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domingo, 27 de maio de 2018

"COMO EXPLICAR TANTA DIFERENÇA, SE SOMOS TODOS FILHOS DE DEUS, COM OS MESMOS DIREITOS E DEVERES?"

Só a maravilhosa Lei da Reencarnação pode explicar, que o Espírito é Eterno e que todos já vivemos muitas Vidas, que nesta, estamos apenas Colhendo tudo que Plantamos. Ninguém passa por algo sem Merecer, como diz Jesus: “A cada um, segundo suas próprias Obras”, ou seja, “A cada um, segundo seu próprio Merecimento”. O Apóstolo Paulo também confirmou às Palavras de Jesus, dizendo: “Tudo que plantardes, também ceifarás”, ou seja "Colherás".
O Objetivo da Reencarnação do Espírito é o seu despertamento. Tudo que sai das mãos de Deus conduz latentes valores imortais. O tempo encarregar-se-á de formar meios e angariar métodos de acordar as almas para que elas sintam suas necessidades de progredir e de amar.
O que chamamos de perfeição são os talentos que Deus nos deu por misericórdia, aflorados e iluminados por inúmeras experiências de vivência, frente a frente com múltiplos problemas, dores e sacrifícios, na extensão de vidas sem conta, na argamassa da carne.
Deus nos impôs a Reencarnação para nos mostrar o que temos de fazer para nós mesmos.
Aquilo que devemos fazer, não podemos passar para outro; cabe-nos enfrentar os nossos deveres com a disposição que a fé nos faculta.
O nosso Pai Celestial nunca se esqueceu da Sua paternidade, desde os primeiros momentos da criação, até aos Espíritos puros que o cercam dispostos a fazer a Sua vontade.
Os Espíritos se originam do mesmo princípio único, tocados com o mesmo amor pela Divindade.
A Justiça de Deus é perfeita em todos os rumos da Sua sabedoria, e neste entendimento é que os seres criados passam pelos mesmos processos de despertamento espiritual, mas, com reações diversas.
O ponto de saída e chegada é o mesmo para todos os Seus filhos.
As diferenças que encontramos de alma para alma, de homem para homem, já deves ter deduzido, é a idade de cada ser, na pauta das suas existências.
Quanto, ao que muitos escritores espiritualistas dizem, que uns sofrem e outros não, na ascensão que deviam conquistar, é opinião falsa, por não encontrar ressonância na justiça do Todo-Poderoso.
Se nasceram todos simples e ignorantes todos foram às escolas, onde os ensinamentos são os mesmos e idênticas às necessidades.
Mesmo que as modalidades de aprendizagem sejam diversas, no fim, a soma de trabalhos, dores e sacrifícios, de esforços individuais para aquisição dos poderes, é a mesma, em busca das trilhas de libertação dos seus valores morais e espirituais.
No princípio recebemos de mãos generosas o apoio correspondente às nossas necessidades que, quando adultos passamos a doar aos que se encontram na nossa retaguarda, como compensação pelo que recebemos. Essa é uma lei: nada fica sem resposta na vida.
Tudo que existe, toma forma, perde a forma e torna a tomar corpo. E a alma não pode fugir dessa lei universal, porque a Reencarnação nos favorece o crescimento espiritual mais rápido.
Somos, por assim dizer, agredidos pela matéria, e dessa agressão acordamos cada vez mais para o Amor, especulando em todos os sentidos para aquisição da sabedoria. Bendita seja a Reencarnação, que nos aprimora e que nos eleva, dando-nos a entender que não existe a morte.

Fonte: ESPIRIT BOOK



sexta-feira, 25 de maio de 2018

"CIRURGIA ASTRAL"

