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segunda-feira, 3 de abril de 2017

“HÁ MAIS COISAS ENTRE O CÉU E AS CÉLULAS DO QUE SONHA NOSSA VÃ FILOSOFIA. ”

Hoje a onda é alimentação saudável. Corta açúcar, malha, deixa refrigerante de lado, evita-se gorduras saturadas... As academias nunca contaram com tantos adeptos e até o futebol entrou na onda. Tudo muito profissional. Hoje nem tem espaço para “boleiros”, ou o cara entra no esquema de cuidar do corpo ou tá fora. Regimes, dietas, nutricionistas a postos. Tudo para uma boa qualidade de vida. Colesterol controlado, doenças cardiovasculares afastadas... Opa! Doenças cardiovasculares afastadas?  Nem tanto. Ainda morremos um bocado do coração, AVC e enfermidades irmanadas.
É claro, todavia, que o corpo agradece todos os cuidados que temos com ele. E responde bem, mas deve-se considerar que não somos apenas um corpo físico.
E se o corpo carece de boa alimentação, o psiquismo também necessita. E é bem ai que a coisa começa a pegar. Passe pelas redes sociais, ligue a televisão, veja a internet e perceberá o que digo. Não sabemos nos alimentar psiquicamente. Deveria existir nas universidades um curso de nutrição psíquica, que, aliás, foi dado por Allan Kardec no século XIX quando descortinou as relações entre os visíveis e invisíveis.
E diz o nobre pensador francês em A Gênese, cap XIV, que os maus pensamentos corrompem os fluidos espirituais como os miasmas deletérios corrompem o ar respirável.
Repare como Kardec tem razão. Quando há uma desavença doméstica o ambiente fica pesado, não raro as pessoas sentem-se mal e têm até dificuldade de raciocinar. E por que isto ocorreu? Porque o ambiente está envenenado psiquicamente. Chegue próximo à uma pessoa que só reclama, conviva com ela, fique bem próxima e perceba como o ambiente ao seu lado está constantemente denso, pesado, desagradável.
Por isso vale questionar:
Será que cuidamos do psiquismo? Será que cuidamos do psiquismo das nossas crianças?
Filho, diz o pai, você tem de ser o melhor, sempre o melhor.
É sua obrigação passar no vestibular, porquanto estudou em escola particular.
Não, meu filho, nada de escolher esta profissão pois não dá dinheiro e você precisa ser alguém na vida.
Já vi muito isso acontecer. E quando não “atropelamos os filhos” fazemos com nós mesmos.
Estou com pressa.
Não tenho tempo.
A vida anda corrida.
Culpa do governo.
O mundo é dos espertos.
Teori foi assassinado.
Elvis não morreu.
É pressão para todo lado, são maus pensamentos em todos os instantes o que, claro, polui
E, então, passamos a alimentar nosso psiquismo com “porcarias”. Engordamos. Ficamos mais pesados, mundo trovejando, vida complicada. Estresse, remédio para insônia, reclamações contumazes...
Bons livros, pensamentos edificantes, conversas amenas, estudo do Espiritismo e troca de experiências agradáveis são algumas das "alimentações saudáveis" para a mente a colaborar com um mundo mais saudável psiquicamente.
É preciso, pois, haver equilíbrio em nosso estilo de vida, caso contrário, teremos um corpo legal mas viveremos estressados, negativos, perturbados e, pior, com síndrome de perseguição.
Eis o ponto: cuidar do corpo sem esquecer-se da mente, da alimentação psíquica saudável.
É como dizia nosso Shakespeare:
“Há mais coisas entre o céu e as células do que sonha nossa vã filosofia”.


