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quarta-feira, 28 de junho de 2017

“SOBRE O ESPIRITISMO E OS ESPÍRITOS”

O Espiritismo é, ao mesmo tempo, uma ciência de observação e uma doutrina filosófica.
Como ciência prática, consiste nas relações que se podem estabelecer com os Espíritos; como filosofia, compreende todas as consequências morais decorrentes dessas relações.
Os Espíritos não são, como muitas vezes se imagina, seres à parte na criação; são as almas dos que viveram na Terra ou em outros mundos.
As almas ou Espíritos são, pois, uma só e mesma coisa; donde se segue que quem quer que creia na existência da alma, por isso mesmo crê na dos Espíritos.
Negar os Espíritos seria negar a alma.
Em geral se faz uma ideia muito falsa do estado dos Espíritos.
Eles não são, como alguns pensam, seres vagos e indefinidos, nem chamas, nem fantasmas como nos contos de aparições.
São seres semelhantes a nós, possuindo um corpo como o nosso, mas fluídico e invisível em estado normal.
Quando a alma está unida ao corpo durante a vida, tem um envoltório duplo: um pesado, grosseiro e destrutível, que é o corpo físico; outro fluídico, leve e indestrutível, chamado perispírito.
O perispírito é o laço que une a alma ao corpo; é por seu intermédio que a alma faz o corpo agir e percebe as sensações que este experimenta.
A união da alma, do perispírito e do corpo material constitui o homem. A alma e o perispírito, separados do corpo, constituem o ser chamado Espírito.
A morte é a destruição do invólucro corporal.
A alma o abandona como quem deixa uma roupa usada, ou como a borboleta, que deixa a sua crisálida; mas conserva o seu corpo fluídico, seu perispírito.
O Espiritismo é muito claro ao revelar aos homens fenômenos naturais aos quais sempre se submeteu, mas que nunca antes pode analisar e entender.
Essa ciência de observação faz com que os fatos e verdades apresentados sejam irrefutáveis.
Essa doutrina filosófica dispõe regras de bem proceder, orientando os seres para uma conduta rumo à sua própria felicidade.
Regras que têm por alicerce maior a mensagem cristã, insuperável e inquestionável em todos os tempos.
Colocando-nos em contato com o Criador ainda, mostra-se como a religião por excelência, no mais puro significado deste vocábulo.
O fim essencial do Espiritismo é tornar melhores os homens.
Nele encontraremos o que possa concorrer para o seu progresso moral e intelectual.
A crença no Espiritismo só é proveitosa àquele de quem se pode dizer: Vale mais hoje do que ontem.
Isso implica entender que toda doutrina filosófica, toda religião, só fará sentido se promover o homem, se auxiliá-lo em sua melhoria.
Se servir apenas de fuga da realidade, de status social, de cabedal intelectual, de nada servirá.
Estamos aqui, na Terra, para o aprimoramento íntimo. Para sermos melhores do que já fomos. Para crescermos um tanto mais no amor.

Redação do Momento Espírita .

“A MORTE NÃO É O FINAL, EU APENAS PASSEI PARA O OUTRO LADO DA SALA.”

