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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

“TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO-TOC NA VISÃO ESPIRITA”

É no mundo íntimo, no inconsciente pessoal, que se encontram as fixações perversas e desvairadas do primarismo do ser, que permanecem durante o período da razão, gerando distúrbios que reaparecem na consciência atual, desestruturando os equipamentos da saúde física, psíquica e, especialmente, da emocional.
O transtorno obsessivo-compulsivo se caracteriza por:
- pensamento compulsivo: quando a consciência é invadida por representações mentais involuntárias, repetitivas e incontroláveis. Trata-se de um objetivo defensivo do inconsciente pessoal, impedindo que o doente tome conhecimento da sua realidade interior, dos seus legítimos impulsos e emoções.
- atividade compulsiva: que se apresenta como incoercível necessidade de ações repetidas. Podem variar para fórmulas, rituais, cerimônias, como atavismos ancestrais, em imagens arquetípicas perturbadoras. É um mecanismo que busca fazer uma catarse da ansiedade de que se é vítima.
- caráter obsessivo: o indivíduo que o possui mostra-se sistemático, impressionando pela rigidez do comportamento, inclusive para com eles próprios. São portadores de sentimentos nobres, confiáveis e dedicados ao trabalho, que exercem até o excesso.
Sobre o Caráter obsessivo
Sentindo-se obrigados, desde cedo, a reprimir as emoções e sentimentos outros, tornam-se ambivalentes, escapando-lhes de controle os que se constituem de natureza hostil, apresentando-se mais como intelectuais do que sentimentais, mecanismos escapistas que se impõem inconscientemente.
São relevantes, com relação a isto, os estudos de Freud com relação ao caráter anal (em razão das exigências da mãe quando no trato com eles na infância, higienizando-os, exigindo-lhes obediência irracional a horários rígidos, incluindo aqueles para as funções intestinais; através dessas imposições, as mães negavam-lhes afeto e identificação emocional).
Na fisiopatologia pode-se detectar anomalias biológicas, como: epilepsia do lobo temporal, aumento expressivo de atividade metabólica no giro orbital esquerdo e até mesmo uma alteração cromossômica na constituição do ser.
Sob ponto de vista neurológico observa-se a influência não somente de epilepsia no lobo temporal, mas também da coréia de Sydenhan, da síndrome de Giles de la Tourette, etc. Há aumento do fluxo sanguíneo cerebral no córtex orbitofrontal, neostriatum, globo pálido e tálamo, no hipocampo e córtex posterior do giro cíngulo.
Esses desencadeadores dos transtornos psicóticos obsessivo-compulsivos, do ponto de vista psicológico, encontram-se no inconsciente pessoal, como herança também de atos transatos, sem dúvida, no qual estão inscritos igualmente os códigos das imagens arquetípicas que permitem, por outro lado, a vinculação com outras mentes ora desencarnadas. Essas entidades impõem-se o direito de cobranças esdrúxulas.
Ainda sobre a compreensão espiritual 
Porque permanece impressa nos painéis do inconsciente pessoal, nos refolhos do perispírito a dívida moral, os pacientes assimilam, as ondas mentais das suas antigas vítimas, que são convertidas em sensações penosas, em forma de consciência de culpa - lavar as mãos, assepsiar-se em demasia, sentir o corpo sempre sujo - tanto quando a captação de odores pútridos - ativação da pituitária pelo psiquismo que sente necessidade de reparação - que são exteriorizados pelos cobradores espirituais.
Sob outro aspecto, esses endividados espirituais reencarnam com os fatores neurológicos e orgânicos, em geral impressos no corpo perispiritual, em face dos transtornos morais que se permitiram anteriormente, de forma a experimentarem a recuperação moral mediante o processo depurador a que ora fazem jus.
Tratamento:
A psicoterapia cognitivo-comportamental, bem conduzida em relação a esses enfermos, ameniza ou produz a cura dos efeitos danosos e mórbidos; no entanto, a terapêutica bioenergética, por alcançar os fulcros espirituais de onde se exteriorizam os campos vibratórios, interrompe a emissão da energia enfermiça, afastando os agentes que, necessariamente atendidos, orientados e confortados moralmente, terminam por abandonar os propósitos malsãos em que permanecem e libertam os seus inimigos, entregando-os à Consciência Cósmica.
Evidentemente, o contributo de alguns barbitúricos e fármacos diversos, sob cuidadosa orientação psiquiátrica, portadores de inibidores de reabsorção de serotonina, torna-se de inestimável significado para o reequilíbrio do paciente. Entrementes, a educação, o trabalho junto ao enfermo, auxiliando-o na mudança de atitude perante a vida, de comportamento mental, de sentimento rancoroso e agressivo em relação ao seu próximo, para o qual, não raro, transfere o perigo de trazer-lhe contaminação, resulta em valiosa psicoterapia para o reequilíbrio do Self, e lento, posterior, mas seguro bem-estar.


