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quinta-feira, 22 de abril de 2010

O QUE DEUS UNIU O HOMEM NÃO PODE SEPARAR

O divórcio é uma lei humana que tem por objetivo separar legalmente o que, de fato já está separado. O Divórcio não contraria a lei de Deus, uma vez que apenas corrige o que os homens fizeram errado e se aplica apenas aos casos em que foi desconsiderada a Lei Divina.
Deus quis que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se transmitisse aos filhos, e que fossem dois, ao invés de um, a amá-los, a cuidar deles e faze-los progredir .
Nas condições normais do casamento, a lei do amor terá que ser sempre levada em conta.
Mas nem sempre é isto que acontece. Muitas vezes o que se leva em conta não a afeição de dois seres que se atraem mutuamente, eis porque, na maioria das vezes este sentimento é rompido. O que se procura não é o satisfação do coração e sim, a do orgulho, da vaidade e da ambição; a satisfação dos interesses materiais.
Nem a lei civil nem os compromissos que ela determina, nem as bênçãos da Igreja podem suprir a lei do amor. Disso resultará que, muitas vezes, o que se uniu à força se separa por si mesmo, e o juramento que se pronuncia aos pés de um altar se torna uma falsidade, se é dito como uma formula banal e, então, surgem as uniões infelizes. Infelicidade dupla, que seria evitada, se nas condições do casamento, não se esquecesse da única Lei que o torna legitimo aos olhos de Deus : A lei do Amor.
Em nosso meio, vemos constantemente, jovens que se diz católicos, mas que não freqüentam a Igreja. Assistem uma Missa cada dois ou três anos; missa de sétimo dia de algum parente falecido. No entanto, quando se casam, recebem às bênçãos da igreja. Muita festa. Igreja toda enfeitada. Brilhos por todo lado. Até o Padre faz pose para aparecer na foto. Menos de um ano depois, estão se separando.
Será que foi Deus que uniu este casal???
Por outro lado, vemos casais que muitas vezes, nem são casados legalmente Não tiveram às bênçãos da igreja, muitos não tiveram nem mesmo a aprovação das famílias; casamentos que tinha tudo para dar errado, mas nada, ninguém conseguem separa-los. Vivem juntos uma vida toda.
Não serão estes unidos por Deus?
Não é que o casamento religioso deva ser banido, acho apenas que deveria ser mais criterioso.
Quando Jesus disse: Não separareis o que Deus uniu, isso deve ser entendido segundo a lei de Deus que não se pode, não se consegue jamais modificar o que foi feito por Deus.

O QUE DEUS UNIU O HOMEM NÃO SEPARA???... OU O QUE FOI UNIDO POR DEUS O HOMEM NÃO PODE, NÃO CONSEGUE SEPARAR???

