ficar com a forma infantil por variados motivos;
3- Quando,
pois, um espírito desencarna durante a infância, na grande maioria das vezes,
não o faz por ser essa sua última existência na Terra ou porque se trata de um
espírito mais adiantado;
4- Os
espíritos Léon Denis e Dr. Bezerra de Menezes têm afirmado que a mortandade
infantil na Terra constitui problema também para o mundo espiritual, já que
muitos casos de mortes prematuras não estão programados (por Yvonne Pereira,
médium).
As taxas de
mortalidade infantil são sempre maiores nos Estados mais pobres do Brasil, bem
como são igualmente maiores nos países mais pobres do mundo, como mostram os
gráficos, abaixo.
Bibliografia:
1-O Livro
dos Espíritos;
2-Cânticos
do Coração, Vol II –Yvonne Pereira;
3-Mensagem
do Pequeno Morto– Psicografia de Chico Xavier;
4-Escola no
Além – Psicografia de Chico Xavier;
5-Crianças
no Além – Psicografia de Chico Xavier
6-Resgate e
Amor – Psicografia de Chico Xavier
Fonte:
Kardec Rio Preto-Fernando Rossit
domingo, 20 de agosto de 2017
“PARENTES DESENCARNADOS EM VISITAS A ENTES ENCARNADOS”
Quando um Espírito, já harmonizado na vida espiritual,
recebe uma autorização superior para nos visitar na Terra, naturalmente, não
trará qualquer malefício aos encarnados. Sua presença carinhosa poderá apenas
despertar “lembranças” nos familiares mais sensíveis que poderão sentir-lhe a
presença.
Mas a questão é que muitos dos nossos entes queridos, após
desencarnarem, não se desvinculam do ambiente doméstico, podendo afetar
negativamente aqueles que permanecem na experiência física.
Há no Movimento Espírita um fato muito interessante, que
comprova essa afirmação. Um dos nossos mais queridos oradores, o conhecido
médium e tribuno baiano Divaldo Franco, na adolescência, após a morte de um
irmão biológico, foi tomado por uma repentina paralisia nas pernas. Durante
seis meses, recebeu toda a assistência médica sem qualquer resultado positivo.
Os médicos não conseguiam sequer diagnosticar o que exatamente ocorria com o
jovem, já que não encontravam quaisquer problemas no campo orgânico. Até que um
prima de Divaldo decidiu recorrer a uma senhora espírita que, prontamente,
atendeu ao pedido. A experiente trabalhadora do Cristo estendeu as mãos sobre o
rapaz acamado, aplicando-lhe o “passe magnético”, enquanto orava ao Senhor da
Vida. Através da mediunidade, percebeu também a presença do irmão desencarnado
de Divaldo que, inconscientemente, se lhe vinculara magneticamente, tirando-lhe
o movimento das pernas.
Imediatamente após o passe e o afastamento do Espírito
enfermo, a senhora gentilmente informou o que estava acontecendo, pedindo ao
jovem que se levantasse e andasse, o que, para surpresa de todos, ocorreu com
desenvoltura. Divaldo Franco, na época, ainda não era espírita, mas já possuía
uma acentuada sensibilidade mediúnica. Após o ocorrido, foi conduzido pela família
a uma Casa Espírita, onde iniciou seus estudos doutrinários e seu ministério de
amor. E até hoje, aos 85 anos, prossegue viajando pelo mundo, já tendo visitado
mais de 60 países, divulgando as diretrizes seguras e abençoadas do
Espiritismo.
Como se vê, muitos desencarnados não são conduzidos
imediatamente às colônias espirituais; ficam apegados aos plano físico, podendo
gerar “obsessões inconscientes”, desconfortos e até desequilíbrios orgânicos,
pela lei de sintonia.
A terapêutica da oração, do passe e, principalmente, a
renovação do campo mental e emocional do encarnado, através de leituras e
palestras edificantes, são recursos preciosos para que os vínculos energéticos
sejam retirados e o equilíbrio psicofísico retorne à pessoa espiritualmente afetada.
Aproveitando o ensejo da pergunta, é importante informar, de
forma mais generalizada, que somente pode haver um real processo de desobsessão
ou libertação espiritual, quando o obsediado (quem sofre a influência)
suplantar o obsessor (quem influencia) com sua vibração pessoal, que deve ser
alcançada principalmente através da transformação moral e comportamental,
proposta pelo Evangelho do Cristo.
Esperando der oferecido algumas singelas “sementes” para
reflexão sobre esse tema tão significativo, envio meu fraterno abraço aos
queridos leitores, com votos de muita paz em Jesus.
Rossano Sobrinho
Fonte: Portal espera feliz
“PODEMOS MUDAR NOSSO DESTINO?
Heráclito,
filósofo grego, dizia: “A única coisa permanente no universo é a mudança”. A
sabedoria do I Ching revela que tudo é mutação. Antoine Lavoisier, considerado
o pai da química moderna, por sua vez, afirmava: “Na natureza nada se cria,
nada se perde, tudo se transforma”.
Se tudo
muda, conforme preconiza a sabedoria milenar, e a nossa trajetória na vida?
Temos poder para mudar nosso destino?
O insigne
mestre Allan Kardec perguntou aos Espíritos Superiores, na questão 860 de O
Livro dos Espíritos: “Pode o homem, por sua vontade e por seus atos, fazer que
se não deem acontecimentos que deveriam verificar-se?” E recebeu como resposta:
“Pode-o, se essa aparente mudança na ordem dos fatos tiver cabimento na
sequência da vida que ele escolheu”.
O que não
podemos mudar são os fatos principais da nossa reencarnação, os quais traçamos
juntamente com nossos padrinhos espirituais, no momento da escolha da vida que
merecemos e precisamos ter. “A cada um será dado segundo suas obras”.
Muitas vezes
a doença representa a cura verdadeira para nosso espírito. A dor, o sofrimento,
são instrumentos utilizados como filtro para a limpeza das nossas imperfeições.