A morte não é o final.
Eu somente passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como sempre foi.
Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos, permanece intocada, imutável.
O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos.
Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira como sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor.
Ria como sempre o fizemos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim.
Deixe que meu nome seja uma palavra comum em casa, como sempre foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem sombra.
A vida continua a ter o significado que sempre teve.
Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. A ligação não foi interrompida.
O que é a morte?
Por que ficarei fora dos seus pensamentos apenas porque estou fora do alcance da sua visão?
Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho.
Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo bem próximo, na outra esquina.
Você que aí ficou, siga em frente. A vida continua bela, como sempre foi.
Tudo está bem.
A morte é somente a cessação da vida orgânica. É apenas o fim do corpo físico e de mais uma etapa da programação Divina.
A essência humana sobrevive para além da vida física, pois o Espírito não tem fim. Somos imortais.
A morte vem apenas nos dizer que chegou o momento da alma retornar à vida plena e verdadeira.
Mostra-nos que o Espírito se despediu do corpo que o abrigou durante a jornada terrestre para se elevar a outras dimensões e continuar sua trajetória evolutiva.
A afeição real, de alma a alma, é durável, e também sobrevive à destruição do corpo. Apenas as afeições de natureza carnal se extinguem com a causa que lhes deu origem.
O amor que nutrimos uns pelos outros continuará existindo na Espiritualidade.
Ao desencarnarmos, seremos recebidos do outro lado da vida por aqueles a quem estamos ligados por laços de afeto e que desencarnaram antes de nós.
Será o momento de rever seres amados que nos aguardam.
O reencontro na Espiritualidade ou em vidas futuras, através de uma nova encarnação, haverá de acontecer.
E todas as vezes que a saudade daquele que partiu parecer maior do que nossas forças possam suportar, busquemos o lenitivo da oração.
Nossas preces alcançam os seres amados onde quer que estejam, levando até eles nossas melhores vibrações.
E, para que possamos sentir as vibrações enviadas pelo pensamento dos amores que hoje vivem em outras dimensões, aquietemos nossas mentes e corações. Com certeza, experimentaremos algum conforto.
A prece é mecanismo abençoado que nos aproxima de Deus e dos afetos que estão distantes.


Redação do Momento Espírita

terça-feira, 27 de junho de 2017

“ALCOOLISMO: OBSESSÃO ESPIRITUAL SOBRE OS ALCOÓLATRAS. UM ENFOQUE ESPIRITUALISTA”

As drogas, de maneira simplificada, podem ser classificadas em três grandes grupos: drogas estimulantes, entorpecentes e alucinógenas.
O álcool acha-se incluído no grupo das drogas entorpecentes. Chamam-se entorpecentes drogas que retardam ou desaceleram a atividade do sistema nervoso central, são tranquilizantes, anestésicos ou soníferos.
Embora o álcool possa, inicialmente, dar uma sensação de bem estar, com o passar do tempo passa a alterar a química do organismo tornando-se indispensável ao indivíduo que física e psiquicamente torna-se dependente ou prisioneiro do álcool. Seu uso constante passa a gerar um estado de desânimo com perda do interesse pelo trabalho, pelo estudo e pela vida.
Estudos desenvolvidos pela pediatria demonstram que a principal causa da existência de jovens alcoolistas é a falta de núcleo familiar organizado e estável.
Muitas vezes o álcool surge como mecanismo de fuga dos jovens à solidão em que vive desde criança. A falta de amor em família provoca desajustes que frequentemente desaguam no alcoolismo. As frequentes separações dos pais, o abandono do lar por um deles, ou as energias de conflito graves entre os genitores é causa mais flagrante da busca do álcool pelo jovem.
O alcoolismo, além de grandes lesões nos órgãos do viciado, determina sérios problemas aos recém-nascidos quando a gestante é usuária da droga. O álcool pode causar lesões no feto que se desenvolve no útero materno, podendo chegar a causar a chamada “Síndrome do Alcoolismo Fetal”, com deficiência mental, atraso do desenvolvimento, defeitos cardíacos e inclusive microcefalia (cérebro pequeno).
O dependente do álcool, além de estar física e mentalmente prejudicado, traz inúmeros problemas para a sociedade, criando atritos, brigas e frequentemente se envolvendo com amizades que o levam a ambientes onde o crime espreita.
Sob o ponto de vista espírita um dos aspectos a ser considerado é a obsessão espiritual sobre os alcoólatras. O dependente do álcool é, em muitos casos, acompanhado por dois tipos de obsessores: os ectoparasitas, e os endoparasitas espirituais.
Chamam-se ectoparasitas aqueles espíritos que costumam frequentar bares ou locais de bebedeira se alimentando dos vapores etílicos que absorvem para seu corpo espiritual. Os endoparasitas espirituais são de mais grave conseqüência, pois se ligam ao corpo espiritual (perispírito) do beberrão, prendendo-se ao chakra esplênico do mesmo, onde vampirizam o fluido vital (energia vital ).
O alcoolista crônico costuma ser rodeado de larvas energéticas que se fixam ao seu perispírito. Fato este descrito por autores espirituais e também observados por videntes.
Quando o viciado ingere álcool, há uma expansão de sua consciência e as energias ou fluidos desequilibrados, que se encontravam retidos, saem para a superfície da sua aura, atraindo os perseguidores espirituais.
O alcoolismo é um triste flagelo da humanidade e, como tal, necessita de urgentes providências por parte de todos nós que estamos livres deste pesadelo.
Trabalhemos pelo próximo orientando-o. Desenvolvamos a amizade e o amor, que o álcool não será destruidor da saúde, da paz e da harmonia familiar.

