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segunda-feira, 5 de junho de 2017

" FAMILIA RICHTHOFEN- VISÃO ESPIRITA"

A família Richthofen marcada pela violência que culminou no desencarne dos pais de Suzane e Andreas Richthofen está mais uma vez em destaque. Com sinais de uso de drogas o filho mais novo do casal, Andreas Richtoffen, foi detido pela polícia. Mas como lidar com o trauma de perder os pais aos 15 anos, 

"OS FILHOS ESCOLHEM OS PAIS."


“RELIGIÃO E INTOLERÂNCIA”

Por definição, está coberto de razão o grande escritor peruano, quando coloca o problema da intolerância religiosa como reflexo da enorme diversidade cultural que caracterizam os povos e espelho das mentalidades que também se diferenciam dentro dos próprios grupos sociais. Em artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo (11/07/2004), sobre o caráter laico do Estado e da União Europeia, ele fala com conhecimento de causa e faz a afirmação acima citada baseando-se na experiência histórica de religiões e filosofias e que foram desviadas de suas bases originais para satisfazer interesses bem distanciados daqueles delineados por seus criadores.
Não importa a relatividade desses conceitos – se religião ou religiosidade, fé ou crença devoção ou adoração – a repercussão desse elemento cultural na mente humana dificilmente poderá ser dissociado do fanatismo, dos impulsos passionais e do radicalismo emocional. Não é à toa que a sabedoria popular ensina que não se deve discutir religião e futebol, se quisermos preservar relações amistosas. Durante séculos fomos educados para a intolerância e para o radicalismo. Preconceitos religiosos foram pacientemente enraizados em nosso psiquismo e no comportamento, como peças estratégicas para preservação de grupos e sistemas ideológicos. Mesmo as grandes lições de fraternidade e tolerância caíram no esquecimento e no universo lendário. O próprio Mahatma Gandhi, figura contemporânea da Era Atômica, parecia em sua época e ainda hoje ser algo inacreditável, saído das páginas de algum livro de mitologia.
Mas somos, como categoria social humana, um complexo multicolorido de ideologias e crenças, seja em forma de partidos políticos, de cultos religiosos, agremiações filosóficas ou estilos de vida que consideramos atraentes e afins com a nossa maneira de ver o mundo, de agir, de pensar e de sentir as coisas. Nesses agrupamentos procuramos respostas, conforto espiritual, aceitação, respeito, reconhecimento, todas as soluções possíveis para resolver os nossos conflitos interiores, nossas carências internas e externas, reparos de danos e traumas, enfim, a busca da felicidade, de um Norte, de uma plenitude, da auto realização. É por esse motivo, inclusive, que constituímos famílias - não importando qual o modelo - e mantemos viva a imagem do “ninho” ou da “tribo” como símbolos da nossa identidade pessoal e social. Nossos ninhos e tribos continuam sendo o nosso principal endereço existencial, a referência na qual mantemos o pé de apoio para dar todos os passos importantes e decisivos nas experiências vivenciais. Até mesmo as organizações criminosas ou os agrupamentos de hábitos considerados fúteis, quando ameaçados em seus interesses, reagem com suas ideologias, doutrinas, dogmas, tradições, raízes, ídolos, eventos históricos, como armas para justificar e legitimar suas necessidades e suas próprias existências. Vejamos, por exemplo, os recentes acontecimentos de 11 de setembro , onde o terror teve a religião como principal fonte de motivação ideológica. “Mas é uma religião primitiva e atrasada!”, diriam os ateus ou então aqueles outros que julgam que sua religião é superior às demais. Como se o problema fosse a religião em si, quando na verdade é o comportamento sectário embutido historicamente nas religiões e confrarias que alimentam esses flagelos de mentalidade. A intenção dos atentados terrorista foi de ordem política, mas os agentes executores o fizeram por uma causa religiosa, ou seja , a crença de que seriam recompensados num outro mundo por terem agido com renúncia e coragem. Isso é histórico: é só lembrar as monarquias teocráticas de todos os tempos, os tribunais da Inquisição, as cruzadas, o calvinismo europeu, os regimes totalitários nos anos 30 e durante a Guerra Fria.
O grau de intolerância demonstrado por aqueles que hoje se suicidam pela sua crença certamente não é o mesmo daqueles que discriminam, perseguem e expulsam seus companheiros de ideologia, quando estes começam a destoar dos seus pontos de vista, mas as causas são idênticas: a incapacidade de compreender e conviver com a diversidade e de aceitar o princípio igualdade humana como lei universal. Nas situações de conflito, quando o egoísmo e o orgulho predominam como fonte de poder, a igualdade e a humildade passam a ser vistos como valores banais, de pessoas fracas e poucos inteligentes. Quando se trata de conflitos de crença e ideologia, esse fator humano de arrogância e prepotência assume proporções mais violentas, mesmo quando disfarçadas pela polidez institucional, pelas aparências jurídicas, pela hipocrisia das relações artificiais. Temos visto isso acontecer em todas o setores sociais, mas nas agremiações religiosas elas acontecem com mais frequência e são mais camufladas com um forte teor de hipocrisia. Nesses ambientes de orações, meditações, vibrações, peregrinações, curas, oferendas, cantorias e celebrações, a camuflagem torna-se mais sutil e mais eficiente no jogo de aparências. Aí a mente é capaz de realizar verdadeiros prodígios de dissimulação: sorrir e odiar; orar com a voz mansa e emotiva e, ao mesmo tempo, conspirar criminosamente para eliminar o adversário. Pode parecer chocante, mas é a mesma ginástica ideológica que faz o matador de aluguel rezar de joelhos para pedir perdão antes de cometer o ato insano.