No livro
Contos e Apólogos, no capítulo intitulado, “Dívida e Resgate”, o Espírito
Humberto de Campos narra a história de uma senhora rica, que, ao retornar à sua
fazenda, às margens do Rio Paraíba, na antevéspera do Natal de 1856, após um
ano de entretenimento na Corte, no Rio de Janeiro, é recebida, com sorrisos e
gestos humildes, por seus sessenta e dois cativos, que lhe pediam bênçãos, de
joelhos:
— Louvado
seja Nosso Senhor Jesus-Cristo, sinhá!
— Louvado
seja! — acentuava Dona Maria com terrível severidade a transparecer-lhe da voz.
Em um canto
recuado, esperando sua vez de cumprimentá-la, pobre moça mestiça sustentava nos
braços duas crianças recém-nascidas, sob a feroz atenção de um capataz
desalmado. A fazendeira, demonstrando na face e nos gestos o que iria fazer,
dirigiu-se a ela, duramente:
— Matilde,
guarde as crias na senzala e encontre-me no terreiro. Precisamos conversar.
No grande
pátio, já noite, guiadas pelo rude capitão do mato, as duas mulheres
dirigiram-se para o rio transbordante. Dona Maria falou:
— Diga de
quem são essas duas “crias” nascidas em minha ausência!
— De nhô
Zico, sinhá!
— Miserável!
— bradou a proprietária poderosa. — Meu filho não me daria semelhante desgosto.
Negue essa infâmia!
— Não posso! Não posso!
A patroa
encolerizada relanceou o olhar pela paisagem deserta e bramiu, rouquenha:
— Nunca mais
verá você essas crianças que odeio...
— Ah! sinhá
— soluçou a infeliz —, não me separe dos meninos! Não me separe dos meninos!
Pelo amor de Deus! ...
Após muitas
ofensas e humilhações à sua cativa, Dona Maria Augusta fez um gesto para seu
capataz, que estalou o chicote no dorso da jovem. Esta, indefesa, caiu na
corrente profunda do rio.
— Socorro!
Socorro, meu Deus! Valei-me, Nosso Senhor! — gritou a mísera, debatendo-se nas
águas.
Todavia, daí
a instantes, apenas um cadáver de mulher descia rio a baixo, ante o silêncio da
noite...
Cem anos
passaram...
Na
antevéspera do Natal de 1956, Dona Maria Augusta Correia da Silva, reencarnada,
estava na cidade de Passa-Quatro, no sul de Minas Gerais. Mostrava-se noutro
corpo de carne, como quem mudara de vestimenta, mas era ela mesma, com a
diferença de que, em vez de rica latifundiária, era agora apagada mulher, em
rigorosa luta para ajudar o marido na defesa do pão. Sofria no lar as privações
dos escravos de outro tempo. Era mãe, padecendo aflições e sonhos... Ante a expectativa
do Natal, Dona Maria Augusta meditava nos filhinhos, quando a chuva, sobre o
telhado, se fez mais intensa.
Horrível
temporal desabara na região...
Diante da
ex-fazendeira erguia-se um rio inesperado e imenso e, em dado instante,
esmagada de dor, ante a violenta separação do companheiro e dos pequeninos,
tombou na caudal, gritando em desespero:
— Socorro!
Socorro, meu Deus! Valei-me Nosso Senhor!
No entanto,
decorridos alguns momentos, apenas um cadáver de mulher descia corrente a
baixo, ante o silêncio da noite...
A antiga
sitiante do Vale do Paraíba resgatou o débito que contraíra perante a Lei.
Nas questões
258 a 273 de O Livro dos Espíritos, marco inicial do Espiritismo, os Espíritos
Superiores nos esclarecem, em um verdadeiro tratado sobre a escolha, como se
processa o nosso destino, quanto ao gênero de vida, às particularidades das
provas e às expiações.
O sábio e
bondoso espírito Emmanuel, em seu livro O Consolador, psicografado pela
mediunidade sublimada de Chico Xavier, define, de forma clara, na questão 246,
o que significam a provação e a expiação:
“A provação
é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e
da edificação espiritual. A expiação é a pena imposta ao malfeitor que comete
um crime”.
Somos, dessa
forma, rebeldes, preguiçosos e criminosos, pois aqui nos encontramos com a
missão sublime de evoluir. Esse é o objetivo principal de nossa estada neste
mundo classificado, didaticamente, por Allan Kardec, como mundo de expiações e
de provas.
Porém, como
nos valorizamos muito, alguém pode contestar e dizer: “Não sou criminoso!”
Entretanto, na questão 358 da obra basilar da Doutrina Espírita, os Emissários
Divinos afirmam: “Há crime sempre que transgredis a lei de Deus”.
Em O
Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo V, que trata sobre “Causas atuais
das aflições”, os Espíritos Superiores escreveram: “Deus, porém, quer que todas
as suas criaturas progridam e, portanto, não deixa impune qualquer desvio do
caminho reto. Não há falta alguma, por mais leve que seja, nenhuma infração da
sua lei, que não acarrete forçosas e inevitáveis consequências, mais ou menos
deploráveis. Daí se segue que, nas pequenas coisas, como nas grandes, o homem é
sempre punido por aquilo em que pecou.”
Mas, a Lei
de Deus não é lei de cobrança inflexível e, sim, de reajuste. Deus é Amor e
Justiça. Se fizemos um mal, por pior que seja, podemos atenuá-lo ao infinito
das possibilidades, construindo o bem. Se plantamos espinhos nas estradas da
vida e retornamos plantando rosas, corrigimos, assim, nossos passos em direção
a um novo caminho. Dependendo do quantum de bem que praticarmos, diminuiremos
ou dissiparemos completamente nosso erro.
