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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS COMUNICAÇÕES ESPIRITUAIS

Muitas pessoas criticam o Espiritismo, dizendo não acreditar nesta doutrina porque não há uniformidade na comunicação dos Espíritos. Respostas diferentes para as mesmas perguntas. Dizem que há Espíritos que ensinam a fazer o bem e outros ensinam a fazer o mal. Logo, não pode ser coisa de Deus; e sim do Demônio.

Claro que estas pessoas não estudaram a fundo a Doutrina Espírita. São como crianças que se recusam a comer determinado alimento sem ao menos se dar ao trabalho de experimentar. Afinal, quem são os Espíritos. ???
Nosso Planeta Terra é uma cópia do mundo Espiritual. Tudo que tem aqui; com exceção da Matéria, também tem lá. Os Espíritos, nada mais são do que as almas das pessoas que um dia viveram aqui em nosso planeta, e com certeza, aqui voltarão novamente para expiar suas faltas, até se desgarrar das impurezas da matéria e poder alcançar planos mais evoluídos e não ter mais necessidade da reencarnar.
Ora, em nosso planeta existem todos os tipos de pessoas. Boas. Más. Egoístas. Orgulhosas. Zombeteiras, etc.etc.
Ninguém muda o caráter após a noite do tumulo. Ninguém se torna bonzinho só porque morreu. Levamos para o mundo Espiritual todos os nossos valores morais. Todos os nossos defeitos, todas as nossas qualidades. Todos os nossos vícios e paixões.
Como todos os espíritos, quando podem se comunica conosco, e sendo os Espíritos de diferentes qualidades morais, é natural que estas comunicações não sejam uniformes.
No mundo espiritual, como na terra, existem sábios, idiotas, fanfarrões, egoístas, orgulhosos, e estes espíritos quando interrogados, respondem conforme o conhecimento que cada um tem.
Um Espírito do bem, que já alcançou um certo grau de evolução, responde apenas aquilo que sabe. Se não sabe, simplesmente se cala. Se afasta, procura obter mais conhecimentos, e depois volta para responder corretamente.
Já os espíritos maldosos, zombeteiros, respondem tudo que perguntar a eles. Se fazem passar por espíritos de personalidades importantes, assim como alguns homens, se comprazem em fazer o mal, ou enganar as pessoas, para depois rirem da decepção das mesmas.
Mas um motivo para não acreditar nos Espíritos dizem os críticos. Pois não sabemos quando estão falando a verdade.
Disse Jesus: “Uma arvore boa não dá maus frutos, assim como uma arvore má não pode dar bons frutos”. Um bom médium saberá identificar um mal espírito. Nenhum espírito por mais evoluído que seja, é obrigado a responder de imediato tudo que se perguntar a ele. Espíritos que sabem tudo, que respondem tudo com muita precisão, que não aceita contestação; geralmente não merecem credibilidade. Se interrogados a fundos, fatalmente caíram em contradição.
Mas, como em todas as profissões, existem bons e maus profissionais; em todas as crenças, também existem charlatões, e no Espiritismo não é diferente. Por isso; é preciso ficar atento aos bons e maus médiuns. Jesus também disse:”Daí de graça aquilo que recebeis de graça.” Mediunidade é um dom e não pode ser vendido.
Além disso, existe a lei da atração; forças iguais se atraem, enquanto às forças opostas se repelem. Um bom Espírito, dificilmente se comunicara com um mal médium; pois não perdem tempo com perguntas fúteis. O Objetivo dos bons espíritos é ajudar na nossa evolução, e não ser interrogados sobre heranças, tesouros escondidos etc.etc.
Por isso, antes de acreditar em determinadas comunicações espirituais, é preciso levar em conta a idoneidade, os valores morais do médium. Embora, isso não seja motivo para não se acreditar na doutrina.
Não se condena toda a classe médica por causa de um ou outro mal médico. Não se condena todo o Ministério Público por causa de alguns Magistrados corruptos. Assim também, não se condena a Doutrina Espírita por causa de alguns maus médiuns.

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS COMUNICAÇÕES ESPIRITUAIS

Muitas pessoas criticam o Espiritismo, dizendo não acreditar nesta doutrina porque não há uniformidade na comunicação dos Espíritos. Respostas diferentes para as mesmas perguntas. Dizem que há Espíritos que ensinam a fazer o bem e outros ensinam a fazer o mal. Logo, não pode ser coisa de Deus; e sim do Demônio.

