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quarta-feira, 8 de março de 2017

“O ESPÍRITO SABE O DIA QUE VAI DESENCARNAR?"

Antes da desencarnação o espírito sente um sutil desprendimento porque  no seu íntimo mais profundo pressente e sente que algo lhe força a distanciar-se da terra. A pessoa não sabe que isso é a chegada do desencarne e, na verdade essa sensação pode ser também a abertura de um dom mediúnico e não o desencarne, mas a sensação é semelhante. Muitas vezes a pessoa que sente isso procura estar perto dos que mais ama e sente muita vontade de abraçar e demonstrar amor. A sensibilidade fica aguçada e muitas vezes sente cheiro de perfume de flores, porque os seus sentidos paladar, visão, audição, tato e olfato ficam mais sensíveis e receptivos a comunicação espiritual. Animais às vezes captam a mesma sensação e manifestam segundo sua forma de expressão. Este é o mistério que envolve o dia do desencarne ou o desdobramento de um dom mediúnico.
No momento da Morte:
Este é um dos fenômenos mais singulares que ocorrem em todos os casos de morte natural e, até mesmo, em algumas mortes subitâneas, por acidentes diversos.
A pessoa, nos instantes finais de sua existência, vê passar diante de si, como numa tela de cinema ou num monitor de vídeo, toda a Vida que está prestes a deixar. Os primeiros meses do renascimento, a pré-infância, a infância, a puberdade, a adolescência, a juventude e a fase adulta, tudo, tudo que foi experimentado em cada um desses estágios do desenvolvimento bio-psicológico do ser humano, vem à tona com uma riqueza de pormenores, absolutamente, incomum.
Deve-se este fenômeno ao registro minucioso feito pelo corpo perispiritual de todos os acontecimentos vividos pelo ser humano em cada uma de suas existências. Nada deixa de ser fixado pelo envoltório sutil da alma, e é, graças a essa transcrição minuciosa, que podemos, aqui mesmo, em nosso mundo e, mais tarde, na Vida Espiritual, lembrar-nos de todas as nossas existências pregressas.
Essa visão retrospectiva possibilita ao ser uma contemplação crítica e analítica de todas as ações por ele praticadas, durante a última existência, num prévio julgamento consciencial, com vistas à situação que ele merece na Pátria Espiritual.
Através desse retrospecto, pode o espírito avaliar a imensa distância que ainda o separa de um viver, realmente, pautado dentro da legislação divina. Por outro lado, verifica-se, também, que até o centavo que um dia doamos, como esmola, ao mais humilde dos pedintes, ali está registrado.
0 fenômeno é instantâneo. Acontece num átimo. O que mais importa, entretanto, não é a sua duração, mas a sua qualidade. Mesmo os segredos mais íntimos que, por vezes, o ser humano reprime para o seu inconsciente, vêm à tona com absoluta fidelidade, numa demonstração de que nada permanecerá enterrado, para sempre, nos porões da mente.
E isto apenas confirma as palavras de Jesus, quando disse:
Nada há oculto que não venha, um dia, a ser conhecido.
Nessa retrospectiva, os fatos negativos servem de advertência, e possibilitam ao espírito entrever as consequências cármicas que, no futuro, eles desencadearão. Isto nas almas -mais esclarecidas, com senso de responsabilidade e noções precisas de Vida Eterna e reencarnação. Já os fatos positivos, também recordados, servem como estímulo a um maior crescimento moral e espiritual nas novas dimensões da Vida em que a alma está penetrando.
0 grande vate português Luiz de Camões, em soneto célebre, afirma: – Numa hora, encontro mil anos e é de jeito que em mil anos não encontro uma hora… De fato, o tempo psicológico do espírito e suas vivências espirituais não são medidos exteriormente com os parâmetros habituais dos ponteiros dos relógios. Esse tempo não cronológico, representado pelo acúmulo de experiências vividas, só pode ser avaliado, interiormente, em visões retrospectivas, no instante da morte, ou nos estados de emancipação da alma. No sonho, no sono hipnótico ou sonambúlico, é perfeitamente possível ao espírito reviver, em segundos, fatos que ocuparam, por vezes, metade de uma existência.
Ao despertar no Além e na posse integral dessa visão panorâmica de sua última existência, o espírito transformar-se-á no grande juiz de si mesmo, no tribunal silencioso de sua consciência…*************
Equipe do CVDEE-Cap. 25 do livro Morrer e Depois

Autor: Waldo Lima do Valle

"SINAIS QUE NORMALMENTE AS PESSOAS SENTEM ANTES DE MORRER."