No mundo
espiritual, no intervalo das reencarnações, escolhemos, consciente ou
inconscientemente, o gênero de provas, de acordo com nossas necessidades e
possibilidades adquiridas pela conduta. Entretanto, ao reencarnarmos, não
ficamos escravos desse modo de vida, uma vez que as particularidades correm por
nossa conta. A todo o instante, podemos escolher a atitude a tomar, como
disseram as Entidades Sublimadas: “Dando ao Espírito a liberdade de escolher,
Deus lhe deixa a inteira responsabilidade de seus atos e das consequências que
estes tiveram. Nada lhe estorva o futuro; abertos se lhe acham, assim, o caminho
do bem, como o do mal”.
Podemos,
dessa forma, atenuar as dificuldades do nosso caminho e ser muito felizes, à
proporção do bem que praticarmos, com fé em Deus e a consciência tranquila.
Muita paz!
Fonte-
Correio Espírita
Itair
Ferreira
sábado, 19 de agosto de 2017
“LEI DE CAUSA E EFEITO E OS COMPROMISSOS CÁRMICOS. ”
Todos nós
temos os nossos compromissos cármicos. E nascemos com todas as condições
necessárias e ajustadas para atendermos aos princípios da Lei de causa e
efeito.
Você se
considera uma pessoa forte? Nos períodos de turbulência da vida, você consegue
dar conta do recado?
Quando
tiramos os olhos de cima do nosso próprio umbigo, podemos perceber que há
pessoas com muito mais atribuições que outras, e podemos ver que as que mais
fazem não são as que mais se queixam. Acho que foi Paulo, numa epístola aos
Coríntios (epístola quer dizer carta, que é o nosso e-mail hoje… dá pra
imaginar Paulo mandando um e-mail pros Coríntios? E Coríntios é um pessoal lá
da Grécia, não tem nada a ver com o time…), Pois parece que foi o Paulo que
disse que Deus não nos dá um fardo que nossos ombros não possam carregar.
Deus não nos
dá um fardo que não possamos carregar
E é por aí.
Cada um com suas atribuições, cada um com seus compromissos cármicos. Esses
compromissos que trazemos de outras existências foram gerados por nós mesmos,
são pequenos ou grandes equívocos que cometemos e que agora devem ser
reparados. O hoje é o momento mais propício para reparar erros do passado.
Nascemos com todas as condições necessárias e ajustadas para atendermos aos
princípios da Lei de causa e efeito. Dificuldades financeiras, problemas
familiares, possíveis enfermidades, tudo o que trazemos na bagagem foi colocado
em nossa mala existencial por nós mesmos, então não adianta esperneio e
choradeira.
Que coisa
ridícula viver se lamuriando! É claro que não usamos esses termos na frente dos
chorões, eles precisam de outra abordagem, precisam se fortalecer para perder a
pena que sentem de si mesmos. Mas não podemos nos deixar contagiar. Pena é um
sentimento inútil, não resolve nada. Podemos fazer algo? Façamos esse algo,
então! Mas ter pena não adianta, é um sentimento que gera energias pesadas,
densas.
Você deve se
sentir um privilegiado pelo fato de a vida exigir muito de você! Esteja certo
de que a vida não lhe exigiria esse esforço se não pudesse contar com você. A
vida só exige muito daqueles que têm a capacidade de vencer, de dar conta do
recado. Nos processos que regem a reencarnação, só nos é
proposto/exigido/sugerido fazer aquilo que está de acordo com nossa capacidade,
de acordo com nossas forças.
A
dramatização dos problemas é responsável por grande parte do peso do fardo que
carregamos. Muito desses “fardos” já poderiam ter sido deixados em qualquer
lugar, mas às vezes insistimos em carregá-los conosco. São as dores de
estimação, as antigas ofensas, as contrariedades que não foram superadas. É
preciso perdoar, relaxar, ser feliz.
Mesmo
pessoas caridosas, humildes, de princípios morais sólidos, cometem erros banais
como esses, de passar a vida carregando pesos inúteis. Quando não são
reencarnacionistas, não entendem a simplicidade e implacabilidade da Lei de
causa e efeito, e chegam a duvidar da Justiça Divina. Realmente, sem
compreender a reencarnação, tudo parece injusto.
Não estou
querendo dizer que somos melhores ou mais certos por compreendermos a
reencarnação. Mas se não fosse por esse entendimento, eu, de minha parte, seria
ateu, e convicto. Não há Justiça se desconsiderarmos a pluralidade das
existências. Mas isso é pessoal; há ateus e religiosos de todos os tipos que
carregam seus fardos com alegria, sem lamúrias e lamentações. E é isso o que
importa, né? Alegria e responsabilidade.
Morel Felipe
Wilkon
“QUAL A DIFERENÇA ENTRE PROVAS, EXPIAÇÕES E MISSÕES? ”

Eis o
significado de cada termo:
EXPIAÇÃO
O vocábulo
Expiação também é oriundo do latim, expiatione, e tem como significação o ato
ou efeito de expiar, isto é, castigo, penitência, cumprimento de pena.
Todavia, sabemos
que Deus não castiga ninguém e o sofrimento pelo qual estamos sendo infligidos
é fruto dos nossos próprios erros. É bem verdade que a encarnação muitas vezes
constitui um aprisionamento para o espírito e poderíamos comparar o planeta
Terra, que ainda é um mundo de expiações e provas, a um grande presídio de
almas, que padecem dos mais diversos problemas ligados às doenças, à miséria, à
violência, etc. Porém, como podemos encontrar na apostila do Curso Básico de
Espiritismo da Federação Espírita do Estado de São Paulo, tais sofrimentos,
quando suportados com resignação, paciência e entendimento, apagam erros
passados e purificam o espírito que assim vai, encarnação após encarnação,
libertando-se das imperfeições da matéria.
Muitas
pessoas ainda ficam estupefatas quando afirmamos que o sofrimento se faz
necessário para a correção das falhas que possuímos. Obviamente, as almas
possuem a faculdade de se melhorarem sem as dores e dificuldades infligidas na
encarnação, isto quando despertam para uma nova consciência de trabalho em prol
da reforma íntima e amor ao próximo. Entretanto, é sabido que muitos desses
espíritos ainda relutam em se despojar dos vícios e das más inclinações.