Claro que estas pessoas não estudaram a fundo a Doutrina Espírita. São como crianças que se recusam a comer determinado alimento sem ao menos se dar ao trabalho de experimentar. Afinal, quem são os Espíritos. ???
Nosso Planeta Terra é uma cópia do mundo Espiritual. Tudo que tem aqui; com exceção da Matéria, também tem lá. Os Espíritos, nada mais são do que as almas das pessoas que um dia viveram aqui em nosso planeta, e com certeza, aqui voltarão novamente para expiar suas faltas, até se desgarrar das impurezas da matéria e poder alcançar planos mais evoluídos e não ter mais necessidade da reencarnar.
Ora, em nosso planeta existem todos os tipos de pessoas. Boas. Más. Egoístas. Orgulhosas. Zombeteiras, etc.etc.
Ninguém muda o caráter após a noite do tumulo. Ninguém se torna bonzinho só porque morreu. Levamos para o mundo Espiritual todos os nossos valores morais. Todos os nossos defeitos, todas as nossas qualidades. Todos os nossos vícios e paixões.
Como todos os espíritos, quando podem se comunica conosco, e sendo os Espíritos de diferentes qualidades morais, é natural que estas comunicações não sejam uniformes.
No mundo espiritual, como na terra, existem sábios, idiotas, fanfarrões, egoístas, orgulhosos, e estes espíritos quando interrogados, respondem conforme o conhecimento que cada um tem.
Um Espírito do bem, que já alcançou um certo grau de evolução, responde apenas aquilo que sabe. Se não sabe, simplesmente se cala. Se afasta, procura obter mais conhecimentos, e depois volta para responder corretamente.
Já os espíritos maldosos, zombeteiros, respondem tudo que perguntar a eles. Se fazem passar por espíritos de personalidades importantes, assim como alguns homens, se comprazem em fazer o mal, ou enganar as pessoas, para depois rirem da decepção das mesmas.
Mas um motivo para não acreditar nos Espíritos dizem os críticos. Pois não sabemos quando estão falando a verdade.
Disse Jesus: “Uma arvore boa não dá maus frutos, assim como uma arvore má não pode dar bons frutos”. Um bom médium saberá identificar um mal espírito. Nenhum espírito por mais evoluído que seja, é obrigado a responder de imediato tudo que se perguntar a ele. Espíritos que sabem tudo, que respondem tudo com muita precisão, que não aceita contestação; geralmente não merecem credibilidade. Se interrogados a fundos, fatalmente caíram em contradição.
Mas, como em todas as profissões, existem bons e maus profissionais; em todas as crenças, também existem charlatões, e no Espiritismo não é diferente. Por isso; é preciso ficar atento aos bons e maus médiuns. Jesus também disse:”Daí de graça aquilo que recebeis de graça.” Mediunidade é um dom e não pode ser vendido.
Além disso, existe a lei da atração; forças iguais se atraem, enquanto às forças opostas se repelem. Um bom Espírito, dificilmente se comunicara com um mal médium; pois não perdem tempo com perguntas fúteis. O Objetivo dos bons espíritos é ajudar na nossa evolução, e não ser interrogados sobre heranças, tesouros escondidos etc.etc.
Por isso, antes de acreditar em determinadas comunicações espirituais, é preciso levar em conta a idoneidade, os valores morais do médium. Embora, isso não seja motivo para não se acreditar na doutrina.
Não se condena toda a classe médica por causa de um ou outro mal médico. Não se condena todo o Ministério Público por causa de alguns Magistrados corruptos. Assim também, não se condena a Doutrina Espírita por causa de alguns maus médiuns.

sábado, 18 de setembro de 2010

"O UMBRAL"

