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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

“ESPIRITISMO E OUTRAS RELIGIÕES PODEM LEVAR AO CÉU OU AO INFERNO? ”

O Espiritismo e outras religiões podem levar, a depender do seu uso, as pessoas ao céu ou ao inferno. Tudo dependerá de como elas irão vibrar após estudar e / ou praticar essas religiões.
Primeiro, desmitifique-se a existência de um céu ou de um inferno, tal qual “vendido” pelas religiões. Há farta literatura e diálogos com os Espíritos gravados em vídeo que demonstram haver diferentes dimensões de realidade e graus de consciência, como, aliás, já propõem há décadas os estudiosos da Transdisciplinaridade com base em substanciais argumentos científicos, sobretudo da Física.
Encarnados ou desencarnados, os indivíduos estão a rigor onde eles vibram e atraem o que vibram. Uma das diferenças é que o encarnado, por estar num corpo físico, fica como se estivesse preso à matéria grosseira, então, fisicamente, ele está aqui, presente na Terra e visível aos olhos, mas sua vibração pode estar no umbral ou até em regiões mais densas, assim como em regiões bem mais sutis. Tudo depende dos seus pensamentos, das suas escolhas, dos seus comportamentos e das suas atitudes.
O desencarnado, por outro lado, pode, salvo no caso de alguns Espíritos sofredores e outros atípicos, se mover com a força do pensamento e é rapidamente atraído para dimensões que se afinizam com as vibrações que emite do seu Espírito.
É assim que se criam céu e inferno, ou seja, dimensões de luz e de trevas, a partir das vibrações dos Espíritos, que, em conjunto, plasmam realidades nas quais irão viver. Enquanto ser divino, que tem Deus dentro de si, os humanos são co-criadores da realidade.
O umbral nada mais é do que uma ou mais dimensões de purgação, criadas pelas sombras que existem nos Espíritos, muitos dos quais atraídos para lá logo após o desencarne, mas que, mesmo encarnados, já vivem lá vibratoriamente e, por isso, atraem os seres de lá, que podem terminar se aproveitando de suas fraquezas, tornando-se os chamados obsessores.
Por conta dessas razões, mais uma vez chama-se a atenção para a importância do autoconhecimento, para a compreensão das sombras de cada um e para a busca pela iluminação dessas sombras. Em vez de se esconder atrás de religiões e de achar que está emanando uma luz muito maior do que realmente emana, os humanos devem utilizar as religiões e outras filosofias para “conhecerem a si mesmos”, para trabalharem as suas sombras, elevando o seu padrão vibratório, emanando luz para os que estão em volta, colocando-se, assim, numa dimensão mais alta simplesmente por se afinizar com ela e “puxando” outros para que façam o mesmo.
A prática das religiões, a frequência em templos e, especialmente, o trabalho dentro deles ilude muitos humanos, os quais começam a pensar que se tornaram seres elevadíssimos simplesmente porque rezam no culto ou porque dão passes ou porque distribuem sopa alguns dias na semana.
Sem querer obviamente desestimular os rituais nos templos, trabalhos voluntários e a ajuda ao próximo, que podem ser parte do caminho de elevação da vibração, mais importante ainda é o ser olhar para dentro e entender se ele está realmente bem, se os pensamentos que lhe vêm são positivos, se ele está emanando boas ondas para aqueles a sua volta, se ele acorda pela manhã com gana de viver e agradecer, se ele não se importa com os que lhe ofendem etc. 
Um erro clássico das religiões é graduar as pessoas, dividir tudo em bom ou mau, Deus ou Diabo, anjos e não-anjos, incentivando uma competição para ver quem é melhor, o julgamento de uns sobre os outros e a culpa de quem julga ter feito algo mau.
O Espiritualismo bem estudado mostra que todos têm o bem e o mal dentro de si, cabendo se autoconhecer, lidar bem com a sombra e trabalhá-la para que a luz prevaleça com cada vez mais força.
O autoconhecimento é tarefa muito complexa, apesar de não parecer. Quase todos acham que se conhecem bem exatamente por não se conhecerem. Isso pode ser explicado de outro modo: o ignorante simplesmente ignora, ou seja, quem não compreende algo não pode compreender que não compreende.
Daí porque apenas se sai desse ciclo vicioso com ajuda de atividades que proporcionem o autoconhecimento e a iluminação das sombras que existem em grande quantidade dentro de cada ser que vive nesse estágio de evolução, salvo a pouco provável existência de algum anjo encarnado entre nós.
O estudo sobre nós mesmos, sobre os padrões vibratórios, sobre os enganos mais cometidos pelos humanos, sobre suas sombras etc. é um dos caminhos para a iluminação, porém o estudo intelectual nos põe sob o risco de mantermos esse processo exclusivamente na cabeça, não o fazendo passar pelo nosso interior e, portanto, pelo coração.
Conhecimento que não passa pelo interior, pelo coração, não se torna sabedoria e tende a ser gerador de arrogância, prepotência, orgulho, vaidade, agressividade e outros sentimentos trevosos, que são muito comuns nas sombras humanas. Essa é mais uma prova de que tudo na vida tem um equilíbrio fino. Muito conhecimento pode ser negativo.
Os indivíduos precisam ir muito além das suas religiões, buscando conhecer com o máximo de profundidade as demais e as filosofias que lhes pareçam mais capazes de ajudar naquela tarefa de autoconhecimento e de iluminação das sombras interiores.
A Bíblia é um livro magnífico, mas não adianta lê-la 7 vezes se a pessoa apenas consegue construir a partir dali conhecimento limitado, não se autoconhecendo o bastante e, pior, criando inúmeras ilusões sobre quais seriam os caminhos para a sua ascensão.
O estudo isolado e mal feito de livros religiosos tem levado em toda a história da humanidade a um delineamento do mesmo ego do indivíduo numa conformidade do que um determinado messias ou grupo de Espíritos parece pedir. As pessoas constroem falsas necessidades, falsos moralismos e pensam ser, a partir dali, os donos da verdade, por terem à disposição deles supostamente as ferramentas corretas de iluminação.
Não existe “O” único livro sagrado, nem “A” ferramenta correta, nem “A” religião consoladora prometida, nem nenhuma dessas coisas que apenas dão uma falsa segurança ao ser humano de que ele encontrou o caminho. Existem diversos caminhos e o ideal é que o máximo deles seja conhecido.
Quando um estudioso se fecha em uma única disciplina, diversas dimensões dos problemas ficam às escuras para ele. É por isso que, há muitas décadas, se tem procurado estudos inter, multi, pluri e transdisciplinares, aqueles que têm conseguido desvelar mais descobertas nos últimos 70 anos.
O mesmo vale para o estudo da Espiritualidade, para a busca pelo aumento de vibração, de iluminação das sombras interiores. O estágio humano atual é atrasado demais para se pensar que estamos próximos de saber A Verdade. É inocência achar que uma religião, uma filosofia, um livro pode nos tornar seres extremamente iluminados.
O trabalho de iluminação é lento, penoso, mas podemos acelerá-lo na medida em que nos abrimos para o novo e pesquisamos sobre os nossos próprios pontos cegos. No atual estágio de existência humana, as sombras são inerentes ao planeta e aos seus seres. O objetivo desta fase de transição é exatamente trazer mais Espíritos para a luz, reduzindo suas sombras, criando ao menos boa vontade, para que se possa constituir lentamente um mundo de regeneração, no qual a luz prevalece.
No momento atual, e nos últimos milênios da Terra, a sombra de certa forma prevaleceu, ainda que saibamos que os seres de luz estão a guiar tudo. Até hoje há muita desigualdade, preconceitos, corrupção, se mata por pequenas coisas, há muitas guerras e riscos até de uma catastrófica guerra nuclear.
O Espiritismo e as demais religiões e filosofias devem procurar o máximo de abertura e integração com o seu entorno, desestimulando fortemente o preconceito, a intolerância. Um real conhecimento sobre algo é aquilo que pode afastar preconceitos.
As pessoas precisam parar de imediatismos, de achar que são iluminadas porque têm uma religião ou porque fazem meia dúzia de trabalhos voluntários, ou mesmo que se tornarão iluminadas em curto prazo apenas por conta disso. É preciso expandir a consciência, auto avaliar-se em todos os momentos do dia, buscar emanar paz, caridade e humildade em cada pensamento, escolha, comportamento e até no silêncio.