O QUE DEUS UNIU O HOMEM NÃO PODE SEPARAR

O divórcio é uma lei humana que tem por objetivo separar legalmente o que, de fato já está separado. O Divórcio não contraria a lei de Deus, uma vez que apenas corrige o que os homens fizeram errado e se aplica apenas aos casos em que foi desconsiderada a Lei Divina.
Deus quis que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se transmitisse aos filhos, e que fossem dois, ao invés de um, a amá-los, a cuidar deles e faze-los progredir .
Nas condições normais do casamento, a lei do amor terá que ser sempre levada em conta.
Mas nem sempre é isto que acontece. Muitas vezes o que se leva em conta não a afeição de dois seres que se atraem mutuamente, eis porque, na maioria das vezes este sentimento é rompido. O que se procura não é o satisfação do coração e sim, a do orgulho, da vaidade e da ambição; a satisfação dos interesses materiais.
Nem a lei civil nem os compromissos que ela determina, nem as bênçãos da Igreja podem suprir a lei do amor. Disso resultará que, muitas vezes, o que se uniu à força se separa por si mesmo, e o juramento que se pronuncia aos pés de um altar se torna uma falsidade, se é dito como uma formula banal e, então, surgem as uniões infelizes. Infelicidade dupla, que seria evitada, se nas condições do casamento, não se esquecesse da única Lei que o torna legitimo aos olhos de Deus : A lei do Amor.
Em nosso meio, vemos constantemente, jovens que se diz católicos, mas que não freqüentam a Igreja. Assistem uma Missa cada dois ou três anos; missa de sétimo dia de algum parente falecido. No entanto, quando se casam, recebem às bênçãos da igreja. Muita festa. Igreja toda enfeitada. Brilhos por todo lado. Até o Padre faz pose para aparecer na foto. Menos de um ano depois, estão se separando.
Será que foi Deus que uniu este casal???
Por outro lado, vemos casais que muitas vezes, nem são casados legalmente Não tiveram às bênçãos da igreja, muitos não tiveram nem mesmo a aprovação das famílias; casamentos que tinha tudo para dar errado, mas nada, ninguém conseguem separa-los. Vivem juntos uma vida toda.
Não serão estes unidos por Deus?
Não é que o casamento religioso deva ser banido, acho apenas que deveria ser mais criterioso.
Quando Jesus disse: Não separareis o que Deus uniu, isso deve ser entendido segundo a lei de Deus que não se pode, não se consegue jamais modificar o que foi feito por Deus.

O QUE DEUS UNIU O HOMEM NÃO SEPARA???... OU O QUE FOI UNIDO POR DEUS O HOMEM NÃO PODE, NÃO CONSEGUE SEPARAR???

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ESPIRITISMO OU DOUTRINA ESPIRITA

Espiritismo ou Doutrina Espírita.



O que é Espiritismo?



• É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.
• É o Consolador prometido, que veio, no devido tempo, recordar e complementar o que Jesus ensinou, "restabelecendo todas as coisas no seu verdadeiro sentido", trazendo, assim, à Humanidade as bases reais para sua espiritualização.
O que revela?
• Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.
• Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da existência terrena e qual a razão da dor e do sofrimento.
Qual a sua abrangência?
• Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos.
• Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.
O que o Espiritismo ensina?
Pontos fundamentais:
• Deus é a inteligência suprema e causa primária de todas as coisas. É eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.
• O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.
• Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados (Homens), existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados. No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.
• Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor. Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.
• O homem é um Espírito encarnado em um corpo material. O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.
• Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.
• Os Espíritos são criados simples e ignorantes, evoluem intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.
• Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.
• Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.
• Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso, intelectual e moral, depende dos esforços que faça para chegar à perfeição.
• Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição a que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima; Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina; Espíritos imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.
• As relações dos Espíritos com os homens são constantes, e sempre existiram. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os imperfeitos nos impelem para o mal.
• Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.
• A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela humanidade.
• O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.
• A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.
• A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural, e é o resultado de um sentimento inato do homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.
• A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.
Prática Espírita
• Toda a prática espírita é gratuita, dentro do princípio do Evangelho: "Dai de graça o que de graça recebestes".
• A prática espírita é realizada sem nenhum culto exterior, dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.
• O Espiritismo não tem corpo sacerdotal e não adota e nem usa em suas reuniões e em suas práticas: paramentos, bebidas alcoólicas, incenso, fumo, altares, imagens, andores, velas, procissões, talismãs, amuletos, sacramentos, concessões de indulgência, horóscopos, cartomancia, pirâmides, cristais, búzios, rituais, ou quaisquer outras formas de culto exterior.
• O Espiritismo não impõe os seus princípios. Convida os interessados em conhecê-lo a submeter os seus ensinos ao crivo da razão antes de aceitá-los.
• A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é um dom que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da diretriz doutrinária de vida que adote.
• Prática mediúnica espírita só é aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral cristã.
• O Espiritismo respeita todas as religiões, valoriza todos os esforços para a prática do bem, trabalha pela confraternização entre todos os homens independentemente de sua raça, cor, nacionalidade, crença ou nível cultural e social, e reconhece que "o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza".

"Nascer, morrer, renascer, ainda,
e progredir sempre, tal é a lei."
"Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade".
"Fora da caridade não há salvação".