Fonte: Livro Triunfo  Pessoal-    Joanna de Angelis-    (Psicografado por Divaldo Franco)

“ANENCEFALIA” SEM CÉREBRO”, UM CASO REAL EXPLICADO PELO ESPIRITISMO.”

Mais grave que a microcefalia seria a anencefalia. Lembremos que anencéfalo, embora seja considerado um ser sem cérebro, na realidade é portador de um segmento cerebral – faltam-lhe regiões do cérebro, o que impossibilitará uma sobrevivência prolongada pós-parto.
A fim de colocarmos a visão espírita acerca desse importante problema, exemplificaremos com um caso real e usaremos nomes e local fictícios.
João e Maria eram casados há dois anos. A felicidade havia batido à sua porta. Maria estava grávida. Exultantes, procuraram o médico Obstetra para as orientações iniciais. Planos mil ambos estabeleceram.
Ao longo dos meses, no entanto, foram surpreendidos, por meio do estudo ultrassonográfico, pela triste notícia de que seu bebê era anencéfalo.
Ao serem informados, caíram em prantos ao ouvirem a proposta do Obstetra propondo-lhes o abortamento. Posicionaram-se contrários explicando sua visão espírita.
- Trata-se de um ser humano que renasce precisando de muito amor e amparo. Nós estaremos junto com nosso filho (a) até quando nos for permitido.
- Mas, esta criatura não vai viver além de alguns dias ou semanas na incubadora, disse o Obstetra.
- Estamos cientes, mas até lá seremos seus pais, amaremos este bebê.
Guardavam, também, secretamente, a esperança de que houvesse algum equívoco de diagnóstico que lhes proporcionasse um filho saudável.
Durante nove meses dialogaram com seu bebê, intraútero. Disseram quanto o amavam. Realizaram, semanalmente, a reunião do Evangelho no Lar, solicitando aos Mentores a proteção e o amparo ao ser que reencarnava.
Chegara o grande momento. Em trabalho de parto, Maria adentra a maternidade com um misto de esperança e angústia. A criança nasce. O pai, ao ver o filho, sofre profundo impacto emocional, tendo uma crise de lipotimia.
O bebê anencéfalo sobrevive na incubadora, com oxigênio, 84 horas. Há um triste retorno ao lar. O casal, com o coração espiritual sangrando, arruma as malas olhando um berço vazio.
Passam-se, aproximadamente, dois anos do pranteado evento. João e Maria, trabalhadores do Instituto de Cultura Espírita de sua cidade, frequentavam na mencionada Instituição, reunião mediúnica, quando uma médium em desdobramento consciente informa ao coordenador do grupo:
- Há um espírito de uma criança que deseja se comunicar. Percebo nitidamente sua presença agradável e luminosa.
- Que os médiuns facilitem o transe psicofônico para atendermos este espírito, responde o dirigente.
Após alguns segundos, uma experiente médium dá a comunicação:
-Boa noite, meu nome é Shirley. Venho abraçar papai e mamãe.
- Quem são seu papai e sua mamãe?
-São aqueles dois - disse apontando João e Maria.
-Seja bem vinda Shirley, muita paz! Que tens a dizer?
- Quero agradecer a papai e a mamãe todo o amor que me dedicaram durante a gravidez. Sim... Eu era aquele anencéfalo.
