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terça-feira, 13 de junho de 2017

“AS DORES E SOFRIMENTOS MORAIS DO ESPÍRITO”

“ Quando chegarmos a esse tempo, muitos serão escandalizados e terão praticado traições uns com os outros, e outros se aborrecerão, e surgirão muitos falsos profetas, que enganarão a muitos, mas ainda não será o fim”. (Mateus, 24:10)
     Não há a menor dúvida de que estamos vivendo a transição planetária do homem, ou seja, o fim dos tempos. O nosso Planeta de Provas e Expiações passa por momentos de grande tribulação, com seus habitantes desejando, a todo custo, buscar meios de encontrar o próprio destino ou a salvação alardeada por profetas, pregadores e filósofos. Porém, esquecemos de que essa iluminação interna não chegará até nós pelos meios da gratuidade, do automatismo ou do milagre, e sim pelo esforço próprio, que é o artífice de toda essa destinação do nosso Orbe Terrestre, levando a humanidade para faixas vibratórias da Regeneração, onde a felicidade nos aguarda. Mas para isso precisamos mudar muita coisa, principalmente no campo interno, como o comportamento, os sentimentos e o pensamento contínuo.
     Enquanto estivermos apegados demasiadamente aos valores transitórios da vida, interessados no poder financeiro, político e administrativo, ou na ostentação dos valores materiais, dificilmente alcançaremos as faixas rarefeitas do infinito de Deus, porque ficaremos vedados pela nossa consciência imortal, que não aceita erros e cumplicidade com o mal. A nossa consciência está alinhada com as Leis Divinas que regem a vida cósmica, e aguarda sempre que o seu detentor, o homem terrestre, possa se reconciliar com a vida e com seus semelhantes, para então iniciar um processo de reparação íntima, desenvolvendo valores novos, dando prioridade aos valores espirituais, que são recursos divinos aliados à perfeição de Deus.
     A indiferença da humanidade terrestre diante do Evangelho de Jesus, de suas determinações e de sua doação incondicional pela vida dos seres humanos, faz com que ainda passemos por todo o tipo de dores e sofrimentos, que só irão acabar quando atingirmos um patamar de virtudes que nos propicie encarar a vida física com responsabilidade, ética, amor e dedicação do nosso tempo, em trabalhar sempre para os outros e para nós, na busca de recursos que chegam até nós, quando nos doamos por inteiro, num trabalho humanitário de compartilhamento constante, sem descanso, até a hora da nossa morte, que não deve nos surpreender na preguiça, no desânimo, na ociosidade, na tristeza e na melancolia, e sim nas atividades diárias, cumprindo com nossos deveres e com nossas ordenações humanas.
     Enquanto houver no nosso Planeta de Provas e Expiações divergências, desentendimentos, violência, ódio, rancor, raiva, autoritarismo, prepotência, perversidade, crueldade, mentira, ciúme e egoísmo, ou outras formas sombrias de relacionamento humano, não estaremos aptos para transcender às nossas dificuldades e obstáculos, e alcançar as metas maiores do nosso destino, e certamente ficaremos agregados ao passado, junto aos vícios, desejos e paixões, onde haverá sempre dores e ranger de dentes. Aqueles que se aproveitam dos incautos de fé frágil, e que ensinam mas não convencem, que oferecem salvação gratuita, o automatismo ou o milagre, encontrarão dificuldades para caminhar em paz, porque não a conquistaram, e nem armazenaram nenhum valor crístico, que possa amparar os anseios do coração.
     Do outro lado da vida, ou seja, no além, as dores, sofrimentos e aflições são de cunho moral, e repercutem diretamente na estrutura íntima do espírito imortal, que não poderá se livrar desses acicates, e às vezes são tão pungentes e dolorosas que, para a entidade espiritual que está passando por essas dificuldades, o sofrimento parecerá eterno. Mas não é bem assim: chega uma hora que tudo termina, principalmente quanto o endividado chega ao remorso e ao arrependimento, dando condições para que espíritos bondosos e evoluídos possam lhe socorrer, levando o infrator para locais de atendimento fraterno, onde são tratados e preparados para continuar a jornada evolutiva.
