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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

“COMER OU NÃO COMER CARNE? “O QUE DIZ A DOUTRINA ESPÍRITA? ”


É um erro alimentar-se o homem com a carne dos irracionais?
Emmanuel: A ingestão das vísceras dos animais é um erro de enormes consequências, do qual derivaram numerosos vícios da nutrição humana. É de lastimar semelhante situação, mesmo porque, se o estado de materialidade da criatura exige a cooperação de determinadas vitaminas, esses valores nutritivos podem ser encontrados nos produtos de origem vegetal, sem necessidade absoluta dos matadouros e frigoríficos.
Temos de considerar, porém, a máquina econômica do interesse e da harmonia, na qual tantos operários fabricam o seu pão cotidiano. Suas peças não podem ser destruídas de um dia para outro, sem perigos graves. Consolemo-nos com a visão do porvir, sendo justos trabalharmos, dedicadamente, pelo advento dos tempos novos em que os homens terrestres poderão dispensar da alimentação os despojos sangrentos de seus irmãos inferiores. (Do livro: O Consolador, questão 129).
No "O livros dos Espíritos", questão 723, encontramos a questão: - "A alimentação animal, para o homem, é contrária à lei natural?" Na resposta, lemos: "Na vossa constituição física, a carne nutre a carne, pois do contrário o homem perece. A lei de conservação impõe ao homem o dever de conservar as suas energias e a sua saúde, para poder cumprir a lei do trabalho. Ele deve alimentar-se, portanto segundo a sua organização".
Disse Chico Xavier no livro “Dos hippies aos problemas do mundo”: “(...) se nós estamos ainda subordinados à necessidade de valores proteicos que recebemos da carne, nós não devemos entrar em regimes vegetarianos de um dia para outro e sim educar o nosso organismo para realizarmos essa adaptação. (...) A pecuária ainda é um dos fatores da economia humana. Não podemos tratar estes casos com ingenuidade, conquanto os animais nos mereçam o máximo respeito e não devemos criar situações de extermínio desnecessário para eles. Nós precisamos ainda da carne, precisamos de leite, dos laticínios, precisamos de muitos modos da cooperação dos animais, na farmacologia, na nossa vida comum. Por enquanto não podemos dispensar, mas também não devemos estar como senhores absolutos da natureza. Queremos bife de filé, carne de cabrito e peixe e carneiro, tudo de uma vez. Um pedacinho de carne basta."
CONCLUSÃO: Seria melhor que nós deixássemos de comer carne para não impor aos nossos irmãos tanta dor e sofrimento. As proteínas, vitaminas e outros que retiramos da carne podem ser substituídas pelos vegetais. Mas, isso ainda não é possível porque a indústria de lacticínio emprega muita gente que precisa do dinheiro para ganhar o pão de cada dia. Porém, deveríamos diminuir esse consumo, dando tempo às indústrias para se adaptarem e as pessoas se acostumarem. Nenhuma mudança acontece da noite para o dia, mas precisamos começar.
Fonte: Grupo de Estudo Allan Kardec

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