Fonte: Gazeta Espirita. POR MARCOS VILLAS-BÔAS

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

PODEM OS ESPÍRITOS ANTES DE ENCARNAR ESCOLHEREM SUAS PROVAS E GÊNERO DE VIDA?

258. Quando na erraticidade, antes de começar nova existência corporal, tem o Espírito consciência e previsão do que lhe sucederá no curso da vida terrena?
“Ele próprio escolhe o gênero de provas por que há de passar e nisso consiste o seu livre-arbítrio.”
a) — Não é Deus, então, quem lhe impõe as tribulações da vida, como castigo?
“Nada ocorre sem a permissão de Deus, porquanto foi Deus quem estabeleceu todas as leis que regem o Universo. Ide agora perguntar por que decretou ele esta lei e não aquela. Dando ao Espírito a liberdade de escolher, Deus lhe deixa a inteira responsabilidade de seus atos e das conseqüências que estes tiverem. Nada lhe estorva o futuro; abertos
se lhe acham, assim, o caminho do bem, como o do mal. Se vier a sucumbir, restar-lhe-á a consolação de que nem tudo se lhe acabou e que a bondade divina lhe concede a liberdade
de recomeçar o que foi malfeito. Demais, cumpre se distinga o que é obra da vontade de Deus do que o é da do homem. Se um perigo vos ameaça, não fostes vós quem o
criou e sim Deus. Vosso, porém, foi o desejo de a ele vos expordes, por haverdes visto nisso um meio de progredirdes, e Deus o permitiu.”
259. Do fato de pertencer ao Espírito a escolha do gênero de provas que deva sofrer, seguir-se-á que todas as tribulações que experimentamos na vida nós as previmos e buscamos?
“Todas, não, porque não escolhestes e previstes tudo o que vos sucede no mundo, até às mínimas coisas.
Escolhestes apenas o gênero das provações. As particularidades correm por conta da posição em que vos achais; são, muitas vezes, conseqüências das vossas próprias ações.
Escolhendo, por exemplo, nascer entre malfeitores, sabia o Espírito a que arrastamentos se expunha; ignorava, porém, quais os atos que viria a praticar. Esses atos resultam do
exercício da sua vontade, ou do seu livre-arbítrio. Sabe o Espírito que, escolhendo tal caminho, terá que sustentar lutas de determinada espécie; sabe, portanto, de que natureza
serão as vicissitudes que se lhe depararão, mas ignora se se verificará este ou aquele êxito. Os acontecimentos secundários se originam das circunstâncias e da força mesma das coisas.
Previstos só são os fatos principais, os que influem no destino. Se tomares uma estrada cheia de sulcos profundos, sabes que terás de andar cautelosamente, porque há muitas probabilidades de caíres; ignoras, contudo, em que ponto cairás e bem pode suceder que não caias, se fores bastante prudente. Se, ao percorreres uma rua, uma telha te cair na cabeça, não creias que estava escrito, segundo vulgarmente se diz.”
260. Como pode o Espírito desejar nascer entre gente de má vida?
“Forçoso é que seja posto num meio onde possa sofrer a prova que pediu. Pois bem! É necessário que haja analogia.
Para lutar contra o instinto do roubo, preciso é que se ache em contacto com gente dada à prática de roubar.”
a) — Assim, se não houvesse na Terra gente de maus costumes, o Espírito não encontraria aí meio apropriado ao sofrimento de certas provas?
“E seria isso de lastimar-se? É o que ocorre nos mundos superiores, onde o mal não penetra. Eis por que, nesses mundos, só há Espíritos bons. Fazei que em breve o mesmo se dê na Terra.”
261. Nas provações por que lhe cumpre passar para atingir a perfeição, tem o Espírito que sofrer tentações de todas as naturezas? Tem que se achar em todas as circunstâncias
que possam excitar-lhe o orgulho, a inveja, a avareza, a sensualidade, etc.?
“Certo que não, pois bem sabeis haver Espíritos que desde o começo tomam um caminho que os exime de muitas provas. Aquele, porém, que se deixa arrastar para o mau caminho, corre todos os perigos que o inçam. Pode um Espírito, por exemplo, pedir a riqueza e ser-lhe esta concedida.
Então, conforme o seu carácter, poderá tornar-se avaro ou pródigo, egoísta ou generoso, ou ainda lançar-se a todos os gozos da sensualidade. Daí não se segue, entretanto, que haja de forçosamente passar por todas estas tendências.”
262. Como pode o Espírito, que, em sua origem, é simples, ignorante e carecido de experiência, escolher uma existência com conhecimento de causa e ser responsável por essa escolha?
“Deus lhe supre a inexperiência, traçando-lhe o caminho que deve seguir, como fazeis com a criancinha. Deixa-o, porém, pouco a pouco, à medida que o seu livre-arbítrio se desenvolve, senhor de proceder à escolha e só então é que muitas vezes lhe acontece extraviar-se, tomando o mau caminho, por desatender os conselhos dos bons Espíritos. A isso é que se pode chamar a queda do homem.”
a) — Quando o Espírito goza do livre-arbítrio, a escolha da existência corporal dependerá sempre exclusivamente de sua vontade, ou essa existência lhe pode ser imposta, como
expiação, pela vontade de Deus?
“Deus sabe esperar, não apressa a expiação. Todavia, pode impor certa existência a um Espírito, quando este, pela sua inferioridade ou má vontade, não se mostra apto a
compreender o que lhe seria mais útil, e quando vê que tal existência servirá para a purificação e o progresso do Espírito, ao mesmo tempo que lhe sirva de expiação.”
263. O Espírito faz a sua escolha logo depois da morte?
“Não, muitos acreditam na eternidade das penas, o que, como já se vos disse, é um castigo.”
264. Que é o que dirige o Espírito na escolha das provas que queira sofrer?
