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domingo, 3 de junho de 2018
sábado, 2 de junho de 2018
"A CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA NA VISÃO ESPÍRITA"
Sobre a
civilização egípcia, insta iniciar o presente artigo com uma
mensagem deixada por Emmanuel: “Dentre os Espíritos degredados na
Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que
mais se destacavam na prática do bem e no culto da verdade. Aliás,
importa considerar que eram eles os que menos débitos possuíam
perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados
patrimônios morais, guardaram no íntimo uma lembrança mais viva
das experiências de sua pátria distante. Um único desejo os
animava, que era trabalhar devotadamente pata regressar, um dia, aos
seus penates resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a
base de todas as suas organizações religiosas. Em nenhuma
civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente
desenvolvido. Em todos os corações morava a ansiedade de voltar ao
orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos.
Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e
adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do
antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta.
Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados
conhecimentos, todos os espíritos daquela região africana
regressaram à pátria sideral”.
A
ciência trazida pelos egípcios em nada se comparava a existente
naquela época. Sendo assim, pode-se dizer que o antigo Egito possuía
uma ciência secreta, trabalhada no secreto dos templos com
compromissos sérios por parte de seus iniciados. Esses conhecimentos
eram restritos aos mais graduados sacerdotes. Aquela civilização
sabia que a revelação de grandes verdades espirituais eram
inoportunas para o momento em que viviam naquela fase de progresso da
Terra.
Nesses
círculos restritos, os grandes sacerdotes sabiam da existência de
um Deus único e absoluto, mas também sabiam da importância dos
espíritos prepostos de Jesus. Foi então que deram início ao culto
politeísta, com numerosos deuses, que eram tidos como senhores da
Terra e do céu, do homem e da natureza. Era um politeísmo
simbólico, que se encaixava perfeitamente à evolução da população
do planeta naqueles tempos.
O povo
egípcio tinha uma preocupação enorme com a morte, e viviam a vida
como um mero esforço para bem morrer. Eles tinham consciência do
seu doloroso degredo no planeta Terra, e sentindo-se humilhados,
criaram para si a teoria da metempsicose, hipótese em que
acreditavam que a alma de um homem poderia regressar no corpo de um
ser irracional como uma punição dos deuses.
Os
grandes sacerdotes tinham pleno conhecimento das ciências psíquicas,
do destino e da comunicação dos mortos, bem como da pluralidade de
existências e de mundos. Prova disso é que vários afrescos da
época apresentam o homem acompanhado do seu duplo espiritual. Além
disso, os papiros falam de suas avançadas ciências nesse sentido,
possibilitando que os egiptólogos da atualidade conhecessem que os
iniciados tinha consciência da existência de um corpo espiritual
que precedia o corpo físico.
O
conhecimento egípcio acerca das energias solares e o magnetismo
humano eram maiores do que hoje sabemos, e assim nasceram os
processos de mumificação, que infelizmente tiveram suas técnicas
perdidas no tempo pela indiferença de outros povos. Sendo assim,
entende-se que a desencarnação, para eles, era uma concentração
mágica de vontades, e por isso, eles cercam os túmulos de toda a
veneração e respeito possíveis, e isso não se traduzia apenas na
mumificação. Sabe-se que os túmulos eram santificados por um
estranho magnetismo que ainda nos desafia o entendimento. Nesse
sentido, curioso mencionar que aviadores ingleses já relataram que
aparelhos radiofônicos não funcionam quando os aviões adentram na
atmosfera do vale sagrado.