O umbral é um nome muito usado a partir de André Luiz e seu primeiro livro “O Nosso Lar”. É uma zona citada como de sofrimentos e de dor. Heigorina Cunha no livro Cidade no Além, livro este que ela escreveu, relembrando suas visitas em desdobramentos à colônia Nosso Lar, explica com detalhes várias passagens e até as estruturas da referida cidade, mas na verdade quando ela procura localizar esta colônia que está digamos, acima da cidade do Rio de Janeiro e na oitava esfera, que ainda é propriamente o Umbral, disse que existem 12 no total, sendo que a primeira seria o núcleo interno do planeta Terra, a segunda o núcleo externo, a terceira seria a crosta em si, a quarta, o manto, a quinta a crosta terrestre, a sexta seria então o Umbral grosso, a sétima o Umbral médio, a oitava o Umbral (onde está localizada a cidade Nosso Lar), a nona seria uma zona onde predomina a Arte em geral ou Cultura e Ciência, a décima o Amor Fraterno Universal, a onze é as diretrizes do planeta e a última, a Abóbada Estelar.
Bom, este livro é de Heigorina Cunha, Chico Xavier e ditado pelos espíritos André Luiz e Lucius. Mas o que seria o Umbral? Esta é uma zona que envolve propriamente o nosso planeta Terra e é de sofrimentos e de dor porque pela proximidade, recebe toda a energia negativa que envolve a Terra e seus habitantes, por isto é uma zona pesada, densa e muito negativa. É a zona de espíritos que no mundo, não quiseram cumprir seus deveres e ficaram imersos na negatividade e nos erros.
Recordo-me algumas coisas já ditas sobre o Umbral. Sua natureza é de pântanos, caminhos escuros, enfim sua natureza espiritual seria densa, enfumaçada, cheia de labirintos, estradas perigosas e cheia de almas em dores e sofrimento. Neste local, há cidades espirituais onde se agrupam espíritos que se afinam ou seja, existem grupamentos diversos de acordo com a natureza desses espíritos. Dependendo do desejo e da faixa vibratória do espírito, ele vai para um setor e assim por diante.
E é no Umbral que diariamente trabalham os mensageiros que são equipes oriundas de cidades de um plano superior e de um caráter mais elevado. Eles vão em busca de almas dispostas a seguirem o seu destino e serem amparadas. O espírito fica no Umbral, o tempo necessário ou até que ele realmente desperte para as verdades eternas, peça com fé. A partir daí ele será recolhido e amparado pelos irmãos que trabalham incessantemente neste local.
Claro que no Umbral, também existe chefes de grupos, espíritos que se sobressaem devido sua inteligência e que comandam cidades e zonas vibratórias. No Umbral, os espíritos até podem se esconder dos mais inferiores, mas jamais dos mensageiros ou trabalhadores que ali estão para o bem. Uma coisa porém eles não podem evitar, ou seja, ouvir sempre os conselhos dos bons espíritos.
Os habitantes do Umbral estão interagindo com os encarnados, não só interferem com suas energias negativas bem como absorvem também a mesma energia negativa que vem da Terra.
Mas é preciso entender que apesar de todo o mal, não há nenhum espírito que não seja um dia amparado, porque a justiça de Deus é baseada no perdão e no amor. Mas no Umbral, temos verdadeiros espíritos de alta capacidade e inteligência, só que voltado para o mal. Na verdade, eles, estes que se destacam e comandam cidades do Umbral, ou são chefes de grupos, são almas que tem o conhecimento da verdade, sabem o que existe acima deles etc...mas escondem dos seus subordinados e não tem interesse devido ao poder, orgulho, e sentimentos que ainda são grandes em sua alma.
No Umbral também está localizado para atendimento emergencial, postos de socorros que são amplamente fechados e protegidos das falanges de almas negativas que sempre insistem em atacar estes postos. Interessante é notar que as vezes é necessário repelir estes ataques usando choques, e coisas que a principio iria impressionar porque partiria de espíritos já adiantados mas é um mal necessário porque só desta maneira os rebeldes entendem e tem medos.
De uma forma que desconheço, diariamente é feito incursões pelos espíritos do bem nestas zonas e dali são arrebanhados muitos que despertam de coração um pedido de socorro. E são retirados e encaminhados para os postos de socorro e depois levados para zona mais evoluída para atendimento.
Quem já leu Os Mensageiros, sabe bem do que estou falando. Dizem que encarnados visitam sempre estes lugares. Isto porque quando sonhamos e nosso corpo carnal está em repouso, nosso espírito tem a liberdade e muitos vão a estes locais de acordo com suas necessidades e vibração.
Dizem que existe o Vale dos Suicidas e deve ter mesmo porque ali se reuniria espíritos que tem o mesmo problema e vibrações similares. Deve ser uma das regiões do Umbral.
Pelo muito que nos foi passado, sabemos que a Terra seria um xeróx mal feito do plano espiritual, então tudo o que temos aqui temos lá.....num outro sentido, não material, temos tudo, o ar, montanhas, vales, estradas, cidades enfim, tudo. Passando esta zona densa onde o sol praticamente não brilha, teríamos a abertura para locais onde o sol, a estrela, a lua, brilharia e tudo seria mais leve, mais bonito, apesar de ainda local de recuperação.
André Luiz conta uma entre várias viagens que ele e mentores fizeram ao Umbral. Recordo-me que a fizeram de uma forma natural, sem a pressa que poderia fazer o espírito mais evoluído pensar e se locomover rápido e então, esta viagem demorou muitas horas e que para chegar ao destino, eles até pernoitaram em posto de socorro....é muito interessante ler a forma como essas viagens acontecem.
Outro fato interessante é que muitos de nós, com certeza passaremos um estágio no Umbral. Triste isso mas dependerá muito de nossa conduta enquanto encarnado. Se você se desviar muito, com certeza está cada vez mais afinado com as zonas de baixa vibração e menos com o amor de Deus.