Muitos acreditam que uma cura por cirurgia astral, ou operação espiritual é milagre. Claro que dependendo da crença de cada um pode até ser chamado de milagre, pois existem pessoas que não entendem como tal pode acontecer.
Mas acima de tudo está a medicina convencional, pois é esta ciência que representa na Terra as providências para que a melhora do mal que atinge o corpo físico se restitua. Sempre digo que o médico é o representante mais direto dos desígnios de Deus na terra no que concerne aos males do corpo.
As chamadas cirurgias astrais, ou curas espirituais são uma realidade, até porque esta prática foi muito utilizada por Jesus quando aqui esteve conosco e continuou sendo praticada por curandores, benzedores, sábios, magos, isto em vários povos. Os índios praticavam com muita frequência este ritual.
Com o tempo, tal procedimento passou a ser realizado através das religiões, com mais ênfase naquelas que mantém relações com o mundo espiritual, onde o doente recebe melhoras e em certas ocasiões fica curado. Algumas crenças até praticam cirurgias astrais à distância, onde o paciente fica em casa em recolhimento por alguns momentos, enquanto que em determinado local um grupo de religiosos se dedica à meditação e irradiação.
A cirurgia é plenamente admissível, pois que as pessoas que buscam tal recurso apenas estão praticando um ato de mudança de comportamento, já que a moléstia adquirida foi em razão da própria irresponsabilidade do doente, isto porque adoeceu em razão de ter desviado a mente do caminho reto.
Quando o paciente resolve submeter-se a cirurgia astral, a mente é revestida de fé, de bons pensamentos, de humildade e a sua aura passa ficar mais brilhante, energizada, e isso possibilita que as entidades ligadas à espiritualidade maior, possam praticar melhorias no organismo fluídico do doente, que vai repercutir no corpo denso, restaurando o que fora estragado anteriormente pela invigilância dele próprio.
É evidente que muitas moléstias que contraímos não podem ser curadas, pois fazem parte de resgates de outras vidas, cuja anomalia aconteceu em razão de excessos que praticamos no passado, como por exemplo, abusamos do álcool e desencarnamos com cirrose. Certamente numa próxima existência reencarnaremos com problemas hepáticos.
É importante que ao sentirmos algum mal-estar procuremos a medicina convencional e sigamos a risca a prescrição médica, e ao optarmos pela cirurgia astral não paremos o tratamento, pois que se estamos vivendo na vida material é necessário submetermos ao que faz parte daqui.
Também é importante que ao melhorarmos, mudemos nosso comportamento e hábitos, deixando de incorrer nos mesmos erros. Lembremo-nos de Jesus quando disse: “Olha que já estás curado, não peques mais, para que não te suceda coisa pior.”.
Pensemos nisso.

Autor: Nilton Cardoso- Fonte: Portal do Espírito


quinta-feira, 24 de maio de 2018

"A IMPORTÂNCIA DE TER BONS PENSAMENTOS."

“Os maus pensamentos corrompem os fluidos espirituais, como os miasmas deletérios corrompem o ar respirável.”
“A ação dos Espíritos sobre os fluidos espirituais tem conseqüências de importância direta e capital para os encarnados. Desde o instante em que tais fluidos são o veículo do pensamento; que o pensamento lhes pode modificar as propriedades, é evidente que eles devem estar impregnados das qualidades boas ou más, dos pensamentos que os colocam em vibração, modificados pela pureza ou impureza dos sentimentos.” 
É através do pensamento que tudo começa. Somos muitos bilhões de espíritos encarnados e desencarnados pensando ao mesmo tempo, o tempo todo. O pensamento é alguma coisa. Não sabemos exatamente o quê, um tipo de energia, provavelmente. Mas ele é alguma coisa. Você, eu e mais os outros bilhões de espíritos enchemos o espaço com nossos pensamentos.
Assim como as ondas de rádio e televisão estão no ar, nossos pensamentos estão no ar. Quando você fala no seu telefone celular, sua voz é transformada em sinais elétricos que caminham como ondas de rádio, viajando pelo ar. Nossos pensamentos também viajam pelo ar. O número para o qual você liga é conectado com o seu aparelho, e sua voz chega até ele. Com nossos pensamentos acontece a mesma coisa. Quem estiver receptivo ao tipo de pensamento que emitimos, quem estiver aberto ao “sinal” característico do pensamento que emitimos, recebe nosso pensamento em sua mente. Nosso pensamento é captado como ideia ou emoção.
Você acha que isso é um exagero? Não é. É uma característica do período em que vivemos. Cem anos atrás não tínhamos nem dez por cento da população urbana que temos hoje. Vivemos num conglomerado de mentes, umas influenciando às outras. Um dos efeitos desse fenômeno é que todos nós somos cada vez mais sensíveis ao que nos cerca, ao meio em que vivemos, às pessoas com quem convivemos, aos ambientes que frequentamos.
Allan Kardec nos alertou que todos somos médiuns, não é? Pois hoje não é tarefa simples saber distinguir o que é pensamento nosso e o que é influência externa. A Terra e o espaço que a circunda está saturada de pensamentos. Você sabe tão bem quanto eu que a maior parte das pessoas não cultiva bons pensamentos. Você não precisa que eu lhe demonstre que a maioria dos pensamentos que nos cercam são pensamentos doentios, enfermiços, dolorosos. É nesse meio que nós vivemos. É no meio desse enorme peso mental que nós nos desenvolvemos e aprendemos.
A recomendação de Jesus, “orai e vigiai”, nunca esteve tão atual e necessária. Ao se descuidar dos seus pensamentos, ao deixar que seus pensamentos sigam seu curso livre, no piloto automático, você está permitindo que seu padrão vibratório baixe, dando abertura para que milhões de pensamentos de mesmo nível sintonizem com o seu. Não é à toa que a depressão já é chamada de “o mal do século XXI”. Ao menor descuido, seu padrão vibratório cai, e suas energias caem também.
A boa notícia é que ao manter seu pensamento elevado, sua influência sobre os que o cercam, encarnados e desencarnados, é muito benéfica. Muitos não sabem que funcionam como um oásis para espíritos sedentos de boas energias. Os desencarnados carentes de energia, que desconhecem seu estado de desencarnados ou que têm alguma dificuldade para seguir seu rumo, costumam se aproximar de encarnados de bom padrão vibratório. Buscam algum conforto, sentem-se bem com as energias positivas do encarnado vigilante de seus pensamentos.
Quando você vai ao centro espírita, ou quando contata com os espíritos trabalhadores, em suas orações ou durante o sono físico, muitos desencarnados carentes acompanham você e são encaminhados ao socorro e esclarecimento.
Nunca estamos sós. Somos úteis ou prejudiciais mesmo sem tomar conhecimento disso. 
     Fonte: Mensagem Espírita 