“Ele escolhe, de acordo com a natureza de suas faltas, as que o levem à expiação destas e a progredir mais depressa.
Uns, portanto, impõem a si mesmos uma vida de misérias e privações, objetivando suportá-las com coragem; outros preferem experimentar as tentações da riqueza e do poder, muito mais perigosas, pelos abusos e má aplicação a que podem dar lugar, pelas paixões inferiores que uma e outros desenvolvem; muitos, finalmente, se decidem a experimentar suas forças nas lutas que terão de sustentar em contacto com o vício.”
265. Havendo Espíritos que, por provação, escolhem o contacto do vício, outros não haverá que o busquem por simpatia e pelo desejo de viverem num meio conforme aos seus gostos, ou para poderem entregar-se materialmente a seus pendores materiais?
“Há, sem dúvida, mas tão-somente entre aqueles cujo senso moral ainda está pouco desenvolvido. A prova vem por si mesma e eles a sofrem mais demoradamente. Cedo
ou tarde, compreendem que a satisfação de suas paixões brutais lhes acarretou deploráveis conseqüências, que eles sofrerão durante um tempo que lhes parecerá eterno. E
Deus os deixará nessa persuasão, até que se tornem conscientes da falta em que incorreram e peçam, por impulso próprio, lhes seja concedido resgatá-la, mediante úteis
provações.”
266. Não parece natural que se escolham as provas menos dolorosas?
“Pode parecer-vos a vós; ao Espírito, não. Logo que este se desliga da matéria, cessa toda ilusão e outra passa a ser a sua maneira de pensar.”
Sob a influência das idéias carnais, o homem, na Terra, só vê das provas o lado penoso. Tal a razão de lhe parecer natural sejam escolhidas as que, do seu ponto de vista, podem coexistir com os gozos materiais. Na vida espiritual, porém, compara esses gozos fugazes e grosseiros com a inalterável felicidade que lhe é dado entrever e desde logo nenhuma impressão mais lhe causam os passageiros sofrimentos terrenos. Assim, pois, o Espírito pode escolher prova muito rude e, conseguintemente, uma angustiada existência, na esperança de alcançar depressa um estado melhor, como o doente escolhe muitas vezes o remédio mais desagradável para se curar de pronto.
Aquele que intenta ligar seu nome à descoberta de um país desconhecido não procura trilhar estrada florida. Conhece os perigos a que se arrisca, mas também sabe que o espera a glória, se lograr bom êxito.
A doutrina da liberdade que temos de escolher as nossas existências e as provas que devamos sofrer deixa de parecer singular, desde que se atenda a que os Espíritos, uma vez desprendidos da matéria, apreciam as coisas de modo diverso da nossa maneira de apreciá-los. Divisam a meta, que bem diferente é para eles dos gozos fugitivos do mundo. Após cada existência, vêem o passo que deram e compreendem o que ainda lhes falta em pureza para atingirem aquela meta. Daí o se submeterem voluntariamente a todas as vicissitudes da vida corpórea, solicitando as que possam fazer que a alcancem mais presto.
Não há, pois, motivo de espanto no fato de o Espírito não preferir a existência mais suave. Não lhe é possível, no estado de imperfeição em que se encontra, gozar de uma vida isenta de amarguras. Ele o percebe e, precisamente para chegar a fruí-la, é que trata de se melhorar.
Não vemos, aliás, todos os dias, exemplos de escolhas tais?
Que faz o homem que passa uma parte de sua vida a trabalhar sem trégua, nem descanso, para reunir haveres que lhe assegurem o bem-estar, senão desempenhar uma tarefa que a si mesmo se impôs, tendo em vista melhor futuro? O militar que se oferece para uma perigosa missão, o navegante que afronta não menores perigos, por amor da Ciência ou no seu próprio interesse, que fazem, também eles, senão sujeitar-se a provas voluntárias, de que lhes advirão honras e proveito, se não sucumbirem? A que se não submete ou expõe o homem pelo seu interesse ou pela sua glória? E os concursos não são também todos provas voluntárias a que os concorrentes se sujeitam, com o fito de avançarem na carreira que escolheram?
Ninguém galga qualquer posição nas ciências, nas artes, na indústria, senão passando pela série das posições inferiores, que são outras tantas provas. A vida humana é, pois, cópia da vida espiritual; nela se nos deparam em ponto pequeno todas as peripécias da outra.
Ora, se na vida terrena muitas vezes escolhemos duras provas, visando posição mais elevada, por que não haveria o Espírito, que enxerga mais longe que o corpo e para quem a vida corporal é apenas incidente de curta duração, de escolher uma existência árdua e laboriosa, desde que o conduza à felicidade eterna? Os que dizem que pedirão para ser príncipes ou milionários, uma vez que ao homem é que caiba escolher a sua existência, se assemelham aos míopes, que apenas vêem aquilo em que tocam, ou a meninos gulosos, que, a quem os interroga sobre isso, respondem que desejam ser pasteleiros ou doceiros.
O viajante que atravessa profundo vale ensombrado por espesso nevoeiro não logra apanhar com a vista a extensão da estrada por onde vai, nem os seus pontos extremos. Chegando, porém, ao cume da montanha, abrange com o olhar quanto percorreu
do caminho e quanto lhe resta dele a percorrer. Divisa-lhe o termo, vê os obstáculos que ainda terá de transpor e combina então os meios mais seguros de atingi-lo. O Espírito encarnado é qual viajante no sopé da montanha. Desenleado dos liames terrenais, sua visão tudo domina, como a daquele que subiu à crista da serrania. Para o viajor, no termo da sua jornada está o repouso após a fadiga; para o Espírito, está a felicidade suprema, após as tribulações e as provas.