Endurecidos e cegos pelo egoísmo e pela vaidade, não conseguem se libertar dos
sentimentos que aviltam o homem e, por isso, carecem da expiação terrena para
compreenderem melhor os desígnios de Deus.
A Expiação
é, assim, a alavanca que move o espírito estacionário ao caminho da perfeição.
A Expiação
está relacionada ao passado, enquanto a Prova está relacionada ao futuro do
Espírito.
PROVA
Entendemos
aqui a acepção Prova como sinônimo de aprendizado para o espírito. O Livro dos
Espíritos nos ensina que, em sentido amplo, cada nova existência corporal é uma
prova para o espírito.
Prova não
significa necessariamente sofrimento, como é o caso da expiação, mas sim a
aquisição de novos conhecimentos em virtude de testes a que será submetido o
espírito encarnado.
Exemplificativamente,
em uma nova existência o espírito encarnado estará sujeito a Provas de
paciência, de tolerância, de amor, de fé, de perseverança, entre outras, para
que possa se depurar e adquirir mais virtudes. É a reforma íntima operando no
espírito para que este possa um dia atingir a perfeição.
Para questão
de conhecimento citaremos a MISSÃO, como definição dos espíritos:
MISSÃO
É uma tarefa
a que o Espírito se propõe a fazer (LE 572) e pode ser desempenhada tanto na
erraticidade quanto encarnado. Neste sentido, Kardec comenta, à questão 569 de
“O Livro dos Espíritos”: “As Missões dos Espíritos têm sempre por objeto o bem.
Quer como Espíritos, quer como homens, são incumbidos de auxiliar o progresso
da Humanidade, dos povos ou dos indivíduos, dentro de um círculo de idéias mais
ou menos amplas, mais ou menos especiais e de velar pela execução de
determinadas coisas. Alguns desempenham missões mais restritas e, de certo
modo, pessoais ou inteiramente locais, como seja assistir os enfermos, os
agonizantes, os aflitos, velar por aqueles de quem se constituíram guias e
protetores, dirigi-los, dando-lhes conselhos ou inspirando-lhes bons
pensamentos. Pode dizer-se que há tantos gêneros de missões quantas as espécies
de interesses a resguardar, assim no mundo físico, como no moral. O Espírito se
adianta conforme à maneira por que desempenha a sua tarefa”. Os Espíritos
esclarecem também, à questão 573, que a missão dos Espíritos encarnados
consiste em “instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar
as instituições, por meios diretos e materiais. As missões, porém, são mais ou
menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha tão nobre missão,
como o que governa, ou o que instruí. Tudo em a Natureza se encadeia. Ao mesmo
tempo em que o Espírito se depura pela encarnação, concorre, dessa forma, para
a execução dos desígnios da Providência. Cada um tem neste mundo a sua missão,
porque todos podem ter alguma utilidade.”
Autor
desconhecido
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
“AS RELIGIÕES E A MEDIUNIDADE”
Nos poucos
anos que passamos por esta existência vivemos em uma realidade toda pessoal,
formamos as nossas verdades baseados em informações que chegam até nós trazidas
da espiritualidade. Nossas verdades estão impregnadas da nossa própria
personalidade, das nossas experiências e das nossas vivências nas muitas
personagens que animamos e estas verdades se fazem mais palpáveis após
desencarnarmos.
Notamos, nos
Espíritos que nos trazem as informações que precisamos, haver em cada um o seu
próprio conceito sobre a mesma verdade e por isso existem múltiplas formas de
se afirmar a mesma coisa. Já com o Espiritismo tenta-se eliminar ao máximo os
conceitos pessoais das verdades propagadas para que permaneça a pureza do
ensinamento. Foi assim que se formaram diversas religiões ao longo da
História, já que não deve existir uma
única religião que não teve a sua formação pela mediunidade, e se tratando de
médiuns cada um possui sua própria personalidade, conceitos e interpretação
própria, sendo assim, não evoluíram os escolásticos religiosos dentro de muitos
debates, já que cada um enxergava a mesma coisa do seu próprio ponto de vista.
Com o
Cristianismo houve uma base forte trazida pelo Cristo, a qual, mesmo submetida
aos conceitos degradados dos homens medievais, permaneceu algo de concreto em
se tratando de moral e fé. O evangelho, como este mesmo reza, sobreviveu aos
ventos e tempestades, pois estava firmado na rocha das verdades imutáveis do
Cristo e não na areia do doble ânimo humano, o qual é inconsistente e instável,
propenso a modificações e na verdade tem que ser assim visando a evolução da
humanidade.
Já nos meios
escolásticos da teologia católica ou protestante não se há como ter uma
evolução sadia nos ensinos objetivando a verdade, já que os mesmos prenderam-se
na tradição literária e onde Paulo falou “a letra mata e o espírito vivifica”
estes pressupõem que seus seminários os preparem para o ensino, quando
entendemos que o verdadeiro ensino vem do Espírito, o qual é eterno e
reencarnante e por isso versado em milhares de disciplinas ainda que não lembre
quando encarnado. Foi por isso que os cristãos primitivos davam muito mais importância
à vivência no evangelho e era isso que designava eclesiásticos para o serviço
da igreja, não a sapiência secular, mas sim a experiência evangélica no viver
cotidiano, pois o exercício dessa vivência faz o Espírito despertar para aquilo
que combinou em realizar antes de reencarnar, sendo assim, não nasceu o
cristianismo para ser uma religião e sim uma filosofia de vida baseada no
Cristo e nos seus ensinamentos.
O viver dos
cristãos primitivos era muito simples e baseavam-se eles em três palavras-chaves
para uma vida evangélica e cheia de bons frutos. Essas palavras eram a fé, a
esperança e o amor ao Cristo e ao próximo. Vendiam eles tudo que tinham: casas,
campos e pertences, para doar à comunidade para que nada do que é vestes e
mantimento, também abrigo, faltasse para ninguém. Por isso todos tinham tudo em
comum, já que eram uma comum unidade, comunidade.