quarta-feira, 16 de maio de 2018

“DIA DE PENTECOSTES, SEGUNDO O ESPIRITISMO

Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo, que se repartiram e repousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios  do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
Achavam-se então em Jerusalém judeus piedosos de todas as nações que há debaixo do céu. Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar na sua própria língua. Profundamente impressionados, manifestavam a sua admiração: “Não são, porventura, galileus todos estes que falam? Como então todos nós os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna? Partos, medos, elamitas; os que habitam a Mesopotâmia, a Judéia, a Capadócia, o Ponto, a Ásia, a Frígia, a Panfília, o Egito e as províncias da Líbia próximas a Cirene; peregrinos romanos, judeus ou  prosélitos, cretenses e árabes; ouvimo-los publicar em nossas línguas as maravilhas de Deus!” Estavam, pois, todos atônitos e, sem saber o que pensar, perguntavam uns aos outros: “Que significam estas coisas?” Outros, porém, escarnecendo, diziam: “Estão todos embriagados de vinho doce.”
(Atos dos Apóstolos; 2:1-13)
Primeiramente, vamos entender A Festa de Pentecostes no judaísmo e no catolicismo:
Pentecostes é uma palavra grega que significa quinquagésimo dia. Referente ao tempo gasto pelo povo judeu depois de partirem do Egito, o Êxodo; em que gastaram quarenta e nove dias até o Monte Sinai; e no quinquagésimo dia, Moisés recebeu o Decálogo, que é a entrega dos Dez Mandamentos de Deus à Moisés, em memória disto instituiu-se a festa de Pentecostes. A festa foi tomada de novas motivações com o passar do tempo e também novos nomes. A celebração era conhecida inicialmente por vários nomes: Festa da Colheita, pois era celebrada a colheita dos grãos da Terra; Festa das Semanas, pois a duração é de sete semanas; Festa das Primícias, pois é a entrega dos primeiros frutos da Terra a Deus. O nome Pentecostes foi adotado mais tarde, devido a festa começar 50 dias depois da Páscoa.
Na Igreja Católica, o  Pentecostes celebra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo, através do dom das línguas, como é descrito no Novo Testamento – Atos dos Apóstolos. É celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa. O dia de Pentecostes ocorre no sétimo dia depois da ascensão de Jesus. Isto porque, Ele ficou quarenta  dias após a ressurreição dando os últimos ensinamentos a seus discípulos, somando aos três dias em que ficou na sepultura somam quarenta e três dias, para os cinquenta dias que se completam da páscoa até o ultimo dia da grande Festa de Pentecostes, sobram sete dias; e foram estes os dias em que os discípulos permaneceram no cenáculo até a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes.
Assim, era uma festa da qual Jesus participava e que, após sua Ascensão, adquiriu novo significado para os primeiros cristãos, com a vinda do Espírito Santo.
A Doutrina Espírita nos esclarece que os fenômenos mediúnicos ocorridos no dia de Pentecostes foram notáveis. Como a de mediunidade de efeitos físicos. Quando: “Todos estavam juntos num mesmo lugar e de repente veio do céu um ruído como de um vento que irrompe impetuoso. A casa, onde estavam reunidos, foi por ele preenchida.” (At. 2:1-2). Ou seja, os espíritos superiores lançaram mão desses efeitos com o intuito de fortificá-los na fé.
