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sábado, 17 de fevereiro de 2018

“ATRAVESSANDO O VALE DO SOFRIMENTO”


Quando você estiver passando por um grave sofrimento, não hesite em chorar…
Chore, chore o quanto for necessário, e coloque tudo de ruim para fora. Não tenha vergonha. Chorar não te faz fraco, ao contrário: permitir que o sentimento flua te faz mais forte. Aqueles que prendem o choro não conseguem lidar com suas emoções, e essas os controlam. Portanto, chore, sem receio…
Libere toda a emoção retida. Solte tudo que esteja preso dentro de você. Visualize uma fumacinha negra saindo do seu peito. Desprenda-se.
Depois de chorar e de liberar todo o sentimento reprimido e engasgado, ore….
Faça uma oração, depois faça outra, e outra… Ore até sentir que sua energia vai se elevando, se elevando… até você se sentir envolvido de energias boas, energias calorosas, que te acolhem… até você sentir paz… até você sentir que suas emoções negativas vão sendo purificadas. Ore um Pai Nosso, uma Ave Maria, e faça uma oração sincera, de coração, colocando todo o seu ser naquela prece.
Não ore pedindo apenas… Ore simplesmente para se sentir mais próximo do Senhor, para se harmonizar com Deus. Sinta o calor divino esquentando seu peito. Entregue-se à oração e a Deus com toda a confiança. Não importa como seja Deus para você, coloque-se nas mãos de Deus e tenha fé.
Depois disso, perdoe as ofensas; perdoe as calúnias, perdoe o mal que qualquer pessoa tenha te feito. O perdão é purificador e libertador. Perdoe, pois você também não é perfeito, e pode errar. Perdoe e entenda que cada pessoa tem um nível de desenvolvimento. Faça como Jesus e diga “Pai, perdoe-os, pois eles não sabem o que fazem”. Perdoe 7 vezes 70 vezes. Emane vibrações de amor, paz e bem àqueles que por ventura te fizeram mal. Você se sentirá muito, muito melhor…
Depois disso, não peça a Deus que diminua o peso de sua cruz, peça mais força para conseguir conduzir sua cruz para onde ela tiver que ir. Deus jamais te daria uma cruz mais pesada do que você pode carregar. Por isso confie em Deus. Se nem os homens fazem cadeados sem chaves, Deus, que é a inteligência infinita de todo o universo, jamais te colocaria dentro de um problema que não tivesse solução.
Nesse ponto, entregue seu problema a Deus. Faça isso da seguinte forma: Visualize seu problema, dê uma forma a ele, qualquer uma. Depois que seu problema tiver sido formatado, jogue para bem alto e veja ele se integrar ao infinito, ao plano divino. Pense mais ou menos assim: “Deus, nesse momento, eu entrego esse meu problema a Ti. Rogo que me dê sabedoria e me conceda os sinais necessários para que eu atravesse com resignação e fé esta dura provação.”
Abra sua mente. O sofrimento deve nos ajudar a abrir os olhos para novas possibilidades. Sempre que perdemos uma coisa, ganhamos outra. Todo fim é sempre um novo começo. Quando descemos ao fundo do poço, não há mais para onde cair, esse então é o momento em que tudo começa a melhorar. Portanto, amplie sua visão e veja aquilo que, até agora, você não conseguiu ver. A solução do seu problema pode ser mais simples do que você imagina. E lembre-se que aquilo que não tem remédio, remediado está.

Não perca a fé e siga em frente. A única coisa que você não pode fazer ao enfrentar o vale de lágrimas da existência mundana é deixar de caminhar. Continue sua peregrinação neste mundo de espinhos e trevas… Olhe para frente e siga. Quem pára, perece. Quem continua caminhando, mesmo sujo com a mais densa lama, e mantém sua fé, faz brotar uma chama sagrada em seu interior e se liberta do sofrimento.
Jamais se esqueça: não há mal que sempre dure…. Um dia, mesmo que demore, tudo isso irá se encerrar, e o que sobra é apenas uma pequena lembrança. Quando você despertar desse profundo sonho de muitas ilusões será recebido nos planos superiores, de braços abertos, comemorando o grande sucesso do cumprimento de sua missão na Terra…
Autor: Hugo Lapa


sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

“REENCARNAÇÃO: MEMÓRIAS DE OUTRAS VIDAS.”