Veja como
nos afastamos da simplicidade desses primeiros irmãos. Hoje formamos centros
teológicos com gastos exorbitantes só para provarmos os nossos próprios
conceitos religiosos, enquanto muitos carecem de agasalhos, alimentos e abrigo.
Como esperar o retorno do Cristo para nós? Certamente seríamos envergonhados
ante a sua sublime luz de caridade, ele que até o mais básico negou a si mesmo,
não tinha onde reclinar a cabeça, para poder atender à sua geração de
sofredores e enfermos. Sim, ele que era ridicularizado pelos seus conterrâneos
por pregar a humildade e a misericórdia, chegando ao ápice de entregar-se à uma
morte dolorosa, cuspido e humilhado e levando uma cruz tão pesada sobre os
ombros, na qual foi pregado com enormes cravos que lhe rasgaram os pulsos até
as palmas das mãos, os espinhos rasgaram a sua fronte chegando a perfurar o seu
crânio, deixando transparecer a massa encefálica e uma lança pontiaguda
encravada em seu fígado, e após tanto, ainda lhe negaram um simples copo de
água para atenuar um pouco, se possível que fosse, o seu sofrimento. Sua
manifestação nas nuvens dos céus, como reza a tão pobre escatologia teológica,
certamente seria motivo de dolorosa vergonha para nós que alheios ao sofrimento
dos desafortunados empilhamos diplomas e mais diplomas, livros e mais livros,
títulos e mais títulos, sem no entanto empreender um por cento que seja daquilo
que ele realizou.
Pobres almas
nós somos, tão cheios de nós mesmos, cheios de sapiência, quando a verdadeira
sabedoria é dar, somente dar sem nada olhar. Pastores que se apascentam a si
mesmos, ovelhas gordas distantes do matadouro é o que somos, quem dera pudessem
ser degoladas para que o choro da morte produzisse algum fruto verdadeiro. Não,
eu não quero a sua volta como tantos falam, porque fugiria diante de sua luz,
prefiro mil vezes ir até ele de degrau em degrau, até receber em minha própria
evolução a sua imagem, e dessa forma até mesmo a minha adoração por ele findará
prova irrefutável de que eu me elevei moralmente a caminho do Pai de todos os
espíritos.
Artigo de autoria
de Rodrigo Pnt .
Presbítero
evangélico e estudioso da Doutrina Espírita
“OS MORTOS VOLTAM PARA SE COMUNICAREM COM OS VIVOS?
O programa “Você Decide”, da Rede Globo de Televisão,
realizado no dia
26.05.1994, teve como tema central: “Se o testemunho de um
morto poderia ser
aceito num tribunal”. Com o desenrolar do programa ficou bem
nítido que a
questão fundamental era na verdade se um morto poderia se
comunicar com os
vivos.
Ao final do programa o resultado apurado foi: 48.359 sim 69%
e 21926 não 31%.
Observamos que a grande maioria das pessoas acredita na
possibilidade da
comunicação dos “mortos” com os vivos. Mas infelizmente pelo
programa percebemos que tem pessoas que ainda não sabem o que é realmente um
Centro Espírita, inclusive a certa altura foi dito: “por conta desses
espertalhões que exploram as pessoas nos centros espíritas”.
Nós sabemos que não corresponde à verdade, e sinto-me no
dever de explicar às pessoas o que vem a ser um verdadeiro Centro Espírita. O
falso Centro Espírita é fácil de conhecer, não procuram seguir nem estudar os
princípios da Doutrina Espírita, compilados na codificação de Kardec. Estão ainda
presos aos ritos africanos, usam e abusam dos banhos de descarregos,
defumadores, velas,
consultas aos espíritos para as coisas frívolas, na tentativa
de buscar os “milagres” para solucionar seus problemas do dia a dia.
Mas voltemos ao tema que desejamos desenvolver. Se uma pessoa
disser que não acredita de forma alguma que os “mortos” se comunicam com os
vivos não me importaria, pois muitas vezes a falta de conhecimento, o
misticismo, o medo, os princípios religiosos que abraça, podem tolher a visão de
modo que não consegue enxergar a verdade, por mais óbvia que seja. Um exemplo, não
muito longe de nosso tempo, foi quando Galileu Galilei vinha, com uma nova
teoria, dizer que a Terra não era o centro do Universo, quase lhe custou a vida
numa fogueira.
O que não posso aceitar são as afirmações de que na Bíblia
não tem, ou seja, que a comunicação dos mortos não se encontra no Livro
Sagrado, e se não tem, não isto pode acontecer. Para estas pessoas só poderemos dizer
que não possuem nenhum conhecimento da Bíblia ou que apenas conhecem alguma
parte, mas não conhecem o conjunto e que a visão do conjunto muitas vezes
nos leva à
compreensão de uma verdade que não aparece num simples
enunciado.
Um telespectador é o exemplo do que falo cita: “Que Paulo
disse que somente morremos uma vez; que iremos aguardar o juízo final”.
Analisando estas citações vamos ver se isoladas têm sentido.
Se aceitarmos que somente morremos uma vez chegaríamos à conclusão que
Jesus e os apóstolos não poderiam ressuscitar ninguém, pois se isto acontecesse,
para estas pessoas, haveria duas mortes, o que seria contrário à citação. Mas se
o verdadeiro sentido, baseado nos conhecimentos da Doutrina Espírita,
fosse de que neste corpo físico somente morreremos uma vez e em definitivo. Isto
também valeria para cada corpo que habitamos, em todas nossas outras
reencarnações.
Quanto ao julgamento no dia do juízo final, veremos que seria
contraditório com a afirmativa de que ao morrermos iremos para o céu ou
para o inferno, conforme tenhamos sido bons ou maus, enquanto vivíamos aqui
na Terra. Ora no dia do julgamento se diz que Deus irá julgar os vivos e os
mortos, e como recompensa teremos o céu ou o inferno. Assim sendo, afinal quando é
mesmo que iremos para o céu ou para o inferno, no dia da nossa morte ou no dia do
julgamento final?