Dizem todos os Espíritos que, na erraticidade, eles se aplicam a pesquisar, estudar, observar, a fim de fazerem a sua escolha.
Na vida corporal não se nos oferece um exemplo deste fato?
Não levamos, freqüentemente, anos a procurar a carreira pela qual afinal nos decidimos, certos de ser a mais apropriada a nos facilitar o caminho da vida? Se numa o nosso intento se malogra, recorremos a outra. Cada uma das que abraçamos representa uma fase, um período da vida. Não nos ocupamos cada dia em cogitar do que faremos no dia seguinte? Ora, que são, para o Espírito, as diversas existências corporais, senão fases, períodos,
dias da sua vida espírita, que é, como sabemos, a vida normal, visto que a outra é transitória, passageira?
267. Pode o Espírito proceder à escolha de suas provas, enquanto encarnado?
“O desejo que então alimenta pode influir na escolha que venha a fazer, dependendo isso da intenção que o anime.
Dá-se, porém, que, como Espírito livre, quase sempre vê as coisas de modo diferente. O Espírito por si só é quem faz a escolha; entretanto, ainda uma vez o dizemos, possível
lhe é fazê-la, mesmo na vida material, por isso que há sempre momentos em que o Espírito se torna independente da matéria que lhe serve de habitação.”
a) — Não é decerto como expiação, ou como prova, que muita gente deseja as grandezas e as riquezas. Será?
“Indubitavelmente, não. A matéria deseja essa grandeza para gozá-la e o Espírito para conhecer-lhe as vicissitudes.”
268. Até que chegue ao estado de pureza perfeita, tem o Espírito que passar constantemente por provas?
“Sim, mas que não são como o entendeis, pois que só considerais provas as tribulações materiais. Ora, havendo-se elevado a um certo grau, o Espírito, embora não seja ainda
perfeito, já não tem que sofrer provas. Continua, porém, sujeito a deveres nada penosos, cuja satisfação lhe auxilia o aperfeiçoamento, mesmo que consistam apenas em auxiliar os outros a se aperfeiçoarem.”
269. Pode o Espírito enganar-se quanto à eficiência da prova que escolheu?
“Pode escolher uma que esteja acima de suas forças e sucumbir. Pode também escolher alguma que nada lhe aproveite, como sucederá se buscar vida ociosa e inútil. Mas, então,
voltando ao mundo dos Espíritos, verifica que nada ganhou e pede outra que lhe faculte recuperar o tempo perdido.”
270. A que se devem atribuir as vocações de certas pessoas e a vontade que sentem de seguir uma carreira de preferência a outra?
“Parece-me que vós mesmos podeis responder a esta pergunta. Pois não é isso a conseqüência de tudo o que acabamos de dizer sobre a escolha das provas e sobre o
progresso efetuado em existência anterior?”
271. Estudando, na erraticidade, as diversas condições em que poderá progredir, como pensa o Espírito consegui-lo, nascendo, por exemplo, entre canibais?
“Entre canibais não nascem Espíritos já adiantados, mas Espíritos da natureza dos canibais, ou ainda inferiores aos destes.”
Sabemos que os nossos antropófagos não se acham no último degrau da escala espiritual e que mundos há onde a bruteza e a ferocidade não têm analogia na Terra. Os Espíritos que aí
encarnam são, portanto, inferiores aos mais ínfimos que no nosso mundo encarnam. Para eles, pois, nascer entre os nossos selvagens representa um progresso, como progresso seria, para os antropófagos terrenos, exercerem entre nós uma profissão que os obrigasse a fazer correr sangue. Não podem pôr mais alto suas vistas, porque sua inferioridade moral não lhes permite compreender maior progresso. O Espírito só gradativamente avança.
Não lhe é dado transpor de um salto a distância que da civilização separa a barbárie e é esta uma das razões que nos mostram ser necessária a reencarnação, que verdadeiramente corresponde à justiça de Deus. De outro modo, que seria desses milhões de criaturas que todos os dias morrem na maior degradação, se não tivessem meios de alcançar a superioridade? Por que os privaria Deus dos favores concedidos aos outros homens?
272. Poderá dar-se que Espíritos vindos de um mundo inferior à Terra, ou de um povo muito atrasado, como os canibais, por exemplo, nasçam no seio de povos civilizados?
“Pode. Alguns há que se extraviam, por quererem subir muito alto. Mas, nesse caso, ficam deslocados no meio em que nasceram, por estarem seus costumes e instintos em conflito com os dos outros homens.”
Tais seres nos oferecem o triste espetáculo da ferocidade dentro da civilização. Voltando para o meio dos canibais, não sofrem uma degradação; apenas volvem ao lugar que lhes é próprio e com isso talvez até ganhem.
273. Será possível que um homem de raça civilizada reencarne, por expiação, numa raça de selvagens?
“É; mas depende do gênero da expiação. Um senhor, que tenha sido de grande crueldade para os seus escravos, poderá, por sua vez, tornar-se escravo e sofrer os maus-
-tratos que infligiu a seus semelhantes. Um, que em certa época exerceu o mando, pode, em nova existência, ter que obedecer aos que se curvaram ante a sua vontade.
Ser-lhe-á isso uma expiação, que Deus lhe imponha, se ele abusou do seu poder. Também um bom Espírito pode querer encarnar no seio daquelas raças, ocupando posição influente,
para fazê-las progredir. Em tal caso, desempenha uma missão.”