Palingenesia, pluralidade das existências da alma, vidas sucessivas… Essas palavras têm o mesmo significado de reencarnação. Acredito que você já ouviu ou pelo menos leu algo a respeito do assunto, pois esse conceito está cada vez mais popular em nossos dias.
A reencarnação é o retorno do Espírito a um novo corpo físico. Além de quesito fundamental do Espiritismo, é um princípio da lei natural, ensejando ao indivíduo o constante desenvolvimento de suas potencialidades pelas provas a que é submetido na jornada terrena, nas diversas e sucessivas existências físicas que tem a viver.
Reencarnação é oportunidade de recomeço, com a vantagem de que o aluno terá novas chances de aprendizado, sem necessariamente ter de reiniciar todas as tarefas. O aprendiz pode dar continuidade de onde parou na “lição” anterior… Mas, precisará refazer aquelas em que foi reprovado.
Seria realmente difícil aprendermos de um só vez tudo o que a vida nos oferece, se tivéssemos apenas uma existência material. São tantas informações, conteúdos, conhecimentos, disciplinas, experiências, relações, que não daríamos conta de fazer todo o dever de casa. Por isso, em sua Sabedoria, Deus nos oferta a dádiva de usufruirmos de mais de uma existência corporal. De várias, de muitas, a depender da necessidade de evolução espiritual de cada um.
Como, via de regra, todos nós temos contas a pagar – aquelas dívidas contraídas em outros tempos –, o objetivo da pluralidade das existências é inicialmente fazer com que acertemos essas pendências com a Lei Divina e com os débitos contraídos perante os semelhantes. Em outras palavras: é preciso expiar. Isso mesmo: pagar as contas, corrigir os erros, acertar as coisas. Não raro, à custa de dores e de aflições…
Todavia, a razão principal do retorno do Espírito às experiências terrenas é o “melhoramento progressivo da humanidade”. Assim falam as inteligências desencarnadas (vivas no mundo espiritual) em O livro dos Espíritos, organizado por Allan Kardec.
Leia O livro dos Espíritos! Há um capítulo inteiro sobre o assunto. Quem sabe você não encontrará nesse livro algumas respostas a suas indagações?!
Ou seja, estamos na Terra para evoluir. No presente, pagamos dívidas passadas e conquistamos créditos futuros. Isso tudo para que sejamos felizes. Deus não deseja o sofrimento de ninguém. Nascemos e renascemos para a conquista da plenitude, da solidariedade universal, da prática do bem sem ostentação, da vivência da caridade no cotidiano de nossas vidas.
A existência carnal é uma chance de aprimoramento das virtudes latentes na intimidade de cada um de nós. Daí a necessidade do testemunho pessoal e intransferível, quando somos convocados aos desafios de educação, nem sempre fáceis de serem vencidos. Esse processo exige auto superação, libertação de mazelas e conquista de equilíbrio para uma vida integral e saudável. Assim, todas as dimensões existenciais e Inter existenciais serão contempladas nas ações e comportamentos do Espírito imortal, qualidade essencial atribuída pelo Criador Supremo a todos os homens e mulheres, estejam neste ou noutro plano da Vida.
Se você não acredita em reencarnação, responda-me essas perguntas:
Por que uns nascem ricos e outros pobres?
Por que uns sofrem e outros são felizes?
Por que crianças morrem em tenra idade?…
Em vez de uma determinação irrevogável da Vontade Divina, preferível admitir, por ser mais racional e lógico ao nosso entendimento, que o ser humano é o grande artífice de seu próprio destino. Pelo uso do livre-arbítrio na presente encarnação ou em vidas pretéritas, o homem pode acertar como errar, fazer coisas boas como ruins. E será sempre o maior responsável pelos seus atos e pelas consequências deles decorrentes.
Independentemente de acreditar ou não na reencarnação, vale a pena considerar que Deus concede a todos nós o ensejo de atuarmos como protagonistas no palco da vida com o objetivo de conquistarmos a felicidade pelo próprio esforço. Uma vez que estamos aqui, esse é o momento de fazermos o melhor ao nosso alcance, valorizando e aproveitando as oportunidades disponibilizadas pela atual encarnação.
FEB | Geraldo Campetti Sobrinho