Essa perversão da fé e da religiosidade só tem uma explicação: orgulho e egoísmo. Ninguém consegue abrir mão de posições e posturas, de pontos de vista ou de opiniões quando estão sob o efeito das aparências, da imagem artificial que possuem das coisas e de si mesmos. É uma doença existencial com fortes elementos de ordem emocional, como uma ferida infectada, cuja característica marcante é o hábito sistemático de fugir da realidade e de mentir para si próprio. Quando fingimos ou dissimulamos ideias e sentimentos, com a intenção de ocupar espaço ideológico ingressamos imediatamente num jogo perigoso, de difícil sustentação. Daí ser muito comum e constante o uso de expedientes ardilosos, geralmente incompatíveis com a ética religiosa ou filosófica dos grupos que frequentamos.
Não é coincidência também que a desilusão pessoal e a decepção com as contradições humanas são a maior causa da deserção dos adeptos desses grupos. Desertamos na medida que caem os mitos, as aparências, as imagens distorcidas: mitos que nós mesmos criamos, aparências que deixamos nos iludir, imagens que construímos com distorções, segundo os nossos próprios interesses inconscientes e limites psicológicos. Quando isso acontece, quase sempre colocamos a culpa nos outros, nos líderes, nas doutrinas, nos acontecimentos, sem jamais avaliar que o nosso ponto de vista é que sempre foi o verdadeiro responsável pela condução dos nossos sentimentos e atitudes. Recentemente tivemos a oportunidade de ouvir as queixas de um militante bem desiludido com os espíritas, com os centros espíritas e com o Espiritismo. Bastante abatido com a derrota em uma disputa na qual, segundo ele, entrou de corpo e alma, em nenhum momento reconheceu o fato de ter se deixado iludir, mas atacou com muita propriedade todas as imperfeições das pessoas e das instituições envolvidas na sua triste história. Nos lembramos dos textos de “Obras Póstumas” e da “Revista Espírita”, mas não tivemos coragem de recomendá-los naquele momento de mágoas e decepções. Um pouco desolados com essa história de poder e glória em uma instituição espírita, fomos nós mesmos nos consolar nas memórias de Kardec, repletas de experiências sobre os problemas da convivência humana. Ali podemos observar como é possível empreender esforços para superar tendências históricas, hábitos culturais e inclinações pessoais que perpetuam o fanatismo e a intolerância. A experiência de Kardec prova que é possível ir além das definições, romper preconceitos seculares e avançar cada vez mais no terreno da liberdade de consciência. Definições não são apenas artifícios de linguagem, mas ferramentas precisas para identificar coisas, circunstâncias e paradigmas predominantes.
Mas é preciso ir além, quebrar paradigmas, ousar, como fizeram os demolidores de preconceitos em todas as épocas. Eram, é claro, pessoas de moral acima do normal e de comportamento diferenciado da média, mas todos tinham algo em comum: eram seres humanos e jamais se deixaram escravizar por ideias e crenças. Muito pelo contrário, atacaram suas próprias culturas nos pontos que consideravam frágeis e ilusórios. Budha atacou o desejo e a sensualidade que contaminava a espiritualidade em seu tempo; Jesus posicionou-se estratégica e heroicamente contra a intolerância, o fanatismo e o comércio das coisas sagradas; Lao-tsé e Confúcio empreenderam suas inteligências contra a corrupção e o comodismo; Comênius e Pestalozzi viram na infância um terreno fértil para plantar as sementes da transformação do tempo futuro e não somente no cultivo das tradições do passado. Allan Kardec demoliu o materialismo e o sobrenatural, reconstruiu a fé e resgatou a religiosidade sem se deixar contaminar pela ingenuidade mística ou se impressionar com os “mistérios” ditos “ocultos”. Martim Luther King, seguindo os passos de Gandhi, desmontou a farsa que encobria em seu país o mito da liberdade e os direitos civis.
Seria de uma grande utilidade se nós, os espíritas, pudéssemos refletir sobre esse assunto e transpormos suas conclusões para os ambientes que frequentamos e a ideologia que cultivamos como fonte de realização. Podemos avançar as definições e romper paradigmas. Como o Espiritismo não é religião - nesse sentido histórico sectário –, muito menos futebol, podemos discutir tranquilamente essas delicadas questões ideológicas:
Como temos cultivado o conceito de verdade no Espiritismo?
Como temos lidado com o pensamento divergente?
Temos agido dentro da ética espírita quando atuamos politicamente em suas instituições?
Afinal, nossa fé tem conseguido encarar a razão face a face?
Dalmo Duque dos Santos
Mestre em Comunicação, bacharel em História e Pedagogia.