Estudo de hoje: fontes: Espiritismo e Ciência,

O Livro dos Espíritos e obras de André Luiz.

Pedro Ozório – Casa Branca – abril de 2003





















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"O UMBRAL"

O umbral é um nome muito usado a partir de André Luiz e seu primeiro livro “O Nosso Lar”. É uma zona citada como de sofrimentos e de dor. Heigorina Cunha no livro Cidade no Além, livro este que ela escreveu, relembrando suas visitas em desdobramentos à colônia Nosso Lar, explica com detalhes várias passagens e até as estruturas da referida cidade, mas na verdade quando ela procura localizar esta colônia que está digamos, acima da cidade do Rio de Janeiro e na oitava esfera, que ainda é propriamente o Umbral, disse que existem 12 no total, sendo que a primeira seria o núcleo interno do planeta Terra, a segunda o núcleo externo, a terceira seria a crosta em si, a quarta, o manto, a quinta a crosta terrestre, a sexta seria então o Umbral grosso, a sétima o Umbral médio, a oitava o Umbral (onde está localizada a cidade Nosso Lar), a nona seria uma zona onde predomina a Arte em geral ou Cultura e Ciência, a décima o Amor Fraterno Universal, a onze é as diretrizes do planeta e a última, a Abóbada Estelar.
Bom, este livro é de Heigorina Cunha, Chico Xavier e ditado pelos espíritos André Luiz e Lucius. Mas o que seria o Umbral? Esta é uma zona que envolve propriamente o nosso planeta Terra e é de sofrimentos e de dor porque pela proximidade, recebe toda a energia negativa que envolve a Terra e seus habitantes, por isto é uma zona pesada, densa e muito negativa. É a zona de espíritos que no mundo, não quiseram cumprir seus deveres e ficaram imersos na negatividade e nos erros.
Recordo-me algumas coisas já ditas sobre o Umbral. Sua natureza é de pântanos, caminhos escuros, enfim sua natureza espiritual seria densa, enfumaçada, cheia de labirintos, estradas perigosas e cheia de almas em dores e sofrimento. Neste local, há cidades espirituais onde se agrupam espíritos que se afinam ou seja, existem grupamentos diversos de acordo com a natureza desses espíritos. Dependendo do desejo e da faixa vibratória do espírito, ele vai para um setor e assim por diante.
E é no Umbral que diariamente trabalham os mensageiros que são equipes oriundas de cidades de um plano superior e de um caráter mais elevado. Eles vão em busca de almas dispostas a seguirem o seu destino e serem amparadas. O espírito fica no Umbral, o tempo necessário ou até que ele realmente desperte para as verdades eternas, peça com fé. A partir daí ele será recolhido e amparado pelos irmãos que trabalham incessantemente neste local.
Claro que no Umbral, também existe chefes de grupos, espíritos que se sobressaem devido sua inteligência e que comandam cidades e zonas vibratórias. No Umbral, os espíritos até podem se esconder dos mais inferiores, mas jamais dos mensageiros ou trabalhadores que ali estão para o bem. Uma coisa porém eles não podem evitar, ou seja, ouvir sempre os conselhos dos bons espíritos.
Os habitantes do Umbral estão interagindo com os encarnados, não só interferem com suas energias negativas bem como absorvem também a mesma energia negativa que vem da Terra.