DR. RICARDO DI BERNARDI

“DOENÇAS CÁRMICAS”

A palavra carma vem do sânscrito, antigo idioma hindu consagrado aos cultos nos templos iniciativos, e significa causa e efeito ao mesmo tempo. Expressa a lei segundo a qual toda causa gera um efeito equivalente em sentido contrário, abrangendo o próprio destino do homem. Este conceito está de acordo com o que ensina Allan Kardec no livro O Céu e o Inferno, página 88, item 9: "Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga; se não o for em uma existência, sê-lo-á
 na seguinte ou seguintes, porque todas as existências são solidárias entre si. Aquele que se quita numa existência não terá necessidade de pagar segunda vez".
A mesma conotação encontra-se no Evangelho, quando afirma: "Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado". (Jo 8, 34) Contrair dívida ou ser servo do pecado significa prender-se a faltas do passado, manter-se estagnado sem condições de retomar o caminho da evolução espiritual. Um dos recursos que a Natureza emprega para realizar a libertação das faltas cometidas de doenças ou outras modalidades de perturbações que podem ocorrer na mesma existência ou em existência futura.
Desse modo, se compreende que o carma não tem a finalidade de punir, mas de harmonizar espiritualmente o ser humano, com a lei da evolução, libertando-o da estagnação causada pelas faltas cometidas. Todos os pensamentos, emoções, sentimentos e atos praticados pela pessoa, durante sua existência atual, geram carmas específicos que se somam ao carma que traz de vidas passadas, e cujos efeitos expressam o saldo favorável ou desfavorável que incide na vida presente.
Nenhum acaso rege o destino das pessoas. É a lei do carma que a tudo coordena, ajusta e realiza, no nível perispiritual, registrando tanto as ações favoráveis como as desfavoráveis da vida de cada um. Se a dor ou o infortúnio, sem causa aparente, batem à porta, não são devidos ao castigo de Deus, nem à fatalidade de um destino cruel. São, na maioria das vezes, o resultado de ações inflexíveis, segundo as quais a colheita de cada um é obrigatória, em decorrência do que semeou nesta vida ou em vidas pregressas, visto ter o carma a finalidade de reajustar as criaturas à harmonia universal.
A Lei do Carma pode ser entendida como decorrente da Lei de Causa e Efeito, do retorno ou reciprocidade, segundo a qual toda ação praticada tem o seu retorno equivalente e em sentido contrário. Esta lei tem sua conotação no Evangelho quando afirma que "a cada um será dado segundo as suas obras"(Mt, 16, 27; Ap 22,12) Na Natureza, essa lei é clara, e ninguém espera colher milho se plantou feijão.
Segundo a Lei do Carma, se a pessoa não tem disciplina mental para controlar os seus atos e cometer faltas durante sua existência, terá que enfrentar suas consequências na própria vida ou em vida futura, pois as mesmas se manterão registradas no perispírito e se manifestarão como problemas de retorno nesta existência, ou como doenças ou perturbações cármicas em vida futura.
Se a pessoa cometeu alguma falta em relação ao seu próprio organismo, prejudicando-o de diferentes maneiras, como ocorre pelo uso de drogas, entregando-se aos vícios, à concupiscência e aos desregramentos pessoais, ou se prejudicou os seus semelhantes e, particularmente, os seus familiares, aos quais tem a responsabilidade de ajudar, ou se lesou, de alguma forma, a Natureza que a acolhe dadivosamente, deverá receber como retribuição, algumas vezes na própria vida ou, certamente, na vida futura, o sofrimento que lhe corresponde como forma de ressarcir a referida falta, à qual está ligada pelos vínculos da Lei de Causa e Efeito.
1 - Causas das Doenças Cármicas
As faltas cometidas no passado, que podem ser responsáveis pelas doenças cármicas, estão entre os vícios, como os causados pelo cigarro, pelas bebidas alcoólicas, pelas drogas, e mesmo pelo uso, sem controle, de medicamentos psicotrópicos, utilizados no tratamento de distúrbios mentais; a agressividade humana, como a violência, a maldade, o sequestro, o estupro, o roubo, o assalto, o terror, o homicídio, a exploração dos semelhantes nas suas diferentes modalidades; o suicídio premeditado, o sacrifício do organismo por privações inúteis e outras formas de agressão ao próprio corpo; o hábito de se entregar a pensamento negativos, como os impregnados por emoções de ódio, ciúme, inveja, raiva, tristeza, calúnia, insatisfação; os desvios da sexualidade e os estados de vida pautados na ociosidade, no mau emprego de posições de responsabilidades social ou administrativa, prejudicando os semelhantes e constituindo mau exemplo para a sociedade.