     Ali, nesses recantos de solidariedade e de compartilhamento, esses endividados do espaço recebem instruções e recursos fluídicos para o reequilíbrio, e se prepara para novas reencarnações, em que muitas vezes reaparecem aqui na Terra, com limitações dolorosas no corpo físico, como única forma de reparar os erros escabrosos da retaguarda da vida.
     Esse processo de reeducação dos espíritos no além pode durar anos e anos sucessivos, exatamente o tempo em que passaram na intemperança mental, invadindo fronteiras alheias e direcionando forças negativas para atassalhar a vidas dos semelhantes. Ninguém sofre à toa, pois tem sempre um motivo, uma causa iniciante que deságua na dor, no sofrimento e nas aflições, aqui ou no além, depois que atravessamos as águas enigmáticas do rio da morte.

Djalma Santos-CORREIO ESPIRITA

“A VIDA ESPIRITUAL NO ALÉM”

“Disse-vos já que nada compreendia além do meu crime, e que não podia abandonar a casa em que o cometi, a não ser a vagar no espaço, solitário e desconhecido; disso não poderia dar-vos uma ideia, porque nunca pude compreender o que se passava. Desde que me alçava no espaço, era tudo trevas e vácuo, ou antes, não sei mesmo o que era. Hoje, o meu remorso é muito maior, no entanto, não sou constrangido a permanecer naquela casa fatal.” (Alan Kardec - O Céu e o Inferno , 2a parte. Cap. VI. Questão 17).
Mesmo depois que o espírito imortal passa por dezenas e dezenas de reencarnações sucessivas, no processo de ir para o mundo espiritual pela morte, e voltar ao mundo físico pelo nascimento, o homem terreno pouco sabe o que acontece do outro lado da vida; e, quando é surpreendido por esse mecanismo natural e biológico, que chamamos de “morte”, sente-se inseguro, porque não sabe o que o espera, e dificilmente está suficientemente educado para atravessar as águas enigmáticas do rio da “morte”.
Exatamente por isso, chega ao além da vida totalmente desequilibrado, sem condições de se adaptar com facilidade, dando aos irmãos espirituais que trabalham na tarefa de ajudar os recém-desencarnados, condições ideais de receptividade. De um modo geral, o pensamento do ser humano a respeito da “morte”, é que ela é o fim, o aniquilamento de tudo, e a consequência dessa desinformação, faz que o espírito sofra antes, na hora e depois da “morte”; por falta de uma estrutura espiritual forte, baseada na educação moral e física, adotando procedimentos que atenuam os problemas que, certamente todos os desencarnados vão enfrentar após a perda da indumentária física.
O conhecimento adquirido através da Doutrina Espírita, de que a “morte” é apenas um sono que se completa; um estágio entre duas vidas; e que só elimina o “corpo físico”, é fator preponderante, além da certeza de que a vida continua depois da “morte”, mesmo não sendo visível aos olhos humanos, mas visível aos olhos espirituais, e também visível aos olhos dos sensitivos que chamamos de médiuns. Em síntese todos somos médiuns, e estamos capacitados para nos comunicar com os espíritos a todo o momento, desde que surjam oportunidades para isso.
A palavra de ordem a respeito da “morte” é educação; é ter conhecimento de que o espírito imortal, esse viajor incansável da eternidade, esse andarilho do infinito, esse nômade do espaço, continua sua jornada evolutiva em outras dimensões do espaço, depois de sua experiência no campo da carne. A desencarnação é um fenômeno biológico pelo qual todos os seres orgânicos tem que passar, e podemos afirmar com absoluta certeza, que a “morte” é democrática, neutra, imparcial, e não procura ninguém; nós a procuramos, e ela só cumpre uma agenda, levando ricos, pobres, doentes sadios, crianças, jovens, adultos e idosos, numa ação contínua de aumentar o contingente de espíritos no mundo espiritual, sem, no entanto influir na vida das pessoas.