Todo mundo já ouviu aquela velha frase clichê, “a única certeza que temos na vida é a morte’, e por mais repetitiva que ela seja, não podemos negar a sua óbvia razão. E é por isso também, que uma série de crenças e especulações são feitas sobre esse momento, afinal, o que exatamente podemos sentir quando a morte é iminente?
Um estudo realizado com 150 pessoas que passaram pela experiência de quase morte, tentou definir quais situações eram mais recorrentes, e nós aqui da Fatos, criamos uma listinha para vocês, mas vamos aproveitar que o assunto é esse, e também descobrir o que exatamente acontece com o nosso corpo quando entramos em estado de coma.  
Claro que estes sinais só valem para doentes terminais. 
1- Paz, serenidade e bem estar
Um estudo realizado pela Universidade do Arizona, EUA, que estudou cerca 150 pessoas que passaram pela experiência de EQM, conhecida popularmente como experiência de quase morte, registrou que apenas 3% dos indivíduos categorizavam a experiência como negativa, já o resto dos participantes, incluindo aqueles que alegavam possuir certo medo de “irem para o inferno” narraram que sentiram uma sensação de paz, serenidade e bem estar inigualável, sensação a qual, nunca mais sentiram em toda a sua vida.
2- Alucinações:
Uma média entre 6% e 23% dos indivíduos que passaram pela experiência de quase morte relataram ter vivido experiências místicas, que variavam entre: túneis que terminavam em luzes, encontros com seres igualmente luminosos e memórias de uma consciências descoladas do corpo físico. Pois bem, segundo os olhos da ciência, essas alucinações acontecem devido o estado de perturbação do cérebro, mas para muitas pessoas, inclusive as que vivenciaram a situação, a experiência é mística e espiritual.
3- Retrospectiva:
Provavelmente você já escutou por ai que um pouco antes de morrer é comum que algumas pessoas consigam “ver um espécie de filme” de suas próprias vidas, e de fato, algumas pessoas narraram ter passado por tal experiência, mas isso só tem chances de acontecer com pessoas que não estão morrendo de doenças que causam dor por exemplo, visto que nesse caso, o paciente é 100% dopado, e muitas das vezes falece sem nem mesmo se dar conta do que aconteceu. Além disso o conceito de “filme retrospectivo” é relativo, mas obviamente quando se está a beira da divida entre a vida e a morte, e você tem ciência disso, é natural mentalizar e pensar em seus familiares e momentos mais especial por exemplo.
4- Espontaneamente pedir perdão por equívocos do passado
Mais uma vez vale a pena ressaltar que esse tipo de sentimento pode acarretar pessoas que realmente passam pelo “processo da morte”, como aquelas que chegam a ficar um certo tempo internadas em hospitais ou sobre cuidados em casa, visto que elas estão cientes do que está próximo e pode ocorrer.
5- Sonhar com entes já falecidos:
Algumas pessoas que passaram pela experiência de quase morte relataram ter visualizado ou sonhado com entes que já se foram, para os médicos esses sonhos se enquadram dentro dos efeitos das alucinações, e ocorrem principalmente porque o individuo está abalado.
6- Frio
Por consequência da fragilidade do corpo, que já está bastante enfraquecido, pode ocorrer a sensação de frio, visto que o seu corpo já não possui energia o suficiente para te manter aquecido, e a temperatura natural interna tende a cair.
7- Perda drástica de apetite:
Semanas ou dias antes de falecer, é comum que as pessoas percam o apetite ou o interesse total por comida e bebidas, isso também ocorre pela fragilidade do corpo, e o próprio movimento de deglutição se torna desagradável, assim como a boca tende a ficar bastante seca.

Fonte: Fatos desconhecidos

""ESPÍRITOS QUE INCORPORAM NAS IGREJAS EVANGÉLICAS."