Wellington Balbo – Salvador BA. Rede amigo Espírita

“A PENA DE MORTE NUMA VISÃO ESPÍRITA. ”

Indaga você como apreciam os desencarnados a instituição da pena de morte, e acrescenta: – “não será justo subtrair o corpo ao espírito que se fez criminoso? será lícito permitir a comunhão de um tarado com as pessoas normais?”
E daqui poderíamos argumentar: – quem de nós terá usado o corpo como devia? quem terá atingido a estatura espiritual da verdadeira humanidade para considerar-se em plenitude de equilíbrio?
A execução de uma sentença de morte, na maioria dos casos, é a libertação prematura da alma que se arrojou ao despenhadeiro da sombra. E sabemos que só a pena de viver na carne é suscetível de realizar a recuperação daqueles que se fizeram réus confessos diante dos tribunais humanos.
Não vale afugentar moscas sem curar a ferida.
Eliminar a carne não é modificar o espírito.
Um assassinado, quando não possui energia suficiente para desculpar a ofensa e esquecê-la, habitualmente passa a gravitar em torno daquele que lhe arrancou a vida, criando os fenômenos comuns da obsessão; e as vitimas da forca ou do fuzilamento, do machado ou da cadeira elétrica, se não constituem padrões de heroísmo e renunciação, de imediato, além-túmulo, vampirizam o organismo social que lhes impôs o afastamento do veiculo físico, transformando-se em quistos vivos da fermentação da discórdia e da indisciplina,.
O tribunal terrestre jamais decidirá, com segurança, sobre a extinção do crime, sem o concurso ativo do hospital e da escola.
Sem o professor e sem o médico, o juiz de sã consciência viverá sempre atormentado pela obrigação de prender e condenar, descendo da dignidade da toga para ombrear com os que se dedicam à flagelação alheia.
A função da justiça penal, dentro da civilização considerada cristã, é, acima de tudo, reeducar.
Sem o entendimento fraterno na base de nossas relações uns com os outros, não nos distanciaremos do labirinto de talião, que pretende converter o mundo em eterno sorvedouro de males renascentes.
Jesus, o divino libertador, veio quebrar algemas que nos jungiam aos princípios do castigo igual à culpa..
A educação é a mola do processo de redimir a mente cristalizada nas trevas.
Organizar a penitenciária renovadora, onde o serviço e o livro encontrem aplicação adequada, é a solução para o escuro problema da criminalidade, entre os homens, mesmo porque o melhor desforço da sociedade, contra o delinquente, é deixá-lo viver, na reparação das próprias faltas.
Cada espírito respira no céu ou no inferno que formou para. si mesmo...
Aqui, temos o “campo dos efeitos”, e aí, no mundo, o “campo das causas”. E enquanto a alma se demora no “campo das causas”, há sempre oportunidade de consertar e reajustar, melhorando as consequências.
Não é morrendo que encontraremos facilidade para a reconciliação, É aprendendo com as rudes lições do educandário de matéria densa que se nos apuram as qualidades morais para a ascensão do espírito.
Ninguém, pois, precisará inquietar-se, provocando essa ou aquela reivindicação pela violência.
A lei da harmonia universal funciona em todos os planos da vida, encarregando-se de tudo restaurar no momento oportuno.
Quanto ao ato de condenar, quem de nós se revelará em condições de exercer semelhante direito?
Quantos de nós não somos malfeitores indiscutíveis, simplesmente por não encontrar a presa, no instante preciso da tentação? quantos delitos teremos perpetrado em pensamento?
Só a educação, alicerçada no amor, redimir-nos-á a multimilenária noite da ignorância.
Se você demonstra interesse tão grande na regeneração dos costumes, defendendo com tamanho entusiasmo a suposta legalidade da pena de morte, vasculhe o próprio coração e a própria consciência e verifique se está isento de faltas. Se você já superou os óbices da animalidade, adquirindo a grande compreensão a preço de sacrifício, estimaria saber se terá realmente coragem para amaldiçoar os pecadores do mundo, atirando-lhes “a primeira pedra”.