E, finalmente, vamos agora buscar dentro das Escrituras
algumas passagens que podem sustentar ou evidenciar a comunicação com os mortos. A
mais evidente do Novo Testamento, fora as que narram Jesus entre nós depois
que havia morrido, é a narrada por Mateus (17, 1-4): “Seis dias depois, Jesus
tomou consigo a Pedro, Tiago e seu irmão João, e os levou a um lugar à parte,
sobre um alto
monte. Transfigurou-se diante deles: seu rosto brilhava como
o sol e sua roupa tornou-se branca como a luz. Então lhes apareceram Moisés e
Elias, conversando com Ele. Pedro interveio, dizendo a Jesus: ”
Senhor, como é bom estarmos aqui! Queres-se, farei aqui três tendas: uma
para ti, outra para
Moisés e outra para Elias.” Trata-se de um fenômeno de
materialização, onde os espíritos de Moisés e Elias apareceram a Jesus, Pedro,
Tiago e João.
Repetimos espíritos, pois Moisés e Elias já haviam morrido, e
nesta passagem é relatada a comunicação deles, pois conforme fala Mateus,
estavam estes espíritos conversando com Jesus.
Em Atos 16, 16-18: “Certa vez, enquanto nos dirigíamos para o
lugar de oração, veio ao nosso encontro uma jovem criada, que possuía
um espírito adivinhador. Com suas adivinhações, ela conseguia muito lucro
aos seus senhores. Ela começou a seguir Paulo e a nós, gritando:”
Estes homens são servidores do Deus Altíssimo; eles vos ensinam o caminho da
salvação. “E assim
procedeu por muitos dias. Finalmente Paulo, aborrecido,
virou-se para ela e disse ao espírito:” em nome de Jesus Cristo, eu te ordeno que
saias dela.
” E ele saiu no mesmo instante “. Paulo na ordem que deu ao
espírito para que saísse daquela moça estava, na verdade, se comunicando
com este espírito, que há algum tempo vinha lhe elogiando, que para isto se
utilizava o corpo da moça, o que vulgarmente se chamaria de incorporação.
Em Atos 8, 26-29: “O anjo do Senhor dirigiu a Filipe estas
palavras:” Tu irás rumo ao Sul, pela estrada que desce de Jerusalém a Gaza.
Ela está deserta.
“Filipe partiu imediatamente. Ora, vinha chegando um etíope,
eunuco e alto funcionário da corte de Candace, rainha da Etiópia que lhe
tinha entregue a guarda de todos os seus tesouros. Ele tinha ido a Jerusalém
adorar a Deus. Agora voltava, lendo o profeta Isaías, sentado em sua carruagem. O
Espírito
disse a Filipe: ” Aproxima-te e acompanha essa carruagem.”
Mais uma comunicação, onde um espírito orienta a Filipe sobre como ele
deveria agir.
E para que não reste mais nenhuma dúvida sobre a comunicação
dos mortos com os vivos, vamos agora ver no Antigo Testamento. A passagem é
bem nítida e uma das mais citadas no meio espírita para comprovar, na Bíblia,
a comunicação dos mortos. Iremos então ler em I Samuel 28, 7-20: “O rei disse
aos seus servos:
” Procurai-me uma necromante para que eu a consulte. ” – ” Há
uma em Endor “, responderam-lhe. Saul disfarçou-se, tomou outras vestes e
pôs-se a caminho com dois homens. Chegaram à noite à casa da mulher. Saul
disse-lhe: ”
Predize-me o futuro, evocando um morto; faze-me vir aquele
que eu te designar”. Respondeu-lhe a mulher: ” Tu bem sabes o que fez
Saul, como expulsou da terra os necromantes e os adivinhos. Por que me armas
ciladas para matar-me?”
Saul, porém, jurou-lhe pelo Senhor: “Por Deus, disse ele, não
te acontecerá mal algum por causa disto”. Disse-lhe então a mulher: “A quem
evocarei?” – “Evoca-me Samuel“. E a mulher, tendo visto Samuel, soltou um grande grito: “Por que me enganaste?” – Disse ela ao rei.
“Tu és Saul!” E o
rei: “Não temas! Que vês?” – A mulher:” Vejo um deus que sobe
da terra”. –” Qual é o seu aspecto?” –”É um ancião, envolto num manto “. – Saul
compreendeu que era Samuel, e prostrou-se com o rosto por terra. Samuel disse ao
rei: ” Por que me incomodaste, fazendo-me subir aqui? – “Estou em grande
angústia, disse o rei. Os filisteus atacam-me e Deus se retirou de mim, não me
respondendo mais,
nem por profetas, nem por sonhos. Chamei-te para que me
indiques o que devo fazer”. – Samuel disse-lhe: “Por que me consultas, uma vez
que o Senhor se retirou de ti, tornando-se teu adversário? Fez o Senhor como
ele o tinha anunciado pela minha boca. Ele tira a realeza de tua mão para
dá-la a outro, a Davi. Não obedeceste à voz do Senhor e não fizeste sentir a
Amalec o fogo de sua
cólera; eis porque o Senhor te trata hoje assim. E mais: o
Senhor vai entregar Israel, juntamente contigo, nas mãos dos filisteus. Amanhã,
tu e teus filhos estareis comigo, e o Senhor entregará aos filisteus o
acampamento de Israel”.
Saul, atemorizado com as palavras de Samuel, caiu estendido
por terra, pois estava extenuado, nada tendo comido todo aquele dia e toda
aquela noite”.
Mais claro do que isto é impossível, entretanto como diz
Jesus: “ouça quem tem ouvidos de ouvir”. Pela narrativa, Saul vai procurar uma
necromante a fim de consultar ao espírito Samuel, sobre o que aconteceria
na batalha com os filisteus. Ouve, via “incorporação”, de Samuel que Deus lhe
entregaria aos filisteus, é em resumo os fatos narrados.