Podemos ainda dizer que a “morte” é um caminhão que faz mudanças; só faz a mudança, não tem nenhum poder, porque o poder está com o dono da mudança que somos nós, seres humanos, e a felicidade ou infelicidade depois da “morte” vai depender do tipo de “carga” que vai colocar em cima do caminhão que é a “morte”. Se colocarmos uma “carga” corrosiva, sombria, que corresponde ao vício do álcool, do fumo, do jogo, das drogas e do sexo desregrado, ou ainda, o cultivo do ódio, do rancor, do ressentimento, da raiva, do ciúme, da maledicência, da prepotência, do autoritarismo, da maldade, crueldade e da perversidade; certamente seremos infelizes do outro lado da vida. Mas se colocarmos uma “carga” leve, pautada na bondade, na mansuetude, na caridade, na solidariedade, no compartilhamento, na renúncia e na caridade; não teremos nenhum problema no além, e seremos felizes juntos aqueles que se foram antes de nós.
Não existe nenhuma fórmula para nos livrar da “morte”, porque sua chegada é inevitável para todos, mas é apenas uma desorganização biológica imperativa, porque precisamos nos desorganizar fisicamente para que possamos nos organizar espiritualmente no mundo de origem, que é o mundo dos pensamentos. Após a “morte” do corpo físico, continuamos a sermos nós mesmos, mudamos muito pouco ou quase nada, e até as nossas características físicas continuam as mesmas, ou seja, continuamos com a forma humana depois do desencarne. Depois da “morte”, o períspirito se desagrega do corpo físico, e passa a ser o novo instrumento de apresentação do espírito, com o nome de “Corpo espiritual”.
As dificuldades de obstáculos, que a maioria dos espíritos encontra do outro lado da vida, são decorrentes dos erros, pecados e ilícitos cometidos contra os outros na existência física, que catalogados na consciência do homem, que em síntese, é o seu advogado, promotor e juiz ao mesmo tempo, defende, acusa e pune todos aqueles que ferem as Leis Divinas que regem a vida cósmica. O bem edificado em contato com os semelhantes conquistam laços fraternos e de amizade, que servem de anteparo e segurança na nova vida fluídica do espírito, assim como os erros e os pecados contra os outros terão que ser ressarcidos na vida espiritual ou em outras reencarnações.
Chegando ao mundo dos pensamentos, o desencarnado passa por estágios sucessivos, a fim de se adaptar à nova vida, incluindo instruções sobre novo tipo de alimentação, de movimentação e locomoção, como realizar projetos de cocriação, de relacionamento, e principalmente, como controlar e utilizar o pensamento contínuo. A adaptação se torna mais fácil para quem se desapega dos bens materiais, das futilidades da vida física, dos vícios, desejos e paixões. As viciações fazem com o recém-desencarnado permaneça jugulado ao mundo terreno, com se vivo estivesse, e isso pode durar anos e anos sucessivos.
Outro detalhe interessante a respeito da “morte”, é que ela não transforma as pessoas em santas e nem em sábias, e cada um permanece do outro lado da vida exatamente como era quando vivo. O trabalho continua sendo, depois da “morte”, o fator preponderante na evolução do homem, e quem pensa que depois da “morte” vai descansar para sempre, está totalmente equivocado, porque a vida continua plena, estuante e dinâmica, depois que passamos para o outro lado da vida.
O medo exagerado que milhares de pessoas têm do fenômeno “morte” não encontra respaldo em nenhuma religião ou seita, e tudo fica por conta do misticismo, lendas e informações falsas, passadas durante milênios, por religiões dogmáticas, que usaram a “morte“ para amedrontar os adeptos e fazê-los seguir fielmente os conceitos emitidos pela igreja. Jesus afirmou com muita propriedade que ”Onde estiver o seu tesouro, ali estaria o seu coração”, advertindo que todos aqueles que partem apegados às coisas, pessoas e instituições, certamente não saem da Terra, e permanecem jugulados, algemados aos objetos e pessoas de suas predileções.
Nenhum espírito fica desamparado no mundo espiritual, mesmo porque todos nós temos uma parentela familiar extensa que partiu antes de nós, mas a felicidade é mérito de cada uma, porque o homem é o único responsável pelo seu destino, um caçador de si mesmo, e procura por fora, o que já tem por dentro, coroando a frase lapidar de Jesus em seu Evangelho de amor “O reino de Deus está dentro de vocês”.