O estudo das obras de Allan Kardec é fundamental para o correto conhecimento da Doutrina Espírita.
Por: CRISTIAN FERNANDES.
Fonte: Internet.

terça-feira, 20 de abril de 2010

PALESTRA DO MÉDIUM PEDRO VIEIRA

Pergunta:

 No deuteronômio diz que o homem deve morrer uma só vez. A própria bíblia se contradiz, também quando fala que é proibido qualquer tipo de comunicação com espíritos. O que o Espiritismo diz sobre isso?

(Dt, 18:9) Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti. A outra citação é de Paulo de Tarso em sua epístola aos Hebreus, 9:27: E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação. Analisemos cada caso separadamente. Nos deteremos mais no segundo, que diz respeito à reencarnação. Em Deuteronômio vemos claramente: "não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos" referindo-se à FORMA como consultavam os mortos, explicitamente colocado como "adivinhador", "mágico", entre outras coisas. O que ocorria? O povo hebreu provindo de diversas tradições, tribos, e submetido ao jugo dos egípcios por anos, encontrava-se sem um destino correto moral a seguir: não tinha sequer a noção do Deus único firmada. A mediunidade existiu desde que existe o homem e foi a responsável pelo aparecimento das primeiras religiões. O uso que se fez dela é que variou de acordo com o senso moral e intelectual de cada povo. No caso do povo de Moisés, era utilizada de maneira errada, como adivinhações, para contato com Espíritos rasteiros, que nada iriam acrescentar-lhes. Na impossibilidade de entender-se o fenômeno - veja bem que essa própria passagem atesta a veracidade da mediunidade, porque não se proíbe aquilo que não existe -, como ocorreu com a carne de porco mal lavada, Moisés o proibiu. Como alguém que proíbe uma criança de colocar a mão na tomada. Mas essa mesma criança pode ser um engenheiro elétrico de sucesso no futuro, época em que a proibição, criada para protegê-la de sua própria ignorância, não faz mais sentido. O Espiritismo estuda as passagens no contexto científico: histórico. Nele, ela fazia sentido. Hoje não mais. Vamos a Paulo. Paulo diz que após a morte - que, realmente só ocorre uma vez - há o juízo, a avaliação das próprias posturas. Isso é correto. Ao homem é dado morrer somente uma vez - em cada corpo. Hoje podemos entender a colocação de Paulo de acordo com a certeza da reencarnação. Era de se esperar que, pela forte formação judaica, Paulo ainda resistisse pessoalmente à reencarnação, até porque não conheceu o Cristo em vida quando disse a Nicodemos claramente que era necessário retornar ao ventre de sua mãe para ver a Deus. Vamos lembrar que Paulo era um doutor da lei judaica, onde a noção da ressurreição da carne era pregada pelos motivos expostos anteriormente. O Espiritismo, mais uma vez, considera válido o pensamento inspirado de Paulo, situando-o no âmbito em que ele, Espírito, estava: no de uma vida física. Em cada vida física é dado ao homem morrer e depois disso vir o juízo, mais uma vez entendendo as escrituras de acordo com o contexto em que foram escritas. (t)

Fonte: INTERNET
TRECHO DA PALESTRA DO MÉDIUM PEDRO VIEIRA
RIO DE JANEIRO 08/02/2002

PALESTRA DO MÉDIUM PEDRO VIEIRA

Pergunta:

 No deuteronômio diz que o homem deve morrer uma só vez. A própria bíblia se contradiz, também quando fala que é proibido qualquer tipo de comunicação com espíritos. O que o Espiritismo diz sobre isso?

