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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

“FASE DE TRANSIÇÃO E A DIMINUIÇÃO DA POPULAÇÃO NO PLANETA”

Com certeza passou pela cabeça de muita gente que ficou nas grandes cidades como Sampa neste feriado de carnaval a ideia: nossa que maravilha seria esta cidade com uns 2 milhões de habitantes e seus carros a menos – seria um paraíso  com muito melhor qualidade de vida.
Bem- talvez não demore tanto assim.
Segundo a ciência tradicional a população no planeta tende ainda a aumentar. É provável que o susto seja grande; pois tudo leva a crer que ela vai diminuir de forma drástica nos próximos anos.
A realidade populacional do planeta segundo a ciência só leva em conta as almas encarnadas; mas segundo informações oriundas de várias partes do mundo e de vários sistemas de crenças, a distribuição era mais ou menos 1/3 de almas encarnadas e 2/3 desencarnadas situadas nas várias dimensões planetárias – desde os anos 80 a proporção vem se modificando para oferecer oportunidades aos que optaram por ficar, aproximadamente 1/3, de ratificar a escolha, adaptando-se á nova frequência da grade energética do orbe; e aos 2/3 restantes a chance de escolher um orbe mais adequado – daí o aumento populacional em progressão aritmética.
Para se juntar aos que optaram por ficar estão chegando exilados de vários Orbes que estão saindo da fase de regeneração para outras mais avançadas. Para nós eles são espetaculares; mas para os que lá ficaram: não quiseram acompanhar o desenvolvimento dos outros.
A todo instante, nós nos deparamos com a cara de cientistas assustados com o furo das suas previsões.
A aceleração em andamento extrapola nossa imaginação.
Sem levar em conta os previstos desencarnes em massa fruto de eventos naturais: terremotos, tsunamis, inundações, deslizamentos, epidemias – para reduzir a população, principalmente dos grandes centros urbanos, basta os efeitos do estresse crônico chegando com tudo na sua última fase: esgotamento e morte; até mais em crianças e jovens do que em adultos. Além disso; tudo ficará acelerado; e algumas doenças que nos levariam á morte caso não houvesse mudança no estilo de vida com mais de 70 anos vão surgir muito mais cedo.
Resumindo:
Num certo instante, bilhões de seres serão transferidos;  para mundos compatíveis com seu padrão vibratório (nada a ver com sistema de crenças religiosas e filosóficas) – essa transferência não representa castigo; apenas mais uma amorosa atitude Divina – pois todo exilado é top nos mundos de destino; tal e qual podemos  observar com muitas crianças da atualidade: Nossa, essa criança com 2 anos de idade já faz isso, já faz aquilo – claro; do mundo onde vieram isso era coisa bem primária.
Finalizando o tema:
Se 2/3 vão embora e vão chegar mais um pouco de exilados para impulsionar o processo – é provável que tenhamos uma população de almas na fase de regeneração equivalente á metade do que temos no momento nas várias dimensões. Passada a fase de ajustes climáticos e geográficos o planeta ficará muito mais acolhedor.
Os 3 próximos anos mais acelerados que os anteriores oferecerão muito material para análises e avaliação de perspectivas futuras; seja comprovando ou detonando previsões científicas e espirituais – sim; muitos dos que se manifestam de 4D para cá também são cheios de “achismo baseado nos interesses pessoais”, como nós que estamos em 3D.
Aguardemos...

Fonte: XEPA CÓSMICA-Dr Américo Canhoto

“O CASAMENTO NA VISÃO ESPÍRITA”