Irmão X

“ALGUÉM SEM RELIGIÃO PODE SALVAR-SE MAIS FÁCIL DO QUE O BEATO? ”

 A Igreja dizia que fora dela não havia salvação, o que era fruto do seu atraso evolutivo da época.    
  Esse erro e outros, como o absurdo inferno imaginado por Dante Alighiere na sua “Divina Comédia”, eram aceitos pela Igreja até princípios do Século XX. Mas alguns desses ensinos errados ainda são aceitos até hoje por parte de evangélicos e católicos de pouca instrução, os quais estão frontalmente contra os postulados cristãos verdadeiros, pois discriminam e, às vezes, até ofendem quem não comunga com suas ideias religiosas ‘vencidas’, o que é lamentável!
  O inferno bíblico´figurado como o é o Purgatório da Igreja, elogiado por Kardec por ser temporal. De fato não podemos pecar “eternamente” e, consequentemente, não podemos também pagar “eternamente”, o que seria injusto. Nós seremos medidos, mas na mesma medida com que tivermos medido (Mateus 7: 2). E Jesus diz que temos que pagar tudo até o último centavo (Mateus 5: 26), mas pago o último centavo, estaremos quites com os nossos pecados, o que joga por terra, totalmente, as tais de “penas eternas”. A justiça divina é perfeita. E, assim, ninguém paga mais do que deve.
  E o pagamento ou carma de sofrimento não é castigo de Deus, mas disciplina, para que entendamos que, de acordo com essa lei inexorável de causa e efeito, nós colhemos o que semeamos (Gálatas 6: 7). Se quisermos, pois, um destino feliz, pratiquemos, então, o bem e o amor incondicional evangélico, que nos recomenda a prática desse amor até para com os nossos inimigos. (Mateus 5: 44).
  E é só assim que, um dia, poderemos conseguir passar pela difícil ‘porta estreita’, símbolo de nossa salvação ou libertação que nos foi dado pelo próprio Mestre dos Mestres que veio, exatamente, para nos ensinar a verdade que nos liberta, tirando-nos, pois, da nossa atual escravidão do mal.
 As pessoas que ainda vivem o cristianismo medieval, que, oficialmente, vai até princípios do Século XX, não foram e não  são cristãos verdadeiros, embora os seus adeptos pensassem e pensem ainda o contrário. E os erros do cristianismo do passado são justificados pela ignorância e o atraso evolutivo da Humanidade da época. Mas hoje, não se justificam mais, pois as portas da verdade esclarecedora do evangelho estão aí escancaradas, e só não entra por elas quem não quiser!
  A crença numa religião exclusivista, ou seja, aquela que considera como verdadeira e salvadora somente a nossa e que as outras levam à condenação é completamente errada, pois o que nos salva mesmo é a prática do amor a Deus sobre tudo e ao nosso semelhante no mesmo grau em que nos amamos. E esse amor está presente em todas as religiões e é o que nos ensina com maestria o excelso Mestre: Conhecereis meus discípulos por se amarem uns aos outros (João 13: 34 e 35), e não, pois, por terem ou deixarem de ter uma determinada religião, o que lembra a conhecida frase de Kardec: “Fora da caridade não há salvação”. E Paulo (1 Coríntios 11: 19) até diz que é bom que haja divisões entre nós, mas é claro, com dignidade, respeito e a caridade cristã e espírita.
  E aqueles que não têm religião até que podem salvar-se mais facilmente do que os beatos religiosos, mas intolerantes, briguentos e desarmonizados com seus semelhantes e, por consequência, com Deus! 
Autor:
José Reis Chaves (Belo Horizonte/SP)
estudou para padre na Congregação dos Redentoristas, é formado em Comunicação e Expressão na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. É Escritor, durante vários anos lecionou Português, Literatura, História, Geografia e Latim. É Teósofo, parapsicólogo, biblista, e ao longo de toda a sua vida, o autor vem desenvolvendo pesquisas sobre a Bíblia, as religiões e a Parapsicologia. Por último, passou a estudar o Espiritismo, Doutrina que assimilou com facilidade, tendo em vista o seu longo tempo de estudo da Bíblia, da História e da Teologia Cristãs. Aposentado, atualmente dedica-se ao trabalho de escrever e proferir palestras na área espiritualista, mas principalmente Espírita, por todo o Brasil.
É autor dos livros, entre outros:  “A Reencarnação Segundo a Bíblia e a Ciência”,
“Quando chega a Verdade” e "A Face Oculta das Religiões.