(Dt, 18:9) Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti. A outra citação é de Paulo de Tarso em sua epístola aos Hebreus, 9:27: E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação. Analisemos cada caso separadamente. Nos deteremos mais no segundo, que diz respeito à reencarnação. Em Deuteronômio vemos claramente: "não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos" referindo-se à FORMA como consultavam os mortos, explicitamente colocado como "adivinhador", "mágico", entre outras coisas. O que ocorria? O povo hebreu provindo de diversas tradições, tribos, e submetido ao jugo dos egípcios por anos, encontrava-se sem um destino correto moral a seguir: não tinha sequer a noção do Deus único firmada. A mediunidade existiu desde que existe o homem e foi a responsável pelo aparecimento das primeiras religiões. O uso que se fez dela é que variou de acordo com o senso moral e intelectual de cada povo. No caso do povo de Moisés, era utilizada de maneira errada, como adivinhações, para contato com Espíritos rasteiros, que nada iriam acrescentar-lhes. Na impossibilidade de entender-se o fenômeno - veja bem que essa própria passagem atesta a veracidade da mediunidade, porque não se proíbe aquilo que não existe -, como ocorreu com a carne de porco mal lavada, Moisés o proibiu. Como alguém que proíbe uma criança de colocar a mão na tomada. Mas essa mesma criança pode ser um engenheiro elétrico de sucesso no futuro, época em que a proibição, criada para protegê-la de sua própria ignorância, não faz mais sentido. O Espiritismo estuda as passagens no contexto científico: histórico. Nele, ela fazia sentido. Hoje não mais. Vamos a Paulo. Paulo diz que após a morte - que, realmente só ocorre uma vez - há o juízo, a avaliação das próprias posturas. Isso é correto. Ao homem é dado morrer somente uma vez - em cada corpo. Hoje podemos entender a colocação de Paulo de acordo com a certeza da reencarnação. Era de se esperar que, pela forte formação judaica, Paulo ainda resistisse pessoalmente à reencarnação, até porque não conheceu o Cristo em vida quando disse a Nicodemos claramente que era necessário retornar ao ventre de sua mãe para ver a Deus. Vamos lembrar que Paulo era um doutor da lei judaica, onde a noção da ressurreição da carne era pregada pelos motivos expostos anteriormente. O Espiritismo, mais uma vez, considera válido o pensamento inspirado de Paulo, situando-o no âmbito em que ele, Espírito, estava: no de uma vida física. Em cada vida física é dado ao homem morrer e depois disso vir o juízo, mais uma vez entendendo as escrituras de acordo com o contexto em que foram escritas. (t)

Fonte: INTERNET
TRECHO DA PALESTRA DO MÉDIUM PEDRO VIEIRA
RIO DE JANEIRO 08/02/2002

segunda-feira, 19 de abril de 2010

IDOSOS E VELHOS

Idosos e Velhos

Você se considera uma pessoa idosa, ou velha? Acha que é a mesma coisa? Pois então ouça o depoimento de um idoso de setenta anos:
- Idosa é uma pessoa que tem muita idade. Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade.
- A idade causa degenerescência das células. A velhice causa a degenerescência do espírito. Por isso nem todo idoso é velho e há velho que ainda nem chegou a ser idoso.
- Você é idoso quando sonha. É velho quando apenas dorme.
- Você é idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina.
- Você é idoso quando pratica esportes, ou de alguma outra forma se exercita. É velho quando apenas descansa.
- Você é idoso quando ainda sente amor. É velho quando só tem ciúmes e sentimento de posse.
- Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida. É velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada.
- Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs. É velho quando seu calendário só tem ontens.
- O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro. E é no presente que os dois se encontram.
- Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão. Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.
- O idoso se renova a cada dia que começa; o velho se acaba a cada noite que termina. O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina.
- O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram. O idoso tem planos. O velho tem saudades. O idoso curte o que resta da vida. O velho sofre o que o aproxima da morte.
- O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos. O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade.
- O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças. Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega.
- O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido. As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso. As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura.
- Em resumo, idoso e velho, são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração.