Fonte - Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, do Cap.VI "Da Vida Espírita" - Item Escolha das Provas

“SURPREENDENTE DEPOIMENTO ESPIRITUAL DE UM GRUPO DE SUICIDAS! ”

Nós fomos muito infelizes em nossas escolhas e caminhos.
Erramos feio! E pagamos o preço em culpa e aflição.
Entramos num calabouço mental, feito por nós mesmos.
E ali ficamos, remoendo muitas coisas, sem riso e sem alegria.
Ah, nós tentamos matar nossa própria consciência!
Queríamos fugir, mas nos acorrentamos a dramas maiores.
Ficamos “sem eira nem beira”, a mercê das correntes astrais.
Chafurdamos no lodo de nossa negação da vida... E soçobramos.
Destruímos o nosso corpo físico e causamos dor à nossa família.
No final, de que adiantou?... Não matamos nossas consciências!
E ainda acumulamos o peso da culpa, pois o suicídio é uma grande mentira.
Nossos corpos feneceram, mas continuamos vivos e pensantes.
Nós entramos numa furada, a maior de todas. E nos atolamos...
Até que fomos socorridos por abnegados benfeitores espirituais.
Eles nos resgataram da dor e da culpa e nos fizeram ver a verdade.
Com carinho, eles nos banharam nas luzes curativas e nos esclareceram.
Com paciência, eles não nos julgaram, só nos acolheram com todo Amor.
E nos fizeram valorizar o dom da vida e nos devolveram a capacidade de rir.
Diante deles, nós choramos muito e expurgamos as nossas ilusões.
Eles nos devolveram a capacidade de sentir amor e ter esperança.
Eles nos trataram com arte-terapia e nos fizeram gostar de música boa.
Eles nos deram a vida de volta e a força para encarar os nossos desafios.
Nos fizeram entender que felizes são aqueles que já venceram a si mesmos.
Eles nos falaram de um Grande Amor que está em tudo! E que a tudo compreende...
E, pela intercessão deles, vamos viver na Terra novamente, dessa vez, sem fuga.
Ah, meus amigos aqui presentes, nós éramos transfugas e deixamos a desejar...
Mais à frente, teremos que enfrentar os problemas dos quais quisemos fugir.
Não teremos facilidades, mas já sabemos do poder da Luz e do Amor.
Confiamos que Deus e os seus benfeitores nos ajudarão nessa superação vital.
Vamos viver novamente! Vamos sonhar e brincar. E, dessa vez, vamos arrasar!
Hoje, nós queremos compartilhar essa alegria com vocês: voltamos a rir.
E dizemos a todos: “valorizem o dom da vida e não deem trelas ao que é negativo. 
Em breve, nós seremos os novos Joãozinhos e Marias por esse Brasil...
E, dessa vez, vamos vencer as provas do caminho.
Quem sabe, talvez até nos encontremos por aí...
Pois essa é a beleza da vida: o encontro entre os seres.
Ah, acima de nós brilha um Grande Amor...
Nós vamos descer por Ele, que nos compreende.
E agradecemos muito aos benfeitores espirituais que nos acolheram.
Pela luz, pelo amor, pela música boa, pela arte que cura, pelo riso...
Enfim, pela presença de vocês, aqui e agora, nas Asas do Espiritualidade.
Nós agradecemos a todos vocês, pois, em nosso tratamento, só faltava isso:
Darmos o nosso depoimento, como forma de esclarecimento e alerta.
E, hoje, assim fazendo, cumprimos uma etapa e vamos em frente...
(Não vivam só por viver. Vivam com admiração! E não deixem de rir).