Por fim citaremos Deuteronômio, 18, 9-12: “Quando tiveres entrado
na terra que o Senhor, teu Deus, te dá, não te porás a imitar as
práticas abomináveis da gente daquela terra. Não se ache no meio de ti quem faça
passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à
astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à
evocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão
a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu
Deus, expulsa diante de ti essas nações”.
Ao proibir a evocação dos mortos, Deus, partindo do
pressuposto que esta ordem é Dele, nos dá o maior atestado de que a comunicação
com os mortos é real, pois não haveria sentido nenhum proibir algo que não pudesse
acontecer.
Quanto ao termo espiritismo, trata-se de uma grosseira adulteração
dos textos, pois é um neologismo criado em 1857 por Allan Kardec, quando, aos 18
dias do mês de abril, lança o “Livro dos Espíritos”. De mais a mais para os
leigos espiritismo e evocação dos mortos são a mesma coisa, também, não haveria
sentido proibir a mesma coisa duas vezes.
O que fica e, é para nós, irrefutável é que a comunicação dos
mortos é possível desde muito tempo atrás, apesar das mentes fechadas
não quererem ver o óbvio.
Para os que têm a Bíblia como palavra de Deus, procurem sair
da incoerência em que se encontram, e vejam que com seus próprios
argumentos, a palavra de Deus, fala incontestavelmente da comunicação dos mortos com
os vivos, e novamente, recordando Jesus: “ouça quem tem ouvidos de
ouvir”.
Fonte: Portal do Espírito-Paulo da Silva Neto Sobrinho
Bibliografia:
Novo Testamento, LEB – Edições Loyola, 1984.
Bíblia Sagrada, Editora Ave Maria, 68ª Edição.
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
“ALIMENTO DOS DESENCARNADOS. COMO E DO QUE SE ALIMENTAM OS ESPÍRITOS? ”
O
entendimento sobre a questão da alimentação no Mundo Espiritual é de profunda
importância.
Quando
encarnados elegemos, com exceções, o regime alimentar fundamentado em alimentos
densos e gordurosos, criando a viciação
física e o condicionamento psicológico correspondente.
O Benfeitor
André Luiz nos dá informações a respeito da alimentação dos desencarnados,
falando da dificuldade que a Governadoria da colônia Nosso Lar enfrentou, há
mais de um século, para realinhar os costumes dos recém-chegados, na criação de
nova cultura comportamental através de cursos, “… a fim de espalharem novos
conhecimentos, relativos à ciência da respiração e da absorção de princípios
vitais da atmosfera”. (1)
Como
mudanças comportamentais exigem esforço e abnegação, um grande número de
desencarnados reagiu, “… alegando que a cidade é de transição e que não seria
justo, nem possível, desambientar imediatamente os homens desencarnados,
mediante exigências desse teor, sem grave perigo para suas organizações
espirituais”. (1)
Por fim,
após muitos anos, e com ajuda dos círculos espirituais do Alto, os processos de
alimentação da Colônia“… foram reduzidos à inalação de princípios vitais da
atmosfera, através da respiração, e água misturada a elementos solares,
elétricos e magnéticos”.
A mudança é
significativa, e merece nossas reflexões a respeito, porque, se nos dias de
encarnados já temos esclarecimentos sobre o impacto nocivo da alimentação
excessiva no corpo físico, preciso é que nos conscientizemos acerca do tipo de
alimentação que nos aguarda no Mundo Espiritual organizado.
André Luiz
volta ao assunto em o livro Evolução em dois Mundos:
Encarecendo
a importância da respiração no sustento do corpo espiritual, basta lembrar a
hematose no corpo físico,… atendendo à assimilação e desassimilação de variadas
atividades químicas no campo orgânico.
O oxigênio
que alcança os tecidos entra em combinação com determinados elementos, dando,
em resultado, o anidrido carbônico e a água, com produção de energia destinada
à manutenção das províncias somáticas.
Estudando a
respiração celular, encontraremos, junto aos próprios arraiais da ciência
humana, problemas somente equacionáveis com a ingerência automática do corpo
espiritual nas funções do veículo físico, porque os fenômenos que lhe são
consequentes se graduam em tantas fases diversas que o fisiologista, sem noções
do Espírito, abordá-los-á sempre com a perplexidade de quem atinge o insolúvel.
É que o
corpo espiritual, comandando o corpo físico, sana espontaneamente, quando
harmonizado em suas próprias funções, todos os desequilíbrios acidentais nos
processos metabólicos, presidindo as reações do campo nutritivo comum.
Não
ignoramos, desse modo, que desde a experiência carnal o homem se alimenta muito
mais pela respiração, colhendo o alimento de volume simplesmente como recurso
complementar de fornecimento plástico e energético, para o setor das calorias
necessárias à massa corpórea e à distribuição dos potenciais de força nos
variados departamentos orgânicos.
Abandonado o
envoltório físico na desencarnação, se o psicossoma está profundamente
arraigado às sensações terrestres, sobrevém ao Espírito a necessidade
inquietante de prosseguir atrelado ao mundo biológico que lhe é familiar, e,
quando não a supera ao preço do próprio esforço, no auto reajustamento, provoca
os fenômenos da simbiose psíquica, que o levam a conviver, temporariamente, no
halo vital daqueles encarnados com os quais se afine, quando não promove a
obsessão espetacular.
Na maioria
das vezes, os desencarnados em crise dessa ordem são conduzidos pelos agentes
da Bondade Divina aos centros de reeducação do Plano Espiritual, onde encontram
alimentação semelhante à da Terra, porém fluídica, recebendo-a em porções
adequadas até que se adaptem aos sistemas de sua tentação da Esfera Superior,
em cujos círculos a tomada de substância é tanto menor e tanto mais leve quanto
maior se evidencie o enobrecimento da alma, porquanto, pela difusão cutânea, o
corpo espiritual, através de sua extrema porosidade, nutre-se de produtos
sutilizados ou sínteses quimioeletromagnéticas, hauridas no reservatório da
Natureza e no intercâmbio de raios vitalizantes e reconstituintes do amor com
que os seres se sustentam entre si.