-Mas você está linda e lúcida, agora.Graças às energias de amor recebidas,  graças ao Evangelho no Lar, que banharam meu corpo espiritual durante todo aquele tempo.
-Como se operou esta mudança?
-Tive permissão para esta mensagem pelo alcance que a mesma       poderá ter junto a outras pessoas. Eu possuía meu corpo espiritual   muito doente, deformado pelo meu passado cheio de equívocos.
Após breve pausa continuou.
-Fui, durante nove meses, envolvida em luz, a luz do amor de meus pais. Uma verdadeira cromoterapia mental que, gradativamente, passou a modificar meu corpo astral (perispírito). Os diálogos que meus pais tiveram comigo foram uma intensa educação pré-natal e muito contribuíram para meu tratamento. Eu expiei, no verdadeiro sentido da palavra. Expiar é como expirar, colocar para fora o que não é bom. Eu drenei as minhas deformidades perispirituais para meu corpo físico e delas fui me libertando.
- Estamos felizes por você estar se comunicando com seus pais...
- Como meus pais foram generosos! Meu amor por eles será eterno.
- Por que estás na forma de uma criança, já que te expressas tão inteligentemente?
- Porque estou em preparo para o retorno. Dizem meus instrutores que tenho permissão para informar e, sobretudo, meus pais têm o merecimento de saber. Devo renascer como filha deles, normal, talvez no próximo ano.
- Após dois anos, renasceu Shirley, que hoje é uma linda menina de olhos verdes e cabelos castanhos, Espírito suave e encantador.
Conclusões:
1-    O Espírito inicia seu processo de reencarnação no momento da fecundação, portanto o embrião é um Ser Espiritual com um planejamento reencarnatório a cumprir, envolvendo, também, os familiares.
2-    O microcéfalo assim está por lesões nas matrizes do corpo espiritual, são inúmeras as causas, não devemos rotular  apressadamente, nem julgar, pois cada caso tem uma  origem diferente.
3-    A opção pelo aborto prejudicaria a todos os envolvidos, pai, mãe, médico, paramédicos e familiares que participem conscientemente da indicação do ato.
4-    O grande prejudicado seria o Espírito abortado que perde uma grande oportunidade de drenar energias, reequilibrar  em seus campos morfogéticos em desarmonia.  Uma vez abortado poderá sofrer muito e reagir de diversas maneiras conforme seu nível evolutivo.
5-    Pelo conhecimento baseado nas informações espirituais, alicerçadas no critério da universalidade de informações ( inúmeras fontes mediúnicas), utilidade e racionalidade não é recomendável o aborto do microcéfalo.
6-    Microcéfalo ou anencéfalo, em gestação, são irmãos nossos que necessitam de banhos energéticos de  amor.
Seminários espíitas  rhdb11@gmail.com
Bibliografia;
Livro do s Espíritos FEB
A Gênese FEB
Missionários da Luz – André Luiz / Chico Xavier FEB
Evolução em dois Mundos -  André Luiz/ Chico Xavier FEB
O consolador Emmanuel /Chico Xavier FEB
Gestação sublime Intercâmbio. Ricardo di Bernardi  Intelítera

Fonte: Medicina e Espiritualidade

“O TRANSTORNO BIPOLAR NA VISÃO ESPÍRITA."