As faltas cometidas no passado, responsáveis por sofrimentos que ocorrem na vida atual, podem ter sido cometidas pela própria pessoa ou pelos seus familiares, visto existirem laços espirituais muito estreitos entre os mesmos. Esses laços devem ser mantidos sempre que possível, pela afeição que deve unir as pessoas, visto ser a família a escola primeira, para a vivência do amor fraterno entre os seres humanos.
Todas as pessoas têm vínculos muito profundos com os seus familiares, vínculos que transcendem a existência atual, de sorte que a dor que as açoita pode decorrer não apenas de fatores oriundos de si mesmas, também, de seus entes queridos, como lembra a mensagem sobre o cego de nascença cujo mal poderia ter sido causado por si mesmo ou pelos seus familiares. (Jo 9, 1-3)
Além dos vínculos familiares, as pessoas tem relacionamentos coletivos. Elas podem ter ajudado ou prejudicado outras criaturas, razão pela qual, além do carma individual, existe o carma familiar e o carma coletivo. O carma coletivo explica como, na ocorrência de acidentes, catástrofes, muitas pessoas podem estar envolvidas no mesmo sofrimento, sem ser por acaso. Não é só a má sementeira que produz maus frutos. Certos comportamentos aparentemente inofensivos podem ser danosos à própria alma, como o não aproveitamento das oportunidades que lhe foram proporcionadas durante a existência terrena, geram, igualmente, má colheita no futuro.
Do mesmo modo, a inatividade, a inércia, a ociosidade, a preguiça física e mental, são igualmente nocivas à alma, que não pode manter-se estagnada em face das leis às quais está vinculada. Toda pessoa em condições de saúde compatíveis com a realização de alguma modalidade de trabalho, deve esforçar-se para ser útil a si mesma e ao próximo.
2 - Manifestações das Doenças Cármicas
Respeitadas as leis da hereditariedade, o espírito atua no ser humano como modelo organizador biológico, desde a formação da célula-ovo, transmitindo para o corpo físico as impressões registradas no perispírito, oriundas das ações cometidas pela própria alma em vida pregressa. Assim, certas malformações e males congênitos e a predisposição para um grande número de doenças e transtornos que ocorrem durante a vida, são causados pela atuação do espírito, que projeta no organismo, desde o momento de sua formação, o conteúdo do bem ou do mal que estiver registrado nas malhas do seu perispírito.
As doenças cármicas podem acometer as pessoas em todas as idades, e seu reconhecimento não é feito pelos recursos para diagnósticos comumente utilizados na Medicina, os quais se apresentam repetidamente negativos. A compreensão das mesmas está relacionada a fatores que têm suas causas em faltas cometidas no passado, vinculadas à própria alma. Entre as perturbações que se enquadram como doenças cármicas, podem ser lembradas algumas limitações orgânicas e psíquicas, certas formas de paralisias, patologias congênitas sem possibilidades de reequilíbrio, certos casos de esquizofrenia, algumas modalidades de câncer, de doenças degenerativas, tendência para os vícios, para a agressividade, alguns casos de acidentes individuais ou coletivos, certas neuroses, síndromes do medo, de angústias, de ansiedade incontidas, certos tipos de enxaqueca, de insônia, de depressão, de pânico.
Joanna de Ângelis, no livro Plenitude, página 33, 6° parágrafo, comentando certas formas de transtornos psíquicos, oriundos de causas ocorridas no passado, que podem passar despercebidos aos semelhantes, afirma: "Transitam, ainda, na Terra, portadores de expiações que não trazem aparência exterior. São os seres que estertoram em conflitos cruéis, instáveis e insatisfeitos, infelizes e arredios, carregando dramas íntimos que os estiolam, afligindo-os sem cessar. Podem apresentar aparência agradável e conquistar simpatia, sem que se liberem dos estados interiores mortificantes".
É a própria consciência das criaturas que conhece as causas do seu sofrimento cármico. São seres que se comportam como almas penadas que sofrem em silêncio, embora haja outros que se lastimam continuamente, sem encontrar alívio para suas angústias e padecimentos. Enquadram-se ainda, como manifestações cármicas, entre outras, certas injúrias, desigualdades sociais e econômicas, as dificuldades para realizações pessoais nos estudos, nas artes e em alguns empreendimentos da vida.