“SUGADORES DE ENERGIA”

Parece mentira, mas há pessoas que parecem "sugar" energia da gente! O Ph.D. em Administração de Empresa Luiz Almeida Marins Filho, relatou em um dos seus livros, que certa vez estava muito
bem, alegre e satisfeito. E encontrou-se num shopping com um amigo e em meia hora de conversa, o amigo deixou-o um verdadeiro "trapo", deprimido, triste.
Depois ficou pensando no que aconteceu e logo percebeu que aquela conversa horrível do “amigo”, falando só de doenças, roubos, estupros, filhos de amigos que haviam caído no vício, desemprego, falta de dinheiro, etc. acabou roubando-lhe a sua energia positiva! Quando acabou a conversa (onde só o amigo falou) ele parecia estar melhor do que nunca e, diz o Dr. Luiz, eu... em profunda depressão.
Cuidado com esses “sugadores de energia positiva”. Eles estão em todo o lugar:
no trabalho, na família, na roda de amigos. Eles só sabem falar de desgraças.
Só leem obituário dos jornais e a seção de crimes horrendos, Gravam em vídeo o noticiário policial. Fazem estatísticas e sabem de cor quantos sequestros ainda não foram desvendados, quantas crianças continuam desaparecidas, quantos sem-teto, sem terra, sem-emprego, sem-tudo existem no mundo! 
Essas são aquelas pessoas que quando você propõe um piquenique elas logo dizem:
"- Vai chover!". São pessoas que azedam baldes de sal-de-fruta.
Eles são sempre "do contra". Avisam que "não vai dar certo"
e torcem para que nada aconteça. Depois dizem: "- Eu sabia que não ia dar certo...". 
Esses "sugadores de energia" vivem da energia alheia e é muito difícil conviver com alguém "puxando você pra baixo" o tempo todo.
Não seja você também um "sugador de energia" 
Que felicidade que seria a nossa, se aprendêssemos a expulsar da nossa memória as coisas desagradáveis, ideias tristes e deprimentes. Com certeza, nossa força iria multiplicar se pudéssemos conservar só os pensamentos que elevam e anima
Há pessoas que não podem se lembrar das coisas agradáveis. Quando nos encontram, tem sempre algo de triste a contar. Com qualquer mal que sofreram, se angustiam muito. Como se não bastasse, se preocupam até com que vão sofrer... Sabem lembrar-se só de fatos discordantes.
Dão a ideia de um armazém de quinquilharias, objetos inúteis e deteriorados.
Retém tudo mentalmente, com medo de precisarem uma vez ou outra, disto ou daquilo, de maneira que o seu armazém mental está entulhado de detritos...
Bastaria que estas pessoas fizessem uma limpeza regular, que as livrassem dos montões inúteis e depois, organizassem o que sobrou, para terem êxitos. No entanto, não são incomuns, pessoas que se "enterraram" na infelicidade e na desarmonia.
Outras, fazem exatamente o contrário. Falam sempre de coisas agradáveis e interessantes experiências que têm feito.
São indivíduos que passaram até perdas, aflições, mas falam delas tão poucas vezes, que parece nunca terem tido na vida, senão boa sorte e amigos. Estas pessoas fazem-se amar.
O hábito de mostrar aos outros o nosso aspecto positivo, é o resultado do nosso equilíbrio interior.
Quando estamos tristes por algum sofrimento, devemos procurar a sua causa para eliminá-lo.
Geralmente, porém, quando sofremos, buscamos a causa fora de nós.
Vemos pessoas se queixando que tem má sorte, suspeitando que seu vizinho é a causa, porque não se dá com ele, ao passo que ele é bem favorecido com a sorte nos negócios, na vida familiar, sendo estimado inclusive, pelos conhecidos.
Se examinarmos as circunstâncias da vida destas pessoas, verificaremos que a queixosa é negligente, gastadora, intolerante nas opiniões e indisciplinada, ao passo que a outra pessoa é cumpridora dos seus deveres, econômica, modesta, não calunia, nem adula.
Emprega bem o seu tempo disponível lendo bons livros, fazendo cursos, esportes, ajudando seu próximo, sendo útil. Por isso, é estimada. Ao passo que a queixosa, está sempre perdendo (tempo, trabalho, fregueses, dinheiro, a família e os amigos), e sempre não tem tempo.
Vamos eliminar dos nossos corações, a desconfiança, o ódio, a inveja e a descrença e vamos cultivar a alegria, a fé e a crença no amor e na Justiça Divina, e será certo que venceremos na luta que a vida nos destina.