Fonte: Chico de Minas Xavier

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

“À QUARESMA NA VISÃO ESPÍRITA. ”

Quaresma, tempo de penitências?
É chegado o tempo da quaresma, período de quarenta dias que antecede a data mais importante para o cristianismo: “A morte e a ressurreição de Cristo”.
Nesta época, os cristãos em sua maioria, são convidados à reflexão espiritual promovendo uma renovação sincera de atitudes. Para os católicos, faz-se necessário a oração, a penitência e a caridade para o encontro com Deus, tempo de preparação para a Páscoa. 
No período quaresmal é muito comum nos depararmos com pessoas cumprindo promessas, jejuando e fazendo penitências. Os fiéis mais tradicionais se abstêm do consumo da carne vermelha, outros passam os quarenta dias sem cortar o cabelo e a barba, enfim, não raro são aqueles que realizam algum tipo de sacrifício neste período.
Segundo o dicionário da língua portuguesa, a palavra penitência faz referência a arrependimento, remorso de haver ofendido a Deus, ou uma pena que o confessor impõe ao confessado. Já o sacrifício, tem o sentido de “fazer alguma coisa sagrada”, entretanto esse conceito é variável de acordo com as diferenças culturais.
De um modo geral, as penitências são caracterizadas por privações voluntárias que aproximam de alguma forma o homem a Deus, isentando-os de seus pecados.
Mas, quarenta dias seriam suficientes para redimir os homens de seus erros? Até que ponto as penitências são válidas? Será que necessitamos de um período específico para refletir nossas atitudes e dar início a uma transformação moral?
Busquemos a resposta em O Livro dos Espíritos, nas perguntas 720, 722, e 726 no Capítulo V – “Da Lei de Conservação”:
720. São meritórias aos olhos de Deus as privações voluntárias, com o objetivo de uma expiação igualmente voluntária?
“Fazei o bem aos vossos semelhantes e mais mérito tereis.”
a)  Haverá privações voluntárias que sejam meritórias?
“Há: a privação dos gozos inúteis, porque desprende da matéria o homem e lhe eleva a alma. Meritório é resistir à tentação que arrasta ao excesso ou ao gozo das coisas inúteis; é o homem tirar do que lhe é necessário para dar aos que carecem do bastante. Se a privação não passar de simulacro, será uma irrisão.”
722. Será racional a abstenção de certos alimentos, prescrita a diversos povos?
“Permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde. Alguns legisladores, porém, com um fim útil, entenderam de interditar o uso de certos alimentos e, para maior autoridade imprimirem às suas leis, apresentaram-nas como emanadas de Deus.”
726. Visto que os sofrimentos deste mundo nos elevam, se os suportarmos devidamente, dar-se-á que também nos elevam os que nós mesmos nos criamos?
 “Os sofrimentos naturais são os únicos que elevam, porque vêm de Deus. Os sofrimentos voluntários de nada servem, quando não concorrem para o bem de outrem. Supões que se adiantam no caminho do progresso os que abreviam a vida, mediante rigores sobre-humanos, como o fazem os bonzos, os faquires e alguns fanáticos de muitas seitas? Por que de preferência não trabalham pelo bem de seus semelhantes? Vistam o indigente; consolem o que chora; trabalhem pelo que está enfermo; sofram privações para alívio dos infelizes e então suas vidas serão úteis e, portanto, agradáveis a Deus. Sofrer alguém voluntariamente, apenas por seu próprio bem, é egoísmo; sofrer pelos outros é caridade: tais os preceitos do Cristo.”
Analisando as afirmativas contidas em “O Livro dos Espíritos”, observamos que a visão do Espiritismo com relação às penitências, difere de outras religiões. Para a doutrina dos espíritos, as privações somente são válidas quando afastam o homem das futilidades materiais que nada acrescentam na evolução do espírito, entretanto, deve ser um exercício contínuo na busca pelo progresso moral, não limitando-se a quarenta dias a cada ano.
Terá maior mérito perante Deus, aquele que aplica sua penitência em benefício de outrem, ou seja, pratica a caridade que, aliás, para nós que ainda somos espíritos imperfeitos, ser caridoso é uma grande penitência.
Com relação a abstinência de certos alimentos, segundo o Espiritismo, nos é permitido consumir qualquer substância que não nos comprometa a saúde, em qualquer época do ano, isso se aplica ao consumo de carne. Devemos considerar que nossa matéria densa carece de proteína para funcionar adequadamente, cuja principal fonte é a carne.
A proibição do consumo de carne vermelha na quaresma surgiu na Idade Antiga, consolidando-se na Idade Média, época em que os pobres não tinham recursos para introduzir a carne em suas refeições. Desta forma a carne vermelha era consumida apenas pelos ricos nos banquetes, onde se tornou o símbolo da gula, um dos pecados capitais. Para evitar conflitos com a nobreza, a Igreja orientava o consumo de carne à livre demanda, por sete dias, antes do período quaresmal; essa tradição ficou conhecida como “carnevale” (o prazer da carne), daí a origem do carnaval. Após o “carnevale”, a população deveria abster-se da carne pelos quarenta dias que antecediam a Páscoa. O peixe não entrou nesta lista, por isso tinha o consumo liberado.
Com o passar dos tempos, a carne foi introduzida no cardápio do dia a dia, perdendo a tradição dos banquetes. E hoje, cada vez menos as pessoas praticam a abstinência de carne vermelha na quaresma, provando que esses hábitos são apenas tradições que nada tem haver com os ensinamentos do Cristo.
Diante dessas considerações, podemos afirmar que as privações voluntárias pouco contribuem para o progresso espiritual, uma vez que, o sofrimento provocado caracteriza imaturidade de nosso espírito, pois não produz nenhum efeito depurador para a alma, ao contrário do sofrimento natural.
Busquemos sim, uma reflexão profunda de nossas atitudes para auxiliar em nossa reforma íntima, pratiquemos a caridade em auxílio do próximo para sermos também auxiliados, mas lembremos, todo o tempo é tempo de plantar.
ANDRÉ LUIZ ALVES JR. Fonte: o Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita
Referências: 
“O Livro dos Espíritos” – Allan Kardec