Mas é preciso entender que apesar de todo o mal, não há nenhum espírito que não seja um dia amparado, porque a justiça de Deus é baseada no perdão e no amor. Mas no Umbral, temos verdadeiros espíritos de alta capacidade e inteligência, só que voltado para o mal. Na verdade, eles, estes que se destacam e comandam cidades do Umbral, ou são chefes de grupos, são almas que tem o conhecimento da verdade, sabem o que existe acima deles etc...mas escondem dos seus subordinados e não tem interesse devido ao poder, orgulho, e sentimentos que ainda são grandes em sua alma.
No Umbral também está localizado para atendimento emergencial, postos de socorros que são amplamente fechados e protegidos das falanges de almas negativas que sempre insistem em atacar estes postos. Interessante é notar que as vezes é necessário repelir estes ataques usando choques, e coisas que a principio iria impressionar porque partiria de espíritos já adiantados mas é um mal necessário porque só desta maneira os rebeldes entendem e tem medos.
De uma forma que desconheço, diariamente é feito incursões pelos espíritos do bem nestas zonas e dali são arrebanhados muitos que despertam de coração um pedido de socorro. E são retirados e encaminhados para os postos de socorro e depois levados para zona mais evoluída para atendimento.
Quem já leu Os Mensageiros, sabe bem do que estou falando. Dizem que encarnados visitam sempre estes lugares. Isto porque quando sonhamos e nosso corpo carnal está em repouso, nosso espírito tem a liberdade e muitos vão a estes locais de acordo com suas necessidades e vibração.
Dizem que existe o Vale dos Suicidas e deve ter mesmo porque ali se reuniria espíritos que tem o mesmo problema e vibrações similares. Deve ser uma das regiões do Umbral.
Pelo muito que nos foi passado, sabemos que a Terra seria um xeróx mal feito do plano espiritual, então tudo o que temos aqui temos lá.....num outro sentido, não material, temos tudo, o ar, montanhas, vales, estradas, cidades enfim, tudo. Passando esta zona densa onde o sol praticamente não brilha, teríamos a abertura para locais onde o sol, a estrela, a lua, brilharia e tudo seria mais leve, mais bonito, apesar de ainda local de recuperação.
André Luiz conta uma entre várias viagens que ele e mentores fizeram ao Umbral. Recordo-me que a fizeram de uma forma natural, sem a pressa que poderia fazer o espírito mais evoluído pensar e se locomover rápido e então, esta viagem demorou muitas horas e que para chegar ao destino, eles até pernoitaram em posto de socorro....é muito interessante ler a forma como essas viagens acontecem.
Outro fato interessante é que muitos de nós, com certeza passaremos um estágio no Umbral. Triste isso mas dependerá muito de nossa conduta enquanto encarnado. Se você se desviar muito, com certeza está cada vez mais afinado com as zonas de baixa vibração e menos com o amor de Deus.

Estudo de hoje: fontes: Espiritismo e Ciência,

O Livro dos Espíritos e obras de André Luiz.

Pedro Ozório – Casa Branca – abril de 2003





















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domingo, 12 de setembro de 2010

"A SOCIEDADE HUMANA"