Os pontos luminosos percebidos sobre a cabeça de cada apóstolo, eram de espíritos “que não se mostraram visíveis de todo, mas apenas o suficiente para serem percebidos; e como brilhasse a parte que os discípulos puderam ver, interpretaram-na como línguas de fogo.” (Rigonatti, Eliseu. O Evangelho da Mediunidade. Cap. 2). Fenômeno, muito clássico hoje, que tem sido observado em inúmeras sessões espíritas e tem sido relatado pelos experimentadores, são as luzes, flocos de luzes, bolas de luzes, que assinalam a presença dos espíritos, fenômenos verificados no cenáculo e qualificados por Lucas como “umas como língua de fogo.”  A questão 88 de O Livro dos Espíritos, nos esclarece:
Pergunta: Os espíritos tem uma forma determinada, limitada e constante?
Resposta: Para vós, não; para nós, sim. O espírito é, se quiserdes, uma chama, um clarão ou uma centelha etérea.
A questão deles terem começado a falar em outro idioma, é referente ao fenômeno mediúnico caracterizado por xenoglossia, médiuns poliglotas, que são médiuns que falam sob o efeito de um espírito, em línguas fora do conhecimento deles. Assim, o fenômeno de xenoglossia, é – “a faculdade de falar ou escrever em uma ou mais línguas estranhas, desconhecidas do médium, durante o transe mediúnico.”
Estes fenômenos se verificaram no dia de Pentecostes, no cenáculo, e maravilharam povos de todas as partes da Judeia, da Ásia, do Egito... Pois, naqueles dias, Jerusalém transbordava de peregrinos judeus, vindo de todas as partes do mundo. Não havia, pois, ocasião mais propícia para essas manifestações mediúnicas. E como os espíritos tendo tomado os discípulos, falassem em voz alta, os transeuntes correram a ver o que era e alguns de outras terras se admiraram de ouvir aqueles homens da Galileia falar corretamente suas línguas. Desta forma, pregando o Evangelho em muitas línguas, os Espíritos do Senhor demonstraram que se cumpria naquele momento a profecia de Jesus de que sua palavra seria ouvida por todas as nações da Terra.
Conforme o Discurso de Pedro, no cap. 2 de Atos dos Apóstolos. Pedro, aproveitando aquela oportunidade, esclareceu que os apóstolos não podiam estar bêbados como alguns julgavam, pois era muito cedo, ainda estavam na primeira hora do dia, isto é, nove horas da manhã. O que ocorreu fora previsto pelo profeta Joel, a respeito da mediunidade que desabrocharia por toda parte: “Depois disso acontecerá também o que vou dizer: Eu derramei o meu Espírito sobre toda a carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos velhos serão instruídos por sonhos e os vossos mancebos terão visões.”  (Joel 2-28)  Assim, Pedro percebendo que se iniciava o cumprimento de tal profecia, chamou a atenção daquela gente sobre o novo ciclo espiritual que a Terra começava a viver.  O Fenômeno de Pentecostes deu força ao Cristianismo nascente e muitos prosélitos se incorporaram à igreja naquele dia.
Outro fato importante no Pentecostes foi que havia naquele dia em Jerusalém pessoas de todas as partes do mundo conhecido da época e estes voltariam aos seus países como testemunhas oculares daqueles fatos maravilhosos. Muitos desses homens, no futuro, iriam ajudar o apóstolo Paulo na evangelização dos gentios. Pentecostes representa pois um momento importante na consolidação da fé e na expansão das primeiras comunidades cristãs.
Site: Revista Virtual Herança Judaica
Livro: A Casa do Caminho e os Primeiros Cristão. Sergito de Souza Cavalcanti.
Fonte: Blog. Jardim Espírita

"POR QUE REENCARNEI NESTA FAMÍLIA?" (VISÃO ESPÍRITA)


𝗖𝗢𝗠𝗢 𝗢𝗦 𝗥𝗘𝗟𝗔𝗖𝗜𝗢𝗡𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢𝗦 𝗙𝗜𝗖𝗔𝗠 𝗔𝗧𝗥𝗘𝗟𝗔𝗗𝗢𝗦 𝗡𝗔𝗦 𝗥𝗘𝗘𝗡𝗖𝗔𝗥𝗡𝗔𝗖̧𝗢̃𝗘𝗦.

Os ajustes dos relacionamentos problemáticos de outras existências. Pelas reencarnações os espíritos têm a oportunidade de reestabelecer os ...