IDOSOS E VELHOS

Idosos e Velhos

Você se considera uma pessoa idosa, ou velha? Acha que é a mesma coisa? Pois então ouça o depoimento de um idoso de setenta anos:
- Idosa é uma pessoa que tem muita idade. Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade.
- A idade causa degenerescência das células. A velhice causa a degenerescência do espírito. Por isso nem todo idoso é velho e há velho que ainda nem chegou a ser idoso.
- Você é idoso quando sonha. É velho quando apenas dorme.
- Você é idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina.
- Você é idoso quando pratica esportes, ou de alguma outra forma se exercita. É velho quando apenas descansa.
- Você é idoso quando ainda sente amor. É velho quando só tem ciúmes e sentimento de posse.
- Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida. É velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada.
- Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs. É velho quando seu calendário só tem ontens.
- O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro. E é no presente que os dois se encontram.
- Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão. Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.
- O idoso se renova a cada dia que começa; o velho se acaba a cada noite que termina. O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina.
- O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram. O idoso tem planos. O velho tem saudades. O idoso curte o que resta da vida. O velho sofre o que o aproxima da morte.
- O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos. O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade.
- O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças. Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega.
- O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido. As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso. As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura.
- Em resumo, idoso e velho, são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração.

PORQUE O ESPIRITISMO...?

PORQUE O ESPIRITISMO.?



Porque o espiritismo??? Bem...porque só na Doutrina espírita encontrei respostas para várias perguntas que nunca ninguém me soube responder. Ou talvez as respostas que obtive não me conveceram.

Por exemplo: Porque existem tantas desigualdades entre os seres humanos? Porque existem paralíticos...cegos...porque existem pessoas que vivem 80, 100 anos e outros morrem em plena juventude. Porque uns nascem, vivem e morrem abaixo da linha da pobreza e outros nascem em berços de ouro, desfrutam de sua riqueza até a morte; e muitos destes nem acreditam em DEUS. Não seguem religião alguma???

Também não acredito num Deus criado pelas religiões. Um Deus cruel e vingativo. Ou você me obedece...ou passará toda a eternidade queimando nas profundezas do inferno.

Isso não é Deus. É um carrasco. Nós somos assim. Ou você está do meu lado... ou está contra mim. Se pudéssemos ser Deus pelo menos um dia; mandaríamos para o inferno todos os nossos inimigos.

Deus não e isso. Se assim fosse...o Cristo pregado na cruz teria pedido ao Pai passar a fio de espada todos os seus algozes. Mas ao contrário, pediu ao Pai que os perdoasse.

É neste Deus que eu creio. Um Deus justo, mas infinitamente bom e misericordioso. Um Deus capaz de nos perdoar não sete vezes mas setenta vezes sete como disse Jesus.

Um Deus que não é culpado de sermos pobres...aleijados...cegos. Pois nos deu o livre arbítrio. Temos o privilégio de poder escolher o que queremos ser mesmo antes de nascer para esta vida. Um Deus que não é culpado das calamidades que acontecem todos os dias; fruto da nossa desobediência às leis universais.

Somos responsáveis pelos nossos atos sim. Temos que prestar conta do que fizemos com o que nos foi dado.Mas não existe castigo eterno. O que é a vida diante da eterrnidade.? Imaginar que fomos criado para vivermos 60...80...100 anos e depois passar toda a eternidade apodrecendo nas profundezas do inferno seria zombar da inteligência de Deus. O bom Pastor conhece às suas ovelhas...e nenhuma das minhas ovelhas se perderão...disse o Mestre.

Quando Deus nos criou ele sabia tudo que aconteceria conosco nas nossas várias encarnações. Sabia quem daria mais ou menos trabalho a ele. Sabia que muitos de nos seriamos repetentes na grande escola da vida. Mas fomos criados a sua imagem e semelhança. Fomos criados para sermos santos e este o nosso destino. Se não melhorarmos por amor...melhoraremos pela Dor. Como o filho pródigo que precisou viver entre porcos para dar valor no conforto que tinha antes; assim somos nós...uns escolhem caminhos mais curtos...os caminhos do amor ao próximo...da bondade...da misericórdia...estes com certeza retornarão mais cedo à casa do Pai. Outros escolhem caminhos mais longos...os caminhos do ódio...do poder...da ganância...do orgulho...repetirão de anos algumas vezes na escola da vida; com certeza demorarão um pouco mais...porém...todos...com certeza, retornaremos como santos na plenitude do PAI.