“QUEM HERDARÁ A TERRA?

“Bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque eles herdarão a Terra ...” -  Jesus

A Terra está deixando de ser um planeta de provas e expiações para se tornar um planeta de regeneração.
Nosso planeta está evoluindo, embora não pareça.
Os futuros moradores do Planeta Terra terão que ser mansos e pacíficos, porque a Terra não terá lugar para os coléricos, os odiosos, os violentos, os vingativos, etc. Esses terão que reencarnar em planetas que condizem com seu grau de evolução.
Estamos naquela "peneira" simbólica que Jesus mencionou, onde está havendo a separação do joio e do trigo. E esta separação ocorre no plano espiritual ao desencarnarmos. Quando estivermos nos preparando para reencarnar, será levado em conta nosso comportamento na última encarnação.
Por enquanto, nosso planeta recebe espíritos com vários graus evolutivos. Os bons continuarão reencarnando na Terra para dar exemplo e continuidade a um planeta regenerado. E os maus estão tendo a oportunidade de regenerar-se, para que possam continuar reencarnando na Terra. Se não regenerar terão que mudar-se para outro planeta. Um planeta que condiz com sua conduta.
Mas, como está no livro “Transição Planetária”: “Antes, porém, de chegar esse momento (de transição), a violência, a sensualidade, a abjeção, os escândalos, a corrupção atingirão níveis dantes jamais pensados, alcançando o fundo do poço, enquanto as enfermidades degenerativas, os transtornos  bipolares de conduta, as cardiopatias, os cânceres, os vícios e os desvarios sexuais clamarão por paz, pelo retorno à ética, à moral, ao equilíbrio(...)
“Como em toda batalha, momentos difíceis surgirão exigindo equilíbrio e oração fortalecedores, os lutadores estarão expostos no mundo, incompreendidos, desafiados por serem originais na conduta, por incomodarem os insensatos que, ante a impossibilidade de os igualarem, irão combatê-los, e padecendo diversas ocasiões de profunda e aparente solidão... Nunca, porém, estarão solitários, porque a solidariedade espiritual do Amor estará com eles, vitalizando-os e encorajando-os ao prosseguimento (...)”
Então, façamos nossa parte colaborando com essa transição para que sejamos dignos de sermos herdeiros de um mundo melhor.
Pois só os mansos e humildes de coração herdarão a terra!