Autor desconhecido

“QUATRO SINAIS DE QUE UM ESPÍRITO QUERIDO ESTÁ POR PERTO”

Um espírito pode se manifestar de diversas maneiras
É difícil perder alguém a quem nos sentíamos bastante chegados. Todos perdemos alguém em algum ponto de nossas vidas, é uma realidade da natureza e, infelizmente temos que encarar isso da melhor maneira possível.
No entanto, apesar de o corpo de alguma pessoa não estar mais entre nós, não significa que a pessoa tenha desaparecido para sempre de nossas vidas! Aqui estão alguns sinais que podem significar que os seus entes queridos que se foram não deixaram o seu lado definitivamente!
1. Eles aparecem nos seus sonhos
Essa é uma das maneiras mais comuns que os espíritos usam para interagir conosco. Nossas mentes subconscientes sempre são mais abertas ao mundo espiritual, frequentemente deixando ele entrar. Sonhos envolvendo espíritos são incrivelmente realísticos e nem um pouco como sonhos normais. Preste atenção ao que eles podem significar, pode ser uma mensagem.
2. Pensamentos incomuns
Você pode experienciar pensamentos que sente não serem seus, quase como se seu monólogo interno seja ocupado por outra pessoa. Pode ser um sinal de que as pessoas falecidas ainda estão com você. Se você se sente com pensamentos externos, preste atenção a eles, especialmente quando eles começarem a conversar com você.
3. Sinais no funeral
Segundo James Van Praagh, um renomado psíquico, alguns espíritos vão aos seus próprios funerais. Eles andam pela sala tentando confortar os seus amigos mais queridos e dar sinais de que está tudo bem. Frequentemente, por que as pessoas estão tão desconcertadas no luto, esses sinais passam desapercebidos. Quando for a um funeral fique aberto aos sinais que eles oferecem.
4. Você sente o seu cheiro
Quando o espírito de alguém querido está por perto, ele pode se manifestar de diversas maneiras. Uma das mais comuns é o olfato. O cheiro de uma pessoa é, frequentemente, uma das conexões mais fortes com ela. Pode ser o cheiro de tabaco do cigarro ou um perfume, ou até mesmo o aroma de sua comida preferida sendo preparada. Aprecie isso, é uma mensagem sendo enviada diretamente de seu amado falecido.
Autor: James Van Praagh

Site: Meu livro Espírita

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

“HITLER TERIA SIDO A REENCARNAÇÃO DO REI DAVI? ”