Cristo
auxiliou esse povo enviando-lhes auxiliares e mensageiros que os
inspiravam para suas realizações, estas que atravessaram os tempos
e provocam, ainda, admiração e respeito. Assim, impulsionados pelas
forças do Alto, sugere-se a construção das grandes pirâmides, que
teriam duas finalidades: representar os mais sagrados templos de
estudo e iniciação e servir como um livro do passado, com as mais
singulares profecias das obscuridades do futuro. As pirâmides causam
admiração da engenharia até hoje, não só pelas toneladas de
pedras e nem pelo esforço para empilha-las, mas também porque elas
revelam extraordinários conhecimentos daqueles espíritos sobre as
verdades da vida. Nas pirâmides, encontram-se roteiros do futuro,
cada medida tem uma simbologia relativa ao sistema cosmogônico do
planeta e sua posição no sistema solar. Nelas encontra-se o
meridiano ideal que através mais continentes e menos oceanos, por
meio do qual se pode calcular a extensão de terras habitáveis pelo
homem, a distancia da Terra até o Sol, a longitude percorrida pelo
globo terrestre sobre a sua órbita em um dia, a precessão dos
equinócios e outras diversas conquistas cientificas que hoje estão
sendo consolidadas pela astronomia.
Após
tais conquistas, os grandes iniciados egípcios retornaram ao plano
espiritual e, com seu regresso ao mundo de Capela, seus conhecimentos
foram desaparecendo. Entretanto, ainda hoje alguns reencarnam na
Terra para o cumprimento de abençoadas missões. Exemplo disso nos
traz o autor Carlos Alberto Brava em sua obra "Chico, Diálogos
e Recordações". Ao longo de quase 50 anos de convívio com o
médium, o autor recebeu várias revelações sobre vidas passadas no
planeta por meio de seu trabalho num grupo de desobsessão que Chico
participava, chamado Grupo Coração Aberto, conforme leremos a
seguir.
Dentre
essas revelações, soube-se que Chico foi Hapshepsut, no Egito,
aproximadamente de 1490 a 1450 a.C., sendo uma farani, feminino de
faraó, que herdou o trono com a morte de seu irmão. Ela suspendeu
os processos bélicos e de expansão territorial do Egito, viveu
quando surgiram as escritas em papiros, sendo muito respeitada e
admirada pelo povo. Era obesa e diabética, desencarnando com
aproximadamente 40 anos, tendo governado o Egito por 22 anos sozinha.
Chico também foi Chams, também no Egito, por volta do ano 800 a.C.,
uma rainha do Egito durante a vigência do império babilônico de
Cemirames. Outros amigos de Chico também viveram naquela época,
como Camilo Chaves, Arnaldo Rocha e Emmanuel, que era sacerdote e
professor de Chams.
Fonte:
Letra Espírita
sexta-feira, 1 de junho de 2018
"MORTE E VIDA ALÉM TUMULO"
Todas
as religiões e todas as filosofias têm tentado explicar a morte;
bem poucas lhe têm conservado o verdadeiro caráter.
O
Cristianismo divinizou-a; seus santos encararam-na nobremente, seus
poetas cantaram-na por uma libertação. Entretanto, os santos do
Catolicismo só viram nela as exonerações da servidão da carne, o
resgate do pecado, e, por isso mesmo, os ritos funerários da
liturgia católica espalham uma espécie de terror sobre essa
peroração, aliás, tão natural, da existência terrestre.
A
morte é simplesmente um segundo nascimento; deixamos o mundo pela
mesma razão por que nele entramos, segundo a ordem da mesma lei.
Algum
tempo antes da morte, um trabalho silencioso se executa. A
desmaterialização já está começada. Poderiam verificá-la por
certos sinais, quantos rodeiam o moribundo, se não estivessem
distraídos pelos fatos externos. A moléstia goza aqui de papel
considerável. Ela acaba em alguns meses, em algumas semanas, em
alguns dias, apenas, o que o lento trabalho da idade havia preparado:
é a obra de “dissolução” de que fala o Apóstolo Paulo. Essa
palavra dissolução é muito significativa: indica nitidamente que o
organismo se desagrega e que o perispírito se “desliga” do resto
da carne em que estava envolvido.