O transtorno bipolar é uma doença funcional do cérebro relacionada aos neurotransmissores cerebrais, que provoca oscilações imprevisíveis do humor, que vai da depressão aos estados mais elevados, chamados de hipomania ou mania.
Afetando em torno de 1% da população, distribuído igualmente entre homens e mulheres, o TB(tanstorno bipolar) permanece como crônico em 1/3 dos acometidos, perdurando por toda vida. Surge geralmente na terceira década de vida e os sintomas depressivos predominam na maior parte do tempo.
Conquanto receba o nome de transtorno bipolar do humor, ele tem subespécies onde só se manifesta a mania ou a depressão ou estados mistos de mania e depressão, em que predomina a irritabilidade. Comumente, quando se apresenta com o predomínio dos sintomas depressivos é mal diagnosticado como depressão maior e tratado erroneamente com antidepressivos somente, o que piora o quadro.
Por isso, o diagnóstico deve ser feito por profissional qualificado, após exame clínico acurado e colhida história detalhada da enfermidade e sua evolução.
Sabe-se que o transtorno funcional dos neurotransmissores como noradrenalina, serotonina e dopamina desempenham papel fundamental na doença, e estudos mostram uma base genética também, pois incide mais frequentemente em algumas famílias. Conquanto existam os fatores predisponentes, há tambem as situações desencadeantes, geralmente associadas ao estresse ambiental ou uso e abuso de substâncias psicotrópicas, legais e ilegais.
Pelo que você pode observar, até agora analisamos apenas os fatores biológicos e ambientais, ficando uma lacuna nos aspectos psíquicos e espirituais. Há fatores intrapsíquicos, como a estrutura de personalidade, que joga como um fator de facilitação para a emersão do estado patológico. Aqui, de igual forma, torna-se imposível separar os fatores espirituais, cármicos, dos fatores psíquicos, pois ambos procedem de uma mesma fonte, qual seja, o espírito imortal.
Torna-se vital avaliarmos o papel que desempenha o cérebro e o corpo físico como um todo no processo da evolução espiritual. O cérebro e o sistema endócrino-humoral é um grande sistema cibernético ou computadorizado, de natureza analógica e não digital, isto é, responde às gradações de forma gradual e não pelo tudo ou nada. Isto faculta ao cérebro ser um meio modulador dos impulsos mentais advindos do espírito, atenuando-os ou potencializando-os, conforme as necessidades adaptativas ou educativas da interação espírito- matéria.
Em assim sendo, as tendências patológicas agem como um alarme, fazendo o espírito outomodular-se nas tendências e paixões. É a própria Lei de Causa e Efeito a serviço da educação, finalidade maior de sua existência no grande plano pedagógico de Deus.
À guisa de metáfora, seria como um mau motorista que, notório abusador dos recursos do veículo, desgastando-o prematuramente no descontrole da velocidade e nas frenagens, arriscando-se e levando riscos aos outros, recebesse como parte do seu processo reeducativo um veículo com deficiência nos freios, obrigando-o a restringir a velocidade e a utilizar marchas adequadas, de modo a lhe permitir o devido controle no direcionamento veicular.
Assim podemos melhor compreender a injunção cármica dos transtornos mentais como um todo, que servem de recursos retificadores dos trânsfugas espirituais que, destarte, corrigem em si mesmos os desvios das paixões alucinantes, do suicídio direto e indireto, dos abusos da inteligência e de outras formas de viciação e alienação do espírito.
No âmbito do tratamento, embora a própria enfermidade seja em si mesma uma forma de cura da causa original do problema, a providência divina concedeu à medicina humana os meios paliativos e mesmo efetivos de controlar, digamos, o descontrole. No caso do transtorno bipolar temos uma imensa gama de substâncias chamadas de estabilizadores do humor que se utilizam no tratamento de crise e no de longo prazo desta devastadora doença.
Sob o ponto de vista espiritual, strictu sensu, a reforma íntima, a vigilância e a oração, o propósito no bem, as ações beneficentes constituem-se na melhor profilaxia e tratamento. Não raro, os portadores de TB trazem um séquito de cobradores do passado que podem vir a ser soezes obsessores, complicando um quadro já em si complexo e difícil. O transtorno bipolar do humor parece ser um facilitador da manifestação de faculdades mediúnicas, o que junto às afinidades espirituais do passado e os seus compromissos, vulnerabilizam sobremaneira o enfermo, que se torna assim presa fácil de múltiplos fatores alienantes.
É desnecessário dizer que a utilização da terapêutica espírita é de grande valia, se acompanhada do devido esforço regenerativo por parte do doente. A doença em si é um grande processo de cura, dentro da qual se insere a abordagem espírita, a funcionar como psicoterapia cognitiva e, ao utilizar os recursos fluídicos e ectoplásmicos, como recurso relevante na cura quântica do desequilíbrio, mas sempre secundariamente à adequada abordagem médica.
Dr Luiz Paiva