A sociedade humana pode ser comparada a imensa floresta de criações mentais, onde cada espírito, em processo de evolução e acrisolamento, encontra os reflexos de si mesmo.
Aí dentro os princípios de ação e reação funciona exatos.
As pátrias, grandes matrizes do progresso, constituem notáveis fulcros da civilização ou expressivos redutos de trabalho, em que vastos grupos de almas se demoram no serviço de auto-educação, mediante o serviço à comunidade, emigrando, muita vez, de um país para outro, conforme se lhes faça precisa essa ou aquela aquisição nas linhas da experiência.
O lar coletivo, definindo afinidades radicais e interesses do clã, é o conjunto das emoções e dos pensamentos daqueles que o povoam.
Entre as fronteiras vibratórias que o definem, por intermédio dos breves aprendizados “berço-túmulo”, que denominamos existências terrestres, transfere-se a alma de posição, conforme os reflexos que haja lançado de si mesma e conforme aqueles que haja assimilado do ambiente em que estagiou.
Atingida a época da aferição dos próprios valores, quando a morte física determina a extinção da força vital corpórea, emprestada ao espírito para a sua excursão de desenvolvimento e serviço, reajuste ou elevação, na esfera da carne, colhemos os resultados de nossa conduta e, bastas vezes, é preciso recomeçar o trabalho para regenerar atitudes e purificar sentimentos, na reconstrução de nossos destinos.
Dessa forma, os corações que hoje oprimem o próximo, a se prevalecerem da galeria social em que se acastelam, na ilusória supremacia do ouro, voltam amanhã ao terreno torturado da carência e do infortúnio, recolhendo, em impactos diretos, os raios de sofrimento que semearam no solo das necessidades alheias,.
E se as vítimas e os verdugos não souberem exercer largamente o perdão recíproco, encontramos no mundo social verdadeiro círculo vicioso em que se entrechocam, constantemente, as ondas da vingança e do ódio, da dissensão e do crime, assegurando clima favorável aos processos da delinqüência.
Sociedades que ontem escravizaram o braço humano são hoje obrigadas a afagar, por filhos do próprio seio, aqueles que elas furtaram à terra em que se lhes situava o degrau evolutivo.
Hordas invasoras que talam os campos de povos humildes e inermes, neles renascem como rebentos do chão conquistado, garantindo o refazimento das instituições que feriram ou depredaram.
Agrupamentos separatistas, que humilham irmãos de cor, voltam na pigmentação que detestam, arrecadando a compensação das próprias obras.
Citadinos aristocratas, insensíveis aos problemas da classe obscura, depois de respirarem o conforto de avenidas suntuosos costumam renascer em bairros atormentados e anônimos, bebendo no cálice do pauperismo os reflexos da crueldade risonha com que assistiram, noutro tempo, à dor e à dificuldade dos filhos do sofrimento.
Em todas as épocas, a sociedade humana é o filtro gigantesco do espírito, em que as almas, nos fios da experiência, na abastança ou na miséria, na direção ou na subalternidade, colhem os frutos da plantação que lhes é própria, retardando o passo na planície vulgar ou acelerando-o para os cimos da vida, em obediência da evolução.

pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Pensamento e Vida, Médium: Francisco Cândido Xavier

"A SOCIEDADE HUMANA"

A sociedade humana pode ser comparada a imensa floresta de criações mentais, onde cada espírito, em processo de evolução e acrisolamento, encontra os reflexos de si mesmo.
Aí dentro os princípios de ação e reação funciona exatos.
As pátrias, grandes matrizes do progresso, constituem notáveis fulcros da civilização ou expressivos redutos de trabalho, em que vastos grupos de almas se demoram no serviço de auto-educação, mediante o serviço à comunidade, emigrando, muita vez, de um país para outro, conforme se lhes faça precisa essa ou aquela aquisição nas linhas da experiência.
O lar coletivo, definindo afinidades radicais e interesses do clã, é o conjunto das emoções e dos pensamentos daqueles que o povoam.
Entre as fronteiras vibratórias que o definem, por intermédio dos breves aprendizados “berço-túmulo”, que denominamos existências terrestres, transfere-se a alma de posição, conforme os reflexos que haja lançado de si mesma e conforme aqueles que haja assimilado do ambiente em que estagiou.
Atingida a época da aferição dos próprios valores, quando a morte física determina a extinção da força vital corpórea, emprestada ao espírito para a sua excursão de desenvolvimento e serviço, reajuste ou elevação, na esfera da carne, colhemos os resultados de nossa conduta e, bastas vezes, é preciso recomeçar o trabalho para regenerar atitudes e purificar sentimentos, na reconstrução de nossos destinos.
Dessa forma, os corações que hoje oprimem o próximo, a se prevalecerem da galeria social em que se acastelam, na ilusória supremacia do ouro, voltam amanhã ao terreno torturado da carência e do infortúnio, recolhendo, em impactos diretos, os raios de sofrimento que semearam no solo das necessidades alheias,.
E se as vítimas e os verdugos não souberem exercer largamente o perdão recíproco, encontramos no mundo social verdadeiro círculo vicioso em que se entrechocam, constantemente, as ondas da vingança e do ódio, da dissensão e do crime, assegurando clima favorável aos processos da delinqüência.
Sociedades que ontem escravizaram o braço humano são hoje obrigadas a afagar, por filhos do próprio seio, aqueles que elas furtaram à terra em que se lhes situava o degrau evolutivo.
Hordas invasoras que talam os campos de povos humildes e inermes, neles renascem como rebentos do chão conquistado, garantindo o refazimento das instituições que feriram ou depredaram.
Agrupamentos separatistas, que humilham irmãos de cor, voltam na pigmentação que detestam, arrecadando a compensação das próprias obras.
Citadinos aristocratas, insensíveis aos problemas da classe obscura, depois de respirarem o conforto de avenidas suntuosos costumam renascer em bairros atormentados e anônimos, bebendo no cálice do pauperismo os reflexos da crueldade risonha com que assistiram, noutro tempo, à dor e à dificuldade dos filhos do sofrimento.
Em todas as épocas, a sociedade humana é o filtro gigantesco do espírito, em que as almas, nos fios da experiência, na abastança ou na miséria, na direção ou na subalternidade, colhem os frutos da plantação que lhes é própria, retardando o passo na planície vulgar ou acelerando-o para os cimos da vida, em obediência da evolução.

pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Pensamento e Vida, Médium: Francisco Cândido Xavier

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

"JUSTIÇA DA REENCARNAÇÃO"

A passagem dos Espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia. É-lhes necessária, a bem deles, visto que a atividade que são obrigados a exercer lhes auxilia o desenvolvimento da inteligência. Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente por todos os seus filhos; assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência,e qualquer preferência uma injustiça. Mas, a encarnação para todos os Espíritos, é apenas um estado transitório. E uma tarefa que Deus lhes impõe, quando iniciam a vida, como primeira experiência do uso que farão do livre-arbítrio. Os que desempenham com zelo essa tarefa transpõem rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e mais cedo gozam do fruto de seus labores. Os que, ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede retardam a sua marcha e, tal seja a obstinação que demonstrem, podem prolongar indefinidamente a necessidade da reencarnação e é quando se torna um castigo.
Para o Espírito do selvagem, que está apenas no início da vida espiritual, a encarnação é um meio de ele desenvolver a sua inteligência; contudo, para o homem esclarecido, em quem o senso moral se acha largamente desenvolvido e que é obrigado a percorrer de novo as etapas de uma vida corpórea cheia de angústias, quando já poderia ter chegado ao fim, é um castigo, pela necessidade em que se vê de prolongar sua permanência em mundos inferiores e desgraçados. Aquele que, ao contrário, trabalha ativamente pelo seu progresso moral, além de abreviar o tempo da encarnação material, pode também transpor de uma só vez os degraus intermédios que o separam dos mundos superiores.

Fonte: Evangelho segundo o Espiritismo. “ALLAN KARDEC”

"JUSTIÇA DA REENCARNAÇÃO"

A passagem dos Espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia. É-lhes necessária, a bem deles, visto que a atividade que são obrigados a exercer lhes auxilia o desenvolvimento da inteligência. Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente por todos os seus filhos; assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência,e qualquer preferência uma injustiça. Mas, a encarnação para todos os Espíritos, é apenas um estado transitório. E uma tarefa que Deus lhes impõe, quando iniciam a vida, como primeira experiência do uso que farão do livre-arbítrio. Os que desempenham com zelo essa tarefa transpõem rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e mais cedo gozam do fruto de seus labores. Os que, ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede retardam a sua marcha e, tal seja a obstinação que demonstrem, podem prolongar indefinidamente a necessidade da reencarnação e é quando se torna um castigo.
Para o Espírito do selvagem, que está apenas no início da vida espiritual, a encarnação é um meio de ele desenvolver a sua inteligência; contudo, para o homem esclarecido, em quem o senso moral se acha largamente desenvolvido e que é obrigado a percorrer de novo as etapas de uma vida corpórea cheia de angústias, quando já poderia ter chegado ao fim, é um castigo, pela necessidade em que se vê de prolongar sua permanência em mundos inferiores e desgraçados. Aquele que, ao contrário, trabalha ativamente pelo seu progresso moral, além de abreviar o tempo da encarnação material, pode também transpor de uma só vez os degraus intermédios que o separam dos mundos superiores.

Fonte: Evangelho segundo o Espiritismo. “ALLAN KARDEC”