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

“QUARESMA: QUANDO ABREM OS PORTÕES DO UMBRAL”

Ao contrário do que muitos pensam, a quaresma não é uma data importante apenas para a Igreja Católica. Outras comunidades Cristãs, como: Calvinistas, Luteranas, Anglicanas, Ortodoxas, também a adotam, conforme seus preceitos.
Curiosamente, não se trata apenas de um período de purgação espiritual simbolizado nos 40 dias em que Jesus passou no desertou ou Moisés no monte Sinai. Trata-se de um período com fortes implicações espirituais, cuja tradição remonta, pelo menos, 1600 anos.
Asseguram-nos os espíritos que, neste período, há uma profunda agitação na atmosfera Umbralina, o que faz com que muitos espíritos consigam vir à superfície da Terra com muita facilidade.
Embora existam espíritos responsáveis por vigiar os “canais de saída”, nesse período, a agitação é tão grande que, mesmo eles, não conseguem impedir a passagem dessas entidades. É quando uma imensa quantidade de espíritos sofredores e perturbadores ganham livre acesso ao mundo dos homens.
O que se passa, então, é um verdadeiro caos: cada um segue por conta do seu interesse. Alguns, viciados, correrão para saciarem-se; outros, perturbados, buscarão seus familiares; alguns, vingativos, o que tanto anseiam e por aí vai.
Com tantas entidades perturbadoras perambulando livremente, a chance de cairmos em sentimentos nocivos que nos farão mal é muito grande. Desavenças são acirradas. Vinganças são alimentadas. Ódios são cultivados. É preciso ter muita firmeza de cabeça.
Nesse período, mais do que qualquer outro do ano, temos que ter cuidado redobrado com nossos pensamentos e sentimentos, pois com imensa facilidade, poderemos ser alvo das investidas inferiores. Orai e Vigiai, em dobro… Em triplo!
É provável, contudo, que a maior parte das pessoas não perceba todo esse perigo. Entretanto, os médiuns percebem, com facilidade.
As próximas três quaresmas, até o ano de 2019, serão intensamente mais fortes que as anteriores. São os momentos finais, agônicos, de uma sociedade, encarnada e desencarnada, prestes a se renovar ou se atrasar, conforme as escolhas feitas.
Este é um período de intenso trabalho, de redobrada caridade e auxílio aos encarnados e desencarnados. Nenhuma casa Espírita  deve fechar as portas.
Vamos todos concentrar nossos esforços no bem, na caridade, no amor ao próximo. Refugiarmos na oração e na vigília constante de nossos pensamentos e atos e nada teremos a temer.