Fonte: Dr. Roberto Brólio- A Casa do Espiritismo

segunda-feira, 26 de junho de 2017

“MINHA RELIGIÃO É O AMOR, MINHA DOUTRINA É ESPÍRITA”

Alguém me perguntou porque sou espirita.
EU SOU ESPÍRITA, PORQUE ESTA RELIGIÃO ME EXPLICOU quem sou, de onde vim, para onde vou e o que estou fazendo neste Planeta.
ELA ME ENSINOU QUE preciso olhar para dentro de mim, me compreender para poder compreender o próximo. Pois, se eu tenho meus conflitos, falhas, erros, dificuldades, defeitos, com certeza, todos que convivem comigo neste mundo, também tem. Estamos todos na luta, numa guerra interior, brigando conosco mesmo para corrigir estas falhas.
ENSINOU QUE LIVRE ARBÍTRIO não é propriedade minha, mas de todos, por isso devo respeitar quando alguém pensa e age diferente de mim. Não tenho o direito de impor nada a ela. E quando uso mau este livre arbítrio haverá uma consequência que terei de reparar nesta ou na outra encarnação. O plantio é livre mas a colheita obrigatória.
Que tenho direitos, mas tenho também OBRIGAÇÕES e que meu direito acaba quando começa o do próximo.
QUE TODAS AS RELIGIÕES SÃO BOAS e, consequentemente, devo respeitá-las porque gosto que respeitem a minha.
QUE A SALVAÇÃO NÃO DEPENDE DA RELIGIÃO, mas da prática da caridade conosco e com o próximo.
QUE O PRÓXIMO é qualquer pessoa que convive conosco neste Planeta, seja ele de outra religião, de outra raça, heterossexual ou homossexual, rico ou pobre, branco ou negro, etc., Enfim, devemos ajudar e conviver bem, respeitando, sem preconceito.
Que CARIDADE não é só a esmola, mas também a tolerância, a paciência, o abraço amigo, a mensagem consoladora, a visita ao doente, uma prece, etc etc etc.
QUE SER CRISTÃO vai além de cultos externos, de rótulo religioso, de declarações de amor vazias sem a prática dos ensinamentos do Cristo, enfim, que a Fé sem obras é morta.
ENSINOU que O JESUS DO ESPÍRITA não é visto apenas com interesse de pedir, mas de ensinar e que serve de GUIA e MODELO a ser seguido.
Com esta compreensão de saber que cada um está num grau de evolução...
Que todos temos um passado reencarnatório.
Que está presente nesta encarnação...
Que estamos resgatando e reparando erros...
Que convivemos na família com afetos e desafetos para aprendermos a AMAR, para nos reconciliarmos e perdoarmos, ME ALIVIA e DÁ FORÇAS para seguir em frente buscando ser hoje melhor do que ontem E TENTAR SER AMANHÃ MELHOR DO QUE FUI HOJE.

Doutrina Espírita.