Postado por Sérgio Vencio-Blog-Medicina e Espiritualidade

"MAU OLHADO E FEITIÇARIA."


“ENFRENTANDO A MORTE”

O Apóstolo Paulo, ao lecionar sobre a imortalidade da alma, reportou-se à morte, perguntando: Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está o teu aguilhão?
Para os que creem na transitoriedade da vida física e na perenidade da vida espiritual, a morte é encarada com serenidade.
Há algum tempo, um companheiro espírita passou pelo difícil lance da desencarnação de sua esposa.
Naturalmente que o coração ficou dolorido. Era a separação física, após multiplicados anos de um matrimônio de muito amor.
Juntos, eles construíram o lar, recebendo os filhos, um após o outro, sempre com renovada ternura.
Juntos, observaram os filhos, um a um, formarem seus próprios lares, coroando-lhes a existência com vários netos.
Juntos, choraram as dores dos filhos, resolveram as dificuldades próprias da vida terrena, e se alegraram com as pequenas e grandes conquistas da sua prole.
Juntos, comemoraram muitos aniversários, dos filhos, dos netos, do seu casamento, muitos natais de luzes e paz.
Juntos, gozaram férias, foram à praia e ao campo, sempre lado a lado, ano após ano.
Agora, ela partira. Mas, apoiado na fé e na certeza da imortalidade, embora com as lágrimas a lhe invadirem os olhos, ele tomou as providências que se faziam necessárias.
O corpo da esposa foi levado para o lar, para as homenagens da família e dos amigos. Tudo simples. O caixão, e nada mais.
Entretanto, à medida que os familiares e amigos iam chegando para os adeuses, algo inusitado lhes chamava a atenção, na ampla sala de visitas.
Em vez de se deterem frente ao caixão, que estampava a morte, seus olhares eram atraídos para a parede da sala onde estavam afixadas várias fotos de quem se fora. Fotos de sua juventude, fases da maternidade, fotos de alegria e de convivência familiar. 
Em meio a elas, escritos e desenhos de crianças. Todos os que ela guardara, com carinho, ao longo dos anos, feitos por seus netos: os primeiros rabiscos, as primeiras letras, os ensaios de gravuras.
Um verdadeiro louvor à vida que nunca perece, ao Espírito que se fora, cumprida a tarefa.
Na hora de baixar o corpo à sepultura, as netinhas, num coral espontâneo, cantaram uma doce canção para a avó. E filhos e netos soltaram balões coloridos que, rapidamente, encheram de colorido o céu, numa clara mensagem de liberdade.
Por fim, uma salva de palmas ao Espírito que, vitorioso, abandonou o casulo da carne, retornando ao mundo espiritual.
Para quem participou, foi emoção pura. Para quem se deteve em observação, uma lição de vida no enfrentamento da morte.
Para quem crê, a certeza de que a vida prossegue, e o ser amado se encontra em pé, aguardando os amores que ficaram, até o término da sua própria jornada.
Quase sempre a desencarnação de alguém é considerada infortúnio por aqueles que permanecem ainda na Terra.
Certamente é uma questão grave, mas não desgraça real, exceto para quem não creia na vida verdadeira, que se estende para além da aduana da morte, adentrando pelas largas e iluminadas portas da espiritualidade.
Sabendo-se enfrentar esse fenômeno natural, dele se pode retirar valiosos bens que felicitam a criatura.


Redação do Momento Espírita.