Djalma Santos-Correio Espírita


“A NOVA ERA-UM NOVO MUNDO ESTÁ SURGINDO”

A transformação do planeta Terra está anunciada desde o surgimento do Espiritismo, com a publicação de O Livro dos Espíritos, em 18 de abril de 1857: “Os Espíritos anunciam que chegaram os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal e que, sendo eles os ministros de Deus e os agentes de sua vontade, tem por missão instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade”. “Ele há chegado a um dos períodos de transformação, em que, de orbe expiatório, mudar-se-á em planeta de regeneração, onde os homens serão ditosos, porque nele imperará a lei de Deus”. (1).
Emmanuel, na introdução de seu belíssimo livro, A Caminho da Luz, psicografado por Chico Xavier em 34 dias: de 17 de agosto a 21 de setembro de 1938, escreveu: “Aproxima-se o momento em que se efetuará a aferição de valores terrestres para o ressurgimento das energias criadoras de um mundo novo” (2). E, no livro Plantão de Repostas II, Emmanuel dá como prazo para essa transição, de mundo de expiações e de provas, para mundo de regeneração, o ano de 2057, ano em que o Espiritismo completará 200 anos. (3)
Ismael, filho de Abraão e Agar, (4) o Guia Espiritual do Brasil, fala para os seus dedicados companheiros de luta em venerável assembleia no espaço, no ano de 1938: “Uma verdadeira renascença das filosofias e das ciências se verificará no transcurso destes anos, a fim de que o século XX seja devidamente esclarecido, como elemento de ligação entre a civilização em vias de desaparecer e a civilização do futuro, que assentará na fraternidade e na justiça, porque a morte do mundo, prevista na Lei e nos profetas, não se verificará por enquanto, com referência à constituição física do globo, mas quanto às suas expressões morais, sociais e políticas. A civilização armada terá de perecer, para que os homens se amem como irmãos”. (5)
O livro As Quatro Babilônias, do engenheiro Marius Coeli, publicado no ano de 1939, citado pelo Dr. Luiz Olympio Guillon Ribeiro como “de natureza essencialmente mediúnica”, e, analisado pelo sábio e amoroso Espírito Emmanuel. que concluiu: “As Quatro Babilônias, repositório de numerosas elucidações oriundas do Alto, isto é, do plano divino, de cujo reservatório de verdades emanou o pensamento profundo dessa obra”. (6)
Nesse livro, As Quatro Babilônias, o engenheiro Marius Coeli, em sua interpretação do Apocalipse, descreve os acontecimentos desse período em que vivemos, dando até data: “Então, EUROPASIAFRICA estarão integradas sob um só conjunto em 2014/2015”. (7)
Vemos a integração da Europa, Ásia e África, quando os países europeus, num gesto de solidariedade, recebem os fugitivos em busca de asilo. O relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas, do dia 18 de junho de 2015, revela sessenta milhões de deslocados no mundo por causa de guerras e conflitos, sendo oito conflitos na África (Costa do Marfim, República Centro Africana, Líbia, Mali, nordeste da Nigéria, República Democrática do Congo, Sudão do Sul e Burundi); três no Oriente Médio (Síria, Iraque e Iêmen); um na Europa (Ucrânia) e três na Ásia (Quirguistão e em diferentes áreas de Myanmar e Paquistão).
Vivemos, portanto, em “períodos apocalípticos”, mas, em constante progresso para um mundo melhor, como no dizer de Guillon Ribeiro: “a abertura de uma nova fase da evolução. E tudo em conformidade perfeita com as palavras, também proféticas, de Jesus, conservadas nos Evangelhos, anunciando o fim do mundo do erro e da mentira, caracterizado pela “implantação da desolação no lugar santo”, e o advento do mundo novo, o do Cristianismo em espírito e verdade”. (8)
Observamos “a renascença das filosofias e das ciências”, no século XX, com a Teoria da Relatividade Geral, em 1915, na famosa equação E=mc², do cientista Albert Einstein e a sua comprovação, no ano de 1938, por Lise Meitner, demonstrando que toda a massa pode ser transformada em energia, o que ela deu o nome de fissão nuclear. A descoberta do DNA, no ano de 1953. A corrida espacial com a chegada do homem à Lua, em 20 de julho de 1969. A evolução dos meios de comunicação, o surgimento da internet (www – rede ampla mundial), em 1989, possibilitando a interligação dos seres humanos em todos os quadrantes da Terra. A queda do muro de Berlim, também no ano de 1989. O mapa completo do genoma humano, no ano 2000. A medicina nuclear, detectando as doenças com a visão ampla, e a cura das doenças, por meio de pesquisas constantes.