Grupo de Estudos Allan Kardec- Rudymara

“DOENÇAS DA ALMA”

Em um mundo cada vez mais acelerado, a preocupação com a saúde física tem se tornado maior, no entanto, o mesmo não ocorre com a saúde espiritual. Muitas pessoas a ignoram, sem saber que ela pode ser a causa de diversas doenças que afligem o corpo humano. De acordo com o médico nefrologista Dezir Vêncio, 72, é importante zelar pelo físico, isso auxilia na melhora da qualidade de vida, porém a saúde do corpo depende da saúde do espírito. “Eu posso zelar de mim, que sou corpo, mas eu tenho que cuidar de mim, que também sou espírito”, explica.
As doenças da alma, como são popularmente conhecidas, são desequilíbrios do espírito que acabam por refletir no corpo físico. Os casos mais comuns são os de câncer. Mas o que pode causar esses desequilíbrios? Os erros e pecados cometidos aos quais o homem não busca reparar, cultivar o rancor e o ódio. As causas vêm, então, de falhas no espírito.
“Quando se erra em vida, é preciso se reparar. É preciso perdoar, cultivar boas energias dentro de si, ajudar ao próximo”, afirma o médico.
Nem todas as enfermidades causadas pela desarmonia do espírito são físicas. A depressão, por exemplo, é uma doença psicológica e bastante comum nos dias atuais. “Ela pode ter causas em vidas anteriores e causas nessa vida atual, depende do meu comportamento”, diz Dezir.
O médico explica ainda que existem casos em que a doença se manifesta por um desequilíbrio externo que acaba sendo absorvido pela pessoa. “Se um garoto vê os pais brigando muito, está em um ambiente instável, seu espírito pode se desarmonizar e ele desenvolverá a doença”, conta.
Para se prevenir, o conselho de Vêncio é conciliar o cuidado do corpo com o da alma, cultivar boas energias, perdoar, orar e meditar. Nos casos em que a pessoa já sofre com alguma doença, é possível encontrar diversos tratamentos para complementar aos cuidados médicos, como o magnetismo praticado pelas populares Benzedeiras, acupuntura, apometria, cromoterapia, entre outros. “Esses tratamentos complementares, o amor próprio, as preces, as orações, são o melhor tratamento. Nesses momentos você joga para dentro de você toda a energia positiva e você vai se auto-curar”, esclarece ele.
CAUSAS ORGÂNICAS
É importante explicar que nem todas as doenças são causadas por um desequilíbrio espiritual. Muitas delas têm causas orgânicas, “vamos supor que o seu apêndice inflamou, isso não acontece por causa espiritual, apenas não quis funcionar direito” ou por falta de vigilância, “se eu me vigiar, eu não vou pegar aids”, explica Dezir.
O médico afirma ainda que cada doença nos transmite uma mensagem de que algo está em desalinho com o nosso corpo; sendo assim, precisamos ouvir essas mensagens e mudar as nossas atitudes no intuito de alterar o nosso destino para melhor.
DOENÇAS ESPIRITUAIS MAIS COMUNS
Câncer: Quando o corpo sofre com um crescimento desordenado de células que invadem os limites normais do corpo e destroem tecidos adjacentes, podendo se espalhar para outras partes do corpo, em um processo conhecido como metástase.
Depressão: É uma doença crônica e recorrente, produz alteração do humor que tem como características a tristeza, apatia, baixa autoestima, culpa, podendo refletir no sono e apetite.
Anorexia: Distúrbio alimentar que gera perda de peso excessiva, acima do que é considerado saudável para o peso e idade.
Bulimia: São episódios de ingestão exagerada de grandes quantidades de alimentos com alto teor calórico, seguida por um sentimento de culpa. A pessoa que sofre de bulimia geralmente utiliza meios indevidos para evitar o ganho de peso, como indução do vômito, uso de laxantes e jejum prolongado.
Enxaqueca: Fortes dores de cabeça geralmente acompanhadas por náusea, vômito, sensibilidade a luz e ao som.
TIPOS DE TRATAMENTOS
Magnetismo (Benzedor): É um curador destinado a curar pessoas através de rezas combinadas com gestos, usando ainda de ervas ou qualquer outro objeto que considere ter poderes de cura.
Acupuntura: Tradicional da medicina chinesa, consiste em aplicar agulhas em pontos definidos do corpo buscando resultados específicos para cada caso que está sendo tratado.
Apometria: Trabalha a projeção da consciência mediante comandos energéticos mentais.
Cromoterapia: Tratamento de cores para harmonização do corpo, utiliza lâmpadas de 25 watts colocadas próximas ao corpo por um curto período de tempo.
Meditação: Ato de intensa concentração, que busca esvaziar a mente para depois preenchê-las com pensamentos positivos e boas energias.
Passe: O médium transmite fluidos espirituais benéficos ao passar as mãos diante da pessoa que deseja ser curada, pode ser realizado também através do olhar e sopro.

Fonte- Medicina e Espiritualidade. Sérgio Vencio