Chegou a ser especulado que Hitler e boa parte de seu staff seriam dragões justamente pela ligação com o Sol Negro que eles tiveram (quando na verdade seu staff era composto por magos negros servindo a um poder maior, o dos dragões), chegando inclusive a colocar o símbolo do Sol Negro, que esconde seu real significado, na torre norte do castelo de Wewelsburg num hall de mármore onde só se reuniam os mais importantes generais alemães e que Hitler havia imaginado como o futuro “centro do mundo”.
Alias, já que estamos falando de Sol Negro (Sol das Trevas, Schwarze Sonne) e dragões, vale lembrar um pouco da mitologia suméria: Na Suméria, Assíria, Acádia e na Babilônia, a deusa Tiamat era representada por uma serpente e era conhecida como a deusa do caos e das trevas. Quem leu o final do livro "A Bíblia no 3º Milênio" e o resto do texto a seguir, vai entender que essa mitologia não é tão mitologia assim....
Mas voltemos a questão de Hitler: Eu já li diversas teorias sobre Hitler. Numa delas é dito que ele reencarnou rapidamente apos o desencarne e isso já ocorreu duas vezes, sempre voltando dentro do povo judeu com graves problemas físicos, como limitações de locomoção e raciocínio e que hoje estaria encarnado nessas condições como uma criança judia.  Não acredito nessa hipótese.
Na minha opinião Hitler ainda esta no plano astral, sendo tratado e reabilitado para uma nova encarnação futuramente no planeta exílio. 
Creio que no seu planejamento kármico ele viria para levar a Alemanha, Áustria, Polônia, incluindo dentro deste território o povo judeu, a tempos de prosperidade e paz. Ao contrario de muitas pessoas não acredito que Hitler fosse uma mago negro, tal como Komeini, Torquemada ou Rasputin, mas tão somente um espírito de índole guerreira que veio para uma missão pacificadora e se perdeu totalmente no meio do caminho, se deixando levar por vontade própria para o lado negro.
Acredito que os magos negros da cúpula alemã daquela época eram outros, Hitler era tão somente uma marionete nas mãos deles. Esses magos negros seriam o General Karl Haushofer, aluno do russo Georg Ivanovitch Gurdjieff, ambos usaram conhecimentos de lamas tibetanos para cometer vários crimes contra a humanidade em nome de uma suposta  raça superior. Eles ensinaram a Hitler algumas técnicas de hipnose em massa e motivaram a ganância do reich. O espírito de Hitler sucumbia, mais uma vez, a provação da riqueza e do poder.
Hitler, segundo Ramatís, teria sido o rei Davi, rei guerreiro dos judeus que trucidou e dominou vários povos. No livro O Sublime Peregrino de Ramatís, é assim relatado:
“Nota de Hercílio Maes: Segundo certo comunicado mediúnico por entidade de reconhecido critério espiritual, Hitler, no passado, foi o Rei Davi, e comandou inúmeras vezes as hecatombes sangrentas registradas amiúde, na Bíblia. Mas, de acordo com a lei de “quem com ferro fere com ferro será ferido”, o seu espírito retornou à Terra, na Alemanha, e, sob a injunção do Carma, abriu as comportas do sofrimento redentor para os próprios comparsas e soldados que comandou outrora e lhe cumpriram fielmente as ordens bárbaras. Assim, os mesmos judeus que ele trucidou neste século, nos campos de concentração, já tinham vivido com ele e eram os mesmos soldados e comparsas impiedosos, afeitos aos massacres dos povos vencidos. Como exemplo a esmo das barbaridades cometidas pelo rei Davi e seus exércitos, no passado, eis o que se encontra em II Samuel, 12:31 e transcrevemos: “E trazendo os seus moradores, os mandou serrar; e que passassem por cima deles carroças ferradas; e que os fizessem em pedaços com cutelos; e os botassem em fornos de cozer tijolos; assim o fez com todas as cidades dos amonitas; e voltou Davi com todo o seu exército para Jerusalém.” O Sublime Peregrino, p. 32
Ou seja, reencarnaram na Alemanha soldados, membros da policia que eram a reencarnação de pessoas de povos que o rei Davi havia mandado trucidar, enquanto que os judeus que morreram nos campos de concentração eram ex soldados do rei Davi reencarnados.
Temos, portanto os dois grupos de espíritos distribuídos da seguinte forma:
Alemães que foram soldados nazistas ou apoiaram Hitler: vítimas que foram trucidadas no passado pelas tropas do Rei Davi.
Entre os 6 milhões de judeus que morreram nos campos de concentração: 30 a 50 mil soldados do rei Davi que mataram diversos povos em nome do Rei Davi
Hitler veio com a missão e ao mesmo tempo uma grande provação para resgatar seus pesados débitos, justamente para evitar esse massacre, de terminar com a roda de sofrimentos carmicos de ódio e vingança envolvendo esse grupo de espíritos, pois ajudaria a trazer prosperidade econômica para a Alemanha e um crescimento coletivo de todos, para que superassem as antigas diferenças com o perdão e não com a vingança.
Segundo nos informa Robson Pinheiro no livro Senhores da Escuridão, a maioria desses espíritos envolvidos nos acontecimentos da segunda guerra reencarnaram nas Américas, como forma de tentar resgatar seus débitos num ambiente mais distanciado das áreas de conflito que enfrentaram na Europa. Um grande contingente de ex soldados do fuhrer e também de vitimas do holocausto reencarnou nos Estados Unidos para uma nova oportunidade de resgate de karmas coletivos, para buscarem a paz e o perdão.
Infelizmente o que mais existe são espíritos falhando nos compromissos que assumiram antes de encarnar, isso pode ser facilmente percebido pelo enorme numero de médiuns que encarnam com a missão de estudar, desenvolver seu dom em beneficio do próximo e acabam se perdendo pelo meio do caminho.
Hitler, na minha opinião, foi um desses espíritos, que suplicou uma chance para reparar as bobagens que fez quando na pele do rei Davi.
Veio com auxilio, primeiramente numa família humilde, motivando assim aquele espírito a vencer as ilusões da matéria, com grande inteligência apesar da saúde um pouco instável devido a vida boemia. Tinha intensa relação de carinho com a mãe e muitas brigas com o pai, este decisivo em obrigá-lo a ingressar no serviço publico do exercito, já que a vontade de Hitler era investir nas artes, como a pintura e arquitetura. Infelizmente após a morte da mãe quando ainda era jovem (19 anos), e ao ir viver em Viena, Hitler alimentou idéias antisemiticas contra o povo judeu, e a pobreza que enfrentou, somada a impossibilidade de galgar postos mais altos no exercito, desenvolveram um ódio intenso pelo povo judeu, ao qual culpava pela derrota na primeira guerra, pois acreditava que a culpa da pobreza da Alemanha era do povo judeu.  Essa idéia foi habilmente explorada pelo partido nazista, que logo após o fim da primeira guerra foi galgando espaço e poder e Hitler usando seu poder de oratória para inflamar o nacionalismo alemão para uma vingança através da segunda guerra, cujo bode expiatório seria exatamente o povo judeu.