QUE FORMA SOCIAL OU RELIGIOSA DEVEM OS ESPÍRITAS DAR AO SEU CASAMENTO?
Deve estar faltando orientação sobre isso nos centros espíritas porque, quando chega o momento de casar, muitos espíritas ainda não se sentem suficientemente esclarecidos ou convictos a respeito. Examinemos, portanto, a questão. Faremos o estudo por etapas, pois apresenta diversos aspectos.
QUANDO OS NOIVOS SÃO, AMBOS, ESPÍRITAS: O casamento civil sempre será observado, pois o Espiritismo, seguindo o evangélico preceito “daí a César o que é de César”, recomenda obediência às leis humanas que visam à ordem social.
Mas nenhuma cerimônia religiosa deverá ser programada, pois o Espiritismo – que procura nos libertar das exterioridades para nos ligar diretamente à vida espiritual – não tem sacramentos, dogmas ou rituais quaisquer nem sacerdócio organizado para efetuá-los.
Isto não quer dizer que falte ao espírita, em seu casamento, o aspecto espiritual. Pelo contrário, a espiritualidade estará presente em tudo.
O casamento de Mário e Antonina, ambos espíritas, contado por André Luiz, no seu livro Entre o Céu e a Terra, psicografado por Chico Xavier:
- houve cerimônia civil;
- não houve cerimônia religiosa;
- a comemoração espiritual não foi realizada em centro espírita (para não dar o caráter de cerimônia religiosa oficial);
- a prece foi proferida por um familiar dos noivos (para fazê-la não é preciso convidar um presidente de centro, um orador espírita, um médium, nem é preciso que um espírito se comunique para “dar a bênção”);
- houve intensa participação espiritual dos noivos, dos familiares e convidados, bem como dos amigos desencarnados.
Os noivos que forem verdadeiramente espíritas – mesmo que suas famílias não o sejam e queiram dar outra opinião – já sabem como se casar perante a sociedade e a espiritualidade.
E nenhum centro ou sociedade verdadeiramente espírita deverá realizar casamentos (quer em sua sede, quer em casa dos noivos ou outro local), pois o Espiritismo não instituiu sacramentos, cerimônias, rituais ou dogmas.
QUANDO O PAR ESCOLHIDO FOR DE OUTRA RELIGIÃO Parece-nos que deverá logo na fase de namoro, buscar o entendimento religioso com o futuro cônjuge; se houver possibilidade, traze-lo ao entendimento espírita; não havendo essa possibilidade, analisar se apesar da divergência religiosa, levará ao casamento. Se a resposta for positiva, então o(a) espírita se defrontará com a questão da forma ou maneira de realizar esse casamento. Quando o(a) parceiro(a) não-espírita tiver sincero fervor na religião que professa, a ponto de sentir-se “EM PECADO” e com traumas morais sem a cerimônia que o seu credo estabelece, parece-nos que o(a) espírita (que está mais livre de injunções dogmáticas) poderá aceitar a forma externa do casamento segundo o costume da religião do seu cônjuge. Que “pecado” poderá haver, do ponto de vista espiritual, em comparecermos a uma igreja qualquer e partilharmos de uma prece, feita ela deste ou daquele modo? Esta tolerância, porém, tem seus limites. Só se justifica diante de uma verdadeira necessidade espiritual do(a) parceiro(a) e não quando ele(a) for apenas um(a) religioso(a) de rótulo (religioso não-praticante), por convenção social ou quando a exigência é feita pela família dos noivos, sem qualquer necessidade espiritual destes. Também não irá a tolerância chegar ao ponto de o(a) espírita aceitar os sacramentos individuais (batismo, confissão, comunhão) para a realização da cerimônia. Somos livres para acompanhar o(a) cônjuge à cerimônia indispensável para ele(a), mas, também, somos livres para não aceitar imposições pessoais, a que só com hipocrisia poderíamos atender. Caberá a outra parte conseguir a dispensa dos sacramentos individuais para o(a) espírita.
O QUE SIGNIFICA O CASAMENTO PARA O ESPÍRITA? Para os espíritas, casamento é mais que uma simples cerimônia, ele é visto como: UM PROGRESSO NA MARCHA DA HUMANIDADE, representando um estado superior ao da natureza em que vivem os animais. Um exemplo é a eliminação do egoísmo. O que antes dizíamos “meu quarto”, “minhas coisas”, depois de casados dizemos “nosso quarto”, “nossas coisas”; UMA UNIÃO NÃO DEVE SER APENAS FÍSICA OU MATERIAL (por beleza, atração sexual ou interesse financeiro, já que estes podem diminuir ou acabar), mas de caráter e implicações espirituais, pois: ATENDE À AFINIDADE (que unem os semelhantes pelos gostos, pelo modo de pensar, etc.); A EXPIAÇÕES, uniões para resgatar ou corrigir erros cometidos, a maioria ocorrem por afinidade ou sob a orientação dos mentores mais elevados (caso os Espíritos reencarnantes não estejam habilitados para esta escolha) ou A MISSÕES (uniões que regeneram e santificam). RESULTA DE RESOLUÇÕES TOMADAS NO PLANO ESPIRITUAL (antes da encarnação), livremente escolhidas e assumidas (caso os Espíritos reencarnantes já saibam e possam fazê-lo).
ALLAN KARDEC propôs aos Espíritos a seguinte questão: - "Será contrário à lei da Natureza o casamento?" Eles responderam: "É um progresso na marcha da Humanidade". Sua abolição seria regredir à infância da Humanidade e colocaria o homem abaixo mesmo de certos animais que lhe dão o exemplo de uniões constantes. Em outro item do mesmo livro Kardec anotou: "A poligamia é lei humana cuja abolição marca um progresso social. O casamento, segundo as vistas de Deus, tem que se fundar na afeição dos seres que se unem. Na poligamia não há afeição real: há apenas sensualidade" (O Livro dos Espíritos, 695, 696 e 701). Segundo os Espíritos, há no homem alguma coisa mais, além das necessidades físicas: há a necessidade de progredir. "Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Eis por que os segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a amar-se como irmãos." O relaxamento dos laços de família traria como resultado a recrudescência do egoísmo (cf. O Livro dos Espíritos, 774 e 775). Allan Kardec, examinando o tema em outra obra, assim escreveu: "Na união dos sexos, de par com a lei material e divina, comum a todos os seres viventes, há outra lei divina, imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral - a Lei do amor. Quis Deus que os seres se unissem, não só pelos laços carnais, como pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se transmitisse aos filhos, e que fossem dois, em vez de um, a amá-los, cuidar deles e auxiliá-los no progresso" (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 22, item 3).
E O VESTIDO BRANCO? Vestir-se a noiva de branco faz parte dos costumes e tradições de nosso povo, mas, a rigor, não é obrigatório nem mesmo na igreja católica. Case-se com esse traje a jovem que assim o quiser, usando-o no civil ou na festa familiar, sem precisar querer uma cerimônia religiosa só para vestir o seu vestido branco, pois essa moda nada tem que ver com a religião ou espiritualidade.
E A ALIANÇA (anel) ? Esse anel, aliança, surgiu entre os gregos e os romanos, provavelmente vindo de um costume hindu e de usar um anel para simbolizar o casamento. Os romanos acreditavam que no quarto dedo o da mão esquerda passava uma veia (veia d'amore) que estava diretamente ligada ao coração, costume carregado culturalmente até os dias de hoje. No início a aliança era tida como um certificado de propriedade da noiva, ou de compra da noiva, indicando que a mesma não estava mais apta a outros pretendentes. A partir do século IX, a igreja cristã (católica) adotou a aliança como um símbolo de união e fidelidade entre casais cristãos. Muitas crenças nasceram então, como exemplo o fato de que os escoceses dizem que a mulher que perde a aliança está condenada a perder o marido. Mas, para o espírita, é mais um culto externo, um simbolismo, um objeto material dispensavél sem significado nenhum. A única importância que damos é ao significado da palavra ALIANÇA: no sentido de "pacto", "acordo", entre duas pessoas objetivando a realização de fins comuns.
MORAR JUNTOS É CASAMENTO?
Tem casal que vai morar junto para julgarem se é conveniente ou não o casamento imposto pela religião e pela lei. Mas, desde que se proponham morar juntos já estão casados perante a lei divina. Por pensarem assim, vemos muitas pessoas trocando de parceiros(as) como quem troca de roupa. Pois, pensam não ter um vinculo de responsabilidade, para eles é apenas um teste. 
Na época de Moisés era normal o homem casar-se com várias mulheres assim como era normal livrar-se dela quando bem desejasse. As mulheres não passavam de escravas do marido, objetos de seus caprichos. Talvez sejam estes espíritos que estejam entre nós achando que podem ter várias mulheres. Daí o grande número de infidelidade. Só mudaremos isso quando ajustarmos nossas atitudes aos ensinamentos de Jesus.      
QUANDO OS CÔNJUGES SOUBEREM RESPEITAR SEU COMPROMISSO: Só terão a ganhar espiritualmente, pois: Tolerando-se e ajudando-se mutuamente, além de terem triunfando em suas provas ou expiações e de bem haverem cumprido seus deveres junto aos filhos, terão desenvolvido ou solidificado entre si laços de confiança e estima (invisíveis, mas duradouros) que os unirão de modo amigo e feliz, aqui e na vida do Além. Quem cumpre fielmente seu papel espiritual e material no casamento, mesmo que seu cônjuge não cumpra bem sua parte, ficará liberado, no plano espiritual, da obrigação que o trouxera a esse casamento aqui na Terra.