Segunda Feira 19 de Abril de 2010

PORQUE O ESPIRITISMO...?

PORQUE O ESPIRITISMO.?



Porque o espiritismo??? Bem...porque só na Doutrina espírita encontrei respostas para várias perguntas que nunca ninguém me soube responder. Ou talvez as respostas que obtive não me conveceram.

Por exemplo: Porque existem tantas desigualdades entre os seres humanos? Porque existem paralíticos...cegos...porque existem pessoas que vivem 80, 100 anos e outros morrem em plena juventude. Porque uns nascem, vivem e morrem abaixo da linha da pobreza e outros nascem em berços de ouro, desfrutam de sua riqueza até a morte; e muitos destes nem acreditam em DEUS. Não seguem religião alguma???

Também não acredito num Deus criado pelas religiões. Um Deus cruel e vingativo. Ou você me obedece...ou passará toda a eternidade queimando nas profundezas do inferno.

Isso não é Deus. É um carrasco. Nós somos assim. Ou você está do meu lado... ou está contra mim. Se pudéssemos ser Deus pelo menos um dia; mandaríamos para o inferno todos os nossos inimigos.

Deus não e isso. Se assim fosse...o Cristo pregado na cruz teria pedido ao Pai passar a fio de espada todos os seus algozes. Mas ao contrário, pediu ao Pai que os perdoasse.

É neste Deus que eu creio. Um Deus justo, mas infinitamente bom e misericordioso. Um Deus capaz de nos perdoar não sete vezes mas setenta vezes sete como disse Jesus.

Um Deus que não é culpado de sermos pobres...aleijados...cegos. Pois nos deu o livre arbítrio. Temos o privilégio de poder escolher o que queremos ser mesmo antes de nascer para esta vida. Um Deus que não é culpado das calamidades que acontecem todos os dias; fruto da nossa desobediência às leis universais.

Somos responsáveis pelos nossos atos sim. Temos que prestar conta do que fizemos com o que nos foi dado.Mas não existe castigo eterno. O que é a vida diante da eterrnidade.? Imaginar que fomos criado para vivermos 60...80...100 anos e depois passar toda a eternidade apodrecendo nas profundezas do inferno seria zombar da inteligência de Deus. O bom Pastor conhece às suas ovelhas...e nenhuma das minhas ovelhas se perderão...disse o Mestre.

Quando Deus nos criou ele sabia tudo que aconteceria conosco nas nossas várias encarnações. Sabia quem daria mais ou menos trabalho a ele. Sabia que muitos de nos seriamos repetentes na grande escola da vida. Mas fomos criados a sua imagem e semelhança. Fomos criados para sermos santos e este o nosso destino. Se não melhorarmos por amor...melhoraremos pela Dor. Como o filho pródigo que precisou viver entre porcos para dar valor no conforto que tinha antes; assim somos nós...uns escolhem caminhos mais curtos...os caminhos do amor ao próximo...da bondade...da misericórdia...estes com certeza retornarão mais cedo à casa do Pai. Outros escolhem caminhos mais longos...os caminhos do ódio...do poder...da ganância...do orgulho...repetirão de anos algumas vezes na escola da vida; com certeza demorarão um pouco mais...porém...todos...com certeza, retornaremos como santos na plenitude do PAI.



Segunda Feira 19 de Abril de 2010

𝗖𝗢𝗠𝗢 𝗢𝗦 𝗥𝗘𝗟𝗔𝗖𝗜𝗢𝗡𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢𝗦 𝗙𝗜𝗖𝗔𝗠 𝗔𝗧𝗥𝗘𝗟𝗔𝗗𝗢𝗦 𝗡𝗔𝗦 𝗥𝗘𝗘𝗡𝗖𝗔𝗥𝗡𝗔𝗖̧𝗢̃𝗘𝗦.

Os ajustes dos relacionamentos problemáticos de outras existências. Pelas reencarnações os espíritos têm a oportunidade de reestabelecer os ...