Chico Xavier/Emmanuel, em entrevista ao programa “Pinga Fogo”, na TV Tupi, no dia 28 de julho de 1971, disseram: “Se não entrarmos numa guerra de extermínio nos próximos 50 anos, então nós podemos esperar realizações extraordinárias da ciência humana partindo da Lua, com a construção de cidades de vidro, as cidades-estufas, onde cientistas possam estabelecer pontos de apoio para observação da nossa Galáxia. Essas cidades não são sonhos da ciência, essas cidades podem ser feitas e provavelmente vai-se obter azoto e oxigênio e usinas de alumínio e formações de vidro e matéria plástica na própria Lua para a construção desses redutos, produtos da ciência terrestre e provavelmente água fornecida pelo próprio solo lunar. Então, teremos contato com outras comunidades da nossa Galáxia. Então vamos, definitivamente, encerrar o período bélico na evolução dos povos terrestres, porque nós vamos compreender que fazemos parte de uma só família universal, que não somos o único mundo criado por Deus. O próprio Jesus a quem reverenciamos como Nosso Senhor e mestre, disse: “Há muitas moradas na casa de meu pai”. (9)
Na época dessa entrevista, no ano de 1971, em que a nave Apolo 11 acabara de descer no solo lunar (1969), pareceram utópicas aquelas palavras. Hoje, todos temos conhecimento que há um projeto americano de construção de plataformas na Lua, as “cidades-estufas”, até o ano 2020. A NASA anunciou, no ano de 2010, através da revista especializada Science, a mais respeitada publicação científica do mundo, a descoberta de água em abundância no satélite, monóxido de carbono, hidrogênio e mercúrio.
O planeta Terra está passando por uma transformação visceral. As catástrofes, os acidentes individuais, as mortes coletivas, o degelo das calotas polares, os desvios das placas tectônicas, a descoberta das transações desonestas, mostrando os corruptos e os corruptores, demonstram a direção que o planeta Terra está tomando. No Brasil, esse período tumultuado da política, mostra a necessidade urgente de reforma.
O momento é chegado. Não dá mais para adiar. As forças desse movimento refletem em tudo e em todos. Nenhum gesto, por menor que seja, será ignorado. Todos nós, sem exceção, fazemos parte da transformação do nosso planeta.
É necessário, urgente e inadiável a revolução em nosso mundo interior. Cada um de nós terá, com a mudança de atitude, importância na sustentabilidade universal, na construção de uma nova era. (10)
Muita paz!
Itair Ferreira-Correio Espírita
Notas  bibliográficas:
1 – O Livro dos Espíritos – Prolegômenos – Allan Kardec – Feb, e, O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo III  – item 19 – Progressão dos Mundos – Santo Agostinho, (Paris, 1862)
2 – A Caminho da Luz – Emmanuel – Francisco C. Xavier – Introdução – Feb.
3–  Plantão de Respostas II – Emmanuel.
4 – Crônicas De Além-Túmulo – Lição 20 – Francisco C. Xavier – Espírito Humberto de Campos –Feb.
5 – Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho – Francisco C. Xavier – Espírito Humberto de Campos –  11ª edição – Cap. XXII – página 178– Feb
6 – Revista Reformador do mês de janeiro de 1940 e transcrito em fevereiro de 1979, Feb.
7 – As Quatro Babilônias – Engº Marius Coeli – Capítulo VII– Empresa Gráfica da Revista dos Tribunais, 1939.
8 – Revista Reformador do mês de fevereiro de 1979, Feb, página 28.
9 – Pinga Fogo com Chico Xavier – Edicel – 3ª edição, 1984 – página 76.

10 – Século XXI – a Era do Sentimento – Itair Rodrigues Ferreira – 1ª edição, 2015 – pág. 195– Emican Editora.