(Jornal da Mocidade – Ago/97 e Revista Espírita Allan Kardec – Mar/98)

“DESPERTAR É SÓ O PRIMEIRO PASSO”

A imagem que eu tenho é que o mundo parece um grande formigueiro. Bilhões de formigas trabalhando o tempo todo, indo para lá e para cá, em um movimento sincronizado. Cada um cumprindo com sua função sem questionar se isso tudo tem algum sentido.
O despertar acontece quando você percebe que, apesar de parecer, você não é uma formiga e que o mundo não é um formigueiro.
Você percebe que nada daquilo, que antes era tão comum, faz sentido.
Mas e agora? Você descobriu que não é aquilo que pensava ser, mas  os outros a sua volta, não. Como ser humano em um mundo de formigas?
O famoso despertar, muito falado ultimamente, é apenas o primeiro passo. Ou melhor, ele está antes do primeiro passo. Você acordou, como de um longo sono, só isso...muitos passos precisarão ser dados, a jornada está somente começando – e é longa!
É comum quando se percebe uma “não-formiga” ficar um pouco incomodado, sem rumo. Continua fazendo o que fazia, muda tudo ou não faz nada? Você está como aquela formiga que pára no meio do caminho. Todas as outras vão trombar e se atrapalhar, a fila vira uma confusão. Igualmente um carro que pára no meio de uma avenida movimentada. O despertar cria o caos tanto para você quanto para os outros. Mas não se preocupe, se você não se movimentar as formigas logo logo ajeitam outra fila e te esquecem.  Só cuidado  só para não ficar parado por muito tempo,  pois a vida é movimento. Em algum momento sua jornada terá que começar.
Não é nada fácil. Você está desperto mas tem um emprego de formiga, tem uma família formiga para cuidar, amigos...o que fazer?
A frase de Jesus faz mais sentido agora: “Esteja no mundo, mas não seja do mundo”. Ou seja, não tem como evitar viver como formiga, mas sem esquecer de que não é uma. Cumprir com suas obrigações de formiga é necessário, mas agora existe outra gama de coisas a fazer.
Jesus é um grande mestre, um exemplo a ser seguido, um caminho para os despertos. Ele indica algumas ações para iniciar essa jornada:
- Se reconciliar com seu irmão;
- Perdoar quantas vezes forem necessárias;
- Não se preocupar com o futuro. Viver um dia por vez;
 - Amar a todos, inclusive aqueles que não te fazem o bem;
- E muitas outras.
É legal seguir os passos dos grandes mestres, mas cuidado para não virar uma formiga religiosa – o que é muito comum. Lembre-se, todos os ensinamentos estão dentro de você. Os Mestres servem somente para iluminar aquilo que estava escondido no seu coração. Você é seu melhor guia, siga seu próprio caminho. E, nesse caminho, ajude outros a despertar. Não é uma caminhada fácil, é preciso disciplina e dedicação, mas é muito gratificante.
Acordou?  Então agora vamos caminhar.

------------ Bruna Pinto