Grupo de Estudos Allan Kardec- Compilação de Rudymara

“SER ESPÍRITA”

Sou Espírita. E para quem procura saber ao invés de julgar, o Espiritismo fala de Amor, Jesus e Caridade.
O Espiritismo respeita todas as Religiões e Doutrinas. Valoriza todos os esforços para a prática do bem e trabalha para a confraternização e pela Paz entre todos os povos e entre todos os homens, independente de sua raça, cor, nacionalidade, crença ou nível social.
Reconhece que o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a Lei de Justiça, de Amor e de caridade, na sua maior pureza.
Ser Espírita não é ser nenhum religioso; é ser Cristão. Não é ostentar uma crença; é vivenciar a fé sincera. Não é ter uma Religião especial; é deter uma grave responsabilidade. Não é superar o próximo; é superar a si mesmo. Não é construir Templos de pedras; é transformar o coração em Templo eterno.
Ser Espírita não é apenas aceitar a Reencarnação; é compreende-la como manifestação da Justiça Divina e caminho natural para a perfeição.
No Espiritismo não se traz amor de volta; ensina-se a amar mais e valorizar a vida, os sentimentos e as emoções, sem pretender controlar os sentimentos alheios ou transformar o outro em fantoche de nossas emoções desajustadas.
Nosso campo de trabalho é a intimidade do ser humano, e a maior ajuda que podemos dar a alguém e auxilia-lo na conscientização de sua capacidade de trabalhar e investir no lado bom de todas as coisas.
Doutrina Espírita