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quinta-feira, 1 de junho de 2017

“COMO SERÁ A VIDA NO PLANO ESPIRITUAL? QUAL SERÁ A MINHA ROTINA? COM QUEM EU VOU CONVIVER?

Muitas pessoas têm dúvidas do que irão fazer após desencarnar, como por exemplo: Qual será a minha rotina? Com quem vou conviver? O que posso fazer no plano espiritual? etc. Mas a grande questão antes de sabermos disso tudo é: Para onde vou após desencarnar?
Tempo no mundo dos espíritos é diferente do tempo como o conhecemos. E a sua rotina também se diferencia da nossa, visto que eles têm uma noção mais ampla do período do qual dispõem para dar conta de suas obrigações. Na colônia Nosso Lar, por exemplo, André Luiz relata situações do cotidiano dos espíritos que lá habitam. Assim como no mundo físico, eles acordam após algum período de descanso que, para nós, seria o equivalente ao sono noturno. Ao despertar, fazem suas preces de agradecimento e reconhecimento ao criador para, em seguida, fazer a higiene pessoal e, quando ainda necessitam, fazer também o desjejum, ou seja, a primeira alimentação do dia. Somente após estas etapas de preparo é que eles se dirigiram aos seus locais, onde vão desempenhar as suas funções de trabalho ou estudo.
Não entre em pânico com o que você acabou de ler. Quanto mais evoluído o espírito for, menos necessitará de repouso, porém, outros espíritos ainda necessitam dormir à semelhança de quando ainda estavam encarnados. Talvez nunca lhe tinham falado, mas espíritos recém-chegados às colônias espirituais e aqueles que lá habitam por pouco tempo, bem como espíritos que têm mais dificuldade de se desapegarem dos hábitos terrenos, ainda mantêm determinados comportamentos típicos de encarnados, como se alimentarem, usarem o banheiro, fazerem a higiene pessoal – tudo feito exatamente como quando ainda estavam encarnados. Isto só é possível graças ao perispírito que está impregnado dessas informações. Como as colônias espirituais foram criadas com o objetivo de proporcionar a seus moradores a mesma sensação de habitar uma cidade terrena, tudo por lá é uma cópia perfeita de tudo que se vê por aqui.
Um detalhe importante: nem todos os espíritos são capazes de retirar do fluido cósmico universal a energia para alimentar seu perispírito. Então, eles contam com a ajuda dos moradores das colônias que os acolhem para o preparo de alimentos a base de sucos, sopas e frutas.
A organização de uma colônia respeita diretrizes muito semelhantes àquelas que já conhecemos por aqui. Assim, ao desencarnar e ser designado para cumprir determinada função, qualquer espírito terá uma ideia básica de como a “máquina pública” funciona por lá. Como ensina André Luiz, no livro Nosso Lar, toda colônia tem um governador, ou seja, uma espécie de prefeito ou administrador. Após assumir seu mandato, este espírito administrador reúne sua equipe de ajudantes, que em Nosso Lar é conhecida como ministros e se equivaleria, aqui, aos secretários do prefeito.
A partir daí, cada repartição tem um responsável encarregado de zelar pelo seu bom funcionamento. Todas as escolas, os hospitais, os departamentos dos ministérios têm seus diretores. Esses diretores têm seus auxiliares que, por sua vez, têm colegas de trabalho para o exercício de suas funções. Como informa André Luiz, assim que o espírito recém-desencarnado ou recém-chegado à colônia se sente disposto, é convidado a ocupar seu tempo, seja através do estudo ou prestação de serviços. Nas colônias, não há empresas e toda a demanda de produção de trabalho e serviços é comandada pela administração local desde a produção de alimentos fluídicos, vestes, viagens, remédios, etc.
Para os espíritos comprometidos com o bem, não há ócio e nem tempo a perder. Se você pensa que vai passar a eternidade à toa quando desencarnar, se engana, porque trabalho por lá é o que não falta. Os desencarnados têm obrigações, assim como qualquer encarnado. A única diferença para quem está por lá é que eles trabalham para seu aprimoramento moral, espiritual ou simplesmente pelo bem-estar, que o trabalho ou amparo ao próximo proporciona. Enquanto aqui as pessoas trabalham para acumular bens, no plano espiritual cada espírito dispõe apenas do necessário para o funcionamento normal. Na colônia Nosso Lar, por exemplo, existe até pagamento para aqueles que estão inseridos no trabalho local. É o bônus hora, uma espécie de moeda corrente na colônia, que visa incentivar uma troca merecida entre quem trabalha e quem desfruta do conforto da colônia. Segundo o espírito André Luiz, a adesão é grande. Um exemplo muito interessante é a questão do vestuário. Em algumas colônias existe um departamento para cuidar da produção de peças de roupas para aqueles espíritos que não conseguem plasmar as próprias vestes.
Falando dessa forma, parece que os espíritos só pensam em trabalhar e nada mais. Na verdade, não é bem assim. É recomendado que cada cidadão dedique seu tempo ao trabalho, ao estudo e ao lazer de forma que possa aproveitar bem a estadia no plano espiritual e programar suas reencarnações futuras. O espírito nunca retroage e, como conhecimento nunca é em demasia, nada custa a ele aprender cada vez mais. Às vezes, o próprio trabalho é uma escola e prepara o espírito para funções que ele poderá ter quando reencarnar. Por exemplo, um espírito que trabalha como auxiliar dos médicos do plano espiritual pode, ao reencarnar, escolher seguir carreira na medicina. E acontece também de forma contrária, como um espírito que trabalhou na área médica desempenhar funções parecidas no plano espiritual, desde que esteja capacitado.
As colônias se localizam muito próximas à crosta terrestre e, segundo ensinam os mentores espirituais, muitas coisas que fazemos aqui, inclusive muitos dos objetos que usamos, são adaptações do que já existe por lá. A nossa rotina também é muito parecida. Por exemplo, o lazer é sempre gozado em atividades que engrandeçam o espírito, como peças de teatro, concertos musicais, leituras, passeios pela colônia e em visitas a colônias vizinhas, etc.