Ninguém
morre só, pela mesma forma que ninguém nasce só. Os invisíveis
que o conheceram, que o amaram, que o assistiram aqui, em nosso orbe,
vêm ajudar o moribundo a desembaraçar-se das últimas cadeias
do cativeiro terrestre.
A
desmaterialização está completa; o perispírito se desprende do
invólucro carnal, que vive ainda algumas horas, talvez, de uma vida
puramente vegetativa. Assim, os estados sucessivos da
personalidade humana desenrolam-se em ordem inversa àquela que
preside ao nascimento.
As
Almas, por instinto infalível, vão para a esfera proporcionada a
seu grau de evolução, à sua faculdade de iluminação, à sua
aptidão atual de perfectibilidade.
As
afinidades fluídicas conduzem-na, qual doce mas imperiosa brisa que
impele um batel, para outras Almas similares, com as quais vai
unir-se em uma espécie de amizade, de parentesco magnético; e
assim, a vida, uma vida verdadeiramente social, mas de grau
superior, reconstitui-se, tal qual outrora na Terra, porque a
Alma humana não poderia renunciar à sua natureza. A estrutura
íntima, sua faculdade de irradiação, lhe impõe a sociedade que
merece.
As
altas missões da Alma jamais cessam. Os Espíritos sublimes, que têm
instituído e melhorado seus semelhantes na Terra, continuam em mundo
superior, em quadro mais vasto, seu apostolado de luz e sua redenção
de amor.
Conforme
dissemos no início destas páginas, é assim que a História
eternamente recomeça e se torna cada vez mais universal. A lei
circulatória que preside ao eterno progresso dos Estados e dos
mundos desenrola-se sem cessar em esferas e mundos cada vez mais
engrandecidos; tudo recomeça no Alto, em virtude da mesma lei que
faz tudo evolver no plano inferior. Todo o segredo do Universo aí
está.
Autor:
Léon Denis
Livro:
O Grande Enigma
quinta-feira, 31 de maio de 2018
“O SIGNIFICADO DO CORPUS CHRISTI PARA O ESPIRITISMO” DIVALDO FRANCO EXPLICA"
Para
o espiritismo que não crê na ressurreição, mas sim na
reencarnação em um novo corpo para um novo aprendizado do espírito,
a representação desta data, pode ser associada além de seu sentido
apenas religioso.De
acordo com os princípios da Doutrina Espírita como pode ser
interpretada a aparição de Jesus em após sua morte? Este fenômeno
representa a confirmação da sobrevivência além da matéria,
transcendendo as barreiras físicas.Este
episódio marcante, da materialização de Jesus aos discípulos
revela ainda a possibilidade de comunicação entre encarnados e
desencarnados, que segundo os ensinamentos da Doutrina Espírita é
perfeitamente possível, uma prova de que a vida continua além do
túmulo.Além
da crença na verdadeira realidade da vida, que é a espiritual,
podemos ressaltar nesta data a importância da mensagem de Jesus, que
com seus exemplos de amor deixou ensinamentos eternos, capazes de
transformar moralmente o ser humano. Portanto essa pode ser uma
excelente ocasião para deixarmos renascer dentro de nós a paz do
Cristo!
BLOG
MUNDO MAIOR Fonte: Chico de
Minas Xaxier
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𝗖𝗢𝗠𝗢 𝗢𝗦 𝗥𝗘𝗟𝗔𝗖𝗜𝗢𝗡𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢𝗦 𝗙𝗜𝗖𝗔𝗠 𝗔𝗧𝗥𝗘𝗟𝗔𝗗𝗢𝗦 𝗡𝗔𝗦 𝗥𝗘𝗘𝗡𝗖𝗔𝗥𝗡𝗔𝗖̧𝗢̃𝗘𝗦.
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Neste período de transição planetária em que vivemos, a Fila da Reencarnação está enorme. Bilhões de Espíritos disputam vaga por um co...
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