Todas as mudanças estruturais que Hitler realizou poderiam ter sido feitas unindo o povo “ariano” da Alemanha ao povo judeu, fazendo com que a Alemanha, Áustria, Itália e nações vizinhas crescessem em prosperidade.
No entanto, Hitler negligenciou seu compromisso assumido antes de reencarnar, sentia desde jovem um ódio do povo judeu de forma racionalmente inexplicável, mas que na verdade se explicava pela própria encarnação como rei Davi: inconscientemente ele sabia que os soldados que executaram terríveis crimes com ele na época do rei Davi estavam agora encarnados como judeus vivendo na Alemanha, Áustria, Polônia e demais países e no fundo os culpava pelas faltas que ele realizou como rei Davi , apoiado na época por aqueles espíritos reencarnados. Considerando que o contingente de soldados do Rei Davi na sua época seria entre 30 a 50 mil homens, não é impossível considerar que esses milhares de espíritos estivessem entre os 6 milhões de judeus mortos de forma terrível por Hitler.
Para completar o quadro dantesco, na época do pós primeira guerra estavam encarnados na Alemanha vários espíritos que na época do rei Davi foram dominados e trucidados pelo rei e seus soldados. A oratória nacionalista de vingança aos judeus soou como uma vingança inconsciente aos antigos algozes, soldados do rei Davi encarnados como judeus. O povo alemão, composto na época por muitos espíritos que outrora foram de povos dominados pelo rei Davi, viam no rei reencarnado na figura do Fuhrer o líder que alem de trazer a vingança os levaria ao poder supremo de liderança mundial.
Esses espíritos que outrora foram vitimas, ao apoiaram as ideias ensandecidas do fuhrer se tornaram devedores da lei do karma, muitos deles estão hoje encarnados no território americano, insuflando um nacionalismo exacerbado em alguns segmentos do povo americano.
Hitler teve desde cedo as condições para desenvolver o desejo de levar a Alemanha a tempos melhores, mas esse desejo foi influenciado pelo desejo de poder, pelo desejo de vingança aos próprios comparsas de outrora reencarnados aos quais julgava culpados pelas suas enormes dividas karmicas.
Infelizmente o ódio prevaleceu e ele desperdiçou a oportunidade de usar a sua figura como um detonador psíquico favorável para o fim daquele ciclo de ódios, pois inconscientemente ele era visto como um rei que veio para devolver dignidade ao povo alemão, (onde estavam espíritos que outrora ele torturou) e desta forma favorecer o perdão daqueles espíritos as minorias judaicas, onde estavam muitos dos antigos soldados do rei Davi encarnados.
Voltando a questão dos dragões e do Sol Negro, que Hitler e seu staff procurou após sucumbir as forças trevosas e aos próprios desejos obscuros que deveria ter vencido, é interessante relembrar que existem diversos relatos históricos de que Hitler fora um médium com grandes capacidades no intercâmbio com o oculto e que usou tais capacidades, infelizmente, para ser a voz da Besta, ou seja, a voz de Tiamat entre o staff nazista nas reuniões que ocorriam na torre norte do castelo de Wewelsburg entre as doze colunas de mármore envolta do símbolo do Schwarze Sonne cravado no chão.
A gigantesca egrégora pessoal de diversos magos negros encarnados como homens importantes do partido nazista aliada a capacidade mediúnica de Hitler proporcionou uma intensa e forte ligação fluídica do perispírito de Hitler com a egrégora do Sol das Trevas e com a mente de Tiamat, a líder dos dragões ou “dragão número 1” descrito no livro “A Marca da Besta” do Robson Pinheiro. Os discursos magnetizadores sobre a população alemã da época eram, literalmente, a voz da dragão através de Hitler.
Os magos negros do nazismo, envolvidos nessa aliança com os dragões (mesmo que submetidos ao poder de Tiamat e do Sol Negro) sabiam que tal intercâmbio causaria graves problemas no perispírito de quem servisse de intercâmbio, mesmo a distância, da força mental de Tiamat e da ligação fluídica com o Sol das Trevas, por isso escolheram alguém “menor” na hierarquia das trevas, alguém que não era mago negro e que sofreria severos problemas no perispírito após o desencarne, tanto que imediatamente ao seu desencarne Hitler adquiriu a forma ovóide no corpo mental inferior, tendo o corpo astral totalmente destruído, isso em questão de algumas horas.
Conclusão: Por tudo isso esse espírito ainda está no astral, aprisionado não por grades energéticas de alguma prisão no astral mas pelos próprios dramas de consciência, por novamente ter falhado e aumentando consideravelmente seus débitos kármicos, transformados em terríveis feridas que consumiram por completo seu corpo astral e o aprisionaram, no próprio pesadelo interior da sua consciência refém do seu corpo mental inferior em estágio de ovoidização.
Será necessário, portanto, primeiramente que a matriz do seu corpo astral seja reconstruída para que ele possa reencarnar. Como o grande exílio se aproxima, essa reconstrução já está sendo feita para adaptar o futuro corpo astral reconstruído ao futuro corpo físico que ele utilizará no mundo exílio.
O auxílio de Gandi a esse e outros espíritos em situação semelhante (citado na obra "Gestação da Terra" do médium Róbson Pinheiro pelo espírito de Alex Zarthú), visa ajudar, de alguma forma, que Hitler supere seus dramas de consciência, medo e culpa e saia da própria prisão mental que ele mesmo criou para si e reinicie o doloroso ciclo de provas e expiações para resgatar os crimes que ele cometeu e assim, um dia, após várias encarnações, possa despertar o amor, a compaixão e a fraternidade que ele tanto negou em sua última encarnação na Terra como um sanguinário ditador em busca de poder e dominação.
Após todas essas informações e reflexões podemos concluir que Hitler não conseguiu cumprir as pesadas provações que teria de vencer através do cultivo do perdão e de uma reforma moral interior, permitindo assim que antigos ódios e sentimentos destrutivos falassem mais alto, causando sua queda e um aumento no número das suas dívidas kármicas, ao aliar-se com uma falange de magos negros encarnados que por sua vez estava submetida ao comando dos dragões e do Sol das Trevas na busca por instaurar uma Era de caos e violência na Terra. A partir dessa queda, Hitler tornou-se uma marionete para o trabalho mais sujo e perigoso que nenhum mago negro faria: o de servir de médium e estabelecer perigosas e profundas ligações fluídicas com a egrégora do Sol das Trevas e com a mente de Tiamat, a líder dos dragões, o que causou após o seu desencarne a destruição automática do seu corpo astral e todo o processo de aprisionamento da sua consciência em seu corpo mental inferior ovoidizado.
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Postado por José Alencastro  

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