Fonte: TV Mundo Maior

COMO OS ESPÍRITOS OBSESSORES NOS DOMINAM? ”

Um obsessor não conseguirá nos dominar se não abrirmos as portas Psíquicas e Espirituais e essas portas são abertas pela queda de nossa vibração. Durante o dia temos muitas oscilações vibracionais. Há muitos anos tive a oportunidade de assistir uma palestra com um pesquisador que esteve por várias vezes com o Chico Xavier. Ele era um cientista que trabalhava com a Máquina Kirlian. Fotografava as auras das pessoas para suas pesquisas científicas.
Lá, com o Chico, sempre que ele fotografava sua aura, ela estava sempre de cor azul. Os pensamentos elevados do Chico mantinham uma vibração equilibrada e constante. E as pessoas presentes eram também fotografadas pela Máquina Kirlian e suas auras saiam de cores diferentes a cada foto. Havia uma oscilação nítida da vibração e consequentemente da aura. É assim que abrimos as portas para o obsessor. Deixando cair nossa vibração. O que pensamos e sentimos é o que comanda a vibração. CAMINHOS USADOS PELOS OBSESSORES - Consciência pesada os atrai, culpa, remorso, medo, descontentamento, intolerância, todo tipo de vício, tabagismo, alcoolismo, drogas, promiscuidade sexual. O cultivo da raiva, do ódio, da ganância; mágoas, ressentimentos, inveja, ciúme, vaidade, orgulho, egoísmo. Quaisquer outras emoções negativas SÃO PORTAS ABERTAS PARA A OBSESSÃO. O Obsessor examina nossas franquezas e as estimula para, através delas, baixar nossas vibrações e nos dominar.
Suely Caldas Schubert, em seu livro Obsessão e desobsessão, nos conta que certa vez numa reunião de desobsessão percebeu a presença de um grupo de jovens de 15 a 18 anos que se portavam como aqueles que vivem nas ruas, os trombadinhas; seus gestos, palavras, ações. Uma jovem de 17 anos era sua porta-voz e entre as narrações disse que entravam nas casas onde encontravam as portas abertas (entenda-se portas materiais e espirituais). E ali faziam de tudo; usavam todo o conforto da casa que não tiveram quando encarnados, provocam os moradores mentalmente, encetavam a discussões, conflitos e até agressões.
E por que conseguiam entram assim nas casas? Porque os moradores se igualavam a eles em comportamentos, pensamentos, sentimentos e vibrações.
Certa vez estava dirigindo uma sessão prática e veio um espírito agitado, rebelde e dizia que ia a centenas de lares todos os dias. Explicava, eles me chamam, com os palavrões, com a discórdia, com a raiva, com a intolerância, com o ódio... Alimento-me dessas vibrações!!
L.E. perg, 459 – Os espíritos estão por toda parte e muitas vezes são eles que nos dirigem.
(QUANDO NÃO ORAMOS E VIGIAMOS, COMO NOS ENSINOU JESUS)
Perg. 475 – Pode-se, por si mesmo, afastar os maus espíritos e se libertar de sua dominação?
R)- Pode-se sempre sacudir um jugo, quanto se tem vontade firme.
 Perg. 476, R) ...porque quanto mais se é um homem de bem, mais se tem poder sobre os Espíritos imperfeitos para os afastar...

Escrito por Jairo Capasso-  Recanto de Paz