Essa
alimentação psíquica, por intermédio das projeções magnéticas trocadas entre
aqueles que se amam, é muito mais importante que o nutricionista do mundo possa
imaginar, de vez que, por ela, se origina a ideal euforia orgânica e mental da
personalidade. Daí porque toda criatura tem necessidade de amar e receber amor
para que se lhe mantenha o equilíbrio geral.
De qualquer
modo, porém, o corpo espiritual com alguma provisão de substância específica ou
simplesmente sem ela, quando já consiga valer-se apenas da difusão cutânea para
refazer seus potenciais energéticos, conta com os processos da assimilação e da
desassimilação dos recursos que lhe são peculiares, não prescindindo do
trabalho de exsudação dos resíduos, pela epiderme ou pelos emunctórios normais,
compreendendo-se, no entanto, que pela harmonia de nível, nas operações
nutritivas, e pela essencialização dos elementos absorvidos, não existem para o
veículo psicossomático determinados excessos e inconveniências dos sólidos e líquidos
da excreta comum. (2)
Pensemos nisso.
Fonte: Kardec Rio Preto-
Antônio
Carlos Navarro
“VISITAS ESPIRITUAIS ENTRE VIVOS”
Há alguns
anos, conversando com uma senhora de nossas relações de amizade, ouvimos o seu
relato acerca das inúmeras vezes em que ela via, pela vidência mediúnica, o seu
marido, em espírito, visitando o lar enquanto se encontrava a quilômetros em
viagem profissional.
As visões
aconteciam durante as madrugadas, quando acordada ela via o espírito do marido
circulando pela casa, porém sem travar conversação, e sem ele ter consciência
do fato quando questionado a respeito.
A Doutrina
Espírita explica, detalhadamente, a ocorrência, já que é um acontecimento muito
comum entre os encarnados, como nos ensinam os Espíritos Superiores:
O Espírito
encarnado permanece espontaneamente no corpo?
– É como
perguntar se o prisioneiro se alegra com a prisão. O Espírito encarnado aspira
sem cessar à libertação, e quanto mais o corpo for grosseiro, mais deseja
desembaraçar-se dele. (1)
Durante o
sono, a alma repousa como o corpo?
– Não, o
Espírito nunca fica inativo. Durante o sono, os laços que o prendem ao corpo se
relaxam e, como o corpo não precisa do Espírito, ele percorre o espaço e entra
em relação mais direta com outros Espíritos. (2)
Mas é no
capítulo oito da segunda parte de O Livro dos Espíritos, sob o título “Da
Emancipação da Alma”, que encontramos as explicações detalhadas sobre o
assunto. (3)
Na
oportunidade Allan Kardec questiona a Espiritualidade Superior se é caso de “dupla
existência simultânea: a do corpo, que nos dá a vida de relação exterior, e a
da alma, que nos dá a vida de relação oculta”, obtendo como resposta que “no
estado de liberdade, a vida do corpo cede lugar à vida da alma. Porém, não são,
propriamente falando, duas existências; são, antes, duas fases da mesma
existência, uma vez que o homem não vive duplamente”.
Esclarecem
os Espíritos que “duas pessoas que se conhecem podem se visitar durante o sono,
e muitas outras que acreditam não se conhecerem também se reúnem e conversam.
Podeis ter, sem dúvida, amigos num outro país. O fato de ir se encontrar,
durante o sono, com amigos, parentes, conhecidos, pessoas que podem ser úteis,
é tão frequente que o fazeis todas as noites”, e a “utilidade dessas visitas noturnas,
uma vez que não fica lembrança de nada, é muito comum disso ficar uma intuição,
ao despertar, e é frequentemente a origem de certas ideias que surgem
espontaneamente”.
Sobre a
possibilidade do homem poder provocar essas visitas espirituais por sua vontade
dizendo ao dormir: “esta noite quero me encontrar em Espírito com tal pessoa,
falar com ela e dizer-lhe alguma coisa”, o esclarecimento que se segue é que “o
homem dorme, o Espírito se liberta e o que o homem tinha programado, o Espírito
está bem longe de seguir, porque os desejos e vontades do homem nem sempre são
os mesmos do Espírito, quando desligado da matéria. Isso acontece com os homens
espiritualmente bastante elevados. Há os que passam de outra forma essa sua
existência espiritual: entregam-se às suas paixões ou permanecem na
inatividade. Pode acontecer que, considerando a razão da visita, o Espírito vá
mesmo visitar as pessoas que deseja; mas a simples vontade do homem, acordado,
não é razão para que o faça”.
Outra
possibilidade que se apresenta é que vários “espíritos encarnados podem se
reunir” porque “os laços de amizade, antigos ou novos, fazem com que se reúnam,
frequentemente, diversos Espíritos, felizes de estarem juntos”.
A questão se
volta para a necessidade de dominarmos nossas paixões e vícios, trabalhando
para eliminá-los, e também de revermos quais são nossos interesses, mundanos ou
espirituais, para podermos aproveitar ao máximo as oportunidades dos momentos
de liberdade que o nosso espírito tem durante o sono físico, preparando-nos,
paulatinamente, para o retorno definitivo à Pátria Maior, que é de onde viemos
e mais uma vez para onde retornaremos após o término desta vida física.
Pensemos
nisso.
Fonte-
KARDEC RIO PRETO-Antônio Carlos Navarro
Referências
Bibliográficas:
(1) O Livro
dos Espíritos, Allan Kardec, item 400;
(2) O Livro
dos Espíritos, Allan Kardec, item 401;
(3) O Livro
dos Espíritos, Allan Kardec, itens 413 a 418.
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