Fonte: Estudo Espiritualista.

“FINALIDADE DO SEXO NA VISÃO ESPÍRITA”


O SEXO É PECAMINOSO?
Sexo, como disse Emmanuel, “é um atributo não apenas respeitável mas profundamente santo da Natureza, exigindo educação e controle.” Então, pecaminoso é a maneira que fazem uso do sexo, seja por um hetero ou um homo.
QUAL A FINALIDADE DO SEXO?
O sexo foi feito para a vida, para dar oportunidade para Espíritos encarnarem para ressarcir débitos ou para realizar provas, e não a vida foi feita para o sexo, como estão dando a entender hoje. Observemos que, quando nosso corpo envelhece e não pode mais reproduzir, a mulher não lubrifica mais como na mocidade e o homem tem dificuldade de ereção. O sexo é troca de energia, seja feito, com intenção de ter ou não filho. Mas que seja feito com respeito, sem promiscuidade, sem troca constante de parceiro (a), seja homo ou hetero.
O SEXO DEVE SER LIVRE?
O sexo sempre foi livre e deve ser livre. Portanto, não devemos concordar com a promiscuidade e a vulgaridade com que ele é exercido, mas à liberdade com responsabilidade, mediante a consciência da sua finalidade. Hoje a mente das pessoas está no sexo; é a cabeça sexual. O estômago, quando se come demais, tem indigestão. Qualquer órgão de que se abusa, sofre o efeito imediato. O problema do sexo é a mente. Criou-se o mito que a vida foi feita para o sexo, e não o sexo para a vida. Depois da revolução sexual dos anos 60, o sexo saiu do aparelho genésico e foi para a cabeça. Só se pensa, fala respira sexo. (Divaldo Franco)
SEXO É AMOR?
Não, sexo é um fenômeno biológico de atração magnética, porque os animais o praticam e não se amam. O amor é um sentimento, o sexo é um veículo de sensações. Quando irrigado pelas superiores emoções do amor, ele ilumina a alma e, sem o tempero santificante desta emoção, ele atormenta o Ser.
SE A FINALIDADE DO SEXO É DAR OPORTUNIDADE PARA ESPÍRITOS REENCARNAREM, POR QUE INVENTARAM O ANTICONCEPCIONAL?
O anticonceptivo existe para controlar a quantidade de filhos que um casal quer ou pode ter (financeiramente falando). Ele não foi inventado para as pessoas fazerem uso do sexo de maneira abusiva, promíscua e sem responsabilidade.
Diz Emmanuel no livro Vida e Sexo: "Em torno do sexo, será justo resumirmos as normas seguintes:
Não proibição, mas educação.
Não abstinência imposta, mas emprego digno, com o devido respeito aos outros e a si mesmo.
Não indisciplina, mas controle.
Não impulso livre, mas responsabilidade.
Fora disso, é teorizar simplesmente, para depois aprender e recomeçar a obra da sublimação pessoal, tantas vezes quantas se fizerem precisas, pelos mecanismos da reencarnação, porque a aplicação do sexo, ante a luz do amor e da vida, é assunto pertinente à consciência de cada um."
Fonte: Grupo de Estudos Allas